
A 19ª edição da CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte acontecerá entre os dias 23 e 28 de setembro. O evento, realizado na capital mineira, conjuga a efervescência do cinema latino-americano com a produção contemporânea brasileira, em diálogo com realizadores locais e internacionais.
Para ampliar ainda mais essa presença, a CineBH é ainda espaço do 16º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting, o evento de mercado do cinema brasileiro e o principal encontro de coprodução internacional do Brasil.
Em 2025, serão exibidos 101 filmes em pré-estreias e mostras temáticas, sendo 48 longas, 1 média e 52 curtas-metragens selecionadas pela equipe de curadoria. Estes filmes estão distribuídos nas mostras Território, Conexões, Vertentes, Praça, Homenagem, CineMundi, Diálogos Históricos, A Cidade em Movimento, Curtas Contemporâneos, WIP, Cine-Expressão: A Escola Vai ao Cinema, Mostrinha, além da abertura e um Cine-Concerto, em 71 sessões de cinema.
A CineBH é espaço de exibição e reflexão com destaque para a produção latino-americana, promovendo o intercâmbio cultural e artístico entre realizadores e filmes do continente. A programação deste ano conta com narrativas que abordam questões sociais, políticas e culturais ao mesmo tempo em que propõem caminhos estéticos ousados, numa seleção diversificada de obras, muitas delas inéditas no Brasil. A temática central deste ano, Horizontes Latinos: Nós Somos o Nosso Futuro?, reflete sobre a soberania cultural e política do cinema latino-americano e incentiva narrativas que rompam com o eurocentrismo.
Em comunicado oficial, Raquel Hallak, diretora geral da Universo Produção e coordenadora geral da 19ª Mostra CineBH e 16º Brasil CineMundi, disse: “A Universo Produção reafirma seu compromisso com a construção de um cinema que pensa o país, dialoga com o mundo e valoriza a potência da produção latino-americana. A cada edição, a CineBH e o Brasil CineMundi se renovam como espaços vivos de encontro, criação e reflexão. Celebramos o cinema não apenas como arte e linguagem, mas como território de pertencimento e transformação. Diante de um cenário marcado por mudanças e desafios globais, é urgente defender a soberania cultural e fortalecer os vínculos entre realizadores, público e mercado. Ao reunir olhares diversos, reafirmamos a importância de construir pontes, ampliar vozes e projetar uma visão coletiva para o futuro do audiovisual brasileiro e latino-americano”.
A sessão de abertura da 19ª CineBH acontecerá na noite de 23 de setembro, terça, às 20h, no Cine Theatro Brasil, com a pré-estreia de O Agente Secreto, produção pernambucana de Kleber Mendonça Filho e consagrada no Festival de Cannes com dois prêmios oficiais: melhor direção e melhor ator para Wagner Moura. A homenagem da mostra este ano será para o ator mineiro Carlos Francisco, que está no elenco do longa.
Cena do documentário Cais, de Safira Moreira
A partir do tema Horizontes Latinos: Nós Somos o Nosso Futuro?, a 19ª CineBH destaca 16 filmes nas mostras Território (competitiva) e Conexões, com produções de Brasil, Uruguai, México, Equador, Peru, Chile, Argentina, Porto Rico e Colômbia, várias delas em coproduções com países europeus e asiáticos. A seleção privilegia títulos inéditos ou com pouca circulação no Brasil e explora perspectivas únicas do continente, com curadoria de Cléber Eduardo, Ester Fér, Leonardo Amaral e Mariana Queen Nwabasili. A Mostra Território chega ao terceiro ano competitivo com filmes desafiadores, nos limites da linguagem e de realizadores de até três longas-metragens no currículo. Já a Conexões, novidade desta edição, destaca a inventividade em formas amplas e serve de ampliação do panorama no continente a partir da visão dos curadores.
Na MOSTRA TERRITÓRIO, os filmes são:
Bienvenidos Conquistadores Interplanetários y Del Espacio Sideral, de Andrés Jurado (Colômbia/Portugal)
Chicharras, de Luna Marán (México)
Huaquero, de Juan Carlos Donoso Gómes (Equador/Peru/Romênia)
Movimento Perpétuo, de Leandro Alves (Brasil)
Punku, de J. D. Fernández Molero (Peru/Espanha)
Queimadura Chinesa, de Verónica Perrota (Uruguai/Brasil)
Uma Casa com Dois Cachorros, de Matías Ferreyra (Argentina)
Na MOSTRA CONEXÕES, os filmes são:
Álbum de Família, de Laura Casabé (Argentina)
Cais, de Safira Moreira (Brasil)
Crónicas del absurdo, de Miguel Coyula (Cuba)
Memória Implacable, de Paula Rodríguez (Chile/Argentina)
Notas Sobre um Desterro, de Gustavo Castro (Brasil)
Todo documento de civilización, de Tatiana Mazú González (Argentina)
Todo parecía posible, de Ramón Rivera Moret (Porto Rico/EUA)
Un cuento de pescadores, de Edgar Nito (México)
Criada no ano passado para abrigar filmes brasileiros de destaque em festivais do país, em 2025 a mostra Vertentes se ampliou para um recorte mais geral de produções contemporâneas realizadas no país, sendo assim uma seção representativa da diversidade nacional. Sejam suas trajetórias em festivais, trajetória de seus realizadores ou expectativa gerada em torno das obras, a seleção reflete caminhos criativos em andamento, narrativas que exploram conflitos, transformações e descobertas multifacetadas. A curadoria é de Marcelo Miranda e Rubens Fabrício Anzolin e conta com pré-estreias, todas inéditas em Belo Horizonte.
Na MOSTRA VERTENTES, os filmes são:
A Voz de Deus, de Miguel Antunes Ramos (SP)
Apenas Coisas Boas, de Daniel Nolasco (GO)
Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG)
Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte (SP)
Enquanto o Céu Não me Espera, de Christiane Garcia (AM)
Enterre Seus Mortos, de Marco Dutra (SP)
Meu Pai e Eu, de Thiago Moulin (ES)
Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (CE)
Nosferatu, de Cristiano Burlan (SP)
Paraíso, de Ana Rieper (RJ)
Um Minuto é uma Eternidade para Quem Está Sofrendo, de Fábio Rogério e Wesley Pereira de Castro (SE)
Verde Oliva, de Wellington Sari (PR)
O tributo da 19ª CineBH será ao ator mineiro Carlos Francisco, uma das presenças mais marcantes e carismáticas do cinema brasileiro contemporâneo. Celebrado por sua versatilidade, Carlos iniciou a carreira no teatro amador nos anos 1980, fundou o Grupo Folias em São Paulo e estreou no cinema em 2005 com O Casamento de Romeu e Julieta, de Bruno Barreto. Sua atuação é marcada por gestos sutis, domínio corporal e transmissão de solidez paterna aliada à vulnerabilidade.
Tornou-se mundialmente conhecido por suas participações especialmente em Bacurau (2019), Marte Um (2021) e Estranho Caminho (2023). A celebração a Carlos Francisco acontecerá na noite de 23 de setembro, no Cine Theatro Brasil Vallourec, com a presença do ator e a exibição do filme de abertura O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, no qual Carlos atua ao lado de Wagner Moura. Outros filmes com sua presença na programação são Enterre seus Mortos e Suçuarana. Especialmente em sua homenagem estão em exibição:
MOSTRA HOMENAGEM | LONGAS
Marte Um, de Gabriel Martins (MG)
Estranho Caminho, de Guto Parente (CE)
MOSTRA HOMENAGEM | CURTAS
A Máquina Infernal, de Francis Vogner Dos Reis (SP)
Nada, de Gabriel Martins (MG)
Um Homem que Voa: Nelson Prudêncio, de Maurílio Martins e Adirley Queirós (MG)
Carlos Francisco no longa mineiro Marte Um, de Gabriel Martins
Em 2025, a Diálogos Históricos, recorte da CineBH que expande os conceitos de outras mostras e da temática a partir de uma pequena seleção de títulos com debates, faz um destaque-homenagem ao dominicano Nelson Carlo de los Santos Arias. Jovem em idade e experiente em realizações, Nelson tem obras emblemáticas que o tornam um dos nomes mais singulares do continente. Nascido em 1985 em Santo Domingo, Nelson formou-se em Cinema pela CalArts e ganhou projeção com filmes que rompem convenções narrativas por sua visão decolonial e pluralidade cultural caribenha.
Com curadoria de Marcelo Miranda e colaboração de Cléber Eduardo, a seleção exibe quase toda a obra de Nelson ao longo de três dias. Todas as sessões vão ter a presença do cineasta, que irá conversar com os espectadores, e os títulos exibidos serão: Canciones de Cuna (2014); Cocote (2017); Pareces una carreta de esas que no la para ni lo’ bueye (2013); e Santa Teresa y Otras Historias (2015).
Celebrando os 16 anos do Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting, com curadoria de Pedro Butcher, o recorte exibe filmes cujos primeiros projetos passaram pelo programa de coprodução, realizado anualmente em Belo Horizonte. Tendo firmado parcerias no país e no exterior, todos eles vêm tendo ampla repercussão no cenário mundial em anos recentes.
Na MOSTRA CINEMUNDI, os filmes são:
A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo (DF)
A Vida Secreta dos Meus Três Homens, de Letícia Simões (PE)
As Muitas Mortes de Antonio Parreras, de Lucas Parente (RJ)
Nimuendajú, de Tania Anaya (MG)
Suçuarana, de Clarissa Campolina e Sérgio Borges (MG)
A Mostra Praça acontecerá a céu aberto na Praça da Liberdade, integrando o cinema à paisagem urbana de Belo Horizonte. Para este ano, o foco está na música como elemento de ligação entre os filmes, com ritmos a compor corpos, memórias e narrativas e a ampliar a experiência coletiva. Cada filme traduz a musicalidade como forma de resistência, invenção lúdica ou conexão cultural.
Na MOSTRA PRAÇA, os filmes são:
Lagoa do Nado: A Festa de um Parque, de Arthur B. Senra (MG)
Milton Bituca Nascimento, de Flávia Moraes (SP)
Ritas, de Oswaldo Santana e Karen Harley (SP)
Além disso, o Cine-Concerto Tela Sonora vai unir uma pequena série de curtas-metragens de animação brasileiros para toda a família à música eletrônica ao vivo do francês Jérôme Lopez.
Com produções independentes de Belo Horizonte e região metropolitana em diálogo direto com a vivência nas cidades, a curadoria da Mostra A Cidade em Movimento, por Bruna Piantino, adotou o tema Um lugar ao sol, numa reflexão sobre ocupar o lugar de direito, reconhecer a pluralidade de subjetividades e abrir espaço para relações não convencionais entre corpos que se transformam ao sonhar novos cenários de vida. Serão 13 filmes, entre curtas e longas-metragens, em sessões temáticas com rodas de conversa sobre maternidade solo, corpo-território, existências trans, arte e desejo e entrelaços geracionais, com a presença de convidados.
MOSTRA A CIDADE EM MOVIMENTO | CURTAS
Babilônia, de Duda Gambogi
Carlito(s), de Pedro Rena
Escuta pra cê vê, de Arthur Medrado e Thamira Bastos
Não Quero ser Capeta, Não!, de Duna Dias e Leonardo Augusto
Pandeminas, de Ben-Hur Nogueira
PPL é Quem?, de Ludmilla Cabral
Ressaca, de Pedro Estrada
Mandinga, de Mariana Starling
Tudo o que Quiser, de Mariana Machado
Um Ato de Corpo Inteiro, de Marianna Fagundes
Vidas (ou)vidas: Yusuf, de Luís Evo
MOSTRA A CIDADE EM MOVIMENTO | LONGAS
Lagoa do Nado: A Festa de um Parque, de Arthur B. Senra
Sou Amor, de André Amparo e Cris Azzi
Os 18 curtas-metragens selecionados por Rubens Fabricio Anzolin foram agrupados em quatro sessões, com obras que exploram poéticas singulares de se relacionar com o mundo. São filmes sobre o território e o Brasil, desviando do realismo puro para mergulhar em texturas, experimentações e brechas narrativas. Diminuir os ritmos, subverter os campos, esticar durações e oferecer sensações amalgamadas e deformadas é aquilo que parece estar em jogo nestes filmes. Assistir a essas produções é se conectar com trabalhos de diversos estados, que utilizam a linguagem para refletir questões políticas contemporâneas, mantendo o compromisso de reinventar, com mais ou menos recursos, uma linguagem da brevidade.
Na MOSTRA CURTAS, os filmes são:
Aparição, de Camila Freitas (RJ/SP)
Bailinho, de Gabriel Vieira de Mello (SP)
Confluências, de Dácia Ibiapina (DF)
Desvios Diários: Domingo, de Bruno Risas (SP)
Dois Nilos, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro (RJ)
Entre Aulas, de Marizele Garcia (RS)
Goiânia: Notas Pendulares sobre a Metrópole, de O. Juliano Gomez (GO)
Jamais Visto, de Natália Reis (MG)
Kabuki, de Tiago Minamisawa (SP/SC)
Lagoa Armênia, de Leonardo da Rosa (RS)
Mãe do Ouro, de Maick Hannder (MG)
Marmita, de Guilherme Peraro (SP/PR)
Moscou, de Victória Correa Silva (MG)
Pequeno B, de Lucas Borges (MG)
Sebastiana, de Pedro de Alencar (RJ)
Sutura, de Felipe Fuentes e Miller Martins (MG)
Terra Mãe, Mãe Terra, de Júlia Mattar (MG)
Três, de Lila Foster (DF)
Cena do curta Kabuki, de Tiago Minamisawa
Para toda a família, tem a Mostrinha de Cinema, com sessões no Cine Petrobras na Praça e no Cine Santa Tereza. As sessões serão acompanhadas pelos personagens da Turma do Pipoca e intervenções circenses. E o programa Cine-Expressão: A Escola Vai ao Cinema conta com a curadoria de Ramina El Shadai com oferta de sessões Cine-Escola, seguidas de cine-debates com exibição de filmes brasileiros entre longas e curtas, programados para atender estudantes por faixas etárias (5 a 7 anos, 8 a 10 anos, 11 a 13 anos e a partir de 14 anos) no Teatro de Câmara Cine Theatro Brasil e Cine Santa Tereza.
Na MOSTRINHA, os filmes são:
Menino Gepeto, de Cláudio Constantino e Rafael Guimarães (MG)
Sacis, de Bruno Bennec (MG)
Sobre Amizades e Bicicletas, de Julia Vidal (PR)
Em sua 16ª edição, o Brasil CineMundi, evento de mercado do cinema brasileiro, realizado em edições anuais e consecutivas desde 2010 dentro da programação da CineBH, é a principal plataforma de rede de contatos e negócios à produção do país ao colocar profissionais do mundo todo em interação durante todo o evento. São intercâmbios entre mercado e projetos de filmes brasileiros, conexões entre realizadores independentes, parcerias de ações e informações, seleção de projetos para rodadas de negócio com produtores e buscas por viabilidade de propostas.
Serão 37 convidados de 16 países representado a indústria mundial do audiovisual, agentes de vendas, distribuidores, tutores, fundos de financiamento, programadores de festivais e representantes de players nacionais de circulação multimídia, como canais de streaming e televisão.
Com o objetivo de apresentar projetos de longas-metragens brasileiros em desenvolvimento ou em finalização, o Brasil CineMundi facilita parcerias produtivas, trocas de informações e ações de difusão. Assim contribui para que filmes brasileiros ganhem visibilidade em festivais e mercados mundiais. Ao longo de 16 anos, o evento registrou impactos significativos, como a articulação de projetos que se transformaram em obras exibidas no Brasil e no exterior, e fortaleceu a diversidade e a inovação no audiovisual do país.
Para a edição de 2025 foram selecionados 37 projetos, divididos em cinco categorias: 32 em desenvolvimento (distribuídos em Horizonte, DocBrasil Meeting, Foco Minas e Paradiso Multiplica) e 5 em WIP – Primeiro Corte. Os projetos participam do CineMundi Lab, com atividades formativas como labs de desenvolvimento, workshops, mentorias e consultorias, além de rodadas de negócios com profissionais internacionais interessados em coproduções e vendas audiovisuais. A comissão de seleção, composta por especialistas nacionais e internacionais, incluiu Cecília Gabrielan (Brasil), Isona Admetlla (Alemanha), Ivan Melo (Brasil), Paulo de Carvalho (Alemanha), Pedro Butcher (Brasil) e Séverine Roinssard (França).
Cena do longa Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte
Todos os projetos escolhidos para o Brasil CineMundi participam do programa de formação CineMundi Lab, com laboratórios de desenvolvimento, workshops, mentorias de roteiro, consultorias com tutores especializados, masterclasses, estudo de caso, debates e painéis de mercado.
Nas atividades do Brasil CineMundi, com foco na conexão entre o Brasil e o cenário internacional, a programação inclui debates e rodas de conversa que abordam temas fundamentais para o setor. O Seminário Internacional ocorrerá de 24 a 27 de setembro com o tema Audiovisual em Conexão: Regulação, Coprodução e os Desafios do Mercado. Profissionais do audiovisual, empresas, agentes de mercado e instituições públicas estarão reunidos para discutir a regulação e a coprodução internacional, além de explorar as transformações que o setor enfrenta atualmente. Os participantes terão a oportunidade de trocar experiências e construir parcerias estratégicas.
A programação do seminário se estrutura em três eixos temáticos principais: Políticas Públicas, Regulação, Soberania e Inclusão, sobre a importância das políticas públicas para garantir a diversidade e o acesso democrático ao audiovisual, considerando as novas tecnologias e os desafios da soberania cultural; Coprodução Internacional como Estratégia, focado nas dinâmicas de financiamento e distribuição; Futuro do Audiovisual: Tecnologias e Novos Modelos, sobre inovações tecnológicas que impactam o setor.
O evento também contará com mesas redondas sobre a circulação de filmes e as redes de resistência no cinema autoral latino-americano. As discussões visam identificar estratégias para fortalecer a presença das obras no mercado local e internacional, promovendo diálogos sobre a diversidade cultural. Assim, a 19ª CineBH e o Brasil CineMundi reafirmam seu compromisso com o fortalecimento do ecossistema audiovisual, promovendo a troca de saberes e a articulação de políticas que impulsionem a indústria cultural, tanto no Brasil quanto no exterior.
Além disso, diversos títulos da Mostra A Cidade em Movimento da 19ª CineBH estarão disponíveis na programação on-line que poderá ser acessada gratuitamente na plataforma do evento. E mais: um recorte especial de filmes vão compor uma seleção na plataforma IC Play, numa parceria com o Itaú Cultural no período de 29 de setembro a 13 de outubro.
Fotos: Divulgação.