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Festival de Berlim 2020 anuncia novos filmes e produções brasileiras se destacam

por: Cinevitor

vagacarneberlimVaga Carne, de Grace Passô e Ricardo Alves Jr.: selecionado.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 20/01, novos filmes que farão parte da programação da 70ª edição do Festival de Berlim, que acontecerá entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março. Dessa vez, o anúncio destacou as mostras Forum e Forum Expanded, com diversas produções brasileiras.

Na mostra Forum, que nesta edição completa 50 anos, a seleção traz obras que são caracterizadas pela maneira como procuram maneiras de mediar entre passado e presente. O cinema brasileiro aparece com: Luz nos trópicos, de Paula Gaitán; Vil, má, de Gustavo Vinagre; e a coprodução entre Uruguai, Argentina, Brasil, Holanda e Filipinas, Chico ventana también quisiera tener un submarino, de Alex Piperno.

A mostra Forum Expanded traz 39 produções, entre filmes e instalações, que abordam temas como migração, racismo, sexismo, violência estatal, capitalismo, colonialismo, extrativismo, crise climática, medos do futuro, perda de história e muito mais; e também se referem a si mesmos como parte da estrutura mais ampla da qual emergiram. Aqui, o Brasil se destaca com: Jogos Dirigidos, do cineasta alagoano Jonathas de Andrade; (Outros) Fundamentos, de Aline Motta; Vaga Carne, de Grace Passô e Ricardo Alves Jr.; e a instalação Letter from a Guarani Woman in Search of the Land Without Evil, da cineasta indígena Patricia Ferreira Pará Yxapy.

Vale lembrar que, recentemente, o Festival de Berlim anunciou seus primeiros filmes com três brasileiros na lista: APIYEMIYEKÎ, de Ana Vaz, na Mostra Forum Expanded; Cidade Pássaro, de Matias Mariani, na Mostra Panorama; e Meu nome é Bagdá, de Caru Alves de Souza, na Mostra Generation 14plus.

Conheça os novos filmes selecionados para o Festival de Berlim 2020:

FORUM

Anne at 13,000 ft, de Kazik Radwanski (Canadá/EUA)
Anunciaron tormenta (A Storm Was Coming), de Javier Fernández Vázquez (Espanha)
Chico ventana también quisiera tener un submarino (Window Boy Would Also Like to Have A Submarine), de Alex Piperno (Uruguai/Argentina/Brasil/Holanda/Filipinas)
Entre perro y lobo, de Irene Gutiérrez (Cuba/Espanha)
Eyimofe (This Is My Desire), de Arie Esiri e Chuko Esiri (Nigéria/EUA)
FREM, de Viera Čákanyová (República Checa/Eslováquia)
Generations, de Lynne Siefert (EUA)
Gli appunti di Anna Azzori/Uno specchio che viaggia nel tempo (The Notes of Anna Azzori/A Mirror that Travels through Time), de Constanze Ruhm (Áustria/Alemanha/França)
Gorod usnul (In Deep Sleep), de Maria Ignatenko (Rússia)
Grève ou crève (Strike or Die), de Jonathan Rescigno (França)
Ieşirea trenurilor din gară (The Exit of the Trains), de Radu Jude e Adrian Cioflâncă (Romênia)
Kama fissamaa’ kathalika ala al-ard (As Above So Below), de Sarah Francis (Líbano)
Kunst kommt aus dem Schnabel wie er gewachsen ist (Art Comes from the Beak the Way It Has Grown), de Sabine Herpich (Alemanha)
La casa dell’amore (The House of Love), de Luca Ferri (Itália)
Lúa vermella (Red Moon Tide), de Lois Patiño (Espanha)
Luz nos trópicos (Light in the Tropics), de Paula Gaitán (Brasil)
Maggie’s Farm, de James Benning (EUA)
Medium, de Edgardo Cozarinsky (Argentina)
Namo (The Alien), de Nader Saeivar (Irã)
Oeconomia, de Carmen Losmann (Alemanha)
Ouvertures, de Louis Henderson, Olivier Marboeuf e The Living and the Dead Ensemble (Reino Unido/França)
Petit Samedi, de Paola Sermon-Daï (Bélgica)
Ping jing (The Calming), de SONG Fang (China)
Responsabilidad empresarial (Corporate Accountability), de Jonathan Perel (Argentina)
Seishin 0 (Zero), de Kazuhiro Soda (Japão/EUA)
EL TANGO DEL VIUDO y su espejo deformante (THE TANGO OF THE WIDOWER And Its Distorting Mirror), de Raúl Ruiz e Valeria Sarmiento (Chile)
Tipografic majuscul (Uppercase Print), de Radu Jude (Romênia)
Traverser (After the Crossing), de Joël Richmond Mathieu Akafou (França/Burkina Faso/Bélgica)
The Twentieth Century, de Matthew Rankin (Canadá)
The Two Sights, de Joshua Bonnetta (Canadá/Reino Unido)
Victoria, de Sofie Benoot, Liesbeth De Ceulaer e Isabelle Tollenaere (Bélgica)
The Viewing Booth, de Ra’anan Alexandrowicz (Israel/EUA)
Vil, má (Divinely Evil), de Gustavo Vinagre (Brasil)
Was bleibt I Šta ostaje I What remains I Re-visited, de Clarissa Thieme (Alemanha/Áustria/Bósnia e Herzegovina)
Zeus Machine. L’invincibile (Zeus Machine. The Invincible), de Nadia Ranocchi e David Zamagni (Itália)

FORUM EXPANDED

Abstracted/Family, de Koki Tanaka (Japão)
Akiya, de Jonna Kina (Finlândia/Japão/EUA)
Al-Maw’oud (The Promised), de Ahmed Elghoneimy (Egito)
Born of the * * * On Zarathustra’’s Going Under from Cairo to Oran, de Ayreen Anastas e Rene Gabri (Palestina/EUA)
Doublewide, de Jenny Perlin (EUA)
Expedition Content, de Ernst Karel e Veronika Kusumaryati (EUA)
Her Name Was Europa, de Anja Dornieden e Juan David González Monroy (Alemanha)
Jiíbie, de Laura Huertas Millán (Colômbia/França)
Jogos Dirigidos (Directed Games), de Jonathas de Andrade (Brasil)
Letter to a Friend, de Emily Jacir (Palestina/EUA)
Matata, de Petna Ndaliko Katondolo (República Democrática do Congo/EUA/Holanda)
Moazzam ma yalla haqeqy (Most of What Follows Is True), de Maged Nader (Egito)
On vous parle de Paris: Maspero, les mots ont un sens, de Chris Marker (França, 1970)
(Outros) Fundamentos ((Other) Foundations), de Aline Motta (Brasil)
Tatsuniya II, de Rahima Gambo (Nigéria)
Untitled Sequence of Gaps, de Vika Kirchenbauer (Alemanha)
Vaga Carne (Dazed Flesh), de Grace Passô e Ricardo Alves Jr. (Brasil)
Télé Réalité, de Lucile Desamory, Gustave Fundi e Glodie Mubikay (Bélgica/Alemanha/República Democrática do Congo)
The Whole Shebang, de Ken Jacobs (EUA)
Imaginary Explosions, episode 2, Chaitén, de Caitlin Berrigan (EUA/Chile/Alemanha)
Memory Also Die, de Didi Cheeka Anni (Nigéria)
Porosity Valley 2: Tricksters’ Plot, de Ayoung Kim (Coreia do Sul)
Secrets of a Digital Garden: 50 Villages – 50 Flowers, de Riwaq (Palestina)
Vu de l’extérieur, de Lucile Desamory, Glodie Mubikay e Gustave Fundi (Bélgica/República Democrática do Congo/Luxemburgo)
Letter from a Guarani Woman in Search of the Land Without Evil, de Patricia Ferreira Pará Yxapy (Brasil)
NDN Survival Trilogy, de Thirza Cuthand (Canadá)

Foto: Andrea Capella.

Motion Picture Sound Editors anuncia vencedores do 67º MPSE Golden Reel Awards

por: Cinevitor

fordvsferrariMPSEChristian Bale em Ford vs Ferrari, de James Mangold: filme premiado.

Foram anunciados neste domingo, 19/01, em Los Angeles, os vencedores do Golden Reel Awards, premiação realizada pela MPSE, Motion Picture Sound Editors, organização que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV e no cinema.

Vale lembrar que membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.

Além dos premiados, a 67ª edição do prêmio também homenageou dois nomes importantes da indústria: a engenheira de som Cecelia Hall, vencedora do Oscar por A Caçada ao Outubro Vermelho e indicada por Top Gun: Ases Indomáveis, recebeu o Career Achievement Award. A argentina Victoria Alonso, produtora da Marvel Studios, foi homenageada com o Filmmaker Award.

Conheça os vencedores do 67º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR:
1917

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY:
Ford vs Ferrari

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO:
Toy Story 4

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
Echo in the Canyon

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO:
Parasita (Coreia do Sul)

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | TRILHA SONORA:
Jojo Rabbit

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MUSICAL:
Rocketman

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME NÃO LANÇADO NO CINEMA:
Togo

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO NÃO LANÇADO NO CINEMA:
Serengeti

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO NÃO LANÇADA NO CINEMA:
Lego DC Batman: Assunto de Família

SPECIAL VENUE:
Vader Immortal: A Star Wars VR Series (Episódio 1)

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 26º SAG Awards

por: Cinevitor

bradpittSAG2020Premiado: Brad Pitt é eleito o melhor ator coadjuvante por Era Uma Vez em… Hollywood.

Foram anunciados neste domingo, 19/01, em Los Angeles, os vencedores do 26º Screen Actors Guild Awards, também conhecido como SAG Awards. O prêmio, realizado pelo Sindicato dos Atores dos Estados Unidos e considerado uma prévia do Oscar, elege os melhores atores da TV e do cinema.

Neste ano, o ator Robert De Niro foi homenageado com o SAG Life Achievement Award pelo conjunto da obra. Nas categorias de TV, as séries The Marvelous Mrs. Maisel e The Crown se destacaram, assim como Jennifer Aniston, por The Morning Show, e Phoebe Waller-Bridge, por Fleabag.

A comédia dramática sul-coreana Parasita, de Bong Joon-Ho, levou o prêmio principal da noite e entrou para a história da premiação por ser o primeiro filme estrangeiro a receber a estatueta de melhor elenco.

Conheça os vencedores do 26º SAG Awards nas categorias de cinema:

MELHOR ELENCO:
Parasita

MELHOR ATOR:
Joaquin Phoenix, por Coringa

MELHOR ATRIZ:
Renée Zellweger, por Judy

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Brad Pitt, por Era Uma Vez em… Hollywood

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Laura Dern, por História de um Casamento

MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS:
Vingadores: Ultimato

Foto: Kevork Djansezian/Getty Images North America.

1917 é o grande vencedor do PGA Awards 2020, prêmio do Sindicato dos Produtores

por: Cinevitor

1917vencePGAGeorge MacKay em 1917, de Sam Mendes: premiado.

Foram anunciados neste sábado, 18/01, no Hollywood Palladium, em Los Angeles, os vencedores do PGA Awards, prêmio realizado pelo Sindicato dos Produtores da América, Producers Guild of America, que elege as melhores produções televisivas e cinematográficas.

Considerado uma prévia do Oscar, geralmente seus vencedores coincidem com os premiados pela Academia na categoria de melhor filme. Ao longo de 30 edições, 21 vencedores do PGA Awards também levaram a estatueta dourada, incluindo Green Book: O Guia, grande campeão do ano passado.

O evento também destacou importantes nomes da indústria com prêmios especiais. Neste ano, a atriz Octavia Spencer foi homenageada com o Visionary Award; Marta Kauffman, uma das criadoras da série Friends, recebeu o Norman Lear Achievement Award; Ted Sarandos, diretor executivo da Netflix, recebeu o Milestone Award; o ator Brad Pitt, a produtora Dede Gardner e o produtor Jeremy Kleiner foram consagrados com o David O. Selznick Achievement Award em Cinema.

O filme O Escândalo, no original Bombshell, recebeu o Prêmio Stanley Kramer, que foi criado em 2002 para honrar uma produção, um produtor ou uma personalidade cuja realização ou contribuição ilumina e aumenta a conscientização pública de importantes questões sociais.

Nas categorias de TV, se destacaram: o documentário Deixando Neverland, no original Leaving Neverland, de Dan Reed; o reality show RuPaul’s Drag Race; e as séries Fleabag, Chernobyl e Succession.

Nesta 31ª edição, também foi criado um novo prêmio: o Innovation Award, que foi concedido à uma produção de um notável e impactante programa de novas mídias que eleva significativamente a experiência de visualização do público. O vencedor foi Vader Immortal: A Star Wars VR Series – Episode I.

Conheça os vencedores do Producers Guild Awards 2020 nas categorias de cinema:

LONGA-METRAGEM | PRÊMIO DARRYL F. ZANUCK:
1917, por Sam Mendes, Pippa Harris, Jayne-Ann Tenggren e Callum McDougall

LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Toy Story 4, por Mark Nielsen e Jonas Rivera

LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Apollo 11, por Evan Krauss, Todd Douglas Miller e Thomas Petersen

LONGA-METRAGEM | FILME PARA TV OU STREAMING:
Apollo: Missions to the Moon, por Tom Jennings, David Tillman, Abe Scheuermann, Chris Morcom e Rob Kirk

Foto: Francois Duhamel/Universal Pictures.

70º ACE Eddie Awards: American Cinema Editors anuncia vencedores

por: Cinevitor

parasitaeddieLee Sun Gyun e Cho Yeo-jeong em Parasita: premiado.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 17/01, em Beverly Hills, os vencedores do Eddie Awards, prêmio realizado pela American Cinema Editors, sociedade formada por diversos nomes renomados da área, que elege os melhores editores da indústria televisiva e cinematográfica.

A cerimônia, que aconteceu no Beverly Hilton Hotel, foi apresentada pela atriz D’Arcy Carden. Neste ano, a produtora Lauren Shuler Donner foi homenageada com o Golden Eddie Honoree. Os editores Alan Heim, vencedor do Oscar por O Show Deve Continuar, e Tina Hirsch, indicada ao Emmy Awards pela série The West Wing e pelo filme televisivo Back When We Were Grownups, receberam o Career Achievement Honorees. Cathy Repola, diretora executiva nacional da ACE, foi homenageada com o Heritage Award Honoree.

O longa sul-coreano Parasita, de Bong Joon-Ho, foi premiado na categoria de melhor edição em drama pelo trabalho de Jinmo Yang. Pela primeira vez na história da premiação os votantes escolheram uma produção estrangeira para o prêmio principal. “Tudo isso parece um sonho. Não acredito que isso está acontecendo”, disse Yang em seu discurso. Nas categorias televisivas, as séries Killing Eve e Fleabag se destacaram.

Considerado uma prévia do Oscar, os vencedores do Eddie Awards coincidiram, diversas vezes, com os premiados pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Dos 29 vencedores da ACE de melhor edição em filme dramático, 22 também levaram a estatueta dourada.

Confira a lista completa com os vencedores do 70º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO | DRAMA:
Parasita, por Jinmo Yang

MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA:
Jojo Rabbit, por Tom Eagles

MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO:
Toy Story 4, por Axel Geddes

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Apollo 11, por Todd Douglas Miller

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO | SMALL SCREEN:
What’s My Name: Muhammad Ali, por Jake Pushinsky

Foto: Divulgação.

Cate Blanchett presidirá o júri do Festival de Cinema de Veneza 2020

por: Cinevitor

catevenezajuri2020A atriz no tapete vermelho de Veneza no ano passado.

O Conselho Administrativo da Biennale di Venezia, presidido por Paolo Baratta, anunciou nesta quinta-feira, 16/01, que a atriz australiana Cate Blanchett presidirá o Júri Internacional da 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que acontecerá entre os dias 2 e 12 de setembro. O nome da atriz, que designará o Leão de Ouro e outros prêmios oficiais, foi recomendado por Alberto Barbera, diretor do festival.

Em comunicado oficial, Blanchett disse: “Todo ano eu espero com expectativa a seleção de Veneza e todo ano é surpreendente e distinta. Veneza é um dos festivais de cinema mais atmosféricos do mundo; uma celebração do meio provocador e inspirador que é o cinema em todas as suas formas. É um privilégio e um prazer ser presidente do júri deste ano”.

Alberto Barbera também comentou a escolha: “Cate Blanchett não é apenas um ícone do cinema contemporâneo, cortejado pelos maiores diretores dos últimos vinte anos e adorado por espectadores de todos os tipos. Seu comprometimento nos campos artístico e humanitário, como a proteção ao meio ambiente, bem como sua defesa da emancipação da mulher em uma indústria cinematográfica que ainda aceita o preconceito masculino, são inspirações para a sociedade. Seu imenso talento como atriz, combinado com sua inteligência única e sincera paixão pelo cinema, são as qualidades ideais para um presidente do júri. Será um grande prazer recebê-la em Veneza novamente”.

Cate Blanchett, vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante, em 2005, por O Aviador, e também premiada na categoria principal de melhor atriz por Blue Jasmine, em 2014, já esteve em Veneza algumas vezes. Em 1998, exibiu Elizabeth, de Shekhar Kapur. Voltou em 2007 com Não Estou Lá, de Todd Haynes, que lhe rendeu o prêmio Coppa Volpi de melhor atriz.

Em reconhecimento à sua contínua defesa pelas artes e apoio às causas humanitárias e ambientais, Blanchett recebeu o prêmio Companion of the Order of Australia in the General Division, uma medalha centenária pelo serviço prestado à sociedade australiana por meio da atuação, o Prêmio Stanley Kubrick de Excelência em Cinema, entre outros. Além disso, possui Doutorado Honorário em Letras pela Universidade de New South Wales, Universidade de Sydney e Universidade Macquarie.

Em 2018, atuou como presidente do júri do Festival de Cannes e suas atuações no cinema conquistaram diversos prêmios. Além do Oscar, a atriz também foi consagrada no BAFTA, Globo de Ouro, National Board of Review, SAG Awards, entre outros. Nos palcos também ganhou destaque e foi indicada ao Tony Awards por seu trabalho em The Present. Atualmente, lidera a Sydney Theatre Company como codiretora artística.

A atriz é Embaixadora Global da Boa Vontade do Alto Comissariado da ONU, Nações Unidas, para os Refugiados (ACNUR) e foi homenageada com o Crystal Award no Fórum Econômico Mundial de 2018, em Davos. Além disso, é cofundadora e presidente da produtora Dirty Films, que produziu filmes como CarolConspiração e PoderSob o Efeito da Água, e a série Mrs. America.

Foto: Getty Images Europe.

Sergio, com Wagner Moura e Ana de Armas, ganha trailer e data de estreia

por: Cinevitor

sergionetflixtrailerFilme baseado em uma história real.

Dirigido por Greg Barker e protagonizado pelo ator brasileiro Wagner Moura, Sergio, um filme original Netflix, acaba de divulgar seu primeiro trailer. O longa foi selecionado para a seção Premieres do Festival de Sundance, que acontece no final de janeiro.

Carismático e complexo, Sergio Vieira de Mello dedicou a maior parte de sua carreira como diplomata da ONU trabalhando nas regiões mais instáveis do mundo, negociando habilmente com presidentes, revolucionários e criminosos de guerra para proteger a vida de pessoas comuns. Mas, assim como ele se prepara para uma vida simples com a mulher que ama, interpretada por Ana de Armas, Sergio assume uma última missão: em Bagdá, recém mergulhada no caos após a invasão americana.

A missão era para ser breve, até que a explosão de uma bomba faz com que as paredes da sede da ONU caiam literalmente sobre ele, desencadeando uma emocionante luta entre vida e morte. Inspirado em uma história real, Sergio é um drama com foco em um homem levado aos seus limites físico e mental enquanto é forçado a confrontar suas próprias escolhas sobre ambição, família e sua capacidade de amar.

Com estreia marcada para o dia 17 de abril, na Netflix e em alguns cinemas, o filme conta também com Brían F. O’Byrne, Garret Dillahunt, Clemens Schick, Will Dalton, Jason Anthony e Bradley Whitford.

Confira o trailer de Sergio:

Foto: Reprodução YouTube/Netflix.

Turma da Mônica – Lições: começam as filmagens do novo filme da franquia

por: Cinevitor

monicalicoesfilmagensSequência do live-action traz mais personagens clássicos de Mauricio de Sousa.

Depois do sucesso de Turma da Mônica – Laços, que levou mais de 2 milhões de espectadores aos cinemas, começaram as filmagens de Turma da Mônica – Lições, segundo longa live-action da franquia. Com direção de Daniel Rezende, o filme será rodado até 11 de fevereiro, em Poços de Caldas, Minas Gerais.

Em Turma da Mônica – Lições, adaptação da graphic novel homônima, escrita e desenhada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, os amigos Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali precisam, desta vez, encarar as consequências de um erro cometido na escola e os desafios da passagem da infância para a adolescência.  Para esta nova aventura, a turma ganha a companhia de mais personagens já conhecidos e queridos do universo clássico do Mauricio de Sousa.

“Preparem os lenços porque Turma da Mônica – Lições será um filme ainda mais lindo e emocionante que Laços. O sucesso do primeiro só demonstra que o brasileiro dá valor aos seus personagens e histórias. E é com muita alegria que elenco e equipe estão reunidos de novo para a sequência, que vai ter muitas surpresas e vários personagens novos. E podem esperar mais filmes do universo Mauricio de Sousa em breve porque não vamos parar por aqui”, revela o diretor Daniel Rezende.

“Filmaremos durante cinco semanas, em Poços de Caldas, o nosso bairro do Limoeiro. Conseguimos encontrar todas as locações do filme na cidade. Dessa vez, as filmagens concentram-se em duas escolas lindas e na Praça. Um privilégio acharmos tudo aqui e contarmos com muitas parcerias locais”, explica a produtora Bianca Villar, da Biônica Filmes.

“Se a emoção já foi grande com Laços, a expectativa só aumenta para Lições! Como todos os fãs da turminha, não vejo a hora de chegar dezembro de 2020”, declarou Mauricio de Sousa.

No elenco principal, os atores mirins voltam a se reunir: Giulia Benite como Mônica, Kevin Vechiatto interpretando Cebolinha, Laura Rauseo no papel de Magali e Gabriel Moreira na pele de Cascão. Também seguem no elenco: Monica Iozzi, como Dona Luísa; Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola; e Fafá Rennó como Dona Cebola.

A produção é da Biônica Filmes, em coprodução com Mauricio de Sousa Produções, Paris Entretenimento, Paramount Pictures e Globo Filmes. A Paris Filmes e a Downtown Filmes assinam a distribuição.

Foto: Serendipity Inc.

Com Isabél Zuaa, Um Animal Amarelo, de Felipe Bragança, ganha teaser

por: Cinevitor

animalamareloteaserIsabél Zuaa em cena: fábula tropical.

Escrito e dirigido pelo carioca Felipe Bragança, Um Animal Amarelo fará sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Roterdã, que acontecerá em janeiro. O longa faz parte da Big Screen Competition, seleção de nove longas em estreia mundial descrita pelo site do festival como “uma coleção de filmes poderosos de diretores com carreiras de destaque internacional”.

Em Um Animal Amarelo, descrito como uma tragicômica e melancólica fábula tropical sobre as heranças do colonialismo português no Brasil de hoje, Bragança traz suas memórias e impressões de cidadão brasileiro e artista vivendo no conturbado Brasil atual. “O filme é feito no encontro misterioso entre o pesadelo político-cultural que estamos vivendo e histórias muito pessoais e escondidas sobre as quais os brasileiros nem sempre gostam de falar”, explica o diretor.

Filmado no Brasil, Portugal e Moçambique, o longa traz a inquietação do diretor sobre questões de identidade individual e coletiva: “Filmar nesses países não foi como filmar no estrangeiro exatamente, mas filmar ainda mais perto de mim, nesse continente cultural instalado nas minhas vísceras, como que me vendo pela nuca, reinstalado como cineasta brasileiro. E, claro, voltei desse mergulho cheio de dúvidas, com a sensação de que a própria ideia de Brasil como harmonia construída sobre as ruínas coloniais está hoje se desfazendo por completa, e se tornando uma ainda mais nova ruína. Com a sensação de que meu lugar criativo, eu, ‘branco brasileiro’, mestiço de tantos medos e fantasmas, deveria estar além do silêncio diante dos dilemas raciais e culturais que me ocupam o imaginário familiar e pessoal e suas origens ibéricas, ameríndias e africanas”.

E completou: “Porque pensar qualquer construção, ou reconstrução de um sentido de comunidade que possa enfrentar o desmonte conservador e extremista no poder agora, vamos ter de encarar de forma nova a equação da nossa antropofagia cultural para além das sínteses sonhadas no passado. E esse pensamento novo deverá passar pelo fim na crença de um futuro paraíso prometido, mas acreditar na potência de um presente sempre feito da nossa autodestruição, demolição, numa autofagia poética urgente e necessária. Talvez um Neo-Tropicalismo possível, uma nova modernidade almejada que nos tire desse atoleiro conservador, esteja na construção de uma linguagem multi-idiomática, auto-debochada, sem síntese, e que não esteja preocupada em se, e nos, salvar”, Bragança reflete.

O longa tem produção da carioca Marina Meliande e de Luis Urbano, produtor português de filmes de diretores como Miguel Gomes e Manoel de Oliveira, e traz no elenco o protagonismo do jovem Higor Campagnaro acompanhado de nomes como Herson Capri, Thiago Lacerda, Sophie Charlotte e Tainá Medina, além de um elenco luso-africano formado por Isabél Zuaa, Lucília Raimundo e Matamba Joaquim e dos portugueses Catarina Wallenstein, Diogo Dória e Adriano Luz.

Confira o teaser de Um Animal Amarelo, que tem estreia prevista para o segundo semestre:

Foto: Divulgação/Olhar Distribuição.

Wagner Moura fará parte do júri do Festival de Sundance 2020

por: Cinevitor

wagnermourajurisundanceO brasileiro também participará do festival com o filme sobre Sergio Vieira de Mello.

O Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes dedicado a produções independentes, que acontecerá entre os dias 23 de janeiro e 2 de fevereiro, acaba de anunciar os nomes dos integrantes dos júris que vão escolher os melhores filmes da 42ª edição, que também contará com o voto do público.

Na Competição Internacional de Drama, World Cinema Dramatic, o júri contará com: Wagner Moura, ator brasileiro que exibirá Sergio no festival, na seção Premieres; Haifaa Al Mansour, cineasta da Arábia Saudita; e Alba Rohrwacher, atriz italiana. Já na Competição Internacional de Documentários, conhecida como World Cinema Documentary, o time de jurados será formado por: Eric Hynes, curador de filmes do Museum of the Moving Image, em Nova York; Rima Mismar, diretora executiva do AFAC, Arab Fund for Arts and Culture; e Nanfu Wang, cineasta chinesa.

Na Competição Americana de Drama, U.S. Dramatic, o júri será formado por: Rodrigo Garcia, cineasta colombiano; Ethan Hawke, ator americano; Dee Rees, cineasta e roteirista; Isabella Rossellini, atriz italiana; e Wash Westmoreland, cineasta britânico.

A cineasta americana Kimberly Reed, a diretora de programação do Festival Internacional de Cinema de São Francisco, Rachel Rosen, a produtora Courtney Sexton, a produtora e cineasta E. Chai Vasarhelyi e o roteirista Noland Walker farão parte do júri da U.S. Documentary, Competição Americana de Documentário.

Na Mostra Next, que apresenta filmes americanos considerados ousados e criativos, o cineasta Gregg Araki será o responsável por escolher o vencedor. Na seção de Curtas, o júri contará com: Sian Clifford, atriz britânica; Marcus Hu, produtor cinematográfico; e Cindy Sherman, diretora e fotógrafa.

Para escolher o vencedor do Prêmio Alfred P. Sloan, o júri contará com: Ruth Angus, curadora do American Museum of Natural History; Emily Mortimer, atriz britânica; Jessica Oreck, cineasta; Ainissa Ramirez, comunicadora científica; e Michael Tyburski, cineasta.

Clique aqui e confira a lista com os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2020.

Foto: Getty Images Europe.

Spike Lee será o presidente do júri do Festival de Cannes 2020

por: Cinevitor

spikeleepresidentecannesO cineasta no tapete vermelho de Cannes, em 2018.

A 73ª edição do Festival de Cannes, que acontecerá entre os dias 12 e 23 de maio, acaba de anunciar o nome do diretor americano Spike Lee como presidente do júri. Na última edição, o cargo foi ocupado pelo cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu.

Em comunicado oficial, o diretor declarou: “Nesta vida que vivi, minhas maiores bênçãos chegaram inesperadas e aconteceram do nada. Quando recebi a ligação que me ofereceram a oportunidade de ser presidente do júri de Cannes, fiquei chocado, feliz , surpreso e orgulhoso, tudo ao mesmo tempo. Para mim, o Festival de Cannes (além de ser o festival de cinema mais importante do mundo, sem desrespeito a ninguém) teve um grande impacto na minha carreira cinematográfica. Poderia facilmente dizer que Cannes mudou a trajetória de quem eu me tornei no cinema mundial”.

E finalizou: “Para encerrar, tenho a honra de ser a primeira pessoa da diáspora africana (EUA) a ser nomeada Presidente do Júri de Cannes e de um grande festival de cinema. A família Lee agradece sinceramente ao Festival de Cannes, Pierre Lescure e Thierry Frémaux e aos franceses que apoiaram minha carreira ao longo de quatro décadas. Sempre vou valorizar esse relacionamento especial. Paz e amor, Spike Lee. Da República Popular do Brooklyn, Nova York”.

Spike Lee fez sua estreia em Cannes em 1986, na Quinzena dos Realizadores, com a comédia Ela Quer Tudo e foi premiado. Em 1989 voltou com Faça a Coisa Certa, exibido na Competição Oficial. Com Febre da Selva disputou a Palma de Ouro, em 1991, e recebeu uma Menção Especial do Júri Ecumênico. Em 1999, voltou para a Quinzena dos Realizadores com O Verão de Sam. Com Ten Minutes Older: The Trumpet, filme no qual divide a direção com outros cineastas, entre eles, Werner Herzog, Jim Jarmusch e Wim Wenders, passou pela mostra Un Certain Regard.

Em 2018, depois de uma ausência de 22 anos, Spike Lee exibiu Infiltrado na Klan na Competição Oficial e disputou a Palma de Ouro. O filme, protagonizado por John David Washington, levou o Grande Prêmio do Júri e também uma Menção Especial do Júri Ecumênico.

Pierre Lescure, presidente do Festival de Cannes, e Thierry Frémaux, diretor geral, falaram sobre o cineasta: “A perspectiva de Spike Lee é mais valiosa do que nunca. Cannes é uma pátria natural e uma caixa de ressonância global para aqueles que redespertam mentes e questionam nossas posições e ideias fixas. A personalidade extravagante de Lee certamente agitará as coisas”.

Foto: Vittorio Zunino Celotto/Getty Images Europe.

Conheça os indicados ao Oscar 2020; Democracia em Vertigem, documentário brasileiro de Petra Costa, está na disputa

por: Cinevitor

democraciavertigemoscar2020Michel Temer, Dilma Rousseff e Lula em cena do documentário de Petra Costa.

Foram divulgados na manhã desta segunda-feira, 13/01, em Los Angeles, os indicados ao Oscar 2020. O anúncio, realizado no Academy Museum of Motion Pictures, foi apresentado pelos atores John Cho e Issa Rae e transmitido ao vivo pelo site e pelas redes sociais da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Dirigido por Todd Phillips, Coringa lidera a lista com onze indicações, entre elas, a de melhor filme e melhor ator para Joaquin Phoenix. O drama 1917, de Sam Mendes, aparece na sequência em dez categorias. Neste ano, 344 longas-metragens estavam elegíveis para a premiação.

Vale destacar a presença do cinema brasileiro entre os indicados na categoria de melhor documentário com Democracia em Vertigem, de Petra Costa. O longa, que foi exibido no Festival de Sundance e eleito pelo New York Times como um dos melhores filmes do ano, narra os bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Outro destaque é o longa Dois Papas, dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, indicado em três categorias: melhor roteiro adaptado, melhor ator para Jonathan Pryce e melhor ator coadjuvante para Anthony Hopkins. Além disso, O Farol, de Robert Eggers e Ad Astra: Rumo às Estrelas, de James Gray, produzidos pelos brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’Anna, da RT Features, receberam uma indicação cada.

A 92ª edição do Oscar acontecerá no dia 9 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Hollywood. Mais uma vez, a cerimônia não terá um apresentador oficial.

Confira a lista completa com os indicados ao Oscar 2020:

MELHOR FILME:
1917
Adoráveis Mulheres
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford vs Ferrari
História de um Casamento
Jojo Rabbit
O Irlandês
Parasita

MELHOR DIREÇÃO:
Bong Joon-Ho, por Parasita
Martin Scorsese, por O Irlandês
Quentin Tarantino, por Era Uma Vez em… Hollywood
Sam Mendes, por 1917
Todd Phillips, por Coringa

MELHOR ATRIZ:
Charlize Theron, por O Escândalo
Cynthia Erivo, por Harriet
Renée Zellweger, por Judy
Saoirse Ronan, por Adoráveis Mulheres
Scarlett Johansson, por História de um Casamento

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Florence Pugh, por Adoráveis Mulheres
Kathy Bates, por O Caso Richard Jewell
Laura Dern, por História de um Casamento
Margot Robbie, por O Escândalo
Scarlett Johansson, por Jojo Rabbit

MELHOR ATOR:
Adam Driver, por História de um Casamento
Antonio Banderas, por Dor e Glória
Joaquin Phoenix, por Coringa
Jonathan Pryce, por Dois Papas
Leonardo DiCaprio, por Era Uma Vez em… Hollywood

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Al Pacino, por O Irlandês
Anthony Hopkins, por Dois Papas
Brad Pitt, por Era Uma Vez em… Hollywood
Joe Pesci, por O Irlandês
Tom Hanks, por Um Lindo Dia na Vizinhança

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
1917, escrito por Sam Mendes e Krysty Wilson-Cairns
Entre Facas e Segredos, escrito por Rian Johnson
Era Uma Vez em… Hollywood, escrito por Quentin Tarantino
História de um Casamento, escrito por Noah Baumbach
Parasita, escrito por Bong Joon Ho e Jin Won Han

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Adoráveis Mulheres, escrito por Greta Gerwig
Coringa, escrito por Todd Phillips e Scott Silver
Dois Papas, escrito por Anthony McCarten
Jojo Rabbit, escrito por Taika Waititi
O Irlandês, escrito por Steven Zaillian

MELHOR FILME INTERNACIONAL:
Corpus Christi, de Jan Komasa (Polônia)
Dor e Glória, de Pedro Almodóvar (Espanha)
Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov (Macedônia do Norte)
Os Miseráveis, de Ladj Ly (França)
Parasita, de Bong Joon-ho (Coreia do Sul)

MELHOR ANIMAÇÃO:
Como Treinar o Seu Dragão 3
Klaus
Link Perdido
Perdi Meu Corpo
Toy Story 4

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Democracia em Vertigem, de Petra Costa
For Sama, de Waad Al-Kateab e Edward Watts
Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov
Indústria Americana, de Steven Bognar e Julia Reichert
The Cave, de Feras Fayyad

MELHOR FOTOGRAFIA:
1917, por Roger Deakins
Coringa, por Lawrence Sher
Era Uma Vez em… Hollywood, por Robert Richardson
O Farol, por Jarin Blaschke
O Irlandês, por Rodrigo Prieto

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
1917, por Dennis Gassner
Era Uma Vez em… Hollywood, por Barbara Ling
Jojo Rabbit, por Ra Vincent
O Irlandês, por Bob Shaw
Parasita, por Ha-jun Lee 

MELHOR FIGURINO:
Adoráveis Mulheres, por Jacqueline Durran 
Coringa, por Mark Bridges
Era Uma Vez em… Hollywood, por Arianne Phillips
Jojo Rabbit, por Mayes C. Rubeo
O Irlandês, por Christopher Peterson e Sandy Powell 

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
1917, por Naomi Donne, Tristan Versluis e Rebecca Cole
Coringa, por Nicki Ledermann e Kay Georgiou
Judy, por Jeremy Woodhead 
Malévola: Dona do Mal, por Paul Gooch, Arjen Tuiten e David White 
O Escândalo, por Kazu Hiro, Anne Morgan e Vivian Baker

MELHOR EDIÇÃO:
Coringa, por Jeff Groth
Ford vs Ferrari, por Michael McCusker e Andrew Buckland
Jojo Rabbit, por Tom Eagles
O Irlandês, por Thelma Schoonmaker
Parasita, por Jinmo Yang

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
1917, por Thomas Newman
Adoráveis Mulheres, por Alexandre Desplat
Coringa, por Hildur Guðnadóttir
História de um Casamento, por Randy Newman
Star Wars: A Ascensão Skywalker, por John Williams

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
I Can’t Let You Throw Yourself Away, interpretada por Randy Newman (Toy Story 4)
(I’m Gonna) Love Me Again, interpretada por Elton John e Taron Egerton (Rocketman)
I’m Standing With You, interpretada por Chrissy Metz (Superação: O Milagre da Fé)
Into the Unknown, interpretada por Panic! At The Disco (Frozen 2)
Stand Up, interpretada por Cynthia Erivo (Harriet)

MELHOR EDIÇÃO DE SOM:
1917
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford vs Ferrari
Star Wars: A Ascensão Skywalker

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
1917
Ad Astra: Rumo às Estrelas
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford vs Ferrari

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
1917
O Irlandês
O Rei Leão
Star Wars: A Ascensão Skywalker
Vingadores: Ultimato

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Brotherhood, de Meryam Joobeur
Nefta Football Club, de Yves Piat
Saria, de Bryan Buckley
The Neighbors’ Window, de Marshall Curry
Une soeur (A Sister), de Delphine Girard

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
In the Absence, de Seung-jun Yi
Learning to Skateboard in a Warzone (If You’re a Girl), de Carol Dysinger
Life Overtakes Me, de Kristine Samuelson e John Haptas
St. Louis Superman, de Sami Khan e Smriti Mundhra
Walk Run Cha-Cha, de Laura Nix

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Dcera (Daughter), de Daria Kashcheeva
Hair Love, de Matthew A. Cherry, Everett Downing Jr. e Bruce W. Smith
Kitbull, de Rosana Sullivan
Memorável (Mémorable), de Bruno Collet
Sister, de Siqi Song

Foto: Evaristo Sá/AFP/Netflix.