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Depois a Louca Sou Eu: Débora Falabella participa da 43ª Mostra de São Paulo com filme de Julia Rezende

por: Cinevitor

deborafalabella43mostraDébora Falabella no debate depois da sessão.

Sétimo longa-metragem da cineasta carioca Julia Rezende, a comédia dramática Depois a Louca Sou Eu teve sua primeira exibição na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo na segunda-feira, 21/10, no Espaço Itaú de Cinema Augusta. Selecionado para a Mostra Brasil, o filme acompanha a história de Dani, que vive em descompasso com o mundo e tenta levar uma vida normal apesar das crises de ansiedade que a acompanham desde a infância.

Interpretada por Débora Falabella, Dani é atormentada por pensamentos que atropelam seu dia a dia e afetam seu cotidiano, assim como a relação que estabelece com tudo e com todos, inclusive com a mãe superprotetora. O elenco também conta com Yara de Novaes, Gustavo VazDuda Batista, Romulo Arantes Neto, Evandro Mesquita, Cristina Pereira, Debora LammBeatriz Oblasser.

Inspirado no livro homônimo e autobiográfico da escritora Tati Bernardi, com roteiro de Gustavo Lipstzein, o filme faz um sensível retrato da geração de 30 e poucos anos ao discutir de forma corajosa questões atuais. Com a direção de arte de Fabiana Egrejas e a fotografia de Pablo Baião, foi produzido por Mariza Leão, com coprodução da Miravista.

Depois da primeira exibição na Mostra, a equipe participou de um debate com o público presente. Registramos os melhores momentos do bate-papo e também entrevistamos a protagonista Débora Falabella.

Aperte o play e confira:

*O filme será exibido em outras sessões durante a Mostra. Clique aqui e saiba mais.

*Acompanhe nossa cobertura da 43ª Mostra de São Paulo por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Mario Miranda Filho/Agência Foto.

Conheça os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista da 43ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

honeylandmostraspHoneyland: documentário premiado em Sundance.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 24/10, os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista da 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Durante a primeira semana, foram computados os votos do público dos filmes que participam do evento.

As obras que integram a Competição Novos Diretores e que foram mais bem votadas serão submetidas ao júri desta edição, que avaliará e escolherá os longas vencedores do Troféu Bandeira Paulista na categoria de melhor filme. Os jurados também podem premiar obras em outras categorias. Fazem parte do júri: o cineasta brasileiro Beto Brant; o diretor argentino Lisandro Alonso; a atriz portuguesa Maria de Medeiros; e a produtora cinematográfica Xénia Maingot.

Além do Prêmio Bandeira Paulista, a Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, também realiza uma premiação que escolhe o melhor filme brasileiro realizado por diretores estreantes e, nesta edição, os jornalistas e críticos Nayara Reynaud, José Geraldo Couto e Pablo Villaça formam o júri do Prêmio Abraccine. Os profissionais da área também concedem o Prêmio da Crítica.

Os diretores que tiveram filmes selecionados para a Mostra Brasil nesta edição poderiam inscrever um novo projeto para concorrer ao prêmio oferecido pelo Projeto Paradiso, uma iniciativa do Instituto Olga Rabinovich. A bolsa, no valor de R$ 30 mil, é destinada ao roteirista do projeto em fase de desenvolvimento e inclui ainda mentoria nacional, consultoria internacional e participação no Workshop Audience Design do TorinoFilmLab no Brasil.

Os vencedores serão anunciados no dia 30 de outubro, durante a cerimônia de encerramento da 43ª Mostra, que acontecerá no Auditório Ibirapuera.

Conheça os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista 2019 da Mostra de São Paulo:

Chorão: Marginal Alado, de Felipe Novaes (Brasil)
Cicatrizes (Savovi), de Miroslav Terzic (Sérvia)
Cleo – Se Eu Pudesse Voltar no Tempo, de Erik Schmitt (Alemanha)
Corações e Ossos (Hearts and Bones), de Ben Lawrence (Austrália)
Dente de Leite (Babyteeth), de Shannon Murphy (Austrália)
Empuxo (Buoyancy), de Rodd Rathjen (Austrália)
Filhos da Dinamarca (Danmarks sønner), de Ulaa Salim (Dinamarca)
Honeyland, de Ljubomir Stefanov (Macedônia do Norte)
Meu Nome é Sara (My Name Is Sara), de Stevan Oritt (EUA)
Meu Verão Extraordinário com Tess (My Extraordinary Summer with Tess), de Steven Wouterlood (Holanda/Alemanha)
Papicha, de Mounia Meddour (França/Argélia/Bélgica/Qatar)
Partida, de Caco Ciocler (Brasil)
System Crasher (Systemsprenger), de Nora Fingscheidt (Alemanha)
Viajante da Meia-Noite (Midnight Traveler), de Hassan Fazili (EUA/Reino Unido/Qatar/Canadá)

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Foto: Divulgação.

Gotham Awards 2019: conheça os indicados; documentário brasileiro está na disputa

por: Cinevitor

democraciavertigemgothamMichel Temer, Dilma Rousseff e Lula no documentário Democracia em Vertigem.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 24/10, os indicados ao 29º Gotham Awards, um dos principais prêmios do cinema independente, organizado pela IFP (Independent Filmmaker Project), que dá início à temporada de premiações.

Os candidatos são selecionados por comitês de críticos de cinema, jornalistas e curadores de festivais. Júris distintos, compostos por roteiristas, diretores, atores, produtores e editores escolhem os vencedores, que serão anunciados no dia 2 de dezembro, em Nova York.

Neste ano, vale destacar a presença do documentário brasileiro Democracia em Vertigem, de Petra Costa, entre os indicados. O longa, que foi exibido no Festival de Sundance, narra os bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Além disso, também foram anunciados os homenageados desta edição: o Gotham Tributes será entregue para Ava DuVernay, Sam Rockwell e Laura Dern; o produtor cinematográfico Glen Basner receberá o Gotham Industry Tribute.

Confira a lista completa com os indicados ao Gotham Awards 2019:

MELHOR FILME:
As Golpistas, de Lorene Scafaria
História de um Casamento (Marriage Story), de Noah Baumbach
The Farewell, de Lulu Wang
Uncut Gems, de Benny Safdie e Josh Safdie
Waves, de Trey Edward Shults

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Apollo 11, de Todd Douglas Miller
Democracia em Vertigem, de Petra Costa
Indústria Americana (American Factory), de Steven Bognar e Julia Reichert
Midnight Traveler, de Hassan Fazili
One Child Nation, de Nanfu Wang e Jialing Zhang

MELHOR DIREÇÃO REVELAÇÃO | PRÊMIO BINGHAM RAY:
Joe Talbot, por The Last Black Man in San Francisco
Kent Jones, por A Vida de Diane
Laure de Clermont-Tonnerre, por The Mustang
Olivia Wilde, por Fora de Série
Phillip Youmans, por Burning Cane

MELHOR ROTEIRO:
High Flying Bird, escrito por Tarell Alvin McCraney
História de um Casamento, escrito por Noah Baumbach
Midsommar: O Mal Não Espera a Noite, escrito por Ari Aster
The Farewell, escrito por Lulu Wang
The Last Black Man in San Francisco, escrito por Jimmie Fails, Joe Talbot e Rob Richert

MELHOR ATOR:
Adam Driver, por História de um Casamento
Adam Sandler, por Uncut Gems
Aldis Hodge, por Clemency
André Holland, por High Flying Bird
Willem Dafoe, por O Farol

MELHOR ATRIZ:
Alfre Woodard, por Clemency
Awkwafina, por The Farewell
Elisabeth Moss, por Her Smell
Florence Pugh, por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite
Mary Kay Place, por A Vida de Diane

MELHOR ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO:
Aisling Franciosi, por The Nightingale
Chris Galust, por Give Me Liberty
Jonathan Majors, por The Last Black Man in San Francisco
Julia Fox, por Uncut Gems
Noah Jupe, por Honey Boy
Taylor Russell, por Waves

MELHOR SÉRIE | LONGA:
Chernobyl (HBO)
David Makes Man (OWN: Oprah Winfrey Network)
My Brilliant Friend (HBO)
Unbelievable (Netflix)
When They See Us (Netflix)

MELHOR SÉRIE | CURTA:
PEN15 (Hulu)
Ramy (Hulu)
Boneca Russa (Netflix)
Tuca & Bertie (Netflix)
Undone (Amazon Prime Video)

Foto: Divulgação/Netflix.

Bárbara Paz exibe documentário sobre Hector Babenco na 43ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

barbarababencomostraA diretora no palco: noite de muita emoção!

A emoção tomou conta do Theatro Municipal no domingo, 20/10, com a exibição especial na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo do documentário Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, dirigido por Bárbara Paz.

Premiado no Festival de Veneza como melhor documentário da mostra Venice Classics, o filme traça um paralelo entre a arte e a doença do cineasta Hector Babenco. O longa revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações num confronto entre vigor intelectual e fragilidade física. Além da consagração em Veneza, o documentário também recebeu o prêmio Bisato D’Oro, honraria paralela ao evento entregue pela crítica independente.

Casada por seis anos com Babenco, que morreu em julho de 2016, Bárbara subiu ao palco do Municipal muito emocionada. Antes de discursar, foi surpreendida pela cineasta Laís Bodanzky, presidente da Spcine, que lhe entregou flores pelo aniversário comemorado no dia 17 de outubro. O público presente aproveitou a situação e cantou parabéns para a atriz e diretora.

Neste ano, a Mostra selecionou títulos que levaram o nome do país para o exterior em festivais estrangeiros para serem exibidos no Theatro Municipal de São Paulo em parceria com a Spcine.

barbarapaz2mostraspBárbara Paz em discurso emocionante.

Em seu discurso, agradeceu: “Obrigada aos deuses do teatro que me acolheram quando eu cheguei em São Paulo, aos 17 anos. O teatro me abraçou e me fez uma pessoa melhor. A arte me salvou. Assim como o Hector, que em determinado momento me abraçou, me salvou, me acolheu e acreditou em mim. Cá estou eu, trazendo um pedaço dele e de mim. Esse é um filme de amor ao cinema e à vida porque ele amava a vida acima de tudo. O mundo precisa de mais amor”.

Antes de chamar sua equipe no palco, Bárbara leu um pedaço de uma carta que escreveu para Babenco, que foi publicada no livro Mr. Babenco: Solilóquio a Dois Sem Um, de sua autoria. Emocionada, foi aplaudida pelo público. “Estrear esse filme no Brasil na Mostra de São Paulo tem muitos significados para mim. Primeiro, Hector estreou quase todos os filmes dele na Mostra. Era uma amigo parceiro do festival, do Leon e da Renata. Era nesse festival que ele gostaria de estrear um filme sobre ele. E para mim é muito especial porque me educou como cinéfila. Eu devo isso a esse festival, por fazer eu viajar por vários países e conhecer tanto do cinema mundial. Estrear meu primeiro longa-metragem documental na Mostra é algo muito forte e bonito”, contou.

Conversamos com a diretora antes da exibição, que falou com o CINEVITOR acompanhada pela sobrinha-neta, e também registramos os melhores momentos da apresentação do filme.

Aperte o play e confira:

*O filme será exibido em outras sessões durante a Mostra. Clique aqui e saiba mais.

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Fotos: Natali Hernandes/agenciafoto.com.br.

13º For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

primosforrainbowPaulo Sousa e Thiago Cazado no longa Primos: em competição.

O For Rainbow nasceu com a proposta de introduzir no calendário cultural do Ceará um evento com a missão permanente de difundir e valorizar a cultura LGBT+, além de promover a cidadania dessas populações, incentivar a produção audiovisual, o respeito à diversidade e à cultura de paz.

Em sua trajetória, o festival já exibiu mais de 1000 filmes, alcançou mais de 700 espaços culturais em todo o Brasil, capacitou mais de 20 mil pessoas, produziu 22 filmes e atingiu um público médio de 80 mil pessoas. Neste ano, a programação apresenta um arsenal de filmes inéditos e empoderados em sua competição para traduzir a diversidade e difundir o respeito à pluralidade.

Gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transgêneros e outras identidades da comunidade LGBT+ pautam os filmes selecionados para a Mostra Competitiva Internacional do 13º For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero, que acontecerá entre os dias 8 e 14 de novembro, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza.

Para a mostra Competitiva Internacional do festival foram selecionadas 36 obras, sendo 30 filmes de curta-metragem e 6 longas, de 12 países, que agora concorrem ao Troféu Elke Maravilha, pela excelência artística e técnica em 13 categorias. O 13º For Rainbow teve 1.587 inscritos, representando 104 países. A curadoria dos filmes foi realizada por três especialistas: o cineasta Ricky Mastro; o diretor de arte, cenógrafo e aderecista de filmes, José Adjafre; e Polly Di, produtora e diretora de arte.

Conheça os filmes selecionados para o For Rainbow 2019:

LONGAS-METRAGENS NACIONAIS

Madame: Camille Cabral, de André da Costa Pinto e Nathan Cirino
Primos, de Mauro Carvalho e Thiago Cazado
Que os olhos ruins não te enxerguem, de Roberto Marty

CURTAS-METRAGENS NACIONAIS

A Felicidade Delas, de Carol Rodrigues (SP)
Abelha Rainha, de Thayla Fernandes (ES)
Bendita seja feita a tua vontade, de Ed Borges e Wilson Ricarte (CE)
Casulo, de Rafael Aguiar (RJ)
Cuscuz Peitinho, de Rodrigo Sena (RN)
Deusa Olímpica, de Emília Schramm, Jéssica Barbosa, Pedro Luís Viana e Rafael Brasileiro (CE)
Invasão Drag, de Rafael Ribeiro (RJ)
Julian sem A, sem O, de Mayara Caroline (PB)
LGBTs no Regime Militar, de Marcos Targino e Thales Figueiredo (SP)
Marco, de Sara Benvenuto (CE)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
Megg – A margem que migra para o centro, de Larissa Nepomuceno e Eduardo Sanches (PR)
NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)
O Arco do Medo, de Juan Rodrigues (BA)
O Bando Sagrado, de Breno Baptista (CE)
Peixe, de Yasmin Guimarães (MG)
Riscados pela Memória, de Alex Vidigal (Brasília)
Tendência, de Jonathan Costa (SP)

LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS

Breve História do Planeta Verde, de Santiago Loza (Argentina)
Entre o Verão e o Outono, de Daniel Manns (Alemanha)
Um Homem Deve Ser Forte, de Elsi Perino e Ilaria Ciavattini (Itália)

CURTAS-METRAGENS ESTRANGEIROS

Camel Toe, de Alexandra Barbosa (Portugal)
Cognitivo, de Mat Hayes (EUA)
Depois Também, de Carla Simon (Espanha)
Dudillas, de Pedro Rudolphi (Espanha)
Fiert Eileen!, de Judith Westermann (Alemanha)
Hands and Wings, de Sungbig Byun (Coreia do Sul)
A Guarda Virtual, de Daniela Ema (Argentina)
Les Saints de Kiko, de Manuel Marmier (França)
Löwin, de Alexander Conrads (Alemanha)
Manicure, de Arman Fayaz (Irã)
Monsieur, de Thomas Ducastel (França)
XY, de Sofia Jaeger (Chile)

SESSÕES ESPECIAIS E OUTRAS MOSTRAS:

Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
Marielle e Mônica: Os Ativistas LGBT Resistindo ao Brasil de Bolsonaro, de Fábio Erdos (RJ)
Espavento, de Ana Francelino (RJ)
Tremor Iê, de Elena Meirelles e Lívia de Paiva (CE)
O Peso do Meu Som, de Lucianna Silveira (CE)
A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla (SP)
Minha História é Outra, de Mariana Campos (RJ)
Fancha, de Izzadora Sá (BA)
Jeroky Gwasu, de Michele Perito Concianza (MG)
Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (SP)
Rebento, de Vinicius Eliziário (BA)
Afronte, de Bruno Victor e Marcus Azevedo (DF)
Nosso Sagrado, de Gabriel Barbosa, Fernando Sousa e Jorge Santana (RJ)
Mente Aberta, de Getúlio Ribeiro (RJ)
Aqueles Dois, de Émerson Maranhão (CE)
Amor, Papel e Tesouras (Lyubov, Nozhica, Hartiya), de Plasmen Marinov (Bulgária)
Jéssika, de Galba Gogóia (RJ)
Tea for two, de Julia Katharine (SP)
Devolva-me para Marcele, de Beni Almeida, Letícia Medina, Evelyne Alves, Fabiano Nardy, Rebeca Karam, Kézya Torquato, Bia Praça e Yuri Vefago (CE)
Terra Ausente, de Noá Bonoba (CE)
Égua da Princesa, de Goretti Smarandescu, Rubens Takamine e Tyago Thompson (RJ)
Teko Haxy – Ser Imperfeita, de Patrícia Ferreira e Sophia (GO)
Tempo Circular, de Graciela Guarani Pinheiro (PE)
Uma Aldeia Chamada Viração, de Letycia Potyguara (CE)
Mulheres São como Rios, de Emilly Guilherme, Adrielle Jenipapo Kanindé, Josy Jenipapo Kanindé, Thalya Jenipapo Kanindé, Emelle Jenipapo Kanindé, Rafaela Anacé e Alana Jenipapo Kanindé (CE)

Foto: Divulgação.

Regina Casé apresenta Três Verões, de Sandra Kogut, na 43ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

reginacasetresveroesmostraRegina Casé no Theatro Municipal: sessão especial da Mostra.

Depois de ser exibido no Festival de Toronto, Três Verões, de Sandra Kogut, fez sua estreia nacional na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo no sábado, 19/10, em uma sessão especial no Theatro Municipal.

Protagonizado por Regina Casé, o longa faz um retrato do Brasil contemporâneo e das consequências da Operação Lava Jato. Através do olhar de Madá, uma caseira em um condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país. A trama se passa ao longo de três anos consecutivos (2015, 2016 e 2017), sempre na última semana do ano, entre o Natal e o Ano Novo, na luxuosa casa de veraneio da família. A personagem de Madá está entre dois mundos, ela é dona da casa sem ser: Madá manda nos empregados, mas é também submissa aos patrões.

O filme nasceu do desejo da diretora Sandra Kogut de falar sobre o que vem acontecendo no Brasil nestes últimos anos através de personagens que estão geralmente num canto do quadro. Além de Regina Casé, completam o elenco: Rogério Fróes, Otávio Müller, Gisele Fróes, Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano VidigalJéssica Ellen e Daniel Rangel.

tresveroes43mostra2Equipe reunida na apresentação do filme.

No palco do Theatro Municipal, a diretora subiu acompanhada pela equipe do filme: “Se eu tivesse que imaginar qual seria a sessão mais legal possível para ser a primeira exibição do filme no Brasil, eu não seria capaz de imaginar uma coisa tão linda. É uma honra estar aqui”, disse Kogut.

A protagonista Regina Casé também discursou: “O filme é muito interessante porque quase parece um documentário, apesar de ser totalmente ficcional. Eu sempre gostei de misturar ficção com realidade. Eu acho que no momento, a ficção é um ótimo lugar pra gente se encontrar. Não como um lugar de fuga. Mas as pessoas estão com tanta dificuldade de se ouvir e falar uma com a outra que eu tenho a impressão que esse é um lugar ótimo pra gente conseguir conversar e sair desse lugar terrível com tanta dificuldade de comunicação e antagonismo”, disse.

Aperte o play e confira nossas entrevistas com a diretora e com a protagonista e os melhores momentos da apresentação de Três Verões no Theatro Municipal:

*O filme será exibido em outras sessões durante a Mostra. Clique aqui e saiba mais.

*Acompanhe nossa cobertura da 43ª Mostra de São Paulo por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Natali Hernandes/agenciafoto.com.br.

27º Festival Mix Brasil anuncia curtas brasileiros e programas especiais

por: Cinevitor

mariecurtasmixbrasilWallie Ruy e Divina Valéria, em Marie, de Leo Tabosa.

Depois de anunciar os longas brasileiros selecionados, a 27ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, que acontecerá entre os dias 13 e 20 de novembro, em São Paulo, revelou novos destaques da programação: os curtas nacionais em competição e os filmes que serão exibidos em programas especiais. Em breve, novos títulos serão anunciados.

O Festival Mix Brasil é o maior evento cultural sobre a diversidade sexual da América Latina e um dos maiores do mundo. Desde 1993 traz para o Brasil os destaques da produção cinematográfica do gênero e leva para dezenas de festivais, em todo o mundo, filmes nacionais.

O drama francês Retrato de uma Jovem em Chamas (Portrait de la jeune fille en feu), de Céline Sciamma, vencedor do prêmio de melhor roteiro e da Queer Palm no Festival de Cannes deste ano, será o filme de abertura. No longa, a pintora Marianne, interpretada por Noémie Merlant, vive em uma ilha isolada na Bretanha, no final do século XVIII. Certo dia, é chamada para pintar o retrato da jovem Héloïse, vivida por Adèle Haenel, que vai se casar em breve. Esse encontro cria uma intimidade entre as duas que não estava programada.

Conheça os novos filmes selecionados para o Mix Brasil 2019:

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS

Alano, de Sílvio Leal e Henrique Oliveira (AL)
Aquele Casal, de William de Oliveira (PR)
Beat É Protesto! O Funk Pela Ótica Feminina, de Mayara Efe (SP)
Bonde, de Asaph Luccas (SP)
Casulo, de Rafael Aguiar (MG)
Depois Daquela Festa, de Caio Scot (RJ)
Homens Invisíveis, de Luis Carlos de Alencar (RJ)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
Para Verônica, de Fran Lipinski (SP)
Peixe, de Yasmin Guimarães (MG)
Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)
Quebramar, de Cris Lyra (SP)
Sangro, de Thiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR (SP)
Selma Depois da Chuva, de Loli Menezes (SC)
Swinguerra, de Barbara Wagner e Benjamin de Burca (PE)
Tandem, de Vivian Altman (SP)

PROGRAMAS ESPECIAIS | LONGAS -METRAGENS

Que os Olhos Ruins Não Te Enxerguem, de Roberto Maty e Thabata Vecchio (SP)
Rua Guaicurus, de João Borges (MG)
Tente Entender o que Tento Dizer, de Emília Silveira (RJ)
Um Filme de Verão, de Jô Serfaty (RJ)

PROGRAMAS ESPECIAIS | CURTAS-METRAGENS

A Felicidade Delas, de Carol Rodrigues (SP)
A Mulher que Não Sabia de Si, de Daniela Smith (DF)
Abraço, de Matheus Murucci (RJ)
Adoración, Adoración, Adoración, de Tarcisio Boquady (DF)
Antes que Seja Tarde, de Leandro Goddinho (SP)
Cinema Contemporâneo, de Felipe André Silva (PE)
Colômbia, de Manuela Andrade (PE)
Dominique, de Tatiana Issa e Guto Barra (RJ)
DragNostra, de PV Vidotti (MT)
Dublê, de Fernanda Reis (RS)
Ela Só Quer Ser Maria, de Victor Vinícius (GO)
Etruska Waters em: O Tombamento da Republiqueta, de Thiago Bezerra Benites (PR)
Ilhas de Calor, de Ulisses Arthur (AL)
Infinito Enquanto Dure, de Akira Kamiki (SP)
Looping, de Maick Hannder (MG)
Marielle e Monica, de Fábio Erdos (RJ)
Minha História é Outra, de Mariana Campos (RJ)
O Bando Sagrado, de Breno Baptista (CE)
O Fervo, de Adriana Couto (SP)
O Procedimento, de Ed Andrade e Larissa Bertolini (SP)
Os Últimos Românticos, de João Cândido Zacharias (RJ)
Pele Digital, de Marcelo D’Avilla e Marcelo Denny (SP)
Purgatório, de Gabriel Manso (SP)
Revoada, de Victor Costa Lopes (CE)
Sui Generis, de Roberto Nascimento (ES)
Volta Seca, de Roberto Veiga (SP/PE)

PROGRAMAS ESPECIAIS | CURTAS ESTRANGEIROS

¿Quién es Mei Li Galván?, de Sofía Medrano (Argentina)
À l’orée, de Jean-Baptiste Huong (França)
Alirón, de Adrià Llauró (Espanha)
Becoming Cherrie, de Nicky Larkin (Reino Unido)
Chechnya, de Jordan Goldnadel (França)
Clothes & Blow, de Sam Peter Jackson (Reino Unido)
Con Paquito era mejor, de Adán Pichardo (Espanha)
Delivery Boy, de Hugo Kenzo (Hong Kong)
Em Caso de Fogo, de Tomás Paula Marques (Portugal)
Génesis, de Juan Agustín Greco e Maria Sanchez Martínez (Argentina)
Gynecologia Autodefesa, de Julia Ostertag (Alemanha/México)
J’ai cru que tu partais sans moi, de Despina Athanassiadis (França)
Juan de las Brujas, de Andrew Houchens (México)
La verdadera identidad de los gusanos de seda, de Javier Del Álamo (Cuba)
Lalla, de José Salazar (França)
Le Graffiti, de Aurélien Laplace (França)
Les lèvres gercées, de Fabien Corre e Kelsi Phung (França)
Les Saints de Kiko, de Manuel Marmier (França)
Lolo, de Leandro Goddinho e Paulo Menezes (Alemanha)
Manicure, de Arman Fayyaz (Irã)
Max (VR), de Richard Schut (Alemanha)
Mi Madre Me Tiene Rabia, de Victoria Linares Villegas (República Dominicana)
Mono, de Omar Flores Sarabia (México)
Nosotros, de Ana Millán (Espanha)
PD, de Olivier Lallart (França)
Prisoner of Society, de Rati Tsiteladze (Geórgia)
RIOT NOT DIET, de Julia Fuhr Mann (Alemanha)
Ruido, de Samuel González (Chile)
She Flies by Her Own Wings, de Jesse Ayala (EUA)
Sova över, de Jimi Vall Peterson (Suécia)
Switch, de Marion Renard (Bélgica)
The Booth, de Rohin Raveendran Nair (Índia)

Foto: Juarez Ventura.

27º Festival Mix Brasil anuncia longas brasileiros selecionados

por: Cinevitor

alicejuniormixbrasilselecaoAnne Celestino Mota, Surya Amitrano e Matheus Moura em Alice Júnior.

27ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade acontecerá entre os dias 13 e 20 de novembro, em São Paulo. Neste ano, entre os longas brasileiros, dez produções foram selecionadas e estão na disputa pelo Troféu Coelho de Ouro. A seleção de curtas-metragens nacionais e filmes internacionais será divulgada em breve.

O Festival Mix Brasil é o maior evento cultural sobre a diversidade sexual da América Latina e um dos maiores do mundo. Desde 1993 traz para o Brasil os destaques da produção cinematográfica do gênero e leva para dezenas de festivais, em todo o mundo, filmes nacionais.

O drama francês Retrato de uma Jovem em Chamas (Portrait de la jeune fille en feu), de Céline Sciamma, vencedor do prêmio de melhor roteiro e da Queer Palm no Festival de Cannes deste ano, será o filme de abertura. No longa, a pintora Marianne, interpretada por Noémie Merlant, vive em uma ilha isolada na Bretanha, no final do século XVIII. Certo dia, é chamada para pintar o retrato da jovem Héloïse, vivida por Adèle Haenel, que vai se casar em breve. Esse encontro cria uma intimidade entre as duas que não estava programada.

Conheça os longas brasileiros selecionados para o Mix Brasil 2019:

A Batalha de Shangri-lá, de Severino Neto e Raphael de Carvalho (MT/PR)
A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro (SP)
Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
Eu, Um Outro, de Silvia Godinho (MG)
Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (RJ)
Mr. Leather, de Daniel Nolasco (GO)
Música Para Morrer de Amor, de Rafael Gomes (SP)
Seus Ossos e Seus Olhos, de Caetano Gotardo (SP)
Transamazonia, de Renata Taylor, Débora Mcdowell e Bea Morbach (PA)
Uma Garota Chamada Marina, de Candé Salles (RJ)

Foto: Divulgação/Olhar Distribuição.

Filmes brasileiros se destacam na programação da 43ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

pacificado43mostraDébora Nascimento e Bukassa Kabengele em Pacificado: três prêmios em San Sebastián.

Neste ano, a 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo exibirá 63 filmes brasileiros, entre curtas, longas e produções em realidade virtual. Além dos títulos que ganham sua primeira exibição no evento e de longas que já foram premiados em festivais estrangeiros, também serão exibidos clássicos e obras raros do cinema nacional.

As produções integram as seções Apresentação Especial, Competição Novos Diretores (inéditos em São Paulo e realizados por cineastas que contam com até dois longas no currículo) e Perspectiva Internacional (inéditos em São Paulo). Os filmes da competição concorrem ao Troféu Bandeira Paulista de melhor filme, entregue pelo Júri Internacional. Entretanto, todos os brasileiros inéditos na cidade concorrem ao Prêmio do Público, que inclui o Troféu Bandeira Paulista de melhor filme brasileiro.

Todos os diretores que tiveram títulos selecionados para a Mostra Brasil poderão inscrever um novo projeto para concorrer a um prêmio oferecido pelo Projeto Paradiso, uma iniciativa do Instituto Olga Rabinovich. A bolsa, no valor de R$ 30 mil, é destinada ao roteirista do projeto em fase de desenvolvimento e inclui ainda mentoria nacional, consultoria internacional e participação no Workshop Audience Design do TorinoFilmLab no Brasil. O anúncio do ganhador será feito no encerramento do evento.

marceliamostra43brasilMarcélia Cartaxo em Pacarrete, de Allan Deberton: filme premiado.

A Mostra Brasil apresenta longas reconhecidos em importantes festivais, como: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, vencedor do Grand Prix da mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes; Pacarrete, de Allan Deberton, grande vencedor do Festival de Gramado deste ano com oito kikitos, entre eles, melhor filme e melhor atriz para Marcélia Cartaxo; Pacificado, de Paxton Winters, vencedor da Concha de Ouro no Festival de San Sebastián; Três Verões, de Sandra Kogut, exibido no Festival de Toronto; Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz, eleito o melhor documentário da mostra Venice Classics, no Festival de Veneza; Breve Miragem de Sol, de Eryk Rocha, exibido no BFI Festival de Cinema de Londres; Querência, de Helvécio Marins Jr., exibido na mostra Forum do Festival de Berlim e no IndieLisboa; o documentário Indianara, exibido na mostra da ACID, Association du cinéma indépendant pour sa diffusion, evento paralelo ao Festival de Cannes.

E mais: Abe, de Fernando Grostein Andrade, exibido na mostra Kids do Festival de Sundance; O Homem Cordial, de Iberê Carvalho, que levou os kikitos de melhor ator para Paulo Miklos e melhor trilha musical em Gramado; Casa, de Letícia Simões, prêmio de melhor filme no 26º Festival de Cinema de Vitória; Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler, eleito o melhor filme do 8º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba; Sem Seu Sangue, de Alice Furtado, exibido na Quinzena dos Realizadores, em Cannes; Chão, de Camila Freitas, vencedor do Prêmio Especial do Júri e do Público em Curitiba; Sete Anos em Maio, de Affonso Uchoa, exibido em Toronto; Raia 4, de Emiliano Cunha, vencedor dos kikitos de melhor fotografia, Júri da Crítica e melhor longa gaúcho em Gramado; entre outros.

tresveroes43mostrabrasilRegina Casé em Três Verões, de Sandra Kogut.

O cineasta Luiz Rosemberg Filho, que faleceu em maio deste ano, ganhará uma homenagem com a projeção de três filmes que dirigiu; o vão livre do Masp também será ocupado por sessões de filmes nacionais. Além disso, o festival também promoverá sessões que serão seguidas de debates especiais com os respectivos diretores e/ou produtores, na própria sala, com duração de uma hora após a exibição. Os títulos que integram a série Encontros são: Depois a Louca Sou Eu, Diz a Ela que Me Ouviu Chorar, Irmãos Freitas, Passagens, Amazônia Sociedade Anônima e A Grande Muralha Verde.

Artistas e personalidades relatam as obras que exerceram influência em suas vidas na 12ª edição do projeto Memórias no Cinema. Gratuitos, os encontros ocorrem no IMS, Instituto Moreira Salles, com os cineastas Karim Aïnouz, Fernando Grostein Andrade, Sandra Kogut e Lírio Ferreira.

Outros títulos que levaram o nome do país para o exterior em festivais estrangeiros também fazem parte da programação, como quatro longas que serão exibidos no Theatro Municipal de São Paulo em parceria com a Spcine: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz; Abe, de Fernando Grostein Andrade; Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz; e Três Verões, de Sandra Kogut.

Conheça os filmes da Mostra Brasil que serão exibidos na 43ª Mostra de São Paulo:

APRESENTAÇÃO ESPECIAL

Amazônia Sociedade Anônima, de Estevão Ciavatta
A Vida Invisível, de Karim Aïnouz
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz
Crônica de um Industrial, de Luiz Rosemberg Filho
Desarquivando Alice Gonzaga, de Betse de Paula
Madame Satã, de Karim Aïnouz
O Jardim das Espumas, de Luiz Rosemberg Filho
SLAM: Voz de Levante, de Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva
Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani
Turma da Mônica – Laços, de Daniel Rezende

MOSTRA BRASIL

Abe, de Fernando Grostein Andrade
Abismo Tropical, de Paulo Caldas
A Cor Branca, de Afonso Nunes
Acqua Movie, de Lírio Ferreira
A Jangada de Welles, de Firmino Holanda e Petrus Cariry
Alice Júnior, de Gil Baroni
Anna, de Heitor Dhalia
Banquete Coutinho, de Josafá Veloso
Barretão, de Marcelo Santiago
Bobo da Corte, de Luiz Rosemberg Filho
Carcereiros – O Filme, de José Eduardo Belmonte
Chão, de Camila Freitas
Currais, de David Aguiar e Sabina Colares
Depois a Louca Sou Eu, de Julia Rezende
Encarcerados, de Claudia Calabi, Fernando Grostein Andrade e Pedro Bial
Enquanto Estamos Aqui, de Clarissa Campolina e Luiz Pretti
Flores do Cárcere, de Paulo Caldas e Bárbara Cunha
Guerra de Algodão, de Marília Hughes e Cláudio Marques
Macabro, de Marcos Prado
O Amor Dá Voltas, de Marcos Bernstein
O Homem Cordial, de Iberê Carvalho
O Paradoxo da Democracia, de Belisario Franca
Osmar, A Primeira Fatia do Pão de Forma, de Ale McHaddo
Pacarrete, de Allan Deberton
Pessoas – Contar para Viver, de Marco Del Fiol, Marcelo Machado, Tatiana Toffoli, Viviane Ferreira e Pedro Cezar
Raia 4, de Emiliano Cunha
Sete Anos em Maio, de Affonso Uchoa
Três Verões, de Sandra Kogut

MOSTRA BRASIL | PERSPECTIVA INTERNACIONAL

Ainda Temos a Imensidão da Noite, de Gustavo Galvão
Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo
Breve Miragem de Sol, de Eryk Rocha
Casa, de Letícia Simões
Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler
Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa
Irmãos Freitas, de Sérgio Machado e Aly Muritiba
O Juízo, de Andrucha Waddington
Outubro, de Maria Ribeiro e Loiro Cunha

MOSTRA BRASIL | COMPETIÇÃO NOVOS DIRETORES

Beco, de Camilo Cavalcante
Chorão: Marginal Alado, de Felipe Novaes
Fendas, de Carlos Segundo
O Mês que Não Terminou, de Francisco Bosco e Raul Mourão
Pacificado, de Paxton Winters
Partida, de Caco Ciocler
Querência, de Helvécio Marins Jr.
Sem Seu Sangue, de Alice Furtado
Siron. Tempo Sobre Tela, de André Guerreiro Lopes e Rodrigo Campos

Fotos: Divulgação e Luiz Alves.

Pacarrete, de Allan Deberton, é o grande vencedor do Los Angeles Brazilian Film Festival 2019

por: Cinevitor

pacarretevencelabrffAllan Deberton, Marcélia Cartaxo e Ariadne Mazzetti: equipe de Pacarrete.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 17/10, no Laemmle Monica Film Center, em Santa Mônica, os vencedores da 12ª edição do LABRFF, Los Angeles Brazilian Film Festival. O longa cearense Pacarrete, dirigido por Allan Deberton, foi o grande vencedor com cinco prêmios, entre eles, o de melhor filme e melhor atriz para Marcélia Cartaxo.

O prêmio de melhor documentário ficou com Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves, e o de melhor ator foi para Eduardo Moscovis, de Veneza. Sobre o evento, Meire Fernandes, fundadora do LABRFF, comentou: “Encerramos a 12ª edição felizes com os resultados. Exaltamos o cinema brasileiro, recebemos mais de 70 cineastas vindos do Brasil, homenageamos a fantástica Marcélia Cartaxo, sem falar na nossa feira de mercado, o Brazilian Film Market, que colocou nossos realizadores em contato com a indústria americana. O audiovisual brasileiro é forte, e mesmo enfrentando muitas adversidades, estamos firmes em busca de fortalecer cada vez mais o nosso cinema”.

Também foi divulgada a lista dos vencedores do 1º Los Angeles Latin Music Video Festival, competição de videoclipes que estreou este ano dentro do LABRFF. “Ficamos muito satisfeitos com os resultados. Nosso primeiro LAMV trouxe realizadores do Brasil para os Estados Unidos e, de fato, a presença no festival é muito importante”, disse Manoel Neto, diretor de marketing do LABRFF e do LAMV. Além disso, o primeiro homenageado do LAMV foi o músico Roberto Menescal: “Em homenagem a ele vamos gravar um clipe da música O Barquinho com todos os artistas que vieram para o festival”, revelou.

Conheça os vencedores do Los Angeles Brazilian Film Festival 2019:

Melhor Filme: Pacarrete, de Allan Deberton
Melhor Documentário: Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves
Melhor Direção: Allan Deberton, por Pacarrete
Melhor Ator: Eduardo Moscovis, por Veneza
Melhor Atriz: Marcélia Cartaxo, por Pacarrete
Melhor Ator Coadjuvante: André Mattos, por Veneza
Melhor Atriz Coadjuvante: Carol Castro, por Veneza
Melhor Roteiro: Pacarrete, escrito por Allan Deberton, Andre Araujo, Samuel Brasileiro e Natália Maia
Melhor Fotografia: Veneza, por Gustavo Hadba
Melhor Edição: Pacarrete, por Joana Collier
Melhor Trilha Sonora: Boca de Ouro, por Berna Seppas
Melhor Filme da Mostra Walfredo Rodrigues | Spotlight Paraíba: Rebento, de André Morais
Melhor curta-metragem (empate): Rosas, de Ivann Willing e O Menino da Terra do Sol, de Michel Marchetti
Melhor curta-metragem Internacional: Tyler, de Joel Junior
Melhor Young Filmmaker | Brasil: O Véu de Amani, de Renata Diniz
Melhor Young Filmmaker | EUA: Roses are Blind, de Gui Agustini, e Mariposa, de Dimitri Luedemann
Reconhecimento Especial: O Grande Amor de um Lobo, de Kennel Rógis e Adrianderson Barbosa
Reconhecimento Especial: Essência, de Lael Arruda e Lúcio Cesar Fernandes
Reconhecimento Especial | Melhor Ator Mirim: Eduardo Giovanella, por O Menino da Terra do Sol
Reconhecimento Especial: Expedição 21, de Alex Duarte
Reconhecimento Especial: Caden Andreus, por Tyler

LAMV | Los Angeles Latin Music Video Festival

Melhor Videoclipe: Saci (BaianaSystem), de Rafael Kent
Melhor Direção: Rafael Kent, por Saci, de BaianaSystem
Melhor Fotografia: Coração Cigano (Lia Paris), por Gleeson Paulino e Jens Ostberg
Melhor Edição: Coração Cigano, por Gleeson Paulino e Saci, por Rafael Kent
Melhor Lançamento: We are the Nature, de Marcos Negrão e AA Song, de Gabriel Novis
Melhor Voz: Alex Albino

*O CINEVITOR está em Los Angeles e você acompanha a cobertura do LABRFF 2019 por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Livia Photos/@wippich.

CineFest Votorantim 2019: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

balidointernovotorantimGlissia Paixão e Luciano Torres no curta O Balido Interno, de Eder Deó.

A 11ª edição do CineFest, que acontecerá entre os dias 18 e 30 de novembro, na cidade de Votorantim, anunciou a lista de curtas selecionados para este ano. Com um número recorde de 728 inscritos, foram escolhidos 74 curtas divididos em: 26 curtas da Mostra Nacional, 18 da Mostra Regional, 7 da Mostra Paralela, 5 da Mostra Inclusiva, 13 da Mostra Musical e 6 da Mostra Ambiental.

Com relação à Mostra Nacional, importante destacar que o festival não possui temática específica e tem como tradição exibir filmes com os mais diversos temas, como questões sociais, políticas, artísticas, culturais, de comportamento, de sexualidade. Bem como procura exibir filmes de todas as regiões do país, compondo assim um grande painel do audiovisual brasileiro.

O festival teve sua primeira edição como Curta Vídeo Votorantim no ano de 2004. Devido ao grande sucesso ao longo dos anos, transformou-se, em 2009, em um festival de abrangência nacional, passando assim a chamar-se CineFest Votorantim. O evento tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento e difusão de obras audiovisuais produzidas na região e no Brasil, incentivar a formação de profissionais por meio de debates, oficinas, workshops e discussões sobre novas tendências e linguagens. Além de fomentar a formação de público na área do audiovisual por meio da realização gratuita de um festival de cinema e promover a cultura criando maior acessibilidade ao cinema no interior paulista.

Conheça os filmes selecionados para o CineFest Votorantim 2019:

MOSTRA NACIONAL

À Luz de Bruel, de Téia Werner e Silvia Gabriela (Curitiba, PR)
A Volta para Casa, de Diego Freitas (São Paulo, SP)
Almas, de Marcos Faria (São Paulo, SP)
Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes (Curitiba, PR)
Aqueles Dois, de Émerson Maranhão (Fortaleza, CE)
Besta-fera, de Wagno Godez (Arapiraca, AL)
Brasil x Holanda, de Caroline Biagi (Curitiba, PR)
Conexões, de Rafael Jardim (Rio de Janeiro, RJ)
De Vez em Quando, Quando Eu Morro, Eu Choro, de R. B. Lima (João Pessoa, PB)
Declaração de Nascido Vivo, de Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques (São Paulo, SP)
Estranho Animal, de Arthur B. Senra (Brasília, DF)
Gravidade, de Amir Admoni (São Paulo, SP)
Imagens de um Santo, de Leandro Olímpio (São Vicente, SP)
Julieta de Bicicleta, de Juliana Sanson (Curitiba, PR)
Licença Poética, de Ilaine Melo (Joinville, SC)
Ninho Vazio, de Gabriela Vernet e Rodrigo Alonso (Curitiba, PR)
O Balido Interno, de Eder Deó (Caruaru, PE)
O Embrolho, de Roobertchay Rocha (Pirenopolis, GO)
O Malabarista, de Iuri Moreno (Goiânia, GO)
O Vestido de Myriam, de Lucas H. Rossi (Rio de Janeiro, RJ)
Precisamos Falar Sobre Tudo, de Adriane Fernandes (Salvador, BA)
Selma Depois da Chuva, de Loli Menezes (Florianópolis, SC)
Só Sei que Foi Assim, de Giovanna Muzel (Pelotas, RS)
Um Café e Quatro Segundos, de Cristiano Requião (Rio de Janeiro, RJ)
Um Filme de Baixo Orçamento, de Paulo Leierer (São Paulo, SP)
Vidas Cinzas, de Leonardo Martinelli (Rio de Janeiro, RJ)

MOSTRA PARALELA

As Aventuras de Pety, de Anahi Borges (São Paulo, SP)
Fixação, de Kellen Casara (Belo Horizonte, MG)
Macaco Albino, de Leandro Robles (São Paulo, SP)
Mytikah – O livro dos heróis – Aleijadinho, de Hygor Amorim e Jonas Brandão (São Carlos, SP)
O Curupira, de Augusto Torrine (Sorocaba, SP)
O Grande Amor de um Lobo, de Kennel Rogis e Adrianderson Barbosa (São Miguel do Gostoso, RN)
Sonhos da Isah: O baú do papai, de João Ricardo Costa (Governador Celso Ramos, SC)

MOSTRA INCLUSIVA

Bodas, de Alexia Maltner (Rio de Janeiro, RJ)
Escolhas, de Ivann Willig (Paty do Alferes, RJ)
Nuvem Negra, de Flávio Andrade (Petrolina, PE)
Objeto/Sujeito, de Bruno Autran (São Paulo, SP)
Um Certo Maralonso, de Samuel Fortunato (Ubá, MG)

MOSTRA MUSICAL | VIDEOCLIPES:

Aquela Avenida, de Roberto Mamfrim (São Paulo, SP)
Bateu Panela – Felipe Moron, de Rodrigo Godinho (Piedade, SP)
Bloco da Alegria, de Vitor Teixeira (Niterói, RJ)
Carta Branca, de Aly Muritiba, Jandrir Santin e Betinho Celanex (Curitiba, PR)
Chico Bolacha, de Bruno Costa (São Paulo, SP)
Do You Know Brazil? – Groovy Loff, de Uliane Talit (Curitiba, PR)
Estamos Vivos, de Coletivo Independente de Cinema: Jandir Santin, Monica Andrade e Lucas de Paula (Curitiba, PR)
Filhos da África, de Ellen Faria (Ribeirão Preto, SP)
Francisco El Hombre – Se Hoje Tá Assim, Imagina O Amanhã, de Dani Libardi (São Paulo e Sorocaba, SP)
Fúria e Coração, de Marcelo Effe (Votorantim, SP)
Heróis de Bronze, de Rodrigo Rimoli (São Paulo, SP)
Paula Cavalciuk – Morte e Vida Uterina, de Daniel Bruson (Sorocaba, SP)
Primeiro, de Marco Falkembach (São Paulo, SP)

MOSTRA AMBIENTAL

A Tradicional Família Brasileira Katu, de Rodrigo Sena (Natal, RN)
Cadeia Alimenta, de Raphael Medeiros (Rio de Janeiro, RJ)
Chico Mendes – Um Legado a Defender, de João Inácio (Brasília, DF)
Corpo D ́água, de Aline Alves, Camila Moranelo, Dávison Souza, Elizabete França, Isadora Padilha, Ítalo Rodrigues, Jean Bonifácio, Marcella Farias, Maykson Douglas e Nycollas Augusto (Maceió, AL)
Quando a Chuva Vem?, de Jefferson Batista (Carpina, PE)
Socorro, de Francisco Santos e Lygia Pecora (Barão de Cocais, MG e São Paulo, SP)

MOSTRA REGIONAL

A Montanha Acima de Nós, de Samuel Gomez Carvalhé (Sorocaba, SP)
Apague a Luz, de Márcio Moraes (Sorocaba, SP)
Beto, de Rafael Toschi Chiafarelli (Itu, SP)
Existo, de Bruno César (Sorocaba, SP)
Hipopótamo Vampiro, de Rodigo Ayres de Araujo (Piedade, SP)
Letargia Urbana, de Stefaie Klein e Rogério Emílio (Itu, SP)
Me, By J-Money, de Daniel Bruson (Sorocaba, SP)
Mercado de Trabalho Trans: Luta e Resistência, de Larissa Pessoa e Fábio Devito (Sorocaba, SP)
Momento Psicodélico no 13 – Breech Delivery, de Daniel Bruson (Sorocaba, SP)
Nada Constrói, Tudo Destrói, de Paulo Aranha (Itu, SP)
Novas Velhas Histórias, de Guilherme Martelli e André Fidalgo (Votorantim, SP)
Precipitarso, de Thiago “Ogat” Spinardi (Sorocaba, SP)
Procura-se Sonhadores, de Daniel Gouveia (Sorocaba, SP)
Sarjeta, de Gabriela Vieira (Votorantim, SP)
Tarifa Dinâmica, de Chores Rodrigues e Allan Yzumizawa (Sorocaba, SP)
Tina e o Saci, de Antonio Donato e Augusto Torrine (Sorocaba, SP)
Tobias Tatu, de Júnia Consani (Sorocaba, SP)
Ventre, de Guilherme Machado (Sorocaba, SP)

Foto: Divulgação.

Olivier Assayas é homenageado na 43ª Mostra de São Paulo e ganha retrospectiva

por: Cinevitor

assayasmostrasp43O cineasta homenageado no palco do Auditório Ibirapuera.

A 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo homenageia neste ano o roteirista e diretor francês Olivier Assayas. Além de ter recebido o Prêmio Leon Cakoff na abertura do evento, em que foi exibido seu filme mais recente, Wasp Network, Assayas é também protagonista de uma retrospectiva que conta com suas 15 obras mais importantes.

A seleção é composta por: A Criança do Inverno (1989), Acima das Nuvens (2014), Água Fria (1994), Carlos, O Chacal (2010), Clean (2004), Depois de Maio (2012), Desordem (1986), Eldorado (2008), Espionagem na Rede (2002), Horas de Verão (2008), Irma Vep (1996), Noise (2006), Personal Shopper (2016), Stockhausen/Preljocaj (Diálogos) (2007) e Vidas Duplas (2018).

Nascido em Paris, em 1955, Olivier Assayas é filho de Jacques Rémy, roteirista de cineastas como René Clément, Riccardo Freda e René Clair. Embora tenha crescido nos estúdios de cinema, Assayas optou por estudar, primeiro, pintura e literatura. Depois, formou-se em cinema na Escola de Belas Artes de Paris (École des Beaux-Arts). Ainda na universidade, passou a escrever para a revista Cahiers du Cinéma, onde atuou como crítico até meados da década de 1980.

Nos seus primeiros filmes é o estilo conciso, lacônico e minimalista de Robert Bresson que recai como principal influência. Obras que estão na programação da 43ª Mostra como Desordem, sua estreia na direção de longas, e A Criança do Inverno, mantêm uma construção gélida e quase distante para falar do tema que norteou o começo de sua carreira: as aflições da juventude.

A mudança na identidade de seu cinema, e a colisão entre estilo e urgência, se dá em seu quinto longa, Água Fria, ponto de virada em sua carreira. A montagem elíptica e a sensação de leveza e de captura da realidade passam a fazer parte de seus filmes subsequentes. Assayas ainda revisitaria o mesmo tema em outros trabalhos, como Depois de Maio, em que também um casal de jovens lida com a ebulição social durante o maio de 68. O drama foi premiado no Festival de Veneza na categoria de melhor roteiro.

waspmostra43Leonardo Sbaraglia, Edgar Ramírez, Assayas e o produtor brasileiro Rodrigo Teixeira.

Seu trabalho seguinte talvez seja o ápice da mistura de suas obsessões estilísticas e temáticas. Em Irma Vep, que foi premiado no Festival de Roterdã, um diretor de cinema decadente e em crise decide refilmar a clássica série do cinema mudo de Louis Feulidalle, Les Vampires.

Acima das Nuvens, exibido na 38ª Mostra e indicado à Palma de Ouro, em Cannes, e Vidas Duplas, exibido na Mostra do ano passado e indicado ao Leão de Ouro, em Veneza, têm a arte como ponto de partida e de conflito. Já Espionagem na Rede, destaque da Competição Oficial do Festival de Cannes, une paranoia industrial, espionagem, competição entre produtoras de pornografia e hentai de vanguarda. Personal Shopper, por sua vez, que lhe rendeu o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, retrata uma jovem que acredita poder se comunicar com o irmão gêmeo que morreu em Paris.

O drama musical Clean narra a história da viúva de um famoso músico que luta para retomar a custódia do filho; o filme rendeu o prêmio de melhor atriz para Maggie Cheung em Cannes. O premiado Horas de Verão, exibido na 38ª Mostra, retrata uma família disfuncional a partir da relação entre três irmãos que perderam a mãe e precisam lidar com sua herança.

Seu trabalho documental se converge com seu interesse pela música, em obras como Noise, sobre um festival de música na França do qual foi curador; Eldorado, em que acompanha o coreógrafo Angelin Preljocaj durante o processo de adaptação de uma composição de Karlheinz Stockhausen; e Stockhausen/Preljocaj (Diálogos), uma entrevista/diálogo com os dois artistas.

*Acompanhe nossa cobertura da 43ª Mostra de São Paulo por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Natali Hernandes e Mario Miranda Filho/Agência Foto.