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Festival de Cannes 2020 anuncia Seleção Oficial, novo formato e filme de João Paulo Miranda Maria

por: Cinevitor

antoniopitangacannes2020Antonio Pitanga em Casa de Antiguidades, de João Paulo Miranda Maria.

Entre tantas incertezas por conta da pandemia de Covid-19, a 73ª edição do Festival de Cannes, que aconteceria em maio, finalmente tomou uma decisão. Nesta quarta-feira, 03/06, Thierry Frémaux, diretor geral do evento, e Pierre Lescure, presidente do festival, anunciaram, em Paris, as mudanças na programação, um novo formato e a Seleção Oficial com filmes que receberão o selo de Cannes.

Desde o início, Frémaux sempre deixou claro que o cancelamento nunca foi uma opção. Vale lembrar que Cannes só foi cancelado apenas uma vez, em 1939, e em 1968 sua edição não foi concluída. “A edição de 2020 não poderia simplesmente desaparecer. Também foi por causa do trabalho árduo dos cineastas que não queríamos desistir. Não foi possível deixar todas as obras para 2021. Por isso, continuamos nossa seleção. E foi a decisão certa”, disse Thierry.

“Embora as salas de cinema fiquem fechadas por três meses, fato que acontece pela primeira vez desde a invenção da exibição de filmes pelos irmãos Lumière, em 28 de dezembro de 1895, essa seleção reflete que o cinema está mais vivo do que nunca. Permanece único, insubstituível. Vivemos em um mundo em que as imagens em movimento estão em constante evolução. O cinema faz a diferença graças a quem o faz, a quem lhe dá vida e a quem a recebe e a glorifica. O cinema não está morto, nem está doente”, completou.

Em comunicado oficial, Frémaux adiantou que a comissão de seleção se deparou com muitos nomes de cineastas já consagrados que estariam com seus filmes prontos para este ano. Porém, outros títulos, também esperados para esta edição, ficarão de fora porque seus realizadores resolveram adiar o lançamento para 2021: “A ausência deles na Seleção Oficial deste ano não será uma surpresa. Nos encontraremos novamente em 2021”, confirmando que esses trabalhos poderão se inscrever no ano que vem.

wescannes2020The French Dispatch, de Wes Anderson: selecionado.

Neste ano, o número de inscritos bateu recorde: foram 2.067 longas-metragens. No ano passado, foram 1.845. Outro número crescente é a constante expansão geográfica dos países de origem dos filmes. Em 2020, os filmes vieram de 147 países, em comparação com 138 em 2019, um aumento de 6,5%. Ao final, foram escolhidos 56 filmes. Entre os selecionados, 15 são de cineastas estreantes. Há também um número crescente entre as mulheres: 532 diretoras inscreveram seus filmes; 16 foram selecionadas, representando 28,5% da seleção, superior ao ano passado.

Sem as tradicionais exibições na Croisette, a programação foi montada em uma única lista sem registrar os filmes em categorias específicas, como Exibições Especiais, Fora de Competição ou Sessão da Meia-Noite, por exemplo. “Essa seleção foi construída com a perspectiva de ver o Festival de Cannes assumir, mais do que nunca, sua principal missão: promover filmes, artistas e profissionais mostrando seu trabalho, sendo a ponte entre a tela e o público”, disse Thierry.

Sobre a importância de uma exibição no Palácio dos Festivais, Frémaux falou: “Teremos que encontrar outra maneira de apoiar esses filmes. Agora que a estreia mundial no Palácio não acontecerá, terá que ser em cinemas e festivais ao redor do mundo. Muitos outros festivais expressaram o desejo de receber os filmes selecionados para Cannes 2020”.

Festivais importantes já se ofereceram para as exibições especiais de Cannes, como: Locarno, Telluride, Toronto, Deauville, San Sebastián, Pusan, Morelia, Angoulême, Nova York, Roma, Rio, Tóquio, Mumbai, Mar del Plata e Sundance. Os títulos que receberam o selo de Cannes podem competir nesses outros festivais, já que este ano não será escolhido o grande vencedor da Palma de Ouro.

A ACID, Association du Cinéma Indépendant pour diffusion, uma das mostras paralelas ao festival, também anunciará uma seleção, assim como a Semana da Crítica. A seleção de curtas-metragens e da Cinéfondation serão reveladas nos próximos dias. A lista completa do programa Cannes Classics também será anunciada em breve, encabeçada pela obra-prima de Wong Kar-Wai, Amor à Flor da Pele. Além disso, o Marché du Film terá uma edição on-line este ano, organizada por seu diretor Jérôme Paillard.

“Uma última coisa: 2020 é o centenário de Federico Fellini. Durante esses doze dias, todos teríamos abraçado as três palavras do Maestro que Quentin Tarantino nunca deixa de repetir e que, mais do que nunca, fluem pelas veias de todos os amantes de cinema: Viva il cinema!”, finalizou Thierry.

Entre os selecionados, vale destacar a presença do brasileiro Casa de Antiguidades, de João Paulo Miranda Maria, que já recebeu Menção Especial em Cannes, em 2016, com o curta A Moça que Dançou com o Diabo. Ao anunciar a produção, Thierry Frémaux falou sobre a crítica situação da Cinemateca Brasileira.

No longa, Antonio Pitanga dá vida a Cristovam, um homem simples do interior que precisa mudar de cidade em busca de melhores condições de vida e trabalho. Porém, ele precisa se adaptar a uma realidade diferente daquela que estava acostumado, sofrendo com a solidão e o preconceito dos moradores locais. O diretor João Paulo fala mais sobre o personagem: “O filme tem o protagonismo de Antonio Pitanga, com seus mais de 80 anos, interpretando um homem que veio do interior de Goiás e que enfrentará violentamente um grupo ultra conservador no sul do Brasil. Isso o guiará num buraco negro profundo e complexo; que espelha um Brasil que está perdido no tempo, com cara dos anos 1970”.

A sinopse diz: Cristovam é um caipira do interior do Brasil que busca em outras terras melhores condições de trabalho. Mas, o contraste cultural e étnico da nova morada em relação à sua terra natal provoca no vaqueiro um processo de solidão e perda de identidade. Boatos e maldades dos habitantes locais o levam ao desespero e a decisões equivocadas, fazendo-o perder a razão e a lucidez. Sem saída, ele passa a reviver o passado para suportar o presente.

“Infelizmente não haverá o glamour do tapete vermelho nem as sessões de photocall. O que de fato não significam em si o que é o Cinema. O mais importante é o impacto que estes filmes darão. Esta seleção é um anúncio do cinema de amanhã, que precisa encarar toda esta crise que vivemos”, disse o diretor. O elenco conta também com Ana Flavia Cavalcanti, Aline Marta Maia, Gilda Nomacce e Sam Louwyck. A direção de fotografia é de Benjamín Echazarreta, de Uma Mulher Fantástica; a montagem é de Benjamin Mirguet, de Batalla En El Cielo; e a composição sonora musical é de Nicolas Becker, de Gravidade.

Confira a lista completa com os filmes selecionados para o Festival de Cannes 2020:

LES FIDÈLES (ou pelo menos selecionados anteriormente)

The French Dispatch, de Wes Anderson (Alemanha/EUA)
Été 85 (Summer of 85), de François Ozon (França)
Asa ga Kuru (True Mothers), de Naomi Kawase (Japão)
Lover’s Rock, de Steve McQueen (Reino Unido)
Mangrove, de Steve McQueen (Reino Unido)
Druk (Another Round), de Thomas Vinterberg (Dinamarca)
ADN (DNA), de Maïwenn (França/Argélia)
Last Words, de Jonathan Nossiter (EUA)
Heaven: To the Land of Happiness, de Im Sang-soo (Coreia do Sul)
El olvido que seremos (Forgotten we’ll be), de Fernando Trueba (Espanha)
Peninsula, de Yeon Sang-ho (Coreia do Sul)
In the Dusk (Au crépuscule), de Šarūnas Bartas (Lituânia)
Des Hommes (Home Front), de Lucas Belvaux (Bélgica)
The Real Thing, de Kôji Fukada (Japão)

LES NOUVEAUX VENUS

Passion Simple, de Danielle Arbid (Líbano)
A Good Man, de Marie Castille Mention-Schaar (França)
Les Choses Qu’on Dit, Les Choses Qu’on Fait, de Emmanuel Mouret (França)
Souad, de Ayten Amin (Egito)
Limbo, de Ben Sharrock (Reino Unido)
Rouge (Red Soil), de Farid Bentoumi (França)
Sweat, de Magnus von Horn (Suécia)
Teddy, de Ludovic e Zoran Boukherma (França)
February (Février), de Kamen Kalev (Bulgária)
Ammonite, de Francis Lee (Reino Unido)
Un médecin de nuit, de Elie Wajeman (França)
Enfant Terrible, de Oskar Roehler (Alemanha)
Nadia, Butterfly, de Pascal Plante (Canadá)
Here We Are, de Nir Bergman (Israel)

UN FILM À SKETCHES

Septet: The Story Of Hong Kong, de Ann Hui, Johnnie TO, Tsui Hark, Sammo Hung, Yuen Woo-Ping e Patrick Tam (Hong Kong)

LES PREMIERS FILMS

Falling, de Viggo Mortensen (EUA)
Pleasure, de Ninja Thyberg (Suécia)
Slalom, de Charlène Favier (França)
Casa de Antiguidades (Memory House), de João Paulo Miranda Maria (Brasil)
Broken Keys (Fausse note), de Jimmy Keyrouz (Líbano)
Ibrahim, de Samuel Gueismi (França)
Beginning (Au commencement), de Déa Kulumbegashvili (Geórgia)
Gagarine, de Fanny Liatard e Jérémy Trouilh (França)
16 Printemps, de Suzanne Lindon (França)
Vaurien, de Peter Dourountzis (França)
Garçon chiffon, de Nicolas Maury (França)
Si Le Vent Tombe (Should the Wind Fall), de Nora Martirosyan (Armênia)
John and the Hole, de Pascual Sisto (EUA)
Striding Into the Wind (Courir au gré du vent), de Wei Shujun (China)
The Death of Cinema and My Father Too (La Mort du cinéma et de mon père aussi), de Dani Rosenberg (Israel)

DOCUMENTÁRIOS

En route pour le milliard (The Billion Road), de Dieudo Hamadi (República Democrática do Congo)
The Truffle Hunters, de Gregory Kershaw e Michael Dweck (EUA)
9 Jours a Raqqa, de Xavier de Lauzanne (França)

COMÉDIAS

Antoinette dans les Cévènnes, de Caroline Vignal (França)
Les deux Alfred, de Bruno Podalydès (França)
Un Triomphe (The big hit), de Emmanuel Courcol (França)
L’Origine du Monde, de Laurent Lafitte (França)
Le Discours, de Laurent Tirard (França)

ANIMAÇÕES

Aya to majo (Earwig and the Witch), de Gorô Miyazaki (Japão)
Flee, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca)
Josep, de Aurel (França)
Soul, de Pete Docter (EUA)

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.

Programação especial do Canal Brasil celebra mês do Orgulho LGBTQI+

por: Cinevitor

tatuagemcanalbrasil2020Tatuagem, de Hilton Lacerda: destaque na programação.

Diversidade, empoderamento e respeito acima de tudo. No Canal Brasil tem conteúdo LGBTQI+ o ano inteiro. Em junho, no entanto, é ainda mais especial: para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTQI+, comemorado em 28 de junho, o mês contará com estreias e programações em forma de homenagem.

A programação especial começa com a volta do talk show TransMissão. No dia 1º, à meia-noite, Linn da Quebrada e Jup do Bairro invadem as telas com episódios inéditos e repletos de bate-papos sobre questões de gênero, sexo, raça e temas variados do cotidiano. Defensoras da igualdade e da liberdade, as apresentadoras recebem convidados tão engajados quanto elas: Pedro Bial, Liniker, Criolo, Amara Moira, Xico Sá, Matheus Nachtergaele, Rennan da Penha, entre outros. Na estreia, a dupla conversa com a atriz Dira Paes, que fala sobre carreira e feminilidade. Na antevéspera da estreia, os dois primeiros episódios estarão liberados no Canal Brasil Play, também para não assinantes. Clique aqui e relembre nossa entrevista com as apresentadoras nos bastidores do programa.

A comemoração também rolará às sextas, sábados e domingos, de 5 a 28 de junho, sempre às 23h10, com o Especial Orgulho LGBTQI+. O Canal Brasil preparou uma seleção com 12 produções, entre ficções e documentários, que exaltam orgulho e amor em toda a sua diversidade a partir das lentes do cinema. Entre os destaques, os inéditos e exclusivos Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto, de Pedro Gui, e Mr. Leather, de Daniel Nolasco. O primeiro inicia a mostra e mergulha na vida e trajetória artística da homenageada, figura irreverente do cenário artístico brasileiro. A produção revisita sua história desde a infância até a versatilidade nos palcos como cantora, atriz, maquiadora e transformista.

juplinntransmissaoJup do Bairro e Linn da Quebrada: nova temporada de TransMissão.

Já na sexta, dia 26, é a vez da produção de Daniel Nolasco, que acompanha a segunda edição do concurso Mr. Leather Brasil, competição realizada por homens gays fetichistas, em especial nas roupas de couro e na prática de BDSM. O campeão recebe o prêmio pelas mãos de Dom Barbudo, o primeiro Mr. Leather do país, e terá como tarefa divulgar a cultura do couro durante o próximo ano.

A lista do Especial Orgulho LGBTQI+ também conta com: Praia do Futuro, de Karim Aïnouz (dia 7); Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla (dia 13); Tangerina, de Sean Baker (dia 19); Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (dia 20); Tatuagem, de Hilton Lacerda (dia 21); Divinas Divas, de Leandra Leal (dia 28); As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra (dia 14); Flores Raras, de Bruno Barreto (dia 12); Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro (dia 27); e Como Você É, de Miles Joris-Peyrafitte (dia 6).

Tem mais programação especial com a chegada de dois documentários inéditos ao Canal Brasil. Como Somos vai ao ar no dia 1º, às 18h50, e propõe uma reflexão sobre diversos assuntos, como identidade de gênero, transexualidade, saúde, religião e psicologia. Na produção, o cineasta Rafael Botta retrata o cotidiano de gays, lésbicas, trans e travestis a partir da década de 1980 e a escalada de violência e homofobia, além de traçar uma cronologia de relevantes conquistas da população LGBTQI+.

praiafuturoapcaWagner Moura em Praia do Futuro, de Karim Aïnouz: filme premiado.

Na quarta, dia 3, às 20h, o destaque é para Carta Para Além dos Muros, de André Canto. O documentário remonta os caminhos do vírus causador da AIDS no Brasil ao longo das quatro últimas décadas, desde o seu surgimento e sua fase epidêmica, nos anos 1980 e 1990, até os dias atuais. A produção relembra casos conhecidos como os de Cazuza e Betinho e reúne depoimentos de quem convive de perto com a doença, como médicos, especialistas, autoridades e personalidades, para explicar os efeitos da doença na população brasileira e o avanço das possibilidades de tratamento.

A programação temática fica completa com a maratona de todos os episódios de Toda Forma de Amor, série original Canal Brasil, no domingo, dia 28, a partir de 0h45. Com direção de Bruno Barreto e roteiro de Marcelo Pedreira, a produção aborda de forma corajosa e direta o universo LGBTQI+, explorando as múltiplas possibilidades de afeto entre personagens de sexualidade fluida. Como pano de fundo, a história traz ainda uma sequência de assassinatos misteriosos. O elenco é formado por Gabrielle Joie, Wallie Ruy, Guta Ruiz, Romulo Arantes Neto, Juan Alba, Eucir de Souza, entre outros.

O mês de homenagens ainda ganha uma chamada emocionante e inspiradora, que mescla cenas de alguns filmes e documentários do Especial Orgulho LGBTQI+, como Bixa Travesty, Flores Raras e Praia do Futuro. Linn da Quebrada e Jup do Bairro dão voz ao texto de fundo, que afirma todos os motivos pelos quais continuam na luta por seus direitos na sociedade.

Assista e prepare-se para um mês especial:

Fotos: Divulgação.

Olhar de Cinema lança edição especial on-line com filmes consagrados no festival

por: Cinevitor

solalegriaolharcinemaonlineTavinho Teixeira e Mariah Teixeira em Sol Alegria: edição especial do festival.

A nona edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba estava programada para acontecer entres os dias 3 e 11 de junho, porém, por conta da pandemia de Covid-19 e seguindo as orientações das autoridades sanitárias, a data foi adiada para outubro, entre os dias 7 e 15.

Para garantir a segurança da equipe e do público, a partir do dia 3 de junho, o Olhar de Cinema disponibilizará em seu site e na MUBI filmes das oito edições anteriores. Essa seleção especial on-line traz títulos que se destacaram no festival, que é marcado por sua programação repleta de obras interessantes e instigantes.

O público poderá acessar os filmes no site do festival (clique aqui) e a renda com o aluguel será destinada à organizações que atuam no combate ao novo coronavírus. Ainda cultivando a parceria iniciada em 2019 com a MUBI, foi criada uma seleção especial com outros oito filmes que estarão disponíveis na plataforma de streaming. A partir do dia 3 de junho, será lançado um filme por dia, que ficará disponível pelo período de 30 dias.

No site do evento, o aluguel de cada filme custará R$ 5 e toda renda arrecadada será doado para duas frentes de combate ao Covid-19: metade para a ONG Usina das Ideias, que nasceu em 2015 na favela do Parolin, em Curitiba, com o objetivo de levar ações e atividades sociais e culturais para crianças, jovens, adultos e idosos moradores ou não da favela; e a outra metade será destinada a uma vaquinha criada por um grupo de profissionais do audiovisual do Paraná para arrecadar fundos e ajudar os profissionais da área mais vulneráveis e afetados pela paralisação do mercado em decorrência da pandemia. O intuito é dar suporte alimentar e financeiro aos profissionais do mercado de Curitiba, enquanto se define um protocolo e todos possam voltar de forma segura aos sets de filmagem. São produtores, técnicos, equipe de câmera, som, efeitos e tantas outras funções que fazem o mercado se movimentar, levar informação, entretenimento e divulgar produtos e serviços.

Conheça os filmes selecionados para a versão on-line do 9º Olhar de Cinema:

SITE DO FESTIVAL

74 (The Reconstruction of a Struggle), de Raed Rafei e Rania Rafei (Líbano, 2012)
*Selecionado para a 2ª edição, em 2013, e vencedor do Prêmio Olhar na Mostra Competitiva Internacional de longa-metragem.

O Tempo Passa como um Leão que Ruge, de Philipp Hartmann (Alemanha, 2013)
*Selecionado para a mostra Novos Olhares da 3ª edição, em 2014, e vencedor de uma Menção Honrosa.

João Bénard da Costa: Outros Amarão as Coisas que eu Amei, de Manuel Mozos (Portugal, 2014)
*Selecionado para a mostra Exibições Especiais da 4ª edição, em 2015.

Ming of Harlem: Twenty One Storeys in the Air, de Phillip Warnell (Reino Unido/EUA/Bélgica, 2014)
*Selecionado para a mostra Novos Olhares da 4ª edição, em 2015.

Eu Sou o Povo (Je suis le peuple), de Anna Roussillon (França, 2014)
*Selecionado para a mostra Competitiva da 4ª edição, em 2015, e vencedor do Prêmio do Público.

Irmãos da Noite (Brüder der Nacht), de Patric Chiha (Áustria, 2016)
*Selecionado para a mostra Competitiva da 5ª edição, em 2016, e vencedor do Prêmio Especial do Júri.

Ama-San, de Cláudia Varejão (Portugal/Suíça, 2016)
*Selecionado para a mostra Novos Olhares da 5ª edição, em 2016.

Homens que Jogam (Playing Men), de Matjaž Ivanišin (Eslovênia/Croácia, 2017)
*Selecionado para a mostra Competitiva da 7ª edição do Olhar, em 2018, e vencedor do Prêmio Olhar de Melhor Filme.

No Salão Jolie (Chez jolie coiffure), de Rosine Mbakam (Bélgica, 2018)
*Selecionado para a 8ª edição, em 2019, e vencedor do prêmio de melhor filme na mostra Outros Olhares.

MUBI:

Girimunho, de Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina (Brasil/Espanha, 2011)
*Selecionado para a 1ª edição, em 2012, e vencedor do Prêmio Especial do Júri.

A Vizinhança do Tigre, de Affonso Uchôa (Brasil, 2014)
*Selecionado para a 3ª edição, em 2014, e vencedor do Prêmio da Crítica.

Um Conto de Inverno Proletariado (Ein proletarisches Wintermärchen), de Julian Radlmaier (Alemanha, 2014)
*Selecionado para a 4ª edição, em 2015, e vencedor do Prêmio de Contribuição Artística.

As Hiper Mulheres, de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takuma Kuikuro (Brasil, 2011)
*Selecionado para a 1ª edição, em 2012, e vencedor do Prêmio Olhar de melhor filme da mostra Olhares Brasil, Prêmio da Crítica e Prêmio do Público.

Sol Alegria, de Tavinho Teixeira (Brasil, 2018)
*Selecionado para a Mostra Competitiva da 7ª edição, em 2018, e vencedor do Prêmio Especial do Júri.

Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (Brasil, 2019)
*Selecionado para a 8ª edição, em 2019, e vencedor do prêmio de melhor longa-metragem brasileiro.

El mar la mar, de Joshua Bonnetta e J.P. Sniadecki (EUA, 2017)
*Selecionado para a Mostra Competitiva da 6ª edição, em 2017, e vencedor do Prêmio Olhar de Melhor Filme.

E Agora? Lembra-me, de Joaquim Pinto (Portugal, 2013)
*Selecionado para a 3ª edição, em 2014, e vencedor do Prêmio Olhar de Melhor Filme.

E mais: para quem ainda não assina a MUBI, acesse esse link e aproveite 30 dias de assinatura grátis!

Foto: Divulgação.

Conheça os filmes selecionados para o 15º Festival Taguatinga de Cinema

por: Cinevitor

emreformacurtaRosane Santana no curta Em Reforma, de Diana Coelho.

O Festival Taguatinga de Cinema celebra em 2020 sua 15ª edição consolidando-se como espaço de existência para filmes que investem na construção de novos imaginários a partir de narrativas contra-hegemônicas e se valem de corpos que vibram na contramão do panorama de idealização da sociedade de consumo, desafiando tabus e o culto à padronização, migrando da margem para o centro de si mesmos, como forças da natureza.

Com perspectiva curatorial periférica, o Festival Taguatinga acolhe, ano a ano, por vocação e missão, filmes engajados no combate às injustiças sociais, às violências estruturais, ao racismo e ao machismo fundantes da sociedade brasileira; filmes que são, ao mesmo tempo, farol e espelho para o público do festival, nutrindo nele, em linguagens múltiplas, o amor e a confiança, a coragem de ser o que se é, a conscientização e o desejo de militância e ativismo político e social.

A edição deste ano, que acontecerá entre os dias 10 e 13 de junho, será totalmente on-line por conta da pandemia de Covid-19 que assola o país. Sendo assim, o FesTaguá chegará ao público de todos os cantos do Brasil. De casa, todos e todas poderão assistir às mostras de filmes (competitiva, paralelas e infantil) e participar das oficinas que serão oferecidas gratuitamente.

Para esta 15ª edição, foram inscritos 601 filmes de quase todos os estados do Brasil. Realizadores do Nordeste atenderam em peso à chamada do FesTaguá, sendo Pernambuco o estado com maior número de filmes inscritos, um total de 40.

A Comissão de Seleção do Festival Taguatinga de Cinema foi formada pelas curadoras Adriana Gomes, Nina Rodrigues e Thay Limeira e selecionou 24 filmes de curta-metragem para a Mostra Competitiva, que contará com filmes das cinco regiões do Brasil, sendo o Nordeste aquela com o maior número de selecionados, um total de dez filmes. As mulheres estão na direção de nove dos 24 filmes selecionados, sendo que dois deles foram codirigidos por duplas femininas. Homens e mulheres trans estão na direção de dois filmes da mostra; um deles é dirigido coletivamente. No total, três filmes selecionados têm direção coletiva. Diretores homens assinam a direção de dez curtas.

Conheça os curtas selecionados para a Mostra Competitiva do 15º Festival Taguatinga de Cinema:

À Beira do Planeta Mainha Soprou a gente, de Bruna Barros e Bruna Castro (BA)
Abraço, de Matheus Murucci (RJ)
Cão Maior, de Filipe Alves (DF)
Cartas para Ana, de Carla Caroline (BA)
Colapsar, com direção coletiva (AL)
Copacabana Madureira, de Leonardo Martinelli (RJ)
De domingo a domingo, de Marcus Vinícius de Oliveira (AP)
Do peito da pele, de Keythe Tavares e Rudolfo Auffinger (PR)
E o que a gente faz agora?, de Marina Pontes (BA)
Em Reforma, de Diana Coelho (RN)
Inspirações, de Ariany e equipe (RJ)
Invasão Espacial, de Thiago Foresti (DF)
Minha história é outra, de Mariana Campos (RJ)
O verbo se fez carne, de Ziel dos Santos Mendes (PE)
Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)
Preciso dizer que te amo, de Ariel Nobre (SP)
Reduto, de Michel Santos (BA)
Rio das Almas e Negras Memórias, de Taize Inácia e Thaynara Rezende (GO)
Rua Augusta, 1029, de Mirrah Ianez Silva (SP)
Sem Asas, de Renata Martins (SP)
Trindade, de Rodrigo R. Meireles (MG)
Tudo que é apertado rasga, de Fábio Rodrigues Filho (BA)
Tupinambás – Vozes da Caminhada, de Rodrigo Brucoli (BA)
Uma Força Extraordinária, de Amandine Goisbault (PE)

Foto: Caboré Audiovisual/Divulgação.

Programa Judaico: nova plataforma de streaming promove cinema judaico e debates

por: Cinevitor

elultimotrajefestivalÁngela Molina e Miguel Ángel Solá em El último traje.

A plataforma Programa Judaico já está em atividade oferecendo sessões de filmes independentes e encontros sobre temas variados, judaicos e afins. O primeiro evento foi realizado em abril deste ano, em conjunto com a CIP, Congregação Israelita Paulista, e promoveu um debate com o cineasta israelense Yair Lev, diretor do documentário You Only Die Twice, também exibido na ocasião.

O próximo encontro será nos dias 6 e 7 de junho, com exibição do filme Golda’s Balcony, de Scott Schwartz, premiado em vários festivais judaicos em 2019. Depois da sessão, no dia 7, às 17h30, será realizado um bate-papo on-line com a atriz e produtora cultural Mônica Guimarães e com a curadora do Festival de Cinema Judaico, Daniela Wasserstein.

O filme é um monólogo encenado em Nova York sobre Golda Meir, importante figura na história de Israel. Além de primeira embaixadora israelense, na extinta União Soviética, em 1948, ela foi Ministra do Interior, Ministra das Relações Exteriores, Ministra do Trabalho e secretária-geral do Mapai. Também esteve à frente do Estado de Israel em seu momento mais dramático: a Guerra do Yom Kipur. Morreu, aos 80 anos, em 1978.

goldasbalconyfilmeTovah Feldshuh em Golda’s Balcony.

Em tempos de pandemia de Covid-19, a ideia é conversar sobre a força das mulheres nas crises e sobre como ficará o teatro e o cinema de agora em diante. Golda estará sempre ligada à política no Oriente Médio, mas o filme mostra não só a primeira-ministra, como também a mulher por trás da sua imagem pública. Golda’s Balcony ficará disponível na plataforma gratuitamente durante os dois dias para um número limitado de 400 acessos. O espectador precisa apenas informar seu nome e e-mail para assistir ao filme.

Ainda em junho, já estão confirmados mais dois filmes seguidos de debate em parceria com a Congregação Israelita Paulista: o drama israelense Cadarços (Laces), de Jacob Goldwasser, premiado no Seattle Jewish Film Festival, entre outros; e o filme argentino El último traje, de Pablo Solarz, exibido na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e premiado em diversos festivais, como Seattle, Miami e Atlanta Jewish Film Festival.

A ideia é oferecer ao público interessado em cinema e em cultura uma alternativa para assistir em casa produções selecionadas de qualidade que não estão disponíveis nas grandes plataformas de streaming: “Para um público ainda não muito familiarizado com essa tecnologia, a Datatix está oferecendo mecanismos bem acessíveis e amigáveis, assim como suporte técnico durante a sessão”, disse Jair Szapiro, da Datatix.

Para participar, clique aqui e acompanhe a programação no site.

Fotos: Divulgação.

We Are One: A Global Film Festival anuncia seleção com curadoria de importantes festivais de cinema

por: Cinevitor

steptothelineweareoneStep to the Line: filme em realidade virtual dirigido pelo brasileiro Ricardo Laganaro.

Por conta da pandemia mundial de Covid-19, o calendário de festivais de cinema sofreu diversas alterações. Alguns foram adiados, outros cancelados. A situação segue incerta e assombra eventos importantes, como o Festival de Cannes, por exemplo. Já são mais de cinco milhões de casos do novo coronavírus confirmados no mundo e 354 mil mortes.

Com as salas de cinema fechadas e recomendações de ficar em casa para manter o isolamento social, o público tem procurado diversas formas de entretenimento e as plataformas digitais ganham ainda mais destaque nesse momento. Seguindo esse ritmo, a Tribeca Enterprises, responsável pelo Tribeca Film Festival, resolveu produzir o We Are One: A Global Film Festival, um festival virtual organizado pelo YouTube com exibições gratuitas de filmes entre os dias 29 de maio e 7 de junho.

A proposta, além de oferecer filmes e entretenimento para cinéfilos do mundo todo, é incentivar o espectador a fazer doações que vão beneficiar os fundos de assistência da OMS, Organização Mundial da Saúde, e de outras organizações locais que estão na luta pelo combate à pandemia do novo coronavírus.

A programação, que não incluirá anúncios, será formada por longas e curtas-metragens de vários gêneros e painéis de discussão, com curadoria de importantes festivais, como: Festival de Cinema de Animação de Annecy; Festival de Berlim; BFI London Film Festival; Festival de Cannes; Festival Internacional de Cinema de Guadalajara; Festival Internacional de Cinema de Roterdã; IFFAM, International Film Festival & Awards Macao; Jerusalem Film Festival; MAMI, Mumbai Film Festival; Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary; Festival de Cinema de Locarno; Marrakech International Film Festival; New York Film Festival; Festival Internacional de Cinema de San Sebastian; Festival de Cinema de Sarajevo; Festival Sundance de Cinema; Sydney Film Festival; Festival Internacional de Cinema de Tóquio; Festival Internacional de Cinema de Toronto; Tribeca Film Festival; e Festival Internacional de Cinema de Veneza.

Jane Rosenthal, que fundou a Tribeca Enterprises ao lado de Robert De Niro e Craig Hatkoff, disse em comunicado oficial: “O We Are One: A Global Film Festival une curadores, artistas e contadores de histórias para entreter e proporcionar um certo alívio para o público do mundo todo. Ao trabalhar com nossos parceiros extraordinários em festivais e com o YouTube, esperamos que todos tenham uma ideia do que torna cada festival tão único e apreciam a arte e o poder do cinema”.

Robert Kyncl, diretor de negócios do YouTube, também comentou sobre o festival on-line: “É um evento que nunca tinha sido feito antes e estamos orgulhosos de ser o lar desse conteúdo fantástico que será gratuito para fãs de todo o mundo”.

Vale lembrar que este evento especial em streaming não pretende substituir os festivais. Em meio ao caos do novo coronavírus, os organizadores esperam conseguir reagendar o circuito de festivais ainda este ano, como nos casos de Cannes, Veneza e Toronto. Recentemente, a organização do Festival de Locarno anunciou o cancelamento de sua edição.

pelourinhoyoutubeCena de Pelourinho, They Don’t Really Care About Us, de Akosua Adoma Owusu.

Na programação, duas produções dirigidas por brasileiros se destacam: o curta-metragem Occidente, de Ana Vaz, lançado em 2015; e Step To The Line, de Ricardo Laganaro, curta em realidade virtual lançado em 2017. Além disso, o curta Pelourinho, They Don’t Really Care About Us, da cineasta ganense-americana Akosua Adoma Owusu, uma coprodução entre Alemanha, Gana e Brasil, também estará disponível. O filme narra trechos da carta do sociólogo W. E. B. Du Bois, escrita em 1927, à Embaixada Americana no Brasil, sobre a atitude discriminatória do país em relação aos imigrantes negros; o curta intercala imagens do Pelourinho com cenas do videoclipe They Really Care About Us, de Michael Jackson, dirigido por Spike Lee.

A seleção conta também com filmes consagrados, como: Beautiful Things, de Giorgio Ferrero e Federico Biasin, premiado em Veneza; The Distance Between The Sky And Us, de Vasilis Kekatos, vencedor da Palma de Ouro de melhor curta-metragem em Cannes no ano passado; Detrás de la Montaña, de David R. Romay, que rendeu o prêmio de melhor ator para Benny Emmanuel em Guadalajara; o drama Os Passos Duplos, de Isaki Lacuesta, vencedor da Concha de Ouro em San Sebastian; o curta Crow: The Legend, de Eric Darnell, vencedor na categoria de melhor realidade virtual no Annie Awards; o australiano Mystery Road, de Ivan Sen, consagrado pela crítica; Anna, de Dekel Berenson, indicado à Palma de Ouro de melhor curta-metragem e premiado no British Independent Film Awards.

E mais: o drama Nasir, de Arun Karthick, que levou o Prêmio NETPAC em Roterdã; a comédia dramática Casamento Arranjado, de Dover Koshashvili, premiado em diversos festivais; o curta Atlânticos, de Mati Diop, premiado no Cinéma du Réel e em Roterdã; o drama Amreeka, de Cherien Dabis, vencedor do Prêmio FIPRESCI na Quinzena dos Realizadores, em Cannes, consagrado pela National Board of Review e premiado em Tribeca e Zurique; o curta And Then The Bear (L’heure de l’ours), de Agnès Patron, indicado à Palma de Ouro, entre outros.

Conheça a seleção do We Are One: A Global Film Festival e clique aqui para assistir:

LONGA-METRAGEM

45 días en Jarbar (45 Days in Harvar), de César Aréchiga (México) | Festival Internacional de Cinema de Guadalajara
As Loucas Aventuras do Detetive Nick Carter, de Oldrich Lipský (Checoslováquia) | Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary
Ar Condicionado, de Fradique (Angola) | Festival Internacional de Cinema de Roterdã
Amreeka, de Cherien Dabis (EUA/Emirados Árabes Unidos/Canadá/Kuwait/Jordânia) | We Are One: A Global Film Festival
Beautiful Things, de Giorgio Ferrero e Federico Biasin (Itália/Suíça/EUA) | Festival Internacional de Cinema de Veneza
Detrás de la Montaña (Beyond The Mountain), de David R. Romay (México) | Festival Internacional de Cinema de Guadalajara
Ponts de Sarajevo (Bridges of Sarajevo), de Aida Begic, Leonardo Di Costanzo, Jean-Luc Godard, Kamen Kalev, Isild Le Besco, Sergei Loznitsa, Vincenzo Marra, Ursula Meier, Vladimir Perisic, Cristi Puiu, Marc Recha, Angela Schanelec e Teresa Villaverde (França/Bósnia e Herzegovina/Suíça/Itália/Portugal/Bulgária/Alemanha) | Festival de Cinema de Sarajevo
A City Called Macau (Ma Ge shi zuo cheng), de Shaohong Li (China/Macau/Hong Kong) | International Film Festival & Awards Macao
Crazy World, de Nabwana I.G.G. (Uganda) | Festival Internacional de Cinema de Toronto
Dantza, de Telmo Esnal (Espanha) | Festival Internacional de Cinema de San Sebastian
Eeb Allay Ooo!, de Prateek Vats (Índia) | Mumbai Film Festival
Electric Swan, de Konstantina Kotzamani (Argentina/França/Grécia) | Festival Internacional de Cinema de Veneza
The Epic of Everest, de Captain John Noel (Reino Unido) | BFI London Film Festival
Grab, de Billy Luther (EUA) | Festival Sundance de Cinema
Ice Cream and the Sound of Raindrops (Ice to Amaoto), de Daigo Matsui (Japão) | Festival Internacional de Cinema de Tóquio
The Iron Hammer, de Joan Chen (China/EUA) | We Are One: A Global Film Festival
Kmêdeus, de Nuno Miranda (Cabo Verde) | Festival Internacional de Cinema de Roterdã
Casamento Arranjado (Hatuna Meuheret/Late Marriage), de Dover Koshashvili (Israel/França) | Jerusalem Film Festival
Os Passos Duplos (Los pasos dobles), de Isaki Lacuesta (Mali/Espanha/França) | Festival Internacional de Cinema de San Sebastian
Love Chapter 2, de Sharon Eyal (França/Israel) | Jerusalem Film Festival
Maria é Feliz, Maria é Feliz (Mary Is Happy, Mary Is Happy), de Nawapol Thamrongrattanarit (Tailândia) | Festival Internacional de Cinema de Veneza
Mugaritz Bso, de Juantxo Sardón e Felipe Ugarte (Espanha) | Festival Internacional de Cinema de San Sebastian
Mystery Road, de Ivan Sen (Austrália) | Sydney Film Festival
Nasir, de Arun Karthick (Índia/Holanda) | Mumbai Film Festival
Ricky Powell: The Individualist, de Josh Swade (EUA) | Tribeca Film Festival
Rudeboy: The Story of Trojan Records, de Nicolas Jack Davies (Reino Unido) | BFI London Film Festival
SEE Factory Sarajevo mon amour, de Dusan Kasalica (Bósnia e Herzegovina/Sérvia/Eslovênia/Montenegro) | Festival de Cinema de Sarajevo
O Túmulo de um Grande Amor (Shiraz), de Franz Osten (Índia/Reino Unido/Alemanha) | BFI London Film Festival
Sisterhood (Gwat mooi), de Tracy Choi (Hong Kong/Macau/Taiwan) | International Film Festival & Awards Macao
Retrato de uma Bêbada. Caminho Sem Volta (Bildnis einer Trinkerin/Ticket of No Return), de Ulrike Ottinger (Alemanha) | Festival de Berlim
Tremble All You Want (Katte ni furuetero), de Akiko Ohku (Japão) | Festival Internacional de Cinema de Tóquio
Volubilis, de Faouzi Bensaïdi (França/Marrocos/Qatar) | Marrakech International Film Festival
Wake Up: Stories From the Frontlines of Suicide Prevention, de Nate Townsend (EUA) | We Are One: A Global Film Festival
Wrath of Silence (Bao lie wu sheng), de Yukun Xin (China) | International Film Festival & Awards Macao

CURTA-METRAGEM

Awake, de Atul Mongia (Índia) | Mumbai Film Festival
Blood Rider, de Jon Kasbe (Nigéria) | We Are One: A Global Film Festival
The Brat, de Shaan Vyas (Índia) | Mumbai Film Festival
Circus Person, de Britt Lower (EUA) | Tribeca Film Festival
Dirty Laundry, de Maxim Bessmertny (Macau) | International Film Festival & Awards Macao
East of Jefferson (Jefferson no higashi), de Koji Fukada (Japão) | Festival Internacional de Cinema de Tóquio
Genius Party: Happy Machine, de Masaaki Yuasa (Japão) | Festival Internacional de Cinema de Tóquio
INABE, de Koji Fukada (Japão) | Festival Internacional de Cinema de Tóquio
Lonely Encounter, de Jenny Wan (Hong Kong/Macau) | International Film Festival & Awards Macao
No One Left Behind, de Guillermo Arriaga (México) | Festival Internacional de Cinema de Veneza
Route-3, de Thanasis Neofotistos (Bósnia e Herzegovina/Grécia) | Festival de Cinema de Sarajevo
Stories of Destroyed Cities: Şhengal, de Şêro Hindê (Iraque/Curdistão iraquiano/Síria) | Festival Internacional de Cinema de Roterdã
Tapi!, de Jim Chuchu (Quênia) | Festival Internacional de Cinema de Roterdã
The Tear’s Thing, de Clémence Poésy (França) | Festival Internacional de Cinema de Veneza
The Yalta Conference Online, de Koji Fukada (Japão) | Festival Internacional de Cinema de Tóquio

MOSTRA CURTAS | 72º FESTIVAL DE CANNES

The Distance Between The Sky And Us, de Vasilis Kekatos (Grécia)
And Then The Bear (L’heure de l’ours), de Agnès Patron (França)
White Echo, de Chloë Sevigny (EUA)
The Jump (Le Grand Saut), de Vanessa Dumont e Nicolas Davenel (França)
Anna, de Dekel Berenson (Ucrânia/Reino Unido/Israel)
The Nap (La Siesta), de Federico Luis Tachella (Argentina)
Who Talks (Ingen Lyssnar), de Elin Övergaard (Suécia)
Monster God (Monstruo Dios), de Agustina San Martin (Argentina)
The Van, de Erenik Beqiri (Albânia/França)
Parparim (Butterflies), de Yona Rozenkier (Israel)

NYFF PROGRAM 1: FILM AS A SUBVERSIVE ART

24 Frames Per Century, de Athiná-Rachél Tsangári (Grécia)
Mad Ladders, de Michael Robinson (EUA)
Live to Live (Vivir para Vivir), de Laida Lertxundi (EUA)
A Hand in Two Ways (Fisted), de Dani e Sheilah ReStack (EUA)
Service of The Goods, de Jean-Paul Kelly (Canadá)
Occidente, de Ana Vaz (França)
Untitled (Letter to Serra/Carta para Serra), de Lisandro Alonso (Argentina)
Indefinite Pitch, de James N. Kienitz Wilkins (EUA)

NYFF PROGRAM 2: A PASSION FOR FILMS

Atlânticos (Atlantiques), de Mati Diop (França)
Violettina, de Alice Rohrwacher (Itália)
Parsi, de Eduardo Williams e Mariano Blatt (Argentina/Guiné-Bissau/Suíça)
Pelourinho, They Don’t Really Care About Us, de Akosua Adoma Owusu (Alemanha/Gana/Brasil)
Dramatic Relationships, de Dustin Guy Defa (EUA)
Forever’s Gonna Start Tonight, de Eliza Hittman (EUA)
Rosalinda, de Matías Piñeiro (Argentina/Coreia do Sul)

360 VR
*We Are One: A Global Film Festival

Alteration, de Jérôme Blanquet (França)
Bloodless, de Gina Kim (EUA)
Crow: The Legend, de Eric Darnell (EUA)
Daughters of Chibok, de Joel Kachi Benson (Nigéria)
Extravaganza, de Ethan Shaftel (EUA)
Ghost Fleet VR, de Lucas Gath e Shannon Service (EUA)
Isle of the Dead (L’île des morts), de Benjamin Nuel (França)
Ivory Burn, de Nicholas de Pencier, Jennifer Baichwal e Edward Burtynsky (Canadá)
Minotaur, de Munro Ferguson (EUA)
My Africa, de David Allen (Reino Unido/EUA)
On/Off, de Isabelle Foucrier e Camille Duvelleroy (França)
Passenger, de Isobel Knowles e Van Sowerwine (Argentina)
Step To The Line, de Ricardo Laganaro (Brasil/EUA)
Traveling While Black, de Roger Ross Wiliams (EUA)
The Waiting Room, de Victoria Mapplebeck (Reino Unido)

MOSTRA ANNECY ANIMATED SHORTS PROGRAM

The Battle of San Romano (La Bataille de San Romano), de Georges Schwizgebel (Suíça)
The Procession (La cortège), de Pascal Blanchet e Rodolphe Saint-Gelais (Canadá)
The One-Minute Memoir, de Joan C. Gratz (EUA)
Black Barbie, de Comfort Arthur (Gana)
Dew Line, de Joanna Priestley (EUA)
Shannon Amen, de Chris Dainty (Canadá)

MOSTRA ANNECY SHORTS FOR FAMILIES

Bird Karma, de William Salazar (EUA)
Bilby, de Liron Topaz, Pierre Perifel e JP Sans (EUA)
Marooned, de Andrew Erekson (EUA)

MOSTRA LEON’S FOUR SEASONS | LEON’S ANIMATED STORIES
*Festival de Cinema de Animação de Annecy

Leon in Wintertime (L’Hiver de Léon), de Pierre-Luc Granjon e Pascal Le Nôtre (Canadá/França)
Molly in Springtime (Le Printemps de Mélie), de Pierre-Luc Granjon (Canadá/França)
Bonifacio in Summertime, de Pierre-Luc Granjon e Antoine Lanciaux (Canadá/França)
Poppety in the Fall (L’Automne de Pougne), de Pierre-Luc Granjon e Antoine Lanciaux (Canadá/França)

MOSTRA BEST ANIMATED SHORT FILMS RIGO MORA AWARD
*Festival Internacional de Cinema de Guadalajara

The Cats (Los Gatos), de Alejandro Ríos (México)
Cerulia, de Sofía Carrillo (México)
32-RBIT, de Victor Orozco Ramírez (México)

MOSTRA TRIBECA 2020 | CURTAS

Egg, de Michael J. Goldberg (EUA)
The Light Side, de Ryan Ebner (EUA)
TOTO, de Marco Baldonado (Canadá)
When I Write It, de Nico Opper e Shannon St. Aubin (EUA)
Motorcycle Drive By, de David Wexler (EUA)
No More Wings, de Abraham Adeyemi (Reino Unido)
Cru (Raw), de David Oesch (Suíça)

INDIGENOUS SHORTS PROGRAM
*Festival Sundance de Cinema

Nutag-Homeland, de Alisi Telengut (Canadá)
Mud (Hashtł’ishnii), de Shaandiin Tome (EUA)
Fainting Spells, de Sky Hopinka (EUA)
My Father’s Tools, de Heather Condo (Canadá)
Throat Singing in Kangirsuk (Katatjatuuk Kangirsumi), de Eva Kaukai e Manon Chamberland (Canadá)

NEW UK FILMMAKERS | MOSTRA DE CURTAS
*BFI London Film Festival

Over, de Jörn Threlfall (Reino Unido)
Masterpiece, de Runyararo Mapfumo (Reino Unido)
Vertical Shapes In a Horizontal Landscape, de Mark Jenkin (Reino Unido)

MOSTRA FUTURE FRAMES AT KVIFF
*Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary

Peacock (Furiant)
Everything Will Be Okay (Alles wird gut)
Tenants (Lokatorki)
Warm Comedy about Depression, Madness and Unfulfilled Dreams (Hrejivá komédia o depresii, šialenstve a nesplnených snoch)
Direção: Onřej Hudeček, Patrick Vollrath, Klara Kochańska e Michal Ďuriš (Áustria/República Checa/Alemanha/Polônia/Eslováquia)

POSTCARDS | SARAJEVO FILM FESTIVAL FRIENDS

Com: Stephan Komandarev, Aida Begic, Jean-Michael Frodon, Jasmila Zbanic, Labina Mitevska & Teona Strugar Mitevska, Judita Frankovic Brdar, Amila Terzimehic, Srdan Golubovic, Ena Sendijarevic, Snezana Bogdanovic, Damjan Kozole, Dalibor Matanic, Michel Hazanavicius e Agnes B.

PAINEL

Cinema Cafe with Jackie Chan | Festival Sundance de Cinema
Cinema Cafe with Tessa Thompson and Jane Campion | Festival Sundance de Cinema
Diego Luna, The Life After | Festival Internacional de Cinema de Guadalajara
IFFR Freedom Lecture: Rojava Film Commune | Festival Internacional de Cinema de Roterdã
In conversation with Guillermo del Toro | Marrakech International Film Festival
Locarno 2019 Excellence Award Conversation | Festival de Cinema de Locarno
Locarno 2019 Pardo d’onore to John Waters | Festival de Cinema de Locarno
Masterclass with Nadav Lapid | Jerusalem Film Festival
On Transmission: Ang Lee in Conversation with Kore-eda Hirokazu | Festival de Berlim
On Transmission: Claire Denis in Conversation with Olivier Assayas | Festival de Berlim
Rendez-vous with Alain Delon | Festival de Cannes
Rendez-vous with Zhang Ziyi | Festival de Cannes
TIFF Talks: Tantoo Cardinal Master Class | Festival Internacional de Cinema de Toronto
TIFF Talks: Viggo Mortensen & David Cronenberg on CRASH | Festival Internacional de Cinema de Toronto
Tribeca Talks: Alejandro Iñárritu with Marina Abramović | Tribeca Film Festival
Tribeca Talks: Francis Ford Coppola and Steven Soderbergh | Tribeca Film Festival

WEBSÉRIE
*We Are One: A Global Film Festival

Jaws – Assembling a Top-Tier Team (feat. TierZoo)
The Stories That Prepared Us, de Jack Nugent e Andrew Fernandez
Sébastien Tellier on Paris’ rooftop | A Take Away Show, de Élie Girard

TV

And She Could Be Next, de Grace Lee e Marjan Safinia (EUA) | Tribeca Film Festival
Losing Alice, de Sigal Avin (Israel) | Jerusalem Film Festival
Mabo, de Rachel Perkins (Austrália) | Sydney Film Festival
Na plovarne (República Checa) | Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary

Fotos: Obibini PIctures LLC/Divulgação.

Os Aventureiros – A Origem: Luccas Neto anuncia sua estreia nas telonas

por: Cinevitor

luccasnetofilme3preFenômeno na internet: mais de 30 milhões de inscritos no YouTube.

Considerado o maior comunicador infantil da atualidade, Luccas Neto acaba de anunciar que, em breve, dará início ao seu primeiro projeto cinematográfico. Os Aventureiros – A Origem marca a estreia do jovem nas telonas. Além de protagonizar a trama, Luccas também assina o roteiro ao lado de Leandro Muniz, de Um Tio Quase Perfeito e Meu Passado Me Condena 2.

Dirigido por André Pellenz, de Minha Mãe é uma Peça – O Filme e D.P.A. – O Filme, o longa inspirado na série homônima, com exibição diária no YouTube, levará personagens já conhecidos do público mirim em uma jornada inédita e cheia de mistérios a serem revelados.

Luccas Neto concretiza um sonho antigo, reflexo de muito estudo e dedicação. Criou o personagem Aventureiro Azul, além de muitos outros, permitindo alcançar novas plataformas e aumentando o poder de produção audiovisual: “É emocionante poder levar Os Aventureiros, uma franquia criada por mim, para as telonas. Sempre fui fascinado por cinema e saber que a Warner, grande referência mundial, e o Telecine, principal hub de cinema, acreditam em nosso projeto, valorizando os heróis brasileiros e apostando em um filme nacional de aventura. É a realização de um grande sonho. Temos uma missão desafiadora pela frente, com muito respeito ao cinema e às características de um filme de ação e super-heróis, com o objetivo de levar para as telas um produto de alta qualidade audiovisual”, comentou Luccas, que hoje tem o terceiro maior canal do YouTube no Brasil, o Luccas Toon.

Para Hernán Viviano, Diretor Geral da Warner Bros. Pictures Brasil, a parceria com Luccas Neto, com a produtora Formata e com o Telecine só reforça a motivação da distribuidora em buscar bons conteúdos locais que dialoguem com diferentes públicos e idades. Daniela Busoli, CEO da Formata Produções, completa: “Estou muito feliz da Formata coproduzir ‘Os Aventureiros – A Origem’. A união do fenômeno Luccas Neto com a gigante Warner Bros. e a potência do Telecine faz o projeto já nascer grandioso. Luccas é altamente criativo, carismático e seu potencial artístico é extraordinário”.

No filme, Luccas Neto, sua irmã Gi e seus amigos são adolescentes curiosos e aventureiros. Durante uma trilha num lugar deserto, ele ouve um pedido de ajuda e resolve se aproximar. Ao seguir a voz, o grupo é levado para uma nova dimensão e descobre um universo mágico cheio de mistérios. A Cidade da Alegria era um lugar encantado, mas virou uma cidade fantasma, depois da maldição da maga Megan, uma feiticeira que busca o poder máximo do universo. Luccas e todo o grupo traçam um plano de encontrar equipamentos para enfrentar essa vilã e salvar a Cidade da Alegria. Agora, precisam quebrar a maldição, salvar a cidade e voltar para casa. Mas não será fácil escapar dos planos e armadilhas da vilã Megan e o tempo está acabando. Enfrentando novos perigos, eles encontram pedras mágicas poderosas e se tornam Os Aventureiros.

Aos 28 anos de idade, Luccas Neto começou como um canal no YouTube e logo se multiplicou em diversas plataformas: shows pelo Brasil, seis filmes para plataformas digitais, nove livros, 39 personagens e uma linha com mais de 100 produtos licenciados. Hoje, seus vídeos contam com 12 bilhões de visualizações.

Informações sobre as filmagens, elenco e data de lançamento devem ser anunciadas em breve.

Foto: Reprodução/YouTube.

Partida, de Caco Ciocler, ganha trailer; filme estreia nas plataformas digitais em junho

por: Cinevitor

partidacacocioclertrailerFilme estreia direto nas plataformas digitais.

O premiado documentário Partida, de Caco Ciocler, que também dirigiu Esse Viver Ninguém Me Tira, estreia nas plataformas de streaming no dia 18 de junho. O longa estava previsto para chegar aos cinemas brasileiros no primeiro semestre de 2020, mas devido à pandemia de Covid-19, os produtores decidiram lançar direto em VOD, em parceria com o Canal Brasil.

Segundo documentário de Caco Ciocler, Partida estreou na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e foi escolhido pelo público como um dos finalistas ao Troféu Bandeira Paulista. O filme também foi exibido no Festival do Rio e conquistou quatro prêmios no 14º Fest Aruanda, em João Pessoa: Prêmio Especial do Júri, melhor som para Vasco Pimentel, melhor atriz para Georgette Fadel e melhor montagem para Tiago Marinho. A produção também foi selecionada para o 23º Festival de Málaga.

No longa, diante do resultado da última eleição no Brasil, a atriz Georgette Fadel, de O Banquete e Domésticas: O Filme, promete se candidatar à Presidência da República em 2022 por um partido formado só por mulheres, o Partida. Embarca em uma viagem de ônibus ao Uruguai na tentativa de passar a virada do ano ao lado do ex-presidente Pepe Mujica, sua maior inspiração política viva. Ainda nos primeiros minutos, esbarra em Léo, empresário com posições políticas bem diferentes das suas. O antagonista inesperado, quem diria, torna-se seu maior parceiro de jornada. Sob a paisagem caminhante, as irreconciliáveis brigas entre a esquerda e a direita, que dividiam amigos, famílias e o país, serão agora revisitadas num performático jogo entre ficção e documentário. Na companhia de outros viajantes e de um grande amor, a esperança do encontro guiará o sentido utópico de Partida.

“Era final de 2018. Um novo presidente acabara de se eleger. Momento de expectativa e esperança para uns, de medo e revolta para outros. O que nos unia, era o abismo diante do qual o país havia rachado, partido. O filme nasce neste momento. Eu tinha vontade de testemunhar algum encontro possível. Seria possível o encontro quando se esgotassem as brigas e os discursos?”, explica o diretor Caco Ciocler, que também é um dos personagens.

“Então era preciso produzir um microcosmo, sem escapatória, promover um embate e ver o que dali surgiria. Sempre tive uma admiração imagética pelo José Mujica, e um fascínio pela lenda de que morava isolado em um sítio escondido e recebia cordialmente com um chimarrão as pessoas que o encontravam. Quando a Georgette soltou, numa roda de ensaio, que queria se candidatar, tudo fez sentido. Pronto, tínhamos um objetivo para distrair o percurso. Saímos sem saber se o tal encontro com Mujica seria possível, se mesmo um filme seria possível, mas achamos melhor uma utopia, a seguir imóveis”, finalizou.

O elenco conta também com Léo Steinbruch, Paula Cesari, Vasco Pimentel, Sarah Lessa, Jefferson dos Reis, Julia Zakia, Beto Amaral, Manoela Rabinovitch, Ivan Drukier Waintrob e Luiza Zakia. O filme estará disponível inicialmente no Now, Vivo Play, Oi Play, Petra Belas Artes à la Carte, Filme Filme e Looke. Posteriormente, entrará em cartaz também no iTunes e no Google Play.

Confira o trailer de Partida:

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.

Prêmio Guarani comemora 25 edições e anuncia indicados; Leonardo Villar será homenageado

por: Cinevitor

bacurauguaraniSilvero Pereira interpreta Lunga, em Bacurau.

Foram anunciados, recentemente, os indicados ao 25º Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro. A premiação é considerada a maior e mais ampla da crítica de cinema no Brasil. Neste ano, 26 longas nacionais marcam presença na lista, entre os melhores de 2019, concorrendo, pelo menos, em uma categoria. Ao lado deles, cinco produções estrangeiras e treze curtas-metragens, que somam 44 filmes finalistas.

Dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, Bacurau lidera em 15 categorias, sendo um dos recordistas em quantidade de indicações em toda a história do Prêmio Guarani; perde apenas para A Máquina, de João Falcão, que recebeu 16 indicações na época. A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, aparece na sequência com 13 indicações, porém presente em 12 categorias, seguido por Inferninho e Temporada, ambos com 8 indicações.

Todos os indicados foram escolhidos a partir de uma votação promovida entre dezenas de críticos de cinema profissionais atuantes de todo o país, entre eles, Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR. A Academia Guarani de Cinema contou, em sua maioria, com a participação de associados das principais agremiações do gênero do Brasil: ABRACCINE, ACCIRS, ACECCINE e ACCRJ.

Robledo Milani, editor-chefe do site Papo de Cinema, criador e organizador do Prêmio Guarani, falou, em entrevista ao CINEVITOR, sobre o início da premiação, que já consagrou filmes como Terra Estrangeira, O Que é Isso, Companheiro?, Central do Brasil, Bicho de Sete Cabeças, Cidade de Deus, Uma Noite em 67, O Som ao Redor, Como Nossos Pais, entre outros: “Tudo começou como uma paixão pelo cinema brasileiro entre um grupo de amigos. Eu estava na faculdade quando aconteceu a retomada do cinema brasileiro e surgiu Carlota Joaquina, Princesa do Brazil [de Carla Camurati], que levou mais de um milhão de espectadores; e O Quatrilho [de Fábio Barreto] sendo indicado ao Oscar. Então, começou essa efervescência, que motivou nosso grupo de amigos”.

inferninhoqueerlisboaRafael Martins em Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes.

Milani também comentou sobre o começo da participação da crítica na premiação: “Na virada dos anos 2000 começa a empolgação de ter esse viés crítico para o prêmio, de ser uma votação com pessoas que já trabalhavam com isso. Eu comecei a escrever sobre cinema durante a faculdade e quando passei a encaminhar minha profissão para esse lado, percebi que o prêmio também precisava refletir isso. Depois, em 2011, com o surgimento do site Papo de Cinema, é que o prêmio cria essa identidade. Com isso, ficamos muito satisfeitos também com a repercussão entre os artistas, que reconhecem o valor do prêmio. Queremos que o Guarani se torna cada vez mais uma referência na nossa área”.

No ano passado, o prêmio contou com 50 filmes, entre longas, curtas e estrangeiros, indicados. Nesta edição, o número caiu para 44 títulos. Vale lembrar que 170 longas brasileiros foram lançados comercialmente no país no último ano. Além disso, também foram considerados quase uma centena de curtas-metragens, além de dezenas de produções estrangeiras exibidos no nosso circuito entre janeiro e dezembro de 2019. “Fiquei muito feliz com o resultado desse ano. Os cinco longas indicados na categoria de melhor filme também são os mais indicados desta edição e isso mostra a força que eles tiveram entre os votantes”, disse Robledo.

Nessa primeira fase de votação, com a tarefa de escolher os melhores da temporada, participaram mais de 40 profissionais da crítica cinematográfica. Durante o próximo mês, esses e muitos outros serão convocados a participar da segunda fase, quando poderão escolher o melhor de cada uma destas 24 categorias.

pagadorpromessasguaraniLeonardo Villar e Glória Menezes em O Pagador de Promessas.

Sobre os votantes, Robledo disse: “A formação da Academia do Guarani procura estar atenta à toda essa diversidade de profissionais e procura trazer essas pessoas que pensam sobre cinema. É nessa questão que o Guarani se mostra diferenciado. Não é um núcleo fechado. No geral, tivemos um resultado bem positivo e estamos bem satisfeitos com os indicados. A próxima fase de votação terá mais de cem votantes e esperamos que seja ainda mais diversificada”.

Além dos indicados, neste ano, o grande homenageado será o ator Leonardo Villar com o Guarani Honorário. Nascido em Piracicaba, interior de São Paulo, em 1923, começou sua carreira artística no teatro. Em 1962, em seu primeiro papel nos cinemas, ganhou destaque ao viver o protagonista de O Pagador de Promessas, dirigido por Anselmo Duarte, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes.

Com essa homenagem, Villar se junta a outros grandes nomes que já receberam o Guarani Honorário, como: Tônia Carrero, Ruth de Souza, Paulo José, Antonio Pitanga e Helena Ignez. Lembrando que o prêmio honorário foi instituído na vigésima edição do Guarani e contempla artistas vivos que nunca venceram em outras categorias.

Clique aqui e confira a lista completa com os indicados ao 25º Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro.

Fotos: Photo Cinemascópio/Divulgação.

Plano Sequência: site vende fotos para programas de ajuda aos profissionais do audiovisual

por: Cinevitor

planosequencia3Foto: EMORÍÔ, de Milena Seta.

A indignação de toda a classe artística, que atualmente sofre com as políticas de destruição da cultura, especialmente do cinema, pelo governo Bolsonaro, motivou o diretor de fotografia Azul Serra, que assina longas-metragens, como Turma da Mônica – Laços e Aos Teus Olhos, séries e comerciais a criar o Plano Sequência.

Plano Sequência é um movimento de diretores e diretoras de fotografia para ajudar o mercado audiovisual brasileiro durante a pandemia de Covid-19. Cada artista colabora com três fotografias e através da venda de cada impressão, o valor será 100% doado para programas de ajuda aos mais necessitados colegas do audiovisual durante a pandemia.

Azul teve a iniciativa ao saber de amigos do audiovisual que estão sem perspectivas e passando por dificuldades, que provavelmente irão se estender pelos próximos meses. Inicialmente, pensou em colocar suas fotos para venda em redes sociais e doar os valores arrecadados, mas ao saber que a ação renderia pouco, dividiu a inquietação com amigos e o grupo teve conhecimento de um movimento nos EUA que materializava exatamente a ação necessária: Keep Going World.

planosequencia1Foto: Waves, de Luisa Dalé.

Infelizmente, no Brasil não há um plano unificado de amparo ao audiovisual como em outros países. Porém, existem ações regionais e localizadas por todo o país, como entidades, sindicatos, associações e vaquinhas, que já estão ajudando muitos profissionais e, para concretizar a iniciativa, Azul chamou vários diretores e diretoras para criar essa força tarefa e montar uma galeria virtual. Ele contou com a parceria de Raphael Varandas e Rafael Martinelli, também diretores de fotografia, que abriram a ONG Plano Sequência, para ter controle e transparência jurídica sobre o fundo, que oferece três imagens do acervo pessoal de cada artista, para venda de impressões de alta qualidade.

Tirando o custo de produção, o valor arrecadado irá para programas de ajuda aos trabalhadores vulneráveis neste tempo de pandemia, como FilmaRioFILMAACAO (Belo Horizonte); Vakinha KellerCestas AudiovisualAbacashi.comIniciativa Sopro (Curitiba); FIGA, Figurinistas Associados de São Paulo; entre outros.

Plano Sequência oferece um cadastro para quem precisar de ajuda e o pagamento das fotos é realizado no próprio site, de uma forma muito simples, rápida e direta. Todas as fotografias serão vendidas pelo mesmo valor, mesmo tamanho e mesmo papel. A oferta, por um preço mais acessível, pretende atrair pessoas que normalmente não estão acostumadas a comprar fotografias e adquiri-las. Assim, todos ganham, e os profissionais que estão em situação difícil serão amparados.

planosequencia2Foto: Irmãs do Cairo, de Pedro Sotero.

A campanha ficará no ar por tempo indeterminado, no período de duração da pandemia, com novas fotos de artistas sendo incluídas quando necessário. Além da identificação das imagens, o site possui um breve currículo dos artistas que fizeram a doação de seus trabalhos.

Fazem parte do Plano Sequência: Adolpho Veloso, Adrian Teijido, Adriano Goldman, Adriano Gontiantini, Airton Carmignani, Alex Vecchi, Alexandre Elauyi, Alexandre Samori, Alexandre Vianna, Alziro Barbosa, Andradina Azevedo, Andre Dip, Andre Besen, Andre Fonseca, André Miranda, Antonio Brasiliano, Agustin Claramunt, Azul Serra, Breno Cunha, Bruno Tiezze, Bruno Zotto, Caio Nigro, Camila Cornelsen, Carlos Nader, Carol Costa, Carol Quintanilha, César Charlone, Chico Mitre, Cristian Dimitrius, Claudio Leone, Daniel Barjas, Daniel Berlink, Daniel Primo, Danilo Arenas, Dante Belluti, Diego Rosenblatt, Douglas Bernard, Emilia Sauaia, Enio Berwanger, Erico Toscano, Fabio Brandão, Fabio Politi, Felipe Herman, Felipe Hermini, Felipe Meneghel, Fernanda Frazao, Fernanda Tanaka, Frederico Pinto, Gabriel Bianchini, Giovanna Pezzo, Glauco Firpo, Heloisa Passos, Janice D’Avila, JC Feyer, João Fröhlich, João Pádua, Joel Lopes, Joana Luz, Jorge Brivilati, Julia Equi, Junior Malta, Kauê Zilli, Larissa Zaidan, Lawrence Wahba, Leo Ferreira, Licia Arosteguy, Lito Mendes, Lucas Pupo, Luciana Baseggio, Luisa Dale, Manoela Rabinovitch, Marcelo Corpani, Marcelo Reginato, Marco Ribas, Marcos Prado, Mari Cobra, Martin Buzolin, Mayra Ferro, Michel Gomes, Michele Diniz, Milena Seta, Nico Matteis, Nixon Freire, Otavio Machado, Otavio Pacheco, Otavio Pupo, Padu Palmerio, Paul Bessa, Paulo Vainer, Pedro Cardillo, Pedro Loes, Pedro Maffei, Pedro Sotero, Pepe Mendes, Pierre de Kerchove, Rafael Martinelli, Ricardo Mehedff, Robert Orlich, Rodrigo Inada, Rodrigo Monte, Rodrigo Reis, Safira Moreira, Samori, Sandro Galvão, Tatiana Lohman, Thiago Cauduro, Tomaz Viola, Toninho Muricy, Vellas, Victor Alencar, Wallauer, Will Etchebehere e Yuri Maranhão.

Fotos: Milena Seta, Luisa Dalé e Pedro Sotero.

Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2020: curtas selecionados para o primeiro turno estão disponíveis no Porta Curtas

por: Cinevitor

alfazemaportacurtasBruna Linzmeyer e Shirley Cruz em Alfazema, de Sabrina Fidalgo.

A Academia Brasileira de Cinema informou recentemente que, por conta da pandemia mundial de Covid-19, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2020 está sem data prevista de realização. A premiação, que elege os melhores da sétima arte, geralmente acontece em agosto.

No ano passado, a cerimônia foi realizada pela primeira vez na capital paulista, no Theatro Municipal de São Paulo, e consagrou o drama Benzinho, de Gustavo Pizzi, com seis troféus Grande Otelo, entre eles, o de melhor filme. O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues, também foi premiado em seis categorias e Chacrinha: O Velho Guerreiro, que liderava a lista de indicações, rendeu a Stepan Nercessian o prêmio de melhor ator.

Enquanto uma nova data para a 19ª edição não é definida, os indicados ao primeiro turno já foram anunciados e logo serão avaliados pelos sócios da Academia. Depois disso, serão escolhidos os finalistas em mais de 30 categorias. Filmes como Amazônia Groove, A Sombra do Pai, A Vida Invisível, Bacurau, Bixa Travesty, Dias Vazios, Diários de Classe, Divino Amor, Greta, Inferninho, Legalidade, Minha Mãe é uma Peça 3, Sócrates, Torre das Donzelas, entre outros, já foram selecionados para esta primeira fase.

Neste ano, em parceria com o site Porta Curtas, os 61 selecionados para o primeiro turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro nas categorias de curta-metragem (ficção, documentário e animação), estão disponíveis gratuitamente para o público. A seleção apresenta alguns dos filmes mais instigantes da última temporada, compondo um panorama diversificado da rica produção de curtas do ano que passou. Para assistir, basta acessar o site (clique aqui) e fazer um rápido cadastro.

Conheça os curtas-metragens brasileiros selecionados e disponíveis no Porta Curtas:

FICÇÃO:

A Ética das Hienas, de Rodolpho De Barros (PB)
Alfazema, de Sabrina Fidalgo (RJ)
A Mulher que Sou, de Nathália Tereza (PR)
Angela, de Marília Nogueira (MG)
A Profundidade da Areia, de Hugo Reis (ES)
Baile, de Cíntia Domit Bittar (SC)
Bonde, de Asaph Luccas (SP)
Dela, de Bernard Attal (BA)
Duda, de Eugênia Castello e William Biagioli (PR)
Ilhas de Calor, de Ulisses Arthur (AL)
Jorge, de Jéferson (RJ)
Joderismo, de Marcus Curvelo (BA)
Lolo, de Leandro Goddinho e Paulo Menezes (SP)
Marco, de Sara Benvenuto (CE)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
Nove Águas, de Gabriel Martins e Quilombo dos Marques (MG)
Os Mais Amados, de Rodrigo de Oliveira (ES)
, de Ana Flavia Cavalcanti e Julia Zakia (SP)
Rocha, de Luiz Matoso (RN)
Sem Asas, de Renata Martins (SP)
Tea For Two, de Julia Katharine (SP)
Tempestade, de Fellipe Fernandes (PE)

DOCUMENTÁRIO:

A Era de Lareokotô, de Rita Carelli (PE)
Amnestia, de Susanna Lira (RJ)
A Primeira Foto, de Tiago Pedro (CE)
As Constituintes de 88, de Gregory Baltz (RJ)
Avoada, de Magno Pinheiro (RJ)
Copacabana Madureira, de Leonardo Martinelli (RJ)
Entremarés, de Anna Andrade (PE)
Extratos, de Sinai Sganzerla (SP)
Fartura, de Yasmin Thayná (RJ)
Kerexu, de Denis Rodriguez e Leonardo Remor (RS)
Licença Poética, de Ilaine Melo (SC)
Mona, de Luíza Zaidan e Thiago Schindler (SP)
NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)
Nome de Batismo – Frances, de Tila Chitunda (PE)
O Grande Amor de um Lobo, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rogis (RN)
Olhos D´Água, de Daniela Thomas (RJ)
Partir, de Sonia Guggisberg (SP)
Planeta Fábrica, de Julia Zakia (SP)
Quebramar, de Cris Lyra (SP)
Retratos Sobre o Não Ver, de Erik Gasparetto (PR)
Tudo que é Apertado Rasga, de Fabio Rodrigues Filho (BA)
Um Ensaio Sobre a Ausência, de David Aynan (BA)
Viva Alfredinho!, de Roberto Berliner (RJ)
Vento de Sal, de Anna Azevedo (RJ)

ANIMAÇÃO:

31 de Março, Brazil., de Emerson Rodrigues (GO)
Almofada de Penas, de Joseph Specker Nys (SC)
Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes (PR)
Céu da Boca, de Amanda Treze (SP)
Contra-Filé, de Pedro Iuá (RJ)
Drawing Life, de Luciano Lagares (SP)
Estranho Animal, de Arthur B. Senra (MG)
Livro e Meio, de Giu Nishiyama e Pedro Nishi (SP)
Não Moro Mais Aqui, de Laura de Araújo (PE)
O Rabequeiro Maneta e a Fúria da Natureza, de Manu Maltez (SP)
Poética de Barro, de Giuliana Danza (MG)
Ressurreição, de Otto Guerra (RS)
Sangro, de Bruno H Castro, Guto BR e Tiago Minamisawa (SP)
Só Sei que Foi Assim, de Giovanna Muzel (RS)
Vivi Lobo e o Quarto Mágico, de E. M. Z. Camargo e Isabelle Santos (PR)

Foto: Paula Kossatz.

The Old Guard, com Charlize Theron, estreia em julho na Netflix e ganha trailer

por: Cinevitor

charlizenetflixCharlize Theron em ação!

Dirigido por Gina Prince-Bythewood, de Além dos Limites, A Vida Secreta das Abelhas e Nos Bastidores da Fama, The Old Guard, protagonizado por Charlize Theron e baseado na série de quadrinhos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernandez, estreia na Netflix no dia 10 de julho.

Sob a liderança de Andy, um grupo secreto de mercenários inexplicavelmente imortais luta há séculos para proteger o mundo. No entanto, uma missão de emergência faz suas habilidades extraordinárias ganharem notoriedade, cabendo a Andy e Nile, a mais nova integrante da equipe, fazer de tudo para acabar com a ameaça de quem quer replicar seus poderes e lucrar com eles. Com cenas intensas de ação, o filme mostra que ser imortal não é tão fácil quanto pode parecer.

O elenco conta também com Chiwetel Ejiofor, KiKi Layne, Marwan Kenzari, Luca Marinelli, Harry Melling, Van Veronica Ngo, Matthias Schoenaerts, Natacha Karam, Anamaria Marinca, Adam Collins, Joey Ansah, entre outros.

Confira o trailer de The Old Guard:

Foto: Divulgação/Netflix.