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Começam as filmagens de Cedo Demais, comédia de José Lavigne, com Thati Lopes e Gabriel Godoy

por: Cinevitor

cedodemaisfilmagensComédia com amor, amizade e traição.

A comédia Cedo Demais, de José Lavigne, começou a ser filmada no Rio de Janeiro com um elenco que traz nomes de destaque da nova geração de atores brasileiros: Yuri Marçal, Thati Lopes, Vitor Thiré, Gabriel Godoy, Valentina Bandeira, Bella Camero e Kayky Brito; além da participação especial de Roberta Rodrigues no papel de uma veterinária.

Com produção de Clélia Bessa, da Raccord, coprodução e distribuição da Fox Film do Brasil, o filme será todo rodado no Rio e terá locações como Lagoa Rodrigo de Freitas, Urca, Praia Vermelha e o Clube Costa Brava. Cedo Demais traz como protagonistas o trio Yuri Marçal (André), Thati Lopes (Dora) e Vitor Thiré (Lucas) e trata de forma leve, divertida e contemporânea questões como morte, traição, amor e amizade.

Na história, Dora se casa com Narciso, papel de Kayky Brito, e no mesmo dia fica viúva. A situação se complica ainda mais quando André e Lucas, amigos de infância do marido, apaixonam-se por ela e vivem um dilema sobre trair ou não a lealdade de Narciso. Para Dora, ainda é cedo demais para se envolver com alguém, mas os dois começam uma divertida disputa por uma chance no coração da viúva e, em meio ao luto, descobrem que o falecido não era o grande amigo que pensavam.

Os demais personagens são interpretados por Gabriel Godoy (Manolo) e Bella Camero (Bianca), os melhores amigos de Dora, e Valentina Bandeira (Bruna), ex-namorada de André, com quem divide a guarda do cachorro deles.

Entremeado ao enredo principal, Cedo Demais traz um pequeno curta-metragem de animação com cenas divertidas que ilustram o principal segredo de Dora. Apesar de ser uma terapeuta respeitada, ela sofre de ornitofobia, ou seja, tem pavor de aves. Esse arco paralelo faz parte da trama principal da produção e ganha destaque na abertura do longa, passando pela ação dramática, até os créditos finais.

Cedo Demais é dirigido por José Lavigne, diretor e roteirista de TV e cinema, que se destacou por trabalhos como TV Pirata, Casseta & Planeta, Urgente! e Os Trapalhões, além de ter escrito e dirigido a série Dicas de um Sedutor. No cinema, dirigiu o filme Casseta & Planeta: Seus Problemas Acabaram!, e é roteirista do ainda inédito filme Pluft, de Rosane Svartman.

Foto: Mariana Vianna.

Oscar 2020: 93 países disputam o prêmio de melhor filme internacional

por: Cinevitor

oscarinternacional2020Fernanda Montenegro em A Vida Invisível, de Karim Aïnouz: representante brasileiro.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta segunda-feira, 07/10, a lista oficial com os filmes elegíveis que estão na disputa pela estatueta dourada de melhor filme internacional no Oscar 2020, categoria antes chamada de melhor filme estrangeiro.

Neste ano, 93 países foram classificados, entre eles, Gana, Nigéria e Uzbequistão, candidatos pela primeira vez. No dia 16 de dezembro, antes do anúncio final dos indicados, a Academia reduz essa lista para dez longas, diferente dos outros anos, quando anunciava nove produções. Desse grupo saem os cinco finalistas que serão apresentados no dia 13 de janeiro.

A cerimônia está marcada para o dia 9 de fevereiro, em Los Angeles; o Brasil está na disputa com A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, premiado na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes. O longa é uma livre adaptação da obra de Martha Batalha e traz Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier e Maria Manoella no elenco.

Confira a lista completa com os 93 filmes estrangeiros candidatos ao Oscar 2020:

ÁFRICA DO SUL: Knuckle City, de Jahmil X.T. Qubeka
ALBÂNIA
: Delegacioni (The Delegation), de Bujar Alimani
ALEMANHA
: Systemsprenger, de Nora Fingscheidt
ARÁBIA SAUDITA
The Perfect Candidate, de Haifaa Al Mansour
ARGÉLIA: Papicha, de Mounia Meddour
ARGENTINA: La odisea de los giles, de Sebastián Borensztein
ARMÊNIA: Erken Kisher (Lengthy Night), de Edgar Baghdasaryan
AUSTRÁLIA: Buoyancy, de Rodd Rathjen
ÁUSTRIA: Joy, de Sudabeh Mortezai
BANGLADESH: Alpha, de Nasiruddin Yousuff
BELARUS
: Debut, de Anastasiya Miroshnichenko
BÉLGICA: Nuestras Madres (Our Mothers), de Cesar Diaz
BOLÍVIA: Tu me manques, de Rodrigo Bellott
BÓSNIA E HERZEGOVINA: Sin (The Son), de Ines Tanović
BRASIL: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz
BULGÁRIA: Ága, de Milko Lazarov
CAMBOJA: In the Life of Music, de Caylee So e Sok Visal
CANADÁ: Antigone, de Sophie Deraspe
CAZAQUISTÃO: Kazakh Khanate – Golden Throne, de Rustem Abdrashev
CHILE: Araña (Spider), de Andrés Wood
CHINA: Ne Zha zhi mo tong jiang shi, de Yu Yang
COLÔMBIA: Monos, de Alejandro Landes
COREIA DO SUL: Parasita (Gisaengchung/Parasite), de Bong Joon-ho
COSTA RICA: El despertar de las hormigas, de Antonella Sudasassi 
CROÁCIA: Mali, de Antonio Nuić
CUBA
: O Tradutor (Un Traductor), de Rodrigo Barriuso e Sebastián Barriuso
DINAMARCA: Rainha de Copas, de May el-Toukhy
EQUADOR: La mala noche, de Gabriela Calvache
EGITO: Rosas Venenosas (Poisonous Roses), de Fawzi Saleh
ESLOVÁQUIA: Let There Be Light, de Marko Škop
ESLOVÊNIA: Zgodovina ljubezni (History of Love), de Sonja Prosenc
ESPANHA: Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
ESTÔNIA: Tõde ja õigus, de Tanel Toom
ETIÓPIA
: Running against the Wind, de Jan Philipp Weyl
FILIPINAS: Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez
FINLÂNDIA: Hölmö nuori sydän (Stupid Young Heart), de Selma Vilhunen
FRANÇA: Les misérables, de Ladj Ly
GANA
: Azali, de Kwabena Gyansah
GEÓRGIA: Shindisi, de Dito Tsintsadze
GRÉCIA: When Tomatoes Met Wagner, de Marianna Economou
HONG KONG: So duk 2: Tin dei duei kuet, de Herman Yau
HOLANDA: Instinct, de Halina Reijn
HONDURAS
: Café con Sabor a mi Tierra (Blood, Passion & Coffee), de Carlos Membreño
HUNGRIA: Akik maradtak (Those Who Remained), de Barnabás Tóth
ÍNDIA: Gully Boy, de Zoya Akhtar
INDONÉSIA: Kucumbu tubuh indahku (Memories of My Body), de Garin Nugroho
IRÃ: Finding Farideh, de Kourosh Ataee e Azadeh Moussavi
IRLANDA
: Gaza, de Garry Keane e Andrew McConnell
ISLÂNDIA: Hvítur, Hvítur Dagur, de Hlynur Palmason
ISRAEL: Incitement, de Yaron Zilberman
ITÁLIA: O Traidor (Il traditore), de Marco Bellocchio
JAPÃO: Tenki no ko (Weathering with You), de Makoto Shinkai
KOSOVO: Zana, de Antoneta Kastrati
LETÔNIA: The Mover (Tēvs Nakts), de Dāvis Sīmanis
LÍBANO: 1982, de Oualid Mouaness
LITUÂNIA: Bridges of Time, de Kristine Briede e Audrius Stonys
LUXEMBURGO: Tel Aviv em Chamas (Tel Aviv on Fire), de Sameh Zoabi
MACEDÔNIA DO NORTE: Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov
MALÁSIA: M for Malaysia, de Dian Lee e Ineza Roussille
MARROCOS: Adam, de Maryam Touzani
MÉXICO: La camarista, de Lila Avilés
MONGÓLIA
The Steed, de Erdenebileg Ganbold
MONTENEGRO: Izmedju dana i noci (Neverending Past), de Andro Martinovic
NEPAL: Bulbul, de Binod Paudel
NIGÉRIA: Lionheart, de Genevieve Nnaji
NORUEGA: Ut og stjæle hester (Out Stealing Horses), de Hans Petter Moland
PALESTINA: It Must Be Heaven, de Elia Suleiman
PANAMÁ: Todos Cambiamos, de Arturo Montenegro
PAQUISTÃO: Laal Kabootar, de Kamal Khan
PERU: Retablo, de Alvaro Delgado Aparicio
POLÔNIA: Corpus Christi, de Jan Komasa
PORTUGAL: A Herdade, de Tiago Guedes
QUÊNIA: Subira, de Ravneet Sippy Chadha
QUIRGUISTÃO
: Aurora, de Bekzat Pirmatov
REINO UNIDO: O Menino que Descobriu o Vento, de Chiwetel Ejiofor
REPÚBLICA CHECA: Nabarvené ptáce (The Painted Bird), de Václav Marhoul
REPÚBLICA DOMINICANA: El proyeccionista (The Projectionist), de José María Cabral
ROMÊNIA: La Gomera (The Whistlers), de Corneliu Porumboiu
RÚSSIA: Dylda (Beanpole), de Kantemir Balagov
SENEGAL
: Atlantique, de Mati Diop
SÉRVIA: Kralj Petar I (King Petar I), de Petar Ristovski
SINGAPURA: Uma Terra Imaginada, de Siew Hua Yeo
SUÉCIA: And Then We Danced, de Levan Akin
SUÍÇA: Wolkenbruchs wunderliche Reise in die Arme einer Schickse, de Michael Steiner
TAIWAN: Querido Ex (Dear Ex), de Mag Hsu e Chih-Yen Hsu
TAILÂNDIA: Krasue: Inhuman Kiss, de Sitisiri Mongkolsiri
TUNÍSIA: Meu Querido Filho (Weldi), de Mohamed Ben Attia
TURQUIA: Baglilik Asli, de Semih Kaplanoglu
UCRÂNIA: Evge (Homeward), de Nariman Aliev
URUGUAI: Así habló el cambista, de Federico Veiroj
UZBEQUISTÃO
Hot Bread (Issiq Non), de Umid Khamdamov
VENEZUELA: Yo Imposible, de Patricia Ortega
VIETNÃ: Fúria Feminina, de Lê Văn Kiệt

Foto: Bruno Machado.

43ª Mostra de São Paulo: conheça os filmes selecionados, destaques da programação e homenageados

por: Cinevitor

ofarolmostraWillem Dafoe e Robert Pattinson em O Farol, de Robert Eggers.

A 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo acontecerá entre os dias 17 e 30 de outubro. Durante duas semanas, serão exibidos cerca de 300 títulos de variados países e estilos. Os filmes serão apresentados em mais de 27 locais, entre cinemas, espaços culturais, CEUs e museus espalhados pela capital paulista, incluindo exibições gratuitas e ao ar livre.

Neste ano, o filme de abertura será Wasp Network, dirigido pelo cineasta francês Olivier Assayas. O longa, que é inspirado na obra Os Últimos Soldados da Guerra Fria, de Fernando Morais, foi produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, e disputou o Leão de Ouro no Festival de Veneza. O elenco conta com Gael García Bernal, Wagner Moura, Leonardo Sbaraglia, Penélope Cruz e Edgar Ramírez.

Além disso, Assayas receberá o Prêmio Leon Cakoff e uma retrospectiva: o evento vai exibir 15 títulos do diretor francês, entre eles, Acima das Nuvens, Personal Shopper, Depois de Maio, Horas de Verão, Vidas Duplas e Espionagem na Rede.

Dois Papas, novo longa de Fernando Meirelles, protagonizado por Jonathan Pryce e Anthony Hopkins, encerrará o evento. O título, que retrata dois pontífices discutindo os rumos da Igreja Católica, foi exibido no Festival de Toronto. Meirelles também produziu o documentário A Grande Muralha Verde, dirigido por Jared P. Scott, que integra a programação. Protagonizado pela cantora Inna Modja, o filme mostra uma jornada épica pela grande muralha verde africana.

waspnetworkmostra2Filme de abertura: Wasp Network, de Olivier Assayas, com o brasileiro Wagner Moura no elenco.

A 43ª edição da Mostra de São Paulo, que tem a assinatura da artista Nina Pandolfo no cartaz, fortalecerá o olhar para o cinema brasileiro. Apesar dos filmes de abertura e encerramento não serem nacionais, são produzidos (Wasp Network) e dirigidos (Dois Papas) por brasileiros. Outros títulos que levaram o nome do país para o exterior em festivais estrangeiros também fazem parte da programação, como quatro longas que serão exibidos no Theatro Municipal de São Paulo em parceria com a Spcine: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, vencedor do prêmio máximo da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes; Abe, de Fernando Grostein Andrade, exibido no Festival de Sundance; Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz, premiado no Festival de Veneza como melhor documentário da mostra Venice Classics; e Três Verões, de Sandra Kogut, exibido no Festival de Toronto.

O diretor palestino Elia Suleiman receberá o Prêmio Humanidade. Seu novo filme, O Paraíso Deve Ser Aqui (It Must Be Heaven), que recebeu Menção Especial no Festival de Cannes, compõe a seleção do evento. Já o diretor israelense Amos Gitai receberá o Prêmio Leon Cakoff e prestigiará o aniversário de lançamento de dois de seus longas que terão sessões especiais: Berlim-Jerusalém, que completa 30 anos, e Kadosh – Laços Sagrados, que estreou há duas décadas. O livro Em Tempos como Estes, com correspondências de 1929 a 1994, de Efratia Gitai, mãe de Amos, será lançado pela Mostra com leitura de algumas cartas feitas por Bárbara Paz, Regina Braga e Gabriel Braga Nunes.

Como de costume, a seleção de títulos da 43ª Mostra de São Paulo apresentará filmes premiados em importantes festivais internacionais. Do Festival de Cannes, serão exibidos: Parasita, de Bong Joon-ho, vencedor da Palma de Ouro; O Jovem Ahmed (Le jeune Ahmed), dos irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne, vencedor do prêmio de melhor direção da Competição Oficial; o drama O que Arde, de Oliver Laxe, vencedor do Prêmio do Júri na mostra Un Certain Regard; O Farol (The Lighthouse), de Robert Eggers, consagrado com o Prêmio FIPRESCI na Quinzena dos Realizadores e que será exibido no Auditório Ibirapuera seguido por uma masterclass com o diretor; o documentário Family Romance, Ltda, de Werner Herzog, exibido na mostra Sessões Especiais; Joana D’arc (Jeanne), de Bruno Dumont, que recebeu Menção Especial do júri da mostra Un Certain Regard.

E mais filmes de Cannes: a animação Os Olhos De Cabul (Les hirondelles de Kaboul), de Zabou Breitman e Eléa Gobbé-Mévellec, premiada no Festival de Annecy, e Nina Wu (Zhuo Ren Mi Mi), de Midi Z, ambos exibidos na mostra Un Certain Regard; Heróis Nunca Morrem (Les Heros Ne Meurent Jamais), de Aude Léa Rapin, com Adèle Haenel, e a comédia policial O Santo Desconhecido (The Unknown Sain), de Alaa Eddine Aljem, exibidos na Semana da Crítica; o drama Tlamess, de Ala Eddine Slim, indicado à Queer Palm, Oleg, de Juris Kursietis, vencedor do Grande Prêmio do Brussels International Film Festival, a ficção científica A Interrupção (Ang hupa), de Lav Diaz, e o drama austríaco Lillian, de Andreas Horvath, exibidos na Quinzena dos Realizadores; o islandês Um Dia Muito Claro (Hvítur, Hvítur Dagur), de Hlynur Pálmason, premiado na Semana da Crítica; e três títulos que disputaram a Palma de Ouro: O Lago Do Ganso Selvagem (Nan Fang Che Zhan De Ju Hui), de Yi’nan Diao, Sibyl, de Justine Triet e Frankie, de Ira Sachs.

frankiemostraMarisa Tomei e Isabelle Huppert em Frankie, do cineasta americano Ira Sachs.

Filmes exibidos e premiados no Festival de Berlim também fazem parte da programação, como: Synonymes (Synonyms), de Nadav Lapid, vencedor do Urso de Ouro; Systemsprenger (System Crasher), de Nora Fingscheidt, vencedor do Urso de Prata; Até Logo, Meu Filho (Di jiu tian chang), de Wang Xiaoshuai, Urso de Prata de melhor ator para Jingchun Wang e melhor atriz para Mei Yong; Cavalos Roubados (Ut og stjæle hester), de Hans Petter Moland, vencedor do Urso de Prata de melhor Contribuição Artística pela direção de fotografia; os vencedores do Prêmio do Júri Ecumênico: Deus É Mulher, Seu Nome é Petúnia (Gospod postoi, imeto i’ e Petrunija), de Teona Strugar Mitevska, da Competição OficialEmpuxo (Buoyancy), de Rodd Rathjen, da mostra Panorama e Viajante da Meia-noite (Midnight Traveler), de Hassan Fazili, que recebeu Menção Especial e Prêmio Especial do Júri em Sundance.

Completam a seleção da Berlinale na Mostra: o documentário Lemebel, de Joanna Reposi Garibaldi, vencedor do Prêmio Teddy e exibido em San Sebastián, sobre o ensaísta chileno Pedro Lemebel; Uma Colônia (Une colonie), de Geneviève Dulude-De Celles, vencedor do Urso de Cristal de melhor filme da mostra Generation KplusNossas Derrotas (Nos défaites), de Jean-Gabriel Périot, vencedor do C.I.C.A.E. Award da mostra Forum; Meu Verão Extraordinário Com Tess (My Extraordinary Summer with Tess), de Steven Wouterlood, que recebeu Menção Especial Deutsches Kinderhilfswerk; Bulbul Pode Cantar (Bulbul Can Sing), de Rima Das, Menção Especial na mostra Generation 14plus; O Milagre No Mar Dos Sargaços (To thávma tis thálassas ton Sargassón), de Syllas Tzoumerkas, e A Fera e a Festa (Holy Beasts), de Laura Amelia Guzmán e Israel Cárdenas, exibidos na mostra Panorama; o documentário Pelo Nome de Tania (By the Name of Tania), de Mary Jimenez e Bénédicte Liénard, exibido na mostra Generation; a comédia dramática Cleo, de Erik Schmitt, exibida na Generation Kplus; o documentário Heimat ist ein Raum aus Zeit, de Thomas Heise, exibido na mostra Forum; e o suspense Mr. Jones, de Agnieszka Holland, indicado ao Urso de Ouro e premiado no Polish Film Festival.

berlimnamostraHelena Zengel em Systemsprenger, da cineasta alemã Nora Fingscheidt.

Do Festival de Sundance destacam-se: Honeyland, vencedor do Grande Prêmio do Júri da Competição Internacional de Documentário; Os Tubarões (Los Tiburones), de Lucia Garibaldi, prêmio de melhor direção na Competição Internacional Drama e também premiado no BAFICI (Prêmio Especial do Júri), San Sebastián e Guadalajara; a comédia dramática A Maratona de Brittany (Brittany Runs a Marathon), de Paul Downs Colaizzo, vencedora do Prêmio do Público da Competição Americana Drama; e O Homem Que Brincava Com Fogo (Stieg Larsson – The Man Who Played With Fire), de Henrik Georgsson, sobre o escritor sueco Stieg Larsson, exibido na Competição Internacional Documentário.

Exibidos e premiados no Festival de Veneza também marcam presença na programação, entre eles: La llorona, de Jayro Bustamante, melhor filme da mostra Venice Days e também premiado no Festival de San Sebastián; Sem Túmulo (As I Lay Dying), de Mostafa Sayari, e Apenas 6.5 (Metri Shesh Va Nim), de Saeed Roustayi, ambos exibidos na mostra Orizzonti; Dente de Leite (Babyteeth), de Shannon Murphy, que rendeu o Prêmio Marcello Mastroianni de melhor ator em ascensão para Toby Wallace; O Pássaro Pintado (The Painted Bird), de Václav Marhoul, indicado ao Leão de Ouro; o drama alemão Sangue de Pelicano (Pelikanblut), de Katrin Gebbe; e o documentário Andrey Tarkovsky: Uma Oração de Cinema (Andrey Tarkovsky. A Cinema Prayer), de Andrey A. Tarkovsky, exibido na mostra Venice Classics.

Destaques do Festival de Roterdã também integram a seleção da Mostra: Fim de Estação (Ende der Saison), de Elmar Imanov, vencedor do Prêmio FIPRESCI e melhor primeiro filme da mostra Bright Future; Leve-Me Para Algum Lugar Legal (Take Me Somewhere Nice), de Ena Sendijarevic, Prêmio Especial do Júri da Tiger Competition e premiado como melhor filme no Sarajevo Film Festival; a comédia Lost Holiday, de Michael Kerry Matthews e Thomas Matthews; o drama Não Me Ame (Love Me Not), de Lluís Miñarro; a comédia dramática O Melhor de Dorien B., de Anke Blondé; Teerã: Cidade do Amor (Tehran: City of Love), de Ali Jaberansari, e Você Tem A Noite (Ti Imaš Noc), de Ivan Salatic, também exibido em Veneza.

dentedeleitemostraEliza Scanlen na comédia dramática australiana Dente de Leite.

Do Festival de Locarno, mais filmes: o documentário Rua Do Deserto, 143 (143 rue du désert), de Hassen Ferhani, prêmio de melhor direção emergente da mostra Cineasti del presente; Cães do Espaço (Space Dogs), de Elsa Kremser e Levin Peter, Menção Especial do Youth Jury; O Tempo Das Florestas (Le temps des forêts), de François-Xavier Drouet, vencedor do Prêmio da Semana da Crítica; Ecos, de Rúnar Rúnarsson, vencedor do Youth Jury Award; o romance musical português Technoboss, de João Nicolau, indicado ao Leopardo de Ouro; o drama policial O Fim do Mundo, de Basil da Cunha; e A Garota Com a Pulseira (La fille au bracelet), de Stéphane Demoustier.

Exibidos e premiados no Festival de San Sebastián também marcam presença na 43ª Mostra: o brasileiro Pacificado, de Paxton Winters, vencedor da Concha de Ouro e de outros dois prêmios; Tremores (Temblores), de Jayro Bustamante, eleito o melhor filme latino-americano, premiado nos festivais de Toulouse e Guadalajara e exibido em Berlim; Isto Não É Berlim (Esto No Es Berlín), de Hari Sama, também exibido em Sundance e Tribeca e premiado no Málaga Spanish Film Festival; o drama Patrick, de Gonçalo Waddington; A Odisseia dos Tontos (La odisea de los giles), com Ricardo Darín, e indicado à Concha de Ouro; e o curta-metragem Nimic, de Yorgos Lanthimos, exibido também em Toronto e Chicago.

Produções premiadas em outros festivais ao redor do mundo ganham destaque na Mostra, como: Adam, de Rhys Ernst, premiado no L.A. Outfest e exibido em Sundance; As Ovelhas Douradas e a Montanha Sagrada (The Gold-Laden Sheep & the Sacred Mountain), de Ridham Janve, Prêmio FIPRESCI no Hong Kong International Film Festival e premiado no Mumbai Film Festival; Aurora, de Miia Tervo, prêmio de melhor filme internacional no Edinburgh International Film Festival; o terror Devorar (Swallow), de Carlo Mirabella-Davis, prêmio de melhor atriz para Haley Bennett no Tribeca Film Festival; Cicatrizes (Savovi), de Miroslav Terzic, exibido em Berlim e premiado no FEST International Film Festival em três categorias, entre elas, Prêmio FIPRESCI e melhor atriz para Snezana Bogdanovic; Estação Das Chuvas (West Season), de Anthony Chen, exibido em Toronto e premiado como melhor roteiro original no Golden Horse Film Festival; e Filhos Da Dinamarca (Danmarks Sønner), de Ulaa Salim, melhor filme no Riviera International Film Festival, melhor direção no Seattle International Film Festival e exibido em Roterdã.

pacificadomostraCassia Gil em Pacificado: prêmio máximo no Festival de San Sebastián.

Completam a seleção de premiados: Gay Chorus Deep South, de David Charles Rodrigues, melhor documentário segundo o Júri Popular no Festival de Tribeca; o sueco Koko-di Koko-da, de Johannes Nyholm, premiado no Fantasia Film Festival e exibido em Sundance, BAFICI e Roterdã; o argentino La Vida en Común, de Ezequiel Yanco, prêmio de melhor edição no BAFICI; o drama sul-coreano Limpeza (Clean Up), de Man-Ki Kwon, melhor filme no International Film Festival & Awards Macao; a comédia dramática Maggie, de Ok-seop Yi, premiada no Fantasia Film Festival, Osaka Asian Film Festival e Pusan International Film Festival; Mr. Jimmy, de Peter Michael Dowd, que homenageia o músico Jimmy Page, da banda Led Zeppelin, melhor documentário americano no Cinetopia Film Festival; o drama iraniano O Carcereiro (The Warden), vencedor do Prêmio Especial do Júri de melhor direção para Nima Javidi no Fajr Film Festival; o drama israelense O Dia Depois Que Eu Partir (The Day After I’m Gone), de Nimrod Eldar, premiado no Festival de Sarajevo e exibido em Berlim; o suspense grego O Garçom (The Waiter), de Steve Krikris, prêmio de melhor ator para Aris Servetalis no Beijing International Film Festival e premiado no Raindance Film Festival.

E mais: a cinebiografia do jogador russo Boris Arkadiev, que se tornou o primeiro treinador da equipe nacional de futebol da União Soviética, O Humorista (Yumorist), de Michael Idov, que rendeu o prêmio de melhor ator para Aleksey Agranovich no Art Film Festival; o terror O Mundo é Repleto de Segredos (The World is Full of Secrets), de Graham Swon, melhor filme no Sarasota Film Festival; o drama colombiano Os Dias da Baleia (Los días de la ballena), de Catalina Arroyave Restrepo, Menção Especial no SXSW Film Festival e exibido no BAFICI; o drama venezuelano Pequenas Histórias, de Rafael Marziano Tinoco, eleito o melhor filme do Festival del Cine Venezolano; a comédia dramática Saint Frances, de Alex Thompson, premiada no Festival de Chicago, SXSW Film Festival e L.A. Outfest; o drama alemão Terra Sagrada (Noah Land), de Cenk Ertürk, prêmio de melhor ator para Ali Atay e melhor roteiro no Festival de Tribeca; o chinês Viver Para Cantar, de Johnny Ma, exibido na Quinzena dos Realizadores e premiado no Shanghai International Film Festival como melhor filme e melhor atriz para Xiaoli Zhao.

ogarcommostraAris Servetalis e Alexandros Mavropoulos no suspense O Garçom.

Outras produções premiadas: o drama musical Lara, de Jan Ole Gerster, vencedor do Prêmio FIPRESCI no Munich Film Festival; o drama argentino Chuvas Suaves Virão (Vendrán lluvias suaves), de Iván Fund, vencedor do Prêmio Especial do Júri no Mar del Plata Film Festival; o documentário O Fantasma de Peter Sellers, de Peter Medak, melhor filme e Prêmio Especial do Júri no Beverly Hills Film Festival; o drama Apagada (Izbrisana), de Miha Mazzini e Dusan Joksimovic, vencedor do prêmio de melhor roteiro no FEST International Film Festival; o documentário Amazing Grace, de Alan Elliott, sobre a cantora Aretha Franklin, e premiado no NAACP Image Awards; a cinebiografia do cantor Juice Leskinen, Juice, de Teppo Airaksinen, exibida no Festival de Hamburgo e premiada no Jussi Awards; Viúva do Silêncio (Widow of Silence), de Praveen Morchhale, eleito o melhor filme no Indian Film Festival of Los Angeles; e o iraniano Castelo de Sonhos (Castle of Dreams), de Reza Mirkarimi, vencedor do prêmio de melhor filme no Shanghai International Film Festival.

A programação segue com filmes de todos os gêneros e países, como: Cartas Para Paul Morrissey, de Armand Rovira e Saida Benzal, exibido no Seville European Film Festival; Corações e Ossos (Hearts and Bones), de Ben Lawrence e com Hugo Weaving, exibido no Sydney Film Festival e no Festival de Toronto; o documentário Cunningham, de Alla Kovgan, sobre o bailarino Merce Cunningham, exibido nos festivais de Hamburgo e Londres; o documentário Zero Impunity, de Nicolas Blies, Stephane Hueber-Blies e Denis Lambert, exibido nos festivais de Annecy e Quebec; O Relatório (The Report), de Scott Z. Burns, exibido em Toronto, com Adam Driver, Jon Hamm e Annette Bening, sobre Daniel J. Jones, um ex-investigador do Senado dos Estados Unidos mais conhecido por seu papel na liderança da investigação sobre o uso de tortura pela CIA após os ataques de 11 de setembro; o documentário Isso Muda Tudo (This Changes Everything), de Tom Donahue, que apresenta uma análise da disparidade de gênero em Hollywood com depoimentos de diversos artistas, entre eles, Jessica Chastain e Natalie Portman; Segredos Oficiais (Official Secrets), de Gavin Hood, com Keira Knightley e Ralph Fiennes, exibido no Seattle International Film Festival.

E mais: o documentário belga O Século da Fumaça (Century of Smoke), de Nicolas Graux, sobre uma jovem viciada em ópio; a animação Ninja Xadrez (Ternet ninja), de Thorbjørn Christoffersen e Anders Matthesen; o documentário O Projecionista (The Projectionist), de Abel Ferrara;  o drama O Último Amor de Casanova (Dernier amour), de Benoît Jacquot; a comédia dramática islandesa A Resistência de Inga (The County), de Grímur Hákonarson; entre outros.

adamdriverorelatoriomostraAdam Driver em O Relatório, de Scott Z. Burns.

A 43ª Mostra de São Paulo exibirá cerca de 60 longas brasileiros incluídos nas seções Apresentação Especial, Competição Novos Diretores e Perspectiva Internacional, entre eles: Pacarrete, de Allan Deberton, grande vencedor do Festival de Cinema de Gramado deste ano; Acqua Movie, de Lírio Ferreira, com Alessandra Negrini; Alice Júnior, de Gil Baroni; Anna, de Heitor Dhalia; Banquete Coutinho, de Josafá Veloso; Beco, de Camilo Cavalcante; Carcereiros – O Filme, de José Eduardo Belmonte, com Rodrigo Lombardi; o documentário Chorão: Marginal Alado, de Felipe Novaes; Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler, vencedor do 8º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba; Fendas, de Carlos Segundo; Indianara, de Marcelo Barbosa e Aude Chevalier-Beaumel, exibido na mostra ACID, em Cannes; O Juízo, de Andrucha Waddington, com Fernanda Montenegro; o documentário Outubro, de Maria Ribeiro e Loiro Cunha; Querência, de Helvécio Marins Jr., e Chão, de Camila Freitas, ambos exibidos na mostra Forum do Festival de Berlim; Sem Seu Sangue, de Alice Furtado, exibido na Quinzena dos Realizadores, em Cannes; entre outros.

Todos os diretores que tiveram títulos selecionados para a Mostra Brasil poderão inscrever um novo projeto para concorrer a um prêmio oferecido pelo Projeto Paradiso, uma iniciativa do Instituto Olga Rabinovich. A bolsa, no valor de R$ 30 mil, é destinada ao roteirista do projeto em fase de desenvolvimento e inclui ainda mentoria nacional, consultoria internacional e participação no Workshop Audience Design do TorinoFilmLab no Brasil. O anúncio do ganhador será feito no encerramento da Mostra. Neste ano, o festival também promove sessões que serão seguidas de debates especiais com os respectivos diretorese e produtores, na própria sala, com duração de uma hora após a exibição.

Além disso, três títulos em homenagem a Luiz Rosemberg Filho, morto neste ano, ganham projeção durante o evento: O Jardim das Espumas (1970), Crônica de um Industrial (1978) e Bobo da Corte (2019).

A Linha, do diretor Ricardo Laganaro, com voz de Rodrigo Santoro, vencedor do prêmio de melhor Experiência Interativa no Festival de Veneza, integra a programação de filmes em Realidade Virtual. Neste ano, uma unidade móvel fará itinerância nos CEUs Aricanduva, Caminho do Mar, Meninos, Vila Atlântica, Jaçanã e no Centro de Formação da Cidade Tiradentes.

pacarretemostraMarcélia Cartaxo em cena de Pacarrete, de Allan Deberton: ovacionada por onde passa.

A seleção de títulos da Mostra também traz doze obras já indicadas por seus respectivos países para o Oscar de melhor filme internacional. Além do brasileiro A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, o argelino Papicha, de Mounia Meddour, e o equatoriano La Mala Noche, de Gabriela Calvache, se destacam.

Neste ano, a clássica sessão na parte externa do Auditório Ibirapuera, com acompanhamento da Orquestra Jazz Sinfônica, ocorrerá no dia 2 de novembro, com a exibição de O Gabinete do Dr. Caligari, de Robert Wiene, em homenagem ao centenário do filme. A tradicional programação do Vão Livre do Masp incluirá Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani, premiado na edição anterior do evento, o documentário SLAM: Voz De Levante, de Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann, e uma sessão de curtas de Georges Méliès, como Viagem à Lua, em comemoração ao Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual.

Uma novidade neste ano: a Mostra apresentará três episódios diários de podcast, sendo o primeiro no dia 5 de outubro com a diretora da Mostra, Renata de Almeida, além de um ciclo baseado nos depoimentos à seção Memórias de Cinema, como os de Hector Babenco e Rubens Ewald Filho. O crítico de cinema também será homenageado com a exibição de O Mágico de Oz, um de seus filmes preferidos.

O programa Cinema Alemão: por Mariette Rissenbeek traz os dez títulos mais relevantes produzidos pela Alemanha nos últimos anos; Mariette esteve à frente da German Films e atualmente é a nova diretora-executiva da Berlinale. Além disso, o III Fórum Mostra irá promover discussões relativas à política do setor e questões ligadas aos processos criativos, além de explorar a relação entre palavra e imagem. E mais: em comemoração aos 25 anos de exibição de O Tango de Satã (Sátántangó) na 18ª edição da Mostra, o festival projetará uma versão restaurada do premiado longa do cineasta húngaro Béla Tarr. Neste ano, a Mostra também contará com uma itinerância promovida pelo Sesc, em doze unidades no interior paulista, e disponibilizará dez filmes na plataforma de streaming Spcine Play.

Para mais informações sobre a 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, clique aqui.

Fotos: Eric Chakeen/Yunus Roy Imer/Chalkiadakis Dimitris/Divulgação.

Filmes brasileiros são premiados no Festival Biarritz América Latina 2019

por: Cinevitor

biarritzvencedores2019O ator brasileiro Regis Myrupu recebe o prêmio de melhor filme para A Febre.

O Festival Biarritz Amérique Latine é considerado uma referência para o cinema latino-americano. Paralelamente, o evento apresenta também exibição de filmes clássicos, além de shows, encontros literários, exposições, entre outras atividades.

A 28ª edição, que aconteceu entre os dias 30 de setembro e 6 de outubro, consagrou o cinema brasileiro. O longa A Febre, de Maya Da-Rin, foi escolhido pelo júri, presidido pela atriz francesa Mireille Perrier, como o melhor filme.

A trama narra à história de Justino, um indígena do povo Desana que trabalha como vigilante em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Desde a morte da sua esposa, sua principal companhia é a filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Como o passar dos dias, Justino é tomado por uma febre forte. Durante a noite, uma criatura misteriosa segue seus passos. Durante o dia, ele luta para se manter acordado no trabalho. Porém, sua rotina do porto é transformada com a chegada de um novo vigia. Nesse meio tempo, seu irmão vem de visita e Justino relembra a vida na aldeia, de onde partiu há mais de vinte anos.

Além disso, outras produções brasileiras se destacaram nesta edição, como: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, e o curta-metragem O Mistério da Carne, de Rafaela Camelo. Reconhecido como uma vitrine do cinema latino-americano, o festival também é um ponto de encontro e cooperação entre produtores franceses e realizadores latino-americanos. Os encontros profissionais do evento acontecem no Biarritz Latin America Lab, BAL-LAB, no qual dois projetos brasileiros foram contemplados.

Conheça os vencedores do Festival Biarritz América Latina 2019:

LONGA-METRAGEM | FICÇÃO

Prêmio Abrazo | Melhor Filme: A Febre, de Maya Da-Rin (Brasil/França/Alemanha)
Prêmio do Júri: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz (Brasil/Alemania)
Menção Especial do Júri: Canção Sem Nome (Canción sin nombre), de Melina León (Peru/Espanha/EUA)
Prêmio Syndicat Français de la Critique de Cinéma: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz
Menção Especial do Syndicat Français de la Critique de Cinéma: Las Buenas Intenciones, de Ana García Blaya (Argentina)
Prêmio do Público: La llorona, de Jayro Bustamante (Guatemala/França)

LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO

Melhor Filme: La vida en común, de Ezequiel Yanco (Argentina/França)
Prêmio do Público: La Búsqueda, de Daniel Lagares e Mariano Agudo (Peru/Espanha)

CURTA-METRAGEM

Melhor Filme: O Mistério da Carne, de Rafaela Camelo (Brasil)
Menção Especial do Júri: Hogar, de Gerardo Minutti (Uruguai)

BAL-LAB

Prêmio BAL-LAB de Documentário: Ceci Bon, de Rodrigo John (Brasil)
Prêmio BAL-LAB de Ficção: Sangue do Meu Sangue, de Rafaela Camelo (Brasil)

Foto: Agence/Photomobile.

Pacarrete, de Allan Deberton, é o grande vencedor do 23º Florianópolis Audiovisual Mercosul

por: Cinevitor

pacarretevenceFAMMarcélia Cartaxo em Pacarrete, de Allan Deberton: filme premiado.

Os vencedores da 23ª edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul foram anunciados nesta quarta-feira, 02/10, no Teatro Álvaro de Carvalho, no centro da capital catarinense. Na Mostra Longas Ficção Mercosul, Pacarrete, de Allan Deberton, foi consagrado com dois prêmios: melhor filme pelo júri oficial e popular.

Ao todo, foram mais de R$ 230 mil em serviços de pós-produção e finalização para os oito vencedores das mostras competitivas, oferecidos pelos parceiros do festival e destinados aos próximos projetos dos realizadores. A estreante Mostra Work-In-Progress é a única que traz prêmios destinados à finalização do próprio filme apresentado no festival, uma vez que trata de um projeto ainda em fase de finalização.

Confira a lista completa com os vencedores do FAM 2019:

MOSTRA LONGAS FICÇÃO MERCOSUL

Melhor Filme: Pacarrete, de Allan Deberton (Brasil)
Menção Honrosa: Huenu Paz Paredes, por Yo Niña (Argentina)
Melhor Filme | Júri Popular: Pacarrete, de Allan Deberton

MOSTRA DOC-FAM

Melhor Filme: Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (Brasil)
Menção Honrosa: Zurita, de Alejandra Carmona (Chile)
Melhor Filme | Júri Popular: Zurita, de Alejandra Carmona (Chile)

MOSTRA CURTAS CATARINENSE

Melhor Filme: Nossa Terra, de Samuel Moreira (Itajaí/José Boiteux/Florianópolis)
Melhor Filme | Júri Popular: Nas Curvas da Estrada, de Viviane Mayumi (Florianópolis/Guarujá do Sul/Curitiba)

MOSTRA CURTAS MERCOSUL

Melhor Filme: Ausencia, de Andrés Tudela (Colômbia)
Melhor Filme | Júri Popular: A Volta para Casa, de Diego Freitas (Brasil, SP)

MOSTRA CURTAS CATARINENSE e MOSTRA CURTAS MERCOSUL

Melhor Ator: Lima Duarte, por A Volta para Casa
Melhor Atriz: Marina Corredor, por Ausencia
Melhor Direção de Arte: Cabrita Sin Cuernos, por Aureliano Gentile
Melhor Trilha Sonora: A Volta para Casa, por Ed Côrtes
Melhor Som: The End of Eternity, por Pablo Radice
Melhor Fotografia: Kîriri, por Ángel Molina
Melhor Montagem: Oyentes, por Café 80
Melhor Roteiro: Ausencia, escrito por Andrés Tudela
Melhor Direção: Miguel Agüero, por Kîriri
Melhor Ficção: Ausencia, de Andrés Tudela
Melhor Documentário: Aqueles Dois, de Émerson Maranhão
Melhor Animação: Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes

MOSTRA INFANTOJUVENIL

Melhor Filme: Guaxuma, de Nara Normande (Brasil/França)
Menção Honrosa: As Quatro Estações, de Lícia Brancher (Brasil, SC)
Melhor Filme | Júri Popular: Guaxuma, de Nara Normande

MOSTRA VIDEOCLIPE

Júri Oficial: Tenemos Voz, Juan Manuel Costa (Argentina e França)
Júri Popular: Ore Kunhangue – Mbya Resiste, Luiz Fernando F. Machado (Brasil, SC)
Menção Honrosa: Pra que ser tão normal, Romã (Brasil, RJ)

PRÊMIO RECAM

Júri Oficial | Longas: Yo Niña, de Natural Arpajou (Argentina)
Júri Oficial | Curtas: Vivi Lobo e o Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo (Brasil, PR)

MOSTRA WIP

Menção Honrosa: El Film Justifica Los Medios, de Juan Jacobo Del Castillo
Melhor Filme: El Árbol Rojo, de Joan Gómez Endara

RALLY UNIVERSITÁRIO: El Gran Día – Equipe 2

Foto: Mauro Angeli.

29º Festival Curta Cinema: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

limaduartecurtarioLima Duarte no curta A Volta Para Casa, de Diego Freitas.

O Festival Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro é exclusivamente dedicado à exibição e à promoção de obras audiovisuais de curta-metragem. O evento exibe trabalhos finalizados em suportes digitais, com duração máxima de 30 minutos, e tem caráter competitivo e informativo.

A programação da 29ª edição, que acontecerá entre os dias 30 de outubro e 6 de novembro, será constituída por: Competição Internacional, Competição Nacional, Panoramas latino-americano e carioca e Programas Especiais, com o objetivo principal de promover a exibição, a distribuição e a produção da obra audiovisual de curta-metragem.

Além disso, o Curta Cinema é um festival que qualifica os ganhadores do Grande Prêmio da Competição Nacional e Internacional a pleitearem uma indicação ao Oscar, premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, e também ao BAFTA, realizado pela British Academy of Film and Television Arts. Além da exibição de filmes, o festival também promove workshops, laboratório de projetos de curta metragem, palestras e debates.

Conheça os filmes selecionados para o Curta Cinema 2019:

ABERTURA:

2 ou 3 choses de Marie Jacobson, de Anne Azoulay (França)
Agora como Antes, de Thiago Carvalhaes (Brasil, SP)
Aiku’è, de Mariana Villas-Bôas (Brasil, RJ)
Estrondo, de Felipe Nepomuceno (Brasil, RJ)
O Muro era muito alto, de Marcelo Marão (Brasil, RJ)

COMPETIÇÃO NACIONAL:

A ética das hienas, de Rodolpho de Barros (PB)
A Nave de Mané Socó, de Severino Dadá (RJ)
A Profundidade da Areia, de Hugo Reis (ES)
A Volta Para Casa, de Diego Freitas (SP)
Água e Sal, de Luisa Mello (RJ)
Amor aos vinte anos, de Toti Loureiro e Felipe Poroger (SP)
Auto Falo, de Caio Dornelas (PB)
Avoada, de Magno Pinheiro (RJ)
Baile, de Cíntia Domit Bittar (SC)
Caçador, de Leonardo Sette (PE)
Carne, de Camila Kater (SP)
Estamos Sendo, de Claryssa Almeida (MG)
Extratos, de Sinai Sganzerla (SP)
Guará, de Fabrício Cordeiro e Luciano Evangelista (GO)
Ilhas de Calor, de Arthur Macedo Ulisses (AL)
Joderismo, de Marcus Curvelo (BA)
Jorge, de Jéferson (RJ)
Looping, de Maick Hannder (MG)
Malandro de Ouro, de Flávio C. von Sperling (MG)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
Nove Águas, de Gabriel Martins e Quilombo dos Marques (MG)
Planeta Fábrica, de Julia Zakia (SP)
Quebramar, de Cris Lyra (SP)
, de Ana Flavia Cavalcanti (SP)
Revolver, de Frederico Benevides e Tadeu Capistrano (RJ)
Rocha, de Luiz Matoso (MG)
Sangro, de de Tiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR (SP)
Sem Asas, de Renata Cilene Martins (SP)
Sol, de Higor Mourão (SP)
Thinya, de Lia Letícia Leite (PE)
Tuã Ingügu (Olhos D’Água), de Daniela Thomas (RJ)
Xandoca, de Takumã Kuikuro (MT)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL:

Above us only sky, de Arthur Kleinjan (Holanda)
Acadiana, de Guillaume Fournier, Samuel Matteau e Yannick Nolin (Canadá)
All Fires the Fire, de Efthimis Kosemund Sanidis (Grécia)
Blue Boy, de Manuel Abramovich (Argentina/Alemanha)
Cães que ladram aos pássaros, de Leonor Teles (Portugal)
Club Splendida, de Caio Amado Soares (Alemanha)
Destierra, de Juan David Mejía Vásquez (Colômbia)
Dia de Festa, de Sofia Bost (Portugal)
Dossier of the dossier, de Sorayos Prapapan (Tailândia)
Em Caso de Fogo, de Tomás Paula Marques (Portugal)
Fakh (The Trap), de Nada Riyadh (Egito/Alemanha)
Figurant, de Jan Vejnar (República Checa/França)
Greykey, de Enric Ribes (Espanha)
Günst ul vándrafoo (Ráfagas de vida salvaje), de Jorge Cantos (Espanha)
Hãy tỉnh thức và sẵn sàng (Stay Awake, be Ready), de Pham Thien An (Coreia do Sul/EUA/Vietnã)
Hierophany, de Frank O’Neill (EUA)
Home, de Alejandro Alonso (Cuba)
Insectopedia, de Antoine Fontaine (Bélgica/França)
Kembalilah Dengan Tenang (Rest in peace), de M. Reza Fahriyansyah (Indonésia)
Kolektyviniai sodai (Community Gardens), de Vytautas Katkus (Lituânia)
La siesta, de Federico Luis Tachella (Argentina)
Mabat shlishi (Third Look), de Efrat Rasner (Israel)
Monstruo Díos, de Agustina San Martín (Argentina)
Nachts sind alle Katzen grau (All Cats Are Grey in the Dark), de Lasse Linder (Suíça)
Nilalang (Of Beings and Deceit), de Juan Carlo Tarobal (Filipinas)
Scarcity, de Przemek Węgrzyn (Polônia)
Soledad, de Stiliyan Stoyanov (Bulgária)
Spacewalkers, de Juan Pablo Caballero (Colômbia)
Supine, de Nicole Goode (República Checa)
The Van, de Erenik Beqiri (Albânia/França)
Tigre, de Delphine Deloget (França)
Transparent, the world is., de Yuri Muraoka (Japão)
Ultimul Drum Spre Mare (The last trip to the seaside), de Aidi Voicu (Romênia)

PANORAMA CARIOCA:

A Mentira, de Rafael Spínola e Klaus Diehl
Abraço, de Matheus Murucci
Afeto, de Tainá Medina e Gabriela Gaia Meirelles
Alfazema, de Sabrina Fidalgo
Aurora, de Renata Spitz
Cadeia Alimentar, de Raphael Medeiros
Cravo, Lírio e Rosa, de Maju Paiva
Intervenção Jah, de Daniel Santos (Brasil/Guiné-Bissau)
Kopacabana, de Khalil Charif e Marcos Bonisson
Maurício, de Rafael Machado
Na Rota do Vento – O Cinema na Música de Sergio Ricardo, de Victor Magrath, Marina Lufti e Cavi Borges
O rio em mim, de Elena Duarte Parravicini
Panóptico, de Cesar Duro
Peixe Pequeno, de Caio Alvarenga
Vento de Sal, de Anna Azevedo
Vidas Inventadas de Amélia Aragão, de Luiza Quental
Tarântula, de Tiago Ferreira Fonseca, Bruna Mello, Lucas Melo, Uli Dile e Vitor Valadão

PANORAMA BRASIL:

A Era de Lareokotô, de Rita Carelli (SP)
Aulas que matei, de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia (DF)
Aurora, de Leo Ayres (Brasil, MG/Cuba)
Cão Maior, de Filipe Alves (DF)
Cartuchos de Super Nintendo em Anéis de Saturno, de Leon Reis (CE)
Dia de Eleição, de Nereu Afonso (SP)
Diz Que É Verdade, de Pedro Estrada e Claryssa Almeida (MG)
Dois, de Leticia Rheingantz e Gabriela Boeri (SP)
Entre, de Ana Carolina Marinho e Bárbara Santos (SP)
Frescor Marine, de Tothi dos Santos (GO)
Mesmo Com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond (SP)
Mona, de Luíza Zaidan e Thiago Schindler (SP)
O Rabequeiro Maneta e a Fúria da Natureza, de Manu Maltez (SP)
Pelano!, de Calebe Lopes e Christina Mariani (BA)
Ressurreição, de Otto Guerra (RS)
Selma depois da Chuva, de Loli Menezes (SC)
Tempestade, de Fellipe Fernandes (PE)
Teoria sobre um planeta estranho, de Marco Antonio Pereira (MG)
Tipóia, de Paulo Silver (AL)
Um ensaio sobre a ausência, de David Aynan (BA)

PANORAMA LATINO-AMERICANO:

Abisal, de Esteban Santana (Chile)
Ari y Yo, de Adriana Faria (Brasil/Cuba)
Bodas de Oro, de Lorenzo Tocco (Chile/Uruguai)
Cuadros, de Juan Sebastian Abello Acosta (Colômbia)
El agua, de Andrea Dargenio (Argentina)
El futuro, de Ernesto Martínez Bucio (México)
Exiliada, de Leonor Zúniga (Nicarágua/EUA)
Feelings, de Fermin Pedros (Peru)
Fiebre Austral, de Thomas Woodroffe (Chile)
Franco, de Mariana Martínez Gómez (México)
Héctor, de Victoria Giesen Carvajal (Chile)
Hogar, de Gerardo Minutti (Uruguai)
La Xarxa, de Sofia Marcos Sofia (República Dominicana/Portugal)
Liremu Barana (Soul of the sea), de Elvis Rigoberto Caj Cojoc (Guatemala/Noruega)
Mundo Viejo, de Luis Garay Guevara (Argentina)
No faltes, Mili, de Carla Gutiérrez Yañez (Argentina)
Oliva, de Irene Ponce (Cuba/Espanha)
Pleamar, de Marco Salaverría (Venezuela)
Tierra Mojada, de Juan Sebastian Mesa (Colômbia)
Todo lo que flota, de María Matiz (Colômbia)
Trois Machettes, de Matthieu Maunier Rossi (França/Haiti)

PROGRAMAS ESPECIAIS

EM TRÂNSITO:

Brasil, Cuba, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza (Brasil, PB/México)
Budapest, de Gabriel Motta (Brasil, RS/Hungria)
Nome de Batismo – Frances, de Tila Chitunda (SP)
Refúgio, de Shay Peled e Gabriela Alves (SP)
Ver a China, de Amanda Carvalho (Brasil, SP/China)

INTERZONA – PRÊMIO ITAMARATY:

Caranguejo Rei, de Matheus Farias e Enock Carvalho (PB)
Cova humana, de Joel Caetano (SP)
Nervo, de Sabrina Maróstica e Pedro Jorge (SP)
Pop Ritual, de Mozart Freire (CE)
Sobrado, de Renato Sircilli (SP)
Who’s That Man Inside My House?, de Lucas Reis (RS)

PRIMEIROS QUADROS – PRÊMIO JÚRI JOVEM:

À Margem das Torres, de Nilton Apolinario (RJ)
Antes de Ontem, de Caio Franco (SP)
Aqueles Dois, de Émerson Maranhão (CE)
As Constituintes de 88, de Gregory Baltz (RJ)
Com Cassis?, de Nicole Gullane (SP)
Derradeiro, de Renata Alves (SP)
Em busca de Alzira, de Maria Julia Andrade (RJ)
Fosfeno, de Clara Vilas Boas e Emanuele Sales (MG)
Jaíza, de João Paulo de Freitas e Ana Clara Gonçalves França (MG)
Mãe não chora, de Vaneza Oliveira e Carol Rodrigues (SP)
NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)
Nova Redenção, de Rafael Rodrigues (RJ)
Pogrom, de Guilherme Folly e Fernanda Cavalcanti (RJ)
Polis, de Rafael Baptista da Costa Magalhães (RJ)
Quântica, de Tati Lenna (SP)
Volta Seca, de Roberto Veiga (PE)

PROGRAMA INFANTO-JUVENIL:

A Common Activity, de Gustavo Carvalho e Jefferson Messias (Brasil, RJ/EUA)
Balão Azul, de Alice Gomes (RJ)
O Vestido, de Carla Saavedra Brychcy (Brasil, SP/Bolívia)
O Véu de Amani, de Renata Diniz (DF)
Trincheira, de Paulo Silver (AL)

Foto: Guilherme Raya.

Aves de Rapina, com Margot Robbie como Arlequina, ganha trailer

por: Cinevitor

avesrapinatrailer1Depois de Esquadrão Suicida, Margot Robbie está de volta como Arlequina.

Dirigido por Cathy Yan, Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) traz Margot Robbie novamente no papel de Arlequina. Na trama, depois do rompimento com o Coringa, ela busca um novo início: sua emancipação na cidade de Gotham junto com outras companheiras.

O elenco conta também com Mary Elizabeth Winstead como Caçadora; Jurnee Smollett-Bell como Canário Negro; Rosie Perez como Renee Montoya; Chris Messina como Victor Zsasz; e Ewan McGregor como Roman Sionis. A novata Ella Jay Basco também estrela como Cassandra “Cass” Cain em seu primeiro filme.

Com base no roteiro de Christina Hodson, de Bumblebee, o filme é baseado nos personagens da DC. Robbie também produz o longo ao lado de Bryan Unkeless e Sue Kroll. Os produtores executivos são Walter Hamada, Galen Vaisman, Geoff Johns, David Ayer e Hans Ritter.

Confira o primeiro trailer de Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa), que tem previsão de estreia para o dia 6 de fevereiro de 2020:

Foto: Warner Bros. Pictures/Divulgação.

Conheça os vencedores do 26º Festival de Cinema de Vitória

por: Cinevitor

vencedores26vitoriaMarcélia Cartaxo com os cineastas Allan Deberton e Bertrand Lira: melhor interpretação.

O Festival de Cinema de Vitória anunciou neste domingo, 29/09, no Teatro Glória, do Centro Cultural Sesc Glória, os vencedores de sua 26ª edição. Na Competição Nacional de Longas, o Troféu Vitória de melhor filme foi para o documentário Casa, de Letícia Simões. A produção revela a relação entre mãe e filha e, na construção dos espaços de afeto entre essas mulheres, questiona o que é sanidade, memória, solidão e família.

O cineasta paraibano Bertrand Lira ganhou os prêmios de melhor direção e melhor roteiro pela ficção O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira) e o cearense Pacarrete, de Allan Deberton, venceu na categoria Interpretação, pela atuação de Marcélia Cartaxo. O documentário gaúcho Mirante, de Rodrigo John, levou o Troféu Vitória na categoria Contribuição Artística.

Antes da premiação, o público assistiu ao curta-metragem de suspense Uma Faca Só Lâmina, produzido, filmado e finalizado pelos alunos da oficina ministrada durante o festival pelo cineasta Luiz Carlos Lacerda, o Bigode.

Conheça os vencedores do 26º Festival de Cinema de Vitória:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE LONGAS

Melhor Filme: Casa, de Letícia Simões (PE)
Melhor Direção: Bertrand Lira, por O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira)
Melhor Interpretação: Marcélia Cartaxo por Pacarrete e O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira)
Melhor Roteiro: O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira), escrito por Bertrand Lira
Prêmio de Contribuição Artística: Mirante, de Rodrigo John (RS)
Menção Honrosa: Willian Muniz, pelo papel de Laura de Jezebel no filme O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira)

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE CURTAS

Melhor Filme: NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)
Melhor Filme | Júri Popular: Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (SP)
Melhor Direção: Diego Paulino, por NEGRUM3
Melhor Interpretação: Kauan Alvarenga, por O Órfão
Melhor Roteiro: A Praga do Cinema Brasileiro, escrito por Willian Alves e Zefel Coff
Prêmio de Contribuição Artística: Quando Elas Cantam, de Maria Franchin (SP)
Prêmio Especial do Júri: Guaxuma, de Nara Normande (PE)

FESTIVALZINHO DE CINEMA DE VITÓRIA

Melhor Filme | Júri Popular: Arani Tempo Furioso, de Roobertchay Domingues Rocha (ES)

MOSTRA DO OUTRO LADO

Melhor Filme: Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Menção Honrosa: Carne Infinita, de Isadora Cavalcanti (RJ)

MOSTRA NACIONAL DE CINEMA AMBIENTAL

Melhor Filme: KA’A ZAR WKYZE WA – Os Donos da Floresta em Perigo, de Flay Guajajara, Edvan dos Santos Guajajara e Erivan Bone Guajajara (SP)

MOSTRA NACIONAL DE VIDEOCLIPES

Melhor Filme: Pedrinho, de Tulipa Ruiz (Pedro Henrique França, Fabio Lamounier e Rodrigo Ladeira, SP)
Menção Honrosa: Ok Ok Ok, de Gilberto Gil (Victor Hugo Fiuza, RJ)

MOSTRA MULHERES NO CINEMA

Melhor Filme: Deus te dê Boa Sorte, de Jaqueline Farias (PE)
Menção Honrosa: Afeto, de Gabriela Gaia Meirelles e Tainá Medina (RJ)

MOSTRA CINEMA E NEGRITUDE

Melhor Filme: Sem Asas, de Renata Martins (SP)
Menção Honrosa: Motriz, de Tais Amordivino (BA)

MOSTRA OUTROS OLHARES

Melhor Filme: Do Outro Lado, de Bob Yang e Frederico Evaristo (SP)
Menção Honrosa: Kris Bronze, de Larry Machado (GO)

MOSTRA CORSÁRIA

Melhores Filmes: A Profundidade da Areia, de Hugo Reis (ES) e Plano-Controle, de Juliana Antunes (MG)

MOSTRA FOCO CAPIXABA

Melhor Filme: Jardim Secreto, de Shay Peled

MOSTRA QUATRO ESTAÇÕES

Melhor Filme: Tea for Two, de Julia Katharine (SP)

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Foto: Levi Mori.

Bernadette Lyra é homenageada no 26º Festival de Cinema de Vitória

por: Cinevitor

bernadettelyravitoriaBernadette Lyra: amor ao cinema.

Além da premiação, o último dia do 26º Festival de Cinema de Vitória foi marcado pela entrega do Troféu Vitória para Bernadette Lyra por sua contribuição ao audiovisual. Conhecida por ser uma das mais importantes escritoras do país, é também considerada uma entusiasta do cinema. Sua paixão pela sétima arte a levou aos estudos. Criou o termo Cinema de Bordas, que define produções periféricas, de baixo orçamento, realizadas por cineastas autodidatas de pequenas cidades ou arredores das grandes capitais.

Nascida em Conceição da Barra, em 1938, Bernadette Lyra é uma das escritoras mais aclamadas e respeitadas dentro e fora do Estado, com 15 livros lançados. Sua obra mais recente, Ulpiana, foi lançada no mês de junho deste ano. Sua paixão pelas letras começou cedo, com o avô, que a apresentou aos livros e também ao cinema. Essa dualidade entre a palavra escrita e o audiovisual também permeou toda a sua vida profissional, uma vez que se formou em Letras, na Ufes, mas escolheu o cinema como tema para o doutorado, pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado na Université René Descartes/Sorbonne, em Paris.

Além do troféu, a homenageada também recebeu um caderno especial, com reportagem de Jace Theodoro. No palco do Teatro Glória, foi aplaudida pela plateia ao discursar e relembrar, aos 80 anos, sua trajetória.

Aperte o play e assista aos melhores momentos da homenagem:

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Foto: Sérgio Cardoso.

Entrevista: Anne Celestino Mota e Gil Baroni falam sobre Alice Júnior, exibido no 26º Festival de Cinema de Vitória

por: Cinevitor

alicejuniorvitoriaA equipe do filme no palco: muitos aplausos.

O penúltimo dia da 9ª Mostra Competitiva Nacional de Longas da 26ª edição do Festival de Cinema de Vitória marcou a estreia brasileira de Alice Júnior, filme de Gil Baroni, que contou com a presença de diversos integrantes da equipe no palco.

O longa conta a história de Alice, interpretada por Anne Celestino Mota, uma garota transexual que quer dar o primeiro beijo, ser feliz e viver as experiências da adolescência sem ser rotulada e reprimida. No palco, o diretor fez seu discurso: “Queria agradecer ao Festival de Vitória, a curadoria, toda equipe do evento e dedicar esse filme à Anne Celestino, que foi fundamental para nós durante esse processo longo de realização. E toda minha equipe que veio de Curitiba para trazer o nosso calor para a exibição. Estamos aqui com muito amor”.

O filme fala sobre a adolescência, suas inquietações, seus sonhos e retrata a escola como um ambiente de ensino indispensável, mas que muitas vezes pode ser opressor. O diretor Gil Baroni, o roteirista e criador da ideia original Luiz Bertazzo e o coroteirista Adriel Nizer Silva, desenvolveram a história ao longo de um ano e meio. “Foi um processo de muito aprendizado. A primeira Alice Júnior tinha outros padrões de pensamento e outras características. Quando encontramos a Anne, muita coisa mudou. Eu queria falar de outros problemas que aparecem depois de sair do armário. Alice Júnior é uma personagem muito mais catalisadora do entorno do que necessariamente uma personagem que faz suas mudanças internas”, disse Bertazzo na coletiva de imprensa.

A protagonista, natural de Recife, visitou a equipe em Curitiba e após várias conversas não só ganhou o papel de Alice como contribuiu com várias mudanças na escrita do roteiro, pois a equipe entendeu que a história deveria ser contada a partir do seu olhar, da sua militância, suas experiências e que seu lugar de fala deveria ser respeitado. “O filme traz uma personagem trans para o protagonismo da história. Como contar essa história sendo coerente com a realidade de um país transfóbico, mas ao mesmo tempo como fazer com que essa personagem tivesse força para representar a coragem, a superação e a vitória? Esse foi o maior desafio”, contou o diretor.

O filme, que foi muito aplaudido no Teatro Glória durante sua exibição e nos créditos finais, tem estreia prevista para 2020 pela Olhar Distribuição, e conta também com Emmanuel Rosset, Matheus Moura, Surya Amitrano, Thais Schier, Igor Augustho, Gustavo Piaskoski, Kátia Horn, Cida Rolim e Marcel Szymanski no elenco.

Para falar mais sobre Alice Júnior, conversamos com o diretor e com a protagonista. Aperte o play e confira:

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Foto: Sérgio Cardoso.

Filme brasileiro Pacificado, de Paxton Winters, é o grande vencedor do 67º Festival de San Sebastián

por: Cinevitor

pacificadoconchadeouroPaxton Winters, diretor de Pacificado, recebe o prêmio máximo.

Foram anunciados neste sábado, 28/09, os vencedores da 67ª edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián. O drama brasileiro Pacificado, coprodução com Estados Unidos e dirigida pelo americano Paxton Winters, recebeu a Concha de Ouro de melhor filme, prêmio máximo do evento.

Além disso, o longa, produzido pelo cineasta Darren Aronofsky, também foi premiado nas categorias de melhor fotografia para Laura Merians e melhor ator para Bukassa Kabengele. Pacificado conta também com Cássia Nascimento, José Loreto, Léa Garcia e Débora Nascimento no elenco.

A história se passa no morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro, na época dos Jogos Olímpicos, em 2016, e as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) ocupam os morros para manter o controle durante o evento. Tati, uma garota introvertida de 13 anos, mantém uma relação problemática com a mãe dependente de drogas e sonha conhecer seu pai, Jaca, ex-chefe do tráfico local, que está prestes a sair da prisão. Ao voltar para casa, Jaca sonha em começar uma nova vida, longe do tráfico. Quer encontrar um novo lugar para ele e sua família num morro agora comandado por Nelson, um jovem traficante. Mas, encontrar a paz num mundo dominado pela violência não será tarefa fácil, pois a realidade se mostra mais dura do que ele imaginava.

Conheça os vencedores do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián 2019:

CONCHA DE OURO | MELHOR FILME:
Pacificado, de Paxton Winters (Brasil/EUA)

CONCHA DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO:
La trinchera infinita, por Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (França/Espanha)

CONCHA DE PRATA | MELHOR ATRIZ (empate):
Nina Hoss, por Das Vorspiel (The Audition) e Greta Fernández, por La hija de un ladrón (A thief’s daughter)

CONCHA DE PRATA | MELHOR ATOR:
Bukassa Kabengele, por Pacificado

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Proxima, de Alice Winocour (França/Alemanha)

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR ROTEIRO:
La trinchera infinita, escrito por Luiso Berdejo e Jose Mari Goenaga

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR FOTOGRAFIA:
Pacificado, por Laura Merians

PRÊMIO NOVOS DIRETORES:
Algunas Bestias, de Jorge Riquelme Serrano (Chile)
Menção Especial: Sestra (Sister), de Svetla Tsotsorkova (Bulgária/Qatar)

PRÊMIO HORIZONTES:
De Nuevo Otra Vez, de Romina Paula (Argentina)
Menção Especial: La bronca, de Daniel Vega e Diego Vega (Peru)

PRÊMIO  ZABALTEGI-TABAKALERA:
Ich war zuhause, aber, de Angela Schanelec (Alemanha/Sérvia)
Menção Especial: Les enfants d’Isadora, de Damien Manivel (França/Coreia do Sul)

JÚRI POPULAR | MELHOR FILME | CITY OF DONOSTIA:
Hors normes, de Olivier Nakache e Éric Toledano (França)

JÚRI POPULAR | MELHOR FILME EUROPEU | CITY OF DONOSTIA:
Sorry We Missed You, de Ken Loach (Reino Unido/França/Bélgica)

PRÊMIO FIPRESCI:
La trinchera infinita, de Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (França/Espanha)

IRIZAR BASQUE FILM AWARD:
La trinchera infinita, de Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (França/Espanha)
Menção Especial: Glittering Misfits, de Iban Del Campo (Espanha/EUA)

YOUTH AWARD:
Las Buenas Intenciones, de Ana García Blaya (Argentina)

Foto: Getty Images Europe.

Vera Fischer é homenageada no 26º Festival de Cinema de Vitória e relembra trajetória, filmes e personagens marcantes

por: Cinevitor

verafischervitoria2A homenageada no palco do Teatro Glória.

A noite de quinta-feira, 26/09, da 26ª edição do Festival de Cinema de Vitória foi tomada por muita emoção por conta da presença da atriz Vera Fischer, uma das homenageadas deste ano. Com um extenso currículo, que inclui 22 filmes, 23 novelas e mais de 10 séries e programas especiais de TV, além de 12 peças para o teatro, a atriz recebeu o Troféu Vitória no Centro Cultural Sesc Glória.

A cerimônia começou com os discursos do produtor Marcio Rosario e do diretor Daniel Ghivelder, responsáveis pela volta de Vera ao cinema, depois de duas décadas, com Quase Alguém, que está em fase de produção e teve um teaser apresentado com exclusividade no evento. Depois disso, um vídeo com os melhores momentos da carreira da homenageada, realizado pelo Canal Brasil, foi exibido e, na sequência, o público foi surpreendido pelo músico George Israel, que tocou uma versão instrumental de Luíza, de Tom Jobim, no saxofone pelos corredores do teatro. No palco, ele cantou Olhar de Mangá, música de Erasmo Carlos, que cita a atriz.

Depois dos momentos musicais, Vera subiu ao palco para receber o Troféu Vitória, entregue pela diretora do Festival de Cinema de Vitória, Lucia Caus. Com seu discurso, a homenageada emocionou e divertiu o público: “Eu amo o cinema e a gente não vai parar. Eu fico sempre muito prosa quando vejo essas pessoas novas que estão começando, pessoas das antigas, todo mundo participando junto. Eu sou das antigas e sou das novas também. Estamos juntos. Eu estou sempre junto. Feliz de estar aqui mesmo”.

Dona de uma presença marcante nas produções das quais participou, Vera Fischer nasceu em Blumenau, Santa Catarina, e iniciou sua carreira artística sendo eleita Miss Brasil em 1969, o que lhe conferiu projeção nacional. Sua primeira incursão no universo audiovisual foi no cinema nacional, em 1973, no longa A Super Fêmea, de Anibal Massaini Neto. Porém, sua estreia nas telenovelas como Diana Queiroz, em Espelho Mágico, de 1977, na Rede Globo, elevou seu status para atriz de grandes produções televisivas, que permanecem na mente de muitos brasileiros, como Sinal de Alerta (1978), Os Gigantes (1979), Coração Alado (1980), Laços de Família (2000) e Brilhante (1981). Clique aqui para saber mais sobre a carreira da atriz.

vera2vitoriaA homenageada na plateia.

Antes da cerimônia no Centro Cultural Sesc Glória, aconteceu uma coletiva de imprensa junto com o lançamento do Caderno da Homenageada no Hotel Senac Ilha do Boi. O bate-papo foi mediado por Lobo Pasolini e contou com a participação do jornalista Jace Theodoro, autor da publicação.

Entre os diversos assuntos, ela falou sobre o amor que sente por seu ofício: “Eu sou apaixonada por arte. Ela está dentro de mim e eu preciso colocar pra fora”. Questionada sobre a atual situação do país, Vera disse: “O governo está com ódio e com raiva de artista. É um ódio geral contra a arte. Artista é perigoso porque pensa e é isso que eles não querem”.

Para falar mais sobre a homenageada, fizemos dois vídeos especiais. No primeiro, registramos os melhores momentos da coletiva, na qual Vera falou sobre: a polêmica do filme Amor Estranho Amor com Xuxa Meneghel, o afastamento do cinema, o novo trabalho nas telonas, política brasileira, redes sociais, aulas de canto, concurso Miss Brasil, preconceito, pornochanchada, rótulos, relembrou personagens e trabalhos marcantes, como os filmes Navalha na Carne e A Super Fêmea, a novela Pátria Minha, a minissérie Desejo, entre outros. No segundo vídeo, registramos os melhores momentos da homenagem no palco do Teatro Glória.

Aperte o play e confira:

COLETIVA DE IMPRENSA:

HOMENAGEM:

*O CINEVITOR está em Vitória e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Levi Mori.