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Confira o trailer de Malasartes e o Duelo Com a Morte, com Jesuíta Barbosa e Isis Valverde

por: Cinevitor

malasartestrailerProtagonista: Jesuíta Barbosa interpreta personagem lendário.

Escrito e dirigido por Paulo Morelli, Malasartes e o Duelo Com a Morte, que foi orçado em R$ 9,5 milhões, com cerca de R$ 4,5 milhões dedicados aos efeitos visuais, se passa em dois cenários principais: o mundo do interior e o mundo mágico. É no mágico onde se concentra a maioria dos efeitos, sendo o longa nacional com o maior número de efeitos especiais da história do cinema brasileiro, com 40% das cenas geradas por computação.

A trama gira em torno das aventuras do personagem lendário do folclore ibero-americano, Pedro Malasartes, vivido por Jesuíta Barbosa, que vive de pequenas trapaças e está sempre se safando das situações, muitas vezes, criadas por ele mesmo. Mas terá que enfrentar dois grandes inimigos: Próspero, papel de Milhem Cortaz, que fará de tudo para impedir que sua irmã Áurea, interpretada por Isis Valverde, namore um sujeito preguiçoso, sem coragem e imprestável como Malasartes; e a própria Morte encarnada, papel de Julio Andrade, que quer tirar férias depois de dois mil anos ceifando vidas, e pretende enganar Pedro para que assuma o tedioso cargo em seu lugar. Para piorar, Malasartes terá que lidar com a bruxa Parca Cortadeira, interpretada por Vera Holtz e Esculápio, vivido por Leandro Hassum, assistente da Morte, que querem para si o posto que a Morte pretende vagar.

Com estreia prevista para o dia 10 de agosto, o longa conta também no elenco com Luciana Paes e Julia Ianini como Teceira e Fiandeira, que trabalham ao lado da Parca Cortadeira, além de Augusto Madeira, como o ingênuo Zé Candinho, melhor amigo de Pedro e Áurea.

Confira o trailer de Malasartes e o Duelo Com a Morte:

Foto: Andre Brandao.

Com Brie Larson e Naomi Watts, O Castelo de Vidro ganha trailer

por: Cinevitor

brievidrotrailerProtagonista: Brie Larson em cena do filme.

Baseado no best-seller de Jeannette Walls, O Castelo de Vidro retrata a rotina de uma família instável e nômade, a partir da perspectiva de Jeannette, interpretada por Brie Larson, vencedora do Oscar de melhor atriz por O Quarto de Jack. Enquanto o pai alcoólatra, papel de Woody Harrelson, desperta a imaginação e a esperança das crianças como distração para a pobreza que assola a família, a mãe, vivida por Naomi Watts, projeta seu jeito artístico e excêntrico na criação dos filhos.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, de Temporário 12, o longa apresenta uma crônica sobre aventuras de uma família excêntrica. Ao som de Sleep On The Floor, da banda The Lumineers, o primeiro trailer revela as lembranças da infância de Jeannette e seus irmãos, as dificuldades enfrentadas pela família e os conflitos da fase adulta, quando Jeannette já é uma bem sucedida jornalista.

Confira o trailer de O Castelo de Vidro, que chega aos cinemas no dia 24 de agosto:

Foto: Jake Giles Netter.

Com Thaila Ayala e Timothy Omundson, Pica-Pau ganha primeiro trailer oficial

por: Cinevitor

picapautrailer1Famoso personagem da TV chega aos cinemas em breve!

O pássaro Pica-Pau (Woody Woodpecker), icônico personagem da TV, criado em 1940 por Walter Lantz, chegará aos cinemas em outubro, em uma produção original pensada especialmente para o Brasil, o país que mais consome os desenhos animados do personagem em todo o mundo.

Com direção de Alex Zamm, de Os Batutinhas: Uma Nova Aventura, a produção, que mescla animação GCI e live-action, resgata o personagem que marcou várias gerações e ainda apresenta a atriz brasileira Thaila Ayala no elenco principal. Ao lado de Timothy Omundson, os atores interpretam o casal Brittany e Lance Walters, os alvos do traiçoeiro Pica-Pau na história.

A comédia mostra uma guerra de território entre o pássaro e o vigarista Lance Walters e sua namorada, que estão determinados a construir a casa de seus sonhos, mas para isso têm que derrubar a casa do travesso personagem.

Confira o trailer de Pica-Pau:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Beto Brant será homenageado no 12º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo

por: Cinevitor

betobrantlatinoMuitos filmes do homenageado na programação.

O cineasta paulista Beto Brant será o grande homenageado do 12º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, que acontecerá entre os dias 26 de julho e 2 de agosto, em diversas salas da capital paulista e em Campinas. Além de seus premiados longas-metragens, o evento promoverá a pré-estreia mundial de dois novos filmes do realizador: Zócalo e Ilú Obá De Min – Homenagem a Elza Soares, a Pérola Negra.

Ilú Obá De Min – Homenagem a Elza Soares, a Pérola Negra acompanha o desfile do bloco Ilú Obá De Min em homenagem à cantora, grande rainha do samba, mulher negra que, com uma história de batalhas, alegrias, tristezas, renascimentos e superações, traz sua vida como inspiração, não apenas para mulheres, mas para a música e toda sociedade brasileira. O bloco adentra as ruas do centro da cidade de São Paulo exaltando a cultura afro-brasileira e preservando o patrimônio imaterial, ocupando o espaço urbano com as danças e os cantos em yorubá dos terreiros de Candomblé e de diversas manifestações da cultura negra.

Zócalo, dirigido por Carol Quintanilha e produzido por Beto Brant, focaliza o espetáculo em oferenda ao Dia dos Mortos, em Zócalo, no centro da Cidade do México, comandado pelo neólogo Felipe Ehrenberg. A proposta para o evento documentado no filme foi a de voltar à origem da festa íntima, do ciclo de vida e morte, da colheita e origem.

Na programação estarão também os curtas-metragens do diretor de rara circulação, como: Manifesto Makumbacyber, um registro de espetáculo multimídia, concebido pela atriz, cantora e poetisa Elisa Lucinda; e Kreuko, codireção de Cisco Vasques, um episódio do longa-metragem Mundo Invisível, produzido para a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no qual o protagonista decide que vai deixar a loucura tomar conta de si durante uma seção de quimioterapia e começa a narrar versões pervertidas das cenas de peças de William Shakespeare; em Apocalipstick, Dias Finais, acompanhamos os dias finais da preparação para a exposição de Felipe Ehrenberg que ocorreu na galeria Baró, em São Paulo. Em meio a conversas, destaca-se o relato emocional de sua experiência durante os acontecimentos decorrentes do terremoto ocorrido no México em 1985.

Completam a programação oito longas-metragens de Beto Brant: Os Matadores, Ação Entre Amigos, O Invasor, Crime Delicado, Cão Sem Dono, O Amor Segundo B. Schianberg, Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios e Pitanga.

pitangabrantCamila Pitanga em Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios.

Além disso, um encontro reunirá Beto Brant com Renato Ciasca e o escritor e roteirista Marçal Aquino, seus colaboradores em diversos dos filmes em exibição.

O 12º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo reúne os destaques da produção mais recente feita na América Latina e no Caribe, incluindo vários títulos inéditos no Brasil. No total, serão mais de 90 filmes, representando 18 países da região: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba Equador, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Com curadoria assinada por Jurandir Müller e Francisco Cesar Filho, o evento é uma realização do Memorial da América Latina, da Secretaria de Estado da Cultura e da Associação do Audiovisual.

Fotos: Mario Miranda/Agência Foto/Divulgação.

Diretor de Rocky e Karatê Kid, John G. Avildsen, morre aos 81 anos

por: Cinevitor

avildsenmorreJohn G. Avildsen na cerimônia do Oscar, em 1977.

Morreu nesta sexta-feira, 16/06, em Los Angeles, aos 81 anos, o cineasta americano John G. Avildsen, vencedor do Oscar de melhor direção por Rocky: Um Lutador, em 1977. A informação, divulgada pela imprensa americana, foi confirmada pelo filho mais velho de John, que revelou que o pai faleceu por conta de um câncer no pâncreas.

John G. Avildsen começou sua carreira na década de 1960 no drama Greenwich Village Story, no qual atuou e foi assistente de direção e de produção. Em 1965, dirigiu seu primeiro filme, o documentário Light Sound Diffused, onde também assinou a direção de fotografia, função que exerceu algumas outras vezes.

Sua carreira ficou marcada pelo sucesso estrondoso de Rocky: Um Lutador, com Sylvester Stallone, lançado em 1976, que, além de receber a estatueta dourada da Academia, também foi consagrado no DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores da América (Directors Guild of America) e indicado ao Globo de Ouro.

Além disso, John dirigiu diversos outros filmes, como: Joe – Das Drogas à Morte (1970), Cry Uncle (1971), Sonhos do Passado (1973), A Fórmula (1980), Estranhos Vizinhos (1981), Traveling Hopefully (1982), Clube das Mulheres (1983), Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984), Karatê Kid II – A Hora da Verdade Continua (1986), Feliz Ano Novo (1987), Meu Mestre, Minha Vida (1989), Karatê Kid 3 – O Desafio Final (1989), Rocky V (1990), O Poder de um Jovem (1992), 8 Segundos (1994) e estava em pré-produção do drama Nate & Al, previsto para estrear em 2018.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

por: Cinevitor

corpopoliticovenceCena de Meu Corpo é Político, de Alice Riff: premiado.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 14/06, os vencedores do 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, consolidado como uma das mais importantes vitrines do cinema independente no país, que nesta edição contou com 125 filmes na programação, além de debates, seminários e oficinas.

Dirigido por Joshua Bonnetta e J.P. Sniadecki, El mar la mar levou o prêmio de melhor filme da mostra Competitiva. O longa é um poema épico em alusão ao México, cuja relação com os Estados Unidos foi fraturada há muito tempo. Ao longo dos episódios fragmentados, filmados em 16mm, os realizadores transmitem a sensação de cruzar de um lugar para outro e proveem um profundo sentimento de empatia.

O documentário Fernando, de Igor Angelkorte, Julia Ariani e Paula Vilela, foi eleito pelo público como o melhor filme da Competição e também recebeu uma Menção Honrosa no Prêmio Olhares Brasil.

Conheça os vencedores do Olhar de Cinema 2017:

COMPETITIVA | LONGA-METRAGEM:

Prêmio Olhar de Melhor Filme: El mar la mar, de Joshua Bonnetta e J.P. Sniadecki (EUA)
Prêmio Especial do Júri: 300 Milhas, de Orwa Al Mokdad (Síria/Líbano)
Menção Honrosa: Rey, de Niles Atallah (Chile/França)
Prêmio de Contribuição Artística: Máquinas, de Rahul Jain (Índia/Alemanha/Finlândia)
Menção Honrosa | Contribuição Artística: Navios de Terra, de Simone Cortezão (Brasil)
Prêmio do Público: Fernando, de Igor Angelkorte, Julia Ariani e Paula Vilela (Brasil)

COMPETITIVA | CURTA-METRAGEM:

Prêmio Olhar de Melhor Filme: O Disco Resplandece (La disco resplandece), de Chema García Ibarra (Turquia/Espanha)

PRÊMIO OLHARES BRASIL:

Melhor longa-metragem brasileiro: Meu Corpo é Político, de Alice Riff
Menção Honrosa: Fernando, de Igor Angelkorte, Julia Ariani e Paula Vilela
Melhor curta-metragem brasileiro: Balança Brasil, de Carlos Segundo

NOVOS OLHARES:

Melhor Filme: Parque Tonsler (Tonsler Park), de Kevin Jerome Everson (EUA)
Menção Honrosa: People Power Bombshell: O Diário de Vietnam Rose (People Power Bombshell: The Diary of Vietnam Rose), de John Torres (Filipinas)

OUTROS PRÊMIOS:

Prêmio da Crítica | ABRACCINE: Grande Grande Mundo, de Reha Erdem (Turquia)
Melhor longa-metragem | Outros Olhares: Convicções (Ubezhdeniya), de Tatyana Chistova (Rússia/Polônia)
Prêmio AVEC-PR | Melhor curta-metragem da mostra Mirada Paranaense: A Rua Muda, de Eduardo Colgan (Brasil)

*O CINEVITOR está em Curitiba a convite do evento e você acompanha a cobertura do festival por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Divulgação.

Fernando, de Igor Angelkorte, Julia Ariani e Paula Vilela, é exibido no 6º Olhar de Cinema

por: Cinevitor

fernandocuritibaFernando Bohrer com a equipe do filme em Curitiba.

Dirigido por Igor Angelkorte, Julia Ariani e Paula Vilela, Fernando mescla realidade e ficção e acompanha Fernando Bohrer, um professor-artista de 74 anos, que diante de um problema de saúde segue uma rotina preenchida de projetos e desejos.

Ancorado na tendência de um certo cinema contemporâneo, o longa permite dar um passo a mais nesse caminho por conta da ocupação do seu protagonista, que vive cotidianamente não apenas a arte de encenar, como a de ensinar a atuar.

Selecionado para a mostra Competitiva, Fernando foi exibido pela primeira vez no 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba nesta terça-feira, 13/06. Depois da sessão foi realizado um debate com o público, mediado por Aaron Cutler, que contou com a presença do protagonista, dos diretores e da diretora de arte, Liza Machado.

Assista aos melhores momentos:

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Foto: Divulgação.

Rey, dirigido por Niles Atallah, é apresentado no 6º Olhar de Cinema

por: Cinevitor

diretorreycinevitorO diretor durante o debate.

Orélie-Antoine de Tounens foi um advogado e explorador francês do século XIX que se dedicou a conquistar a Patagônia. Suas aventuras são exploradas pelo cineasta chileno-americano Niles Atallah em Rey, filme que recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival Internacional de Cinema de Roterdã neste ano.

O rei, vivido por Rodrigo Lisboa, se depara com seres flutuantes e inimigos vestindo máscaras enormes durante seu trajeto. Este filme, frequentemente alucinatório, mostra a história rompendo e brotando um caminho para a transcendência.

Na primeira exibição do longa na mostra Competitiva do 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, o diretor marcou presença na sessão e participou de um debate com o público. Assista aos melhores momentos:

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Foto: Divulgação.

Simone Cortezão fala sobre Navios de Terra, seu primeiro longa-metragem, exibido no 6º Olhar de Cinema

por: Cinevitor

naviosterracinevitorRômulo Braga na montanha: em cena.

A cineasta Simone Cortezão, que já escreveu e dirigiu cinco obras de curta e média-metragem, chega ao 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba na mostra Competitiva com Navios de Terra, seu primeiro longa-metragem, que teve estreia mundial no Visions du Réel, na Suíça.

No filme, há anos a montanha é deslocada entre dois países: Brasil e China. Rômulo, vivido por Rômulo Braga, ex-minerador e agora marinheiro, segue levando parte da montanha e vai ao encontro da outra. Sua atenção incomum à construção da imagem e do som asseguram que ele não deixe de interessar e excitar os sentidos a cada momento.

Depois da primeira exibição do filme, que aconteceu no domingo, 11/06, a diretora participou de um debate com o público presente. Confira os melhores momentos:

RÔMULO BRAGA

O Rômulo participou do meu média-metragem Subsolos. E aqui, neste trabalho, ele era uma figura muito importante por ser uma extensão da minha pesquisa, desse pensamento. Era o cara que se camuflava e se infiltrava comigo e ele foi muito importante, não só como ator, mas como pesquisador também, pois de alguma forma se misturava com o lugar. O Rômulo estava interessado nessa pesquisa da trama e entendeu o que eu estava fazendo. Eu precisava de um ator que desse conta desses lugares”.

SOM

“O Guile Martins foi outro que entendeu minha pesquisa. Eu queria que o navio fosse um personagem e o sons são muito peculiares nesses lugares. E eu debatia muito com ele, que trabalhou tanto o som direto como os sons de biblioteca e fizemos uma costura com a extensão narrativa. Juntos, entendíamos quais sons eram importantes para essa construção”.

simonenavioscuritibaA diretora Simone Cortezão em Curitiba.

A MONTANHA

“Tínhamos que filmar muito rápido, mas dava tempo de pensar nos enquadramentos. Na montanha, o vento estava muito forte e filmar por lá foi muito tenso e difícil. Era preciso uma câmera portátil porque em alguns momentos eu era expulsa dos lugares. Mas antes fui à locação com um produtor local e com o fotógrafo [Matheus Antunes]. E também fiz várias pesquisas de imagem e mostrei para o Matheus, que já tinha trabalhado comigo em Subsolos, e ele começou a entender até que ponto essa imagem tinha que conseguir abarcar a paisagem. A Ana [Moraes, produtora] está comigo desde quando ninguém acreditava que isso fosse acontecer. Ela foi a principal figura. Viajávamos antes para os lugares e tirávamos fotos para pesquisa. E o tempo inteiro eu pensava no movimento de navegação que o filme poderia ter”.

*O CINEVITOR está em Curitiba a convite do evento e você acompanha a cobertura do festival por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Divulgação e Vitor Búrigo.

Com Armando Babaioff, Homem Livre é exibido no 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

por: Cinevitor

homemlivreolharArmando Babaioff e Pedro Perazzo: equipe do filme.

Em Homem Livre, dirigido por Alvaro Furloni, um ex-ídolo do rock, após anos de cadeia, encontra abrigo em uma pequena igreja evangélica. Ele só quer ser esquecido, mas seu passado volta para assombrá-lo.

Ao lidar com temas complexos e contemporâneos, como a cultura das celebridades e as igrejas neopentecostais, o filme evita a polêmica fácil ou as simplificações, usando-os apenas como pano de fundo para um estudo de personagens em tom menor, delicado e atento.

Exibido no domingo, 11/06, na mostra Outros Olhares, que apresenta produções recém estreadas, inéditas ou que já possuem uma trajetória em festivais, Homem Livre contou com a presença do protagonista Armando Babaioff e do roteirista Pedro Perazzo em sua primeira sessão no 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, seguida por um debate.

Aperte o play e confira os melhores momentos do bate-papo da equipe com o público:

*Homem Livre terá outra sessão nesta quarta-feira, 14/06, às 18h30. Saiba mais aqui.

*O CINEVITOR está em Curitiba a convite do evento e você acompanha a cobertura do festival por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Isabella Glock.

Confira o trailer de Pantera Negra, com Chadwick Boseman, que chega aos cinemas em fevereiro de 2018

por: Cinevitor

panteranegratrailerProtagonista: Chadwick Boseman em cena.

Dirigido por Ryan Coogler, de Creed: Nascido para Lutar, Pantera Negra acompanha T’Challa, interpretado por Chadwick Boseman, que, após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, volta para casa para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda, para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada quando ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco.

Pantera Negra, da Marvel Studios, é produzido por Kevin Feige e conta com Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Angela Bassett, Forest Whitaker, Andy Serkis, Florence Kasumba e Letitia Wright no elenco.

Confira o primeiro trailer de Pantera Negra, que chega aos cinemas no dia 15 de fevereiro de 2018:

Foto: Divulgação.

A Família, de Gustavo Rondón Córdova, abre o 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

por: Cinevitor

familiacuritibaGustavo Rondón Córdova e Aly Muritiba na noite de abertura.

Começou nesta quarta-feira, 07/06, o 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que acontece até o dia 15/06 na capital paranaense, com 125 filmes na programação, além de debates, oficinas e seminários.

Na noite de abertura, os fundadores e diretores do festival, Aly Muritiba e Antônio Junior deram boas-vindas ao público acompanhados pelo cineasta venezuelano Gustavo Rondón Córdova, que marcou presença no evento para apresentar seu primeiro longa-metragem, o drama A Família (La familia), exibido recentemente na Semana da Crítica, mostra paralela ao Festival de Cannes, e convidado para abrir esta edição do Olhar de Cinema.

Em conversa com o CINEVITOR, realizada no dia seguinte à exibição, Gustavo falou sobre sua participação no festival, recepção do público em Cannes, cinema venezuelano, elenco e equipe. Confira os melhores momentos do bate-papo:

OLHAR DE CINEMA

“Me sinto muito honrado em participar desse festival, pois sei que tem um público muito exigente e particular. Quando recebi o convite para que A Família fosse o filme de abertura fiquei muito contente”.

CINEMA VENEZUELANO

“Como realizador venezuelano tenho noção de que não temos uma posição no circuito internacional. Quando um filme brasileiro ou mexicano ou argentino chega ao circuito, por exemplo, existe uma tradição. Da Venezuela não, pois ainda temos que encontrar nosso lugar. Porém, de uns anos pra cá, alguns filmes venezuelanos ganharam destaque, como Pelo malo, dirigido pela Mariana Rondón, que abriu caminho e continuou com De Longe Te Observo, de Lorenzo Vigas, vencedor do Leão de Ouro, no Festival de Veneza, em 2015″.

diretorfamiliacuritibGustavo conversa com a imprensa depois da exibição.

CANNES

“Fazia tempo que a Venezuela não participava de Cannes e A Família foi o primeiro filme venezuelano na Semana da Crítica. Foi importante para o país, ainda mais em um momento tão caótico, tão negativo. Levar boas notícias nessas horas é muito importante. Além disso, teve uma boa recepção de público, boas críticas e tem sido muito positivo. Meu filme é uma produção pequena, muito sensível, mas potente. Estar em Cannes é muito importante, não só para o filme e para mim, como diretor, mas também para a Venezuela. Significa que o cinema venezuelano está encontrando um lugar no circuito e não somos mais um caso esporádico”.

ELENCO

Ainda na pré-produção já estava muito claro que eu queria trabalhar com um ator adulto e com um garoto não profissional. Fizemos um longo teste de elenco. Procuramos em diversos locais da cidade, colégios e encontramos o Reggie [Reyes] em um campo de futebol de seu bairro. Como o filme teria muita ação e exigiria bastante dos atores fisicamente, procurei um menino com uma imagem forte”.

“Testamos entre 15 e 20 meninos e durante os testes eu fingi que era o assistente do diretor de elenco. Com isso, tivemos uma cumplicidade muito grande e todas as crianças que participaram do teste aparecem na primeira cena do filme. O Reggie só descobriu que tinha sido escolhido para protagonizar o filme na segunda semana de filmagem, enquanto isso, ele achava que estava participando do teste de elenco”.

lafamiliafilmecuritReggie Reyes e Giovanni García em cena: elenco entrosado.

PRODUÇÃO

“O filme foi rodado cronologicamente, durante sete semanas. Enquanto filmávamos, eu escrevia e acrescentava elementos que tivessem relação com as locações e com os personagens. O Reggie e o Giovanni García, que faz o pai do garoto, não se conheceram antes, então, esse processo foi unindo os dois. Fora que a técnica de atuação do Giovanni ajudou muito o Reggie. Criamos um triângulo de cumplicidade entre atores, direção e equipe. E acredito que para um filme tão pequeno e tão íntimo, isso acaba sendo fundamental para alcançar o objetivo final. Agora faremos um circuito de festivais e acredito que final do ano ou começo de 2018 A Família entra em cartaz no circuito comercial”.

*O CINEVITOR está em Curitiba a convite do evento e você acompanha a cobertura do festival por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Divulgação/Olhar de Cinema.