Notícias

Fique por dentro de tudo o que acontece no universo do cinema!

Motion Picture Sound Editors anuncia vencedores do 65º MPSE Golden Reel Awards

por: Cinevitor

bladempsevenceRyan Gosling e Harrison Ford em Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve.

Foram anunciados neste domingo, 18/02, os vencedores do 65º Golden Reel Awards, premiação organizada pela Motion Picture Sound Editors, que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV e no cinema.

Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.

Neste ano, John P. Fasal, editor de efeitos sonoros de vários filmes, como Dunkirk e Transformers: O Último Cavaleiro, recebeu o Career Achievement Award, prêmio especial pelo conjunto da obra; a cineasta Kathryn Bigelow, de Detroit em Rebelião, A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror, O Peso da Água, Caçadores de Emoção, entre outros, também foi homenageada e recebeu o Filmmaker Award.

Conheça os vencedores do 65º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR:
Planeta dos Macacos: A Guerra, por Douglas Murray e Will Files

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY:
Blade Runner 2049, por Mark Mangini

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por J.R. Grubbs e Chris Boyes

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
Jane, por Warren Shaw e Joshua Paul Johnson

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO:
Sem Amor, por Andrey Dergachev

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | TRILHA SONORA:
Dunkirk, por Alex Gibson e Ryan Rubin

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MUSICAL:
O Rei do Show, por Jen Monnar

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME NÃO LANÇADO NO CINEMA:
Em Busca de Fellini, por David Barber e Ben Zarai

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO NÃO LANÇADO NO CINEMA
Becoming Bond, por Trip Brock

SPECIAL VENUE:
Carne Y Arena, por Randy Thom, Martín Hernández e Leff Lefferts

Foto: Stephen Vaughan.

Três Anúncios Para um Crime é o grande vencedor do BAFTA 2018, o Oscar britânico

por: Cinevitor

tresanunciosbafta18Equipe de Três Anúncios Para um Crime: grande vencedor.

A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão, British Academy of Film and Television Arts, revelou neste domingo, 18/02, em Londres, em cerimônia apresentada pela atriz Joanna Lumley, os vencedores do BAFTA 2018, conhecido como o Oscar britânico.

Nesta 71ª edição, o drama A Forma da Água liderava com doze indicações e foi premiado em três categorias, incluindo melhor direção para Guillermo del Toro; Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh, se consagrou como o grande campeão da noite com cinco prêmios, entre eles, o de melhor filme.

Assim como no Globo de Ouro, a campanha TIME’S UP, organizada por importantes mulheres da indústria do entretenimento, com a intenção de lutar contra qualquer tipo de abuso e também para abrir um diálogo ainda maior sobre desigualdade de gênero, leis trabalhistas, racismo, falta de representatividade, desigualdade sistêmica, políticas corporativas, entre outros, também foi destaque no BAFTA. Para apoiar ainda mais a causa, as estrelas passaram pelo tapete vermelho vestidas de preto em solidariedade às vítimas de violência sexual e também em homenagem às mulheres que, corajosamente, revelaram publicamente casos de abuso e assédio sexual sofridos em Hollywood.

Conheça os vencedores do British Academy Film Awards 2018:

MELHOR FILME:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR FILME BRITÂNICO:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR DIREÇÃO:
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

MELHOR ATOR:
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação

MELHOR ATRIZ:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Allison Janney, por Eu, Tonya

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Três Anúncios Para um Crime, escrito por Martin McDonagh

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Me Chame Pelo Seu Nome, escrito por James Ivory

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Criada, de Park Chan-wook (Coreia do Sul)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck

MELHOR ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR FOTOGRAFIA:
Blade Runner 2049, por Roger Deakins

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
A Forma da Água, por Alexandre Desplat

MELHOR EDIÇÃO:
Em Ritmo de Fuga, por Jonathan Amos e Paul Machliss

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Forma da Água, por Paul Austerberry, Jeff Melvin e Shane Vieau

MELHOR FIGURINO:
Trama Fantasma, por Mark Bridges

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
O Destino de uma Nação, por David Malinowski, Ivana Primorac, Lucy Sibbick e Kazuhiro Tsuji

MELHOR SOM:
Dunkirk, por Alex Gibson, Richard King, Gregg Landaker, Gary A. Rizzo e Mark Weingarten

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Blade Runner 2049, por Richard R. Hoover, Paul Lambert, Gerd Nefzer e John Nelson

MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO (voto popular):
Daniel Kaluuya

ROTEIRISTA, DIRETOR(A) OU PRODUTOR(A) BRITÂNICO REVELAÇÃO:
Rungano Nyoni (roteirista e diretora) e Emily Morgan (produtora), por I Am Not a Witch

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
Cowboy Dave, de Colin O’Toole

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO | ANIMAÇÃO:
Poles Apart, de Paloma Baeza

Foto: Jeff Spicer.

32º ASC Awards: Roger Deakins, de Blade Runner 2049, é premiado pela American Society of Cinematographers

por: Cinevitor

bladevenceascDenis Villeneuve e Roger Deakins nos bastidores de Blade Runner 2049.

Foram anunciados neste sábado, 18/02, em cerimônia apresentada por Ben Mankiewicz, os vencedores do American Society of Cinematographers Awards, que elege a melhor direção de fotografia em TV e cinema.

Roger Deakins levou o prêmio de melhor fotografia em longa-metragem por seu trabalho em Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve. O fotógrafo já foi premiado pela American Society of Cinematographers outras vezes por: Um Sonho de Liberdade, O Homem que Não Estava Lá, 007 – Operação Skyfall e em 2011 recebeu o Lifetime Achievement Award.

Entre os concorrentes desta 32ª edição, vale destacar a presença de Rachel Morrison na lista. Indicada por seu trabalho em Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississippi, ela se tornou a primeira mulher da história desta premiação a concorrer na categoria principal.

Além disso, prêmios especiais foram entregues ao longo da cerimônia: Russell Carpenter, vencedor do Oscar de melhor fotografia por Titanic, recebeu o Lifetime Achievement Award; Russell Boyd, premiado pela Academia por Mestre dos Mares – O Lado Mais Distante do Mundo, recebeu o International Award; a atriz e cineasta Angelina Jolie subiu ao palco para receber o Board of Governors Award; o Presidents Award foi entregue para Stephen Lighthill e Alan Caso foi homenageado com o Career Achievement in Television Award.

O brasileiro Adriano Goldman, diretor de fotografia de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, 360, Xingu, Trash: A Esperança Vem do Lixo e Pegando Fogo, foi premiado na categoria de melhor fotografia em um episódio de uma série não comercial por Smoke and Mirrors, do seriado The Crown, da Netflix; o prêmio Spotlight, criado para reconhecer a excepcional fotografia em longas-metragens que foram exibidos em poucos cinemas ou em festivais internacionais, foi entregue para Mart Taniel pelo drama November, do estoniano Rainer Sarnet.

Conheça os vencedores do 32º ASC Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FOTOGRAFIA EM LONGA-METRAGEM:
Blade Runner 2049, por Roger Deakins

PRÊMIO SPOTLIGHT:
November, por Mart Taniel

ASC HASKELL WEXLER STUDENT DOCUMENTARY AWARD:
Forever Home, por Connor Ellmann

Foto: Divulgação.

Filmes brasileiros são selecionados para o 33º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara

por: Cinevitor

carolguadalajaraCaroline Abras em Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e Mariana Bastos: selecionado.

O Festival Internacional de Cine en Guadalajara, um dos mais fortes da América Latina, anunciou nesta semana os filmes selecionados para a sua 33ª edição, que acontecerá entre os dias 9 e 16 de março na cidade mexicana.

Além do destaque para o cinema mexicano com o Prêmio Mezcal, o evento também apresenta uma programação com produções ibero-americanas. Neste ano, o Brasil está representado com doze filmes em diversas seções, entre eles, O Filme da Minha Vida, de Selton Mello, na competição de longa-metragem ibero-americano. Na última edição, As Duas Irenes, de Fabio Meira, foi escolhido como o melhor primeiro filme e melhor fotografia.

Entre os selecionados para o Prêmio Maguey, por exemplo, que destaca o cinema LGBTTTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, transexuais, travestis e intersex), três longas brasileiros estão na disputa. No ano passado, Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano, foi premiado nesta categoria.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para o 33º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara:

LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO | FICÇÃO:
O Filme da Minha Vida, de Selton Mello

DOCUMENTÁRIO IBERO-AMERICANO:
Aqualoucos, de Victor Ribeiro
Cidades Fantasmas, de Tyrell Spencer
Estado de Exceção, de Jason O’Hara

CURTA-METRAGEM IBERO-AMERICANO:
A Foreman, de Daniel Drummond (Brasil/EUA)
Anderson, de Rodrigo Meireles
Boca de Fogo, de Luciano Pérez Fernández
Censurado, de Pedro Buson
O Espírito do Bosque, de Carla Saavedra Brychcy

PRÊMIO MAGUEY:
Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e Mariana Bastos
Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor
Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

Confira o trailer de Madame, com Rossy de Palma, Toni Collette e Harvey Keitel

por: Cinevitor

madametrailerRossy de Palma e Toni Collette em cena.

Na comédia dramática Madame, dirigida por Amanda Sthers, Anne, vivida por Toni Collette, e Bob, papel de Harvey Keitel, são um casal americano bem-sucedido de férias em Paris que resolve promover um jantar para amigos estrangeiros sofisticados. Quando descobre que terá 13 convidados, Anne implora para que sua fiel empregada Maria, interpretada por Rossy de Palma, se disfarce de uma misteriosa espanhola para ter um número par de convidados. O que ela não esperava era que Maria fosse se envolver amorosamente com um dos convidados.

Para dar vida a Maria, Amanda escolheu a atriz espanhola Rossy de Palma, que ganhou fala nos primeiros filmes do cineasta Pedro Almodóvar e virou a musa do estilista Jean-Paul Gaultier: “Maria é uma mulher muito positiva, com uma luz interna muito poderosa. Ela não se sente inferior porque tem que limpar o que outros sujaram: ela é uma empregada e tem orgulho disso! Uma pessoa simples e natural. Compartilho muito com ela, o jeito de olhar para a vida, uma curiosidade pelos outros. Algo infantil também, o desejo de nunca perder de vista a menina que tem dentro de si. Maria se sente próxima daquela garota, e eu, enquanto envelheço, também me aproximo dela. Ela é uma Cinderela moderna, uma pessoa muito romântica que acredita em contos de fadas”, defende a atriz.

Segundo a diretora, cada um dos atores tinha sua maneira de trabalhar: “Você dirige cada ator de uma maneira. É como amizade, você não é amigo da mesma maneira com todos. Para ser honesta, eu me senti intimidada por Harvey Keitel. Ele é uma lenda, ele está sempre falando de seus amigos Martin Scorsese e Robert de Niro. Mas quando começa a trabalhar, ele dá tudo de si”, revelou Amanda.

Confira o trailer de Madame, que estreia no dia 29 de março:

Foto: Divulgação/California Filmes.

Dirigido por Brad Bird, Os Incríveis 2 ganha trailer oficial e chega aos cinemas em junho

por: Cinevitor

incriveis2trailer1A família de super-heróis favorita de todo mundo está de volta!

Lançado em 2004, Os Incríveis arrecadou mais de 633 milhões de dólares ao redor do mundo, sendo que no final de semana de estreia foram mais de US$ 70 milhões, tornando-se a segunda maior abertura de uma animação na história.

O filme, dirigido por Brad Bird, foi premiado no Oscar com duas estatuetas douradas: melhor animação e melhor edição de som. Além disso, se consagrou no Annie Awards, entrou na lista da National Board of Review e também dos críticos de San Diego, New York, Seattle e saiu vencedor em outras importantes premiações, como BAFTA e Critics’ Choice Awards.

Agora, quatorze anos depois, Brad Bird assume novamente a direção das aventuras da família de super-heróis em Os Incríveis 2, sequência da animação. Desta vez, Helena está em destaque, deixando Beto em casa com Violeta e Flecha no heroísmo do dia a dia da vida comum. É uma transição complicada para todos, tornada mais difícil pelo fato de que a família ainda não conhece os superpoderes do bebê Zezé. Quando um novo vilão traça um plano brilhante e perigoso, a família e o amigo Gelado devem encontrar uma maneira de trabalhar juntos novamente.

O elenco de dubladores conta com Holly Hunter, Craig T. Nelson, Sarah Vowell, Huck Milner, Samuel L. Jackson, Sophia Bush, Catherine Keener, Bob Odenkirk, Jonathan Banks, Isabella Rossellini, John Ratzenberger e Kimberly Adair Clark.

Confira o primeiro trailer de Os Incríveis 2, que tem estreia marcada para o dia 28 de junho:

Foto: Divulgação/Pixar.

Conheça os vencedores do 16º Visual Effects Society Awards

por: Cinevitor

planetamacacosvisualAndy Serkis interpreta Caesar em Planeta dos Macacos: A Guerra.

Foram anunciados nesta terça-feira, 13/02, em cerimônia apresentada pelo ator e comediante Patton Oswalt, os vencedores do 16º Visual Effects Society Awards, prêmio que reconhece os melhores efeitos visuais e a inovação em filmes, animações, programas de TV, comerciais e videogames.

Com mais de 3.300 membros, de 30 países, a Visual Effects Society reúne profissionais de efeitos visuais, incluindo artistas, tecnólogos, modelistas, educadores, executivos de estúdio, supervisores, especialistas em marketing e produtores.

Neste ano, Planeta dos Macacos: A Guerra, que liderava a lista com sete indicações, ao lado de Blade Runner 2049, se consagrou como o grande vencedor em quatro categorias. Além disso, prêmios especiais também foram entregues durante a cerimônia: Joe Letteri, especialista em efeitos visuais e vencedor de quatro estatuetas douradas no Oscar por Avatar, O Senhor dos Anéis: As Duas TorresO Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei e King Kong, recebeu o Prêmio Georges Méliès; o ator e cineasta Jon Favreau, de Mogli – O Menino Lobo, foi homenageado com o VES Lifetime Achievement Award.

Conheça os vencedores do 16º VES Awards nas categorias de cinema:

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM FILME FOTOREALISTA:
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHORES EFEITOS VISUAIS DE APOIO EM FILME FOTOREALISTA:
Dunkirk

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR PERFORMANCE ANIMADA EM FILME FOTOREALISTA:
Caesar, em Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR PERFORMANCE ANIMADA EM ANIMAÇÃO:
Hèctor, em Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR AMBIENTE CRIADO EM FILME FOTOREALISTA:
Los Angeles, em Blade Runner 2049

MELHOR AMBIENTE CRIADO EM ANIMAÇÃO:
Cidade dos mortos, em Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR FOTOGRAFIA VIRTUAL EM PROJETO FOTOREALISTA:
Dança do Groot e luta de abertura, em Guardiões da Galáxia Vol. 2

MELHOR MODELO EM PROJETO FOTOREALISTA OU ANIMADO:
Sede da LAPD, em Blade Runner 2049

MELHOR SIMULAÇÃO DE EFEITOS EM FILME FOTOREALISTA:
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR SIMULAÇÃO DE EFEITOS EM FILME DE ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR COMPOSIÇÃO EM FILME FOTOREALISTA:
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM PROJETO ESTUDANTIL:
Hybrids

Foto: Divulgação.

Guillermo del Toro será presidente do júri do 75º Festival de Veneza

por: Cinevitor

deltorojurivenezaGuillermo del Toro: premiado no Globo de Ouro recentemente e indicado ao Oscar.

A 75ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontecerá entre os dias 29 de agosto e 8 de setembro, acaba de anunciar que o cineasta mexicano Guillermo del Toro, vencedor do Leão de Ouro no ano passado com A Forma da Água, será o presidente do Júri Internacional da Competição, que atribuirá os prêmios oficiais aos filmes selecionados, ao lado de nove celebridades internacionais que serão anunciadas em breve.

Alberto Barbera, diretor do festival, falou sobre a escolha do Conselho de Administração da Bienal de Veneza, liderado por Paolo Baratta: “Guillermo Del Toro personifica a generosidade e uma paixão pelo cinema que pode despertar emoções, afetar as pessoas e, ao mesmo tempo, fazê-las refletir. Em virtude de sua viva imaginação, uma sensibilidade incomum e sua confiança no poder das imagens, ele trouxe à vida um universo fantástico no qual o amor e o medo podem coexistir e valorizar a diversidade com um valor fundamental. Estamos satisfeitos e honrados com Del Toro, que iluminou nossa edição anterior com a beleza deslumbrante de A Forma da Água. Ele será um presidente excelente, inquisitivo e entusiasmado”.

O cineasta também se pronunciou em um comunicado oficial: “Ser presidente em Veneza é uma honra e uma responsabilidade e aceito o convite com respeito e gratidão. Veneza é uma janela para o cinema mundial e uma oportunidade de celebrar seu poder e relevância cultural”.

Além do Leão de Ouro de melhor filme para A Forma da Água na edição passada, que teve a atriz Annette Bening como presidente do júri, Guillermo del Toro participou do Festival de Veneza pela primeira vez em 1997, com o terror Mutação na mostra Mezzanotte; em 2006, participou do júri do Prêmio Luigi de Laurentiis Venice na 63ª edição do evento.

Foto: Allen J. Schaben.

International Press Academy anuncia vencedores do Satellite Awards 2017

por: Cinevitor

godsatelliteJosh O’Connor e Alec Secareanu em God’s Own Country: premiado.

Fundada em 1996, a International Press Academy é uma associação de mídia de entretenimento com membros votantes do mundo todo que atuam em jornais, TV, rádio, blogs e novas plataformas de mais de vinte países.

Com a intenção de honrar as excelências artísticas dos filmes, seriados, rádio e novas mídias, a IPA criou o Satellite Awards, antes conhecido como The Golden Satellite Awards, prêmio que elege os melhores da indústria do entretenimento em categorias diversas.

Neste ano, em sua 22ª edição, houve um empate na categoria de melhor filme: Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh, e God’s Own Country, de Francis Lee, no Brasil lançado diretamente em plataformas digitais como Reino de Deus, foram premiados.

Conheça os vencedores do Satellite Awards 2017:

MELHOR FILME:
God’s Own Country e Três Anúncios Para um Crime

MELHOR FILME FEITO PARA TV:
O Mago das Mentiras (The Wizard of Lies)

MELHOR ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Em Busca dos Corais

MELHOR DIREÇÃO:
Jordan Peele, por Corra!

MELHOR ATRIZ:
Diane Kruger, por Em Pedaços e Sally Hawkins, por A Forma da Água

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Lois Smith, por Marjorie Prime

MELHOR ATOR:
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação e Harry Dean Stanton, por Lucky

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Artista do Desastre

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Em Pedaços, de Fatih Akin (Alemanha)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE E DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Forma da Água

MELHOR FOTOGRAFIA:
Blade Runner 2049

MELHOR FIGURINO:
Trama Fantasma

MELHOR EDIÇÃO:
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR TRILHA SONORA:
Mulher-Maravilha

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Stand Up for Something, por Andra Day e Common (Marshall)

MELHOR SOM | EDIÇÃO E MIXAGEM:
Dunkirk

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Blade Runner 2049

MELHOR ELENCO | FILME:
Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Lucky, de John Carroll Lynch

PRÊMIO HUMANITÁRIO:
Extraordinário, de Stephen Chbosky

PRÊMIO AUTEUR:
Lady Bird – A Hora de Voar, de Greta Gerwig

PRÊMIO NIKOLA TESLA:
Robert Legato

Foto: Divulgação.

WGA Awards 2018: conheça os vencedores do prêmio do Sindicato dos Roteiristas

por: Cinevitor

corrawgavenceAllison Williams e Daniel Kaluuya em Corra!: premiado.

O Sindicato dos Roteiristas da América, Writers Guild of America, anunciou neste domingo, 11/02, em cerimônia apresentada pelo ator e comediante Patton Oswalt, os vencedores do Writers Guild Awards 2018, premiação anual que elege os melhores roteiros de cinema, TV e rádio desde 1948.

Na edição passada, Moonlight: Sob a Luz do Luar, que aqui venceu como melhor roteiro original, também foi premiado no Oscar, só que na categoria de melhor roteiro adaptado. Em outros anos, Spotlight: Segredos Revelados, A Grande Aposta, O Jogo da Imitação, Ela, Argo, Meia-Noite em Paris, Os Descendentes, A Rede Social, Guerra ao Terror, Milk – A Voz da Igualdade e Quem Quer Ser um Milionário? também foram premiados pelo Sindicato e pela Academia.

Neste ano, Corra!, vencedor na categoria de melhor roteiro original, concorria com A Forma da Água, Doentes de Amor, Eu, Tonya e Lady Bird – A Hora de Voar. Na categoria de melhor roteiro adaptado, Me Chame Pelo Seu Nome foi premiado; A Grande Jogada, Artista do Desastre, Logan e Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi também estavam na disputa.

Conheça os vencedores do WGA Awards 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Corra!, escrito por Jordan Peele

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Me Chame Pelo Seu Nome, escrito por James Ivory; baseado no romance homônimo de André Aciman

MELHOR ROTEIRO DE DOCUMENTÁRIO:
Jane, escrito por Brett Morgen

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Conheça os vencedores do Prêmio Goya 2018, o Oscar espanhol

por: Cinevitor

marisagoya18A atriz espanhola Marisa Paredes recebe homenagem na 32ª edição.

A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha realiza, desde 1987, o Prêmio Goya (ou Premios Goya), evento que elege os melhores filmes e profissionais do cinema e é conhecido como o Oscar espanhol.

Neste sábado, 03/02, foram revelados, em Madri, os vencedores da 32ª edição da premiação. O drama Handia, de Aitor Arregi e Jon Garaño, sobre o homem mais alto do mundo, liderava com 13 indicações e venceu em dez categorias.

Ovacionada pelo público presente e muito emocionada, a atriz Marisa Paredes subiu ao palco para receber o Goya honorário por sua carreira: “Eu tive a sorte que muitos diretores confiaram em mim e eles também tiveram sorte por eu ter confiado neles”, disse em seu discurso. Nascida em Madri, começou a atuar na década de 1960 e, ao longo dos anos, se destacou em diversos trabalhos, além de ser considerada uma das musas de Pedro Almodóvar, com quem trabalhou em diversas produções, como: Maus Hábitos (1983), De Salto Alto (1991), A Flor do Meu Segredo (1995), Tudo Sobre Minha Mãe (1999) e A Pele que Habito (2011).

Conheça os vencedores do Prêmio Goya 2018:

MELHOR FILME:
La librería

MELHOR DIREÇÃO:
Isabel Coixet, por La librería

MELHOR ATOR:
Javier Gutiérrez, por El autor

MELHOR ATRIZ:
Nathalie Poza, por No sé decir adiós

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
David Verdaguer, por Verão 1993

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Adelfa Calvo, por El autor

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE:
Carla Simón, por Verão 1993

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Handia, escrito por Aitor Arregi, Andoni de Carlos, Jon Garaño e José Mari Goenaga

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
La librería, escrito por Isabel Coixet

ATOR REVELAÇÃO:
Eneko Sagardoy, por Handia

ATRIZ REVELAÇÃO:
Bruna Cusí, por Verão 1993

MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO:
Handia, por Ander Sistiaga

MELHOR FOTOGRAFIA:
Handia, por Javier Agirre Erauso

MELHOR MONTAGEM:
Handia, por Laurent Dufreche e Raúl López

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Handia, por Mikel Serrano

MELHOR FIGURINO:
Handia, por Saioa Lara

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Handia, por Ainhoa Eskisabel, Olga Cruz e Gorka Aguirre

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Handia, por Pascal Gaigne

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
La llamada, de José Miguel Conejo Torres (Leiva) (La llamada)

MELHOR SOM:
Verónica, por Aitor Berenguer, Gabriel Gutiérrez e Nicolas de Poulpiquet

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS:
Handia, por Jon Serrano e David Heras

MELHOR ANIMAÇÃO:
As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Muchos hijos, un mono y un castillo, de Gustavo Salmerón

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO:
Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Chile)

MELHOR FILME EUROPEU:
The Square – A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund (Suécia)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
Madre, de Rodrigo Sorogoyen

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Los desheredados, de Laura Ferrés

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Woody & Woody, de Jaume Carrió

Foto: Divulgação.

Viva – A Vida é uma Festa é o grande vencedor do 45º Annie Awards, o Oscar da animação

por: Cinevitor

vivavenceannieGael García Bernal e Anthony Gonzalez foram dubladores de Viva – A Vida é uma Festa.

Foram anunciados neste sábado, 03/02, os vencedores do 45º Annie Awards, conhecido como o Oscar da animação, organizado pela ASIFA-Hollywood, International Animated Film Society.

Neste ano, Viva – A Vida é uma Festa, da Disney•Pixar, que liderava com treze indicações, foi a grande vencedora em onze categorias; O Touro Ferdinando, dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, das franquias A Era do Gelo e Rio, estava na disputa nas categorias de melhor edição e melhor design de produção, mas não foi premiado.

Conheça os vencedores do Annie Awards 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR DIREÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Lee Unkrich e Adrian Molina

MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE:
The Breadwinner

MELHOR ROTEIRO EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, escrito por Adrian Molina e Matthew Aldrich

MELHOR ANIMAÇÃO | PRODUÇÃO ESPECIAL:
Revolting Rhymes

MELHOR ANIMAÇÃO | CURTA-METRAGEM:
Dear Basketball

MELHOR ANIMAÇÃO ESTUDANTIL:
Poles Apart

MELHORES EFEITOS ANIMADOS EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por John Chun Chiu Lee

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM LIVE-ACTION:
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR MÚSICA EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR STORYBOARDING EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Dean Kelly

MELHOR DUBLAGEM EM ANIMAÇÃO:
Anthony Gonzalez, por Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR EDIÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

Foto: Disney/Pixar.