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Cannes 2019: A Vida Invisível de Eurídece Gusmão, de Karim Aïnouz, é o grande vencedor da mostra Un Certain Regard

por: Cinevitor

vidainvisivelvencecannesCarol Duarte e Júlia Stockler no filme de Karim Aïnouz.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 24/05, os vencedores da mostra Un Certain Regard, também conhecida como Um Certo Olhar, que coloca em evidência filmes dirigidos por novos cineastas, porém mais atípicos aos da Competição Oficial do Festival de Cannes.

Neste ano, a cineasta libanesa Nadine Labaki presidiu o júri, que contou também com a atriz francesa Marina Foïs, a produtora cinematográfica alemã Nurhan Sekerci-Porst, o diretor argentino Lisandro Alonso e e o cineasta belga Lukas Dhont.

O grande vencedor desta edição foi o brasileiro A Vida Invisível de Eurídece Gusmão, de Karim Aïnouz e produzido por Rodrigo Teixeira. O longa é uma livre adaptação da obra homônima de Martha Batalha e traz Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Júlia Stockler, Gregorio Duvivier e Maria Manoella no elenco. No palco, o diretor fez seu agradecimento: “Tenho muito orgulho de representar o Brasil. Estamos passando por algo muito difícil no país que tem a ver com intolerância”.

“É um importante prêmio do cinema mundial e também um prêmio muito importante para o cinema brasileiro em um ano que tivemos uma representação maravilhosa com Bacurau, do Kleber Mendonça Filho e do Juliano Dornelles, com o filme da Alice Furtado, com o filme produzido pelos irmãos Gullane. Então, acho que é maravilhoso que a gente tenha vencido nesse ano. Mas, antes de qualquer coisa, é importante que esse prêmio de fato possa servir como uma maneira de incentivar o futuro do cinema brasileiro, a diversidade da cultura brasileira e que tenhamos um Brasil melhor do que estamos vivendo agora. Queria dedicar especialmente para minha amada Fernanda Montenegro e para todas as mulheres do mundo”, disse Karim Aïnouz em áudio enviado pela assessoria logo após a cerimônia de encerramento.

O filme se passa no Rio de Janeiro dos anos 1950 e as irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda: duas irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sem namorado, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas para sempre e passam suas vidas tentando encontrar uma a outra, como se só juntas fossem capazes de seguirem suas vidas.

Conheça os vencedores da mostra Un Certain Regard 2019:

PRÊMIO UN CERTAIN REGARD:
A Vida Invisível de Eurídece Gusmão, de Karim Aïnouz (Brasil)

PRÊMIO DO JÚRI:
O que Arde (Viendra le feu), de Olivier Laxe (Espanha/França/Luxemburgo)

MELHOR INTERPRETAÇÃO:
Chiara Mastroianni, por Chambre 212

MELHOR DIREÇÃO:
Kantemir Balagov, por Dylda (Beanpole)

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Liberté, de Albert Serra (Espanha)

MENÇÃO ESPECIAL DO JÚRI:
Jeanne (Joan of Arc), de Bruno Dumont (França)

COUP DE COEUR (empate):
The Climb, de Michael Angelo Covino (EUA)
La femme de mon frère (A Brother’s Love), de Monia Chokri (Canadá)

Foto: Bruno Machado.

Confira o trailer de ¿Eres tú, papá?, dirigido por Rudy Riverón Sánchez, que será exibido no Fantaspoa

por: Cinevitor

erestupapafantaspoaA atriz Gabriela Ramos em cena.

Dirigido pelo cubano Rudy Riverón Sánchez, o filme É Você, Papai?, no original ¿Eres tú, papá?, é um dos destaques da programação da 15ª edição do Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre, que começou em 2005 com a ideia de promover um evento dedicado ao gênero fantástico (ficção científica, fantasia e horror), até então inédito no Brasil.

O longa, que fará sua estreia latino-americana no evento, faz parte da Competição Ibero-Americana. Na trama, Lili vive com sua família, compartilhando com sua mãe uma atmosfera de controle e terror gerada por seu pai, Eduardo. Um dia, ele desaparece e seu sumiço leva Lili ao desespero, resultado de anos de dependência. Ela realiza um ritual de magia negra para trazê-lo de volta, gerando consequências desastrosas.

Com Gabriela Ramos, Jorge Enrique Caballero, Lynn Cruz, Osvaldo Doimeadiós e Eslinda Núñez no elenco, o filme já foi exibido em outros festivais, como: Miami Film Festival; Internationales Filmfest Oldenburg, na Alemanha, que rendeu um prêmio para a atriz Gabriela Ramos; Richmond International Film Festival, vencedor do Grande Prêmio do Júri; e TOHorror Film Fest, na Itália, onde também foi consagrado.

Para realizar seu primeiro longa-metragem, Rudy queria garantir que fosse um filme diferente: “Decidi que a história se passaria em Cuba e usei elementos de horror psicológico, por ser um subgênero do horror que ainda não tinha sido explorado no país. Tudo isso me ajudou no desenvolvimento do roteiro e trouxe nuances para a história. Baseado em minhas experiências em Cuba, assistindo filmes cubanos que retratavam os benefícios da revolução cubana ou criticavam o sistema político, sabia que queria algo diferente. Queria levar essa história de uma família do meu país para um público mais amplo”, revelou.

erestupapa2fantaspoaA cubana Eslinda Núñez também está no elenco.

Quando se mudou para o Reino Unido, Rudy adquiriu experiências em diversos trabalhos e se formou na York St John University, onde recebeu um prêmio que o ajudou a realizar seu primeiro curta-metragem, Beyond Reach, indicado ao Royal Television Society Student Award. Depois disso, abriu a AlmostFilm Production, em Londres, e realizou diversos videoclipes.

Sobre influências cinematográficas, o diretor revelou ser fã de Psicose, de Alfred Hitchcock; A Mosca, de David Cronenberg; e O Enigma de Outro Mundo, de John Carpenter: “Eu nunca me vi fazendo um filme de terror. Tudo mudou quando comecei a estudar no Reino Unido. Como parte do meu curso, passei um semestre no Canadá, onde participei de um workshop e tive que escrever um roteiro que era uma história assustadora para crianças. Isso me deu confiança e motivação. Quando voltei para a Inglaterra, continuei minha pesquisa sobre o gênero de terror. Depois, comecei a desenvolver uma ideia para um filme de terror, o que viria a se tornar ¿Eres tú, papá?. Um dia, estava folheando um livro sobre a história do cinema cubano na casa de um amigo e foi então que decidi que o filme se passaria em Cuba por ser um gênero novo no país. Também senti que o contexto sociocultural de Cuba e seu isolamento geográfico e político proporcionariam um cenário atmosférico perfeito para um filme de terror”.

É Você, Papai? será exibido nesta sexta-feira, 24/05, às 15h, na Cinemateca Capitólio Petrobras, em Porto Alegre, no Fantaspoa. Confira o trailer:

Foto: Divulgação.

Filmes brasileiros são premiados no FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa

por: Cinevitor

cancoesdeamorlisboaMarina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso em Todas as Canções de Amor: melhor filme.

O FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa tem como missão a difusão e o desenvolvimento do cinema nos países de língua portuguesa, reconhecendo o estado assimétrico desta arte em cada um deles, porém valorizando as origens históricas e culturais dos países.

O evento discute o futuro do cinema e a sua contribuição como linguagem artística para a compreensão e a prática dos direitos humanos, da cidadania e da inclusão social. O FESTin procura promover e estimular o audiovisual através do intercâmbio cultural, de modo que sejam celebrados encontros entre as diferentes expressões dos países lusófonos.

Neste ano, em sua 10ª edição, que aconteceu entre os dias 15 e 22 de maio, em Lisboa, o cinema brasileiro se destacou na programação e levou diversos prêmios, entre eles, o de melhor filme para Todas as Canções de Amor, dirigido por Joana Mariani.

Conheça os vencedores do FESTin Lisboa 2019:

MELHOR FILME:
Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani (Brasil)

MELHOR DIREÇÃO:
Aly Muritiba, por Ferrugem (Brasil)

MELHOR ATOR:
Daniel de Oliveira, por Aos Teus Olhos

MELHOR ATRIZ:
Tifanny Dopke, por Ferrugem

JÚRI DA CRÍTICA:
Ferrugem, de Aly Muritiba

JÚRI DA CRÍTICA | MENÇÃO HONROSA:
Boni Bonita, de Daniel Barosa (Brasil/Argentina)

PRÊMIO DO PÚBLICO:
Unicórnio, de Eduardo Nunes (Brasil)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Lusófonas, de Carolina Paiva (Brasil)

MELHOR DOCUMENTÁRIO | MENÇÃO HONROSA:
Início do Fim, de Francisco Júnior Gonçalves (Angola)

MELHOR DOCUMENTÁRIO | JÚRI POPULAR:
O Pequeno Escritor, de Júlio Silva (Moçambique)

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Viagem de Ícaro, de Kaco Olimpio e Larissa Fernandes (Brasil)

MELHOR CURTA-METRAGEM | MENÇÃO HONROSA:
Grito, de Luiz Cassol (Brasil)

MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
O Mambo, de Nuno Barreto (Angola)

PRÊMIO FESTINHA | MELHOR FILME INFANTIL:
A Zeropeia, de Rodrigo Guimarães (Brasil)

Foto: Divulgação.

Cannes 2019: conheça os vencedores da Semana da Crítica

por: Cinevitor

semanacritica58vencedoresOs premiados deste ano com o júri.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 22/05, os vencedores da Semana da Crítica (Semaine de la Critique), mostra paralela ao Festival de Cannes, que concentra-se na descoberta de novos talentos. Desde que foi criada pelo Syndicat Français de la Critique de Cinéma, em 1962, busca explorar e revelar novos cineastas inovadores do mundo todo.

Neste ano, em sua 58ª edição, a Semana da Crítica teve o cineasta colombiano Ciro Guerra como presidente do júri. A atriz britânica Amira Casar, a produtora dinamarquesa Marianne Slot, a jornalista e crítica de cinema Djia Mambu e o cineasta americano Jonas Carpignano completavam o júri.

A animação francesa J’ai perdu mon corps, do cineasta Jérémy Clapin, venceu o prêmio principal da competição. O longa conta a história de Naoufel, um jovem apaixonado por Gabrielle. Enquanto isso, em outra parte da cidade, uma mão decepada escapa de um laboratório de dissecação, determinada a encontrar seu corpo novamente.

Conheça os vencedores da Semana da Crítica 2019:

GRANDE PRÊMIO NESPRESSO:
J’ai perdu mon corps (I Lost My Body), de Jérémy Clapin (França)

PRÊMIO LEICA CINE DISCOVERY | CURTA-METRAGEM:
She Runs, de Qiu Yang (China/França)

PRÊMIO LOUIS ROEDERER FOUNDATION | REVELAÇÃO:
Ingvar E. Sigurðsson, por Hvítur, Hvítur Dagur (A White, White Day)

PRÊMIO GAN FOUNDATION DE DISTRIBUIÇÃO:
Vivarium, de Lorcan Finnegan (Irlanda/Bélgica/Dinamarca)

PRÊMIO SACD (Society of Dramatic Authors and Composer):
Nuestras Madres (Our Mothers), escrito por César Díaz (Guatemala/Bélgica/França)

PRÊMIO CANAL+ | CURTA-METRAGEM:
Ikki illa meint (Sans mauvaise intention), de Andrias Høgenni (Dinamarca/Ilhas Faroé)

Foto: Divulgação.

Com Maggie Smith, Downton Abbey ganha trailer; filme dá sequência ao último episódio da série

por: Cinevitor

downtonabbeytrailer1Maggie Smith interpreta Violet Crawley nas telonas.

A grandiosidade e o requinte da família Crawley poderão ser conferidos em breve nos cinemas em Downton Abbey, longa dirigido por Michael Engler a partir da bem-sucedida série homônima de TV, ganhadora de mais de 20 prêmios, como Emmy e Globo de Ouro.

Com roteiro de Julian Fellowes, que também era responsável pela série, o filme dá sequência ao último episódio exibido na TV, preservando o glamour e a identidade da trama ambientada no início do século XX, no interior da Inglaterra.

O elenco mantém boa parte dos atores vistos na TV, como Laura Carmichael, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Maggie Smith, Penelope Wilton e Allen Leech.

Confira o primeiro trailer de Downton Abbey, que tem estreia prevista para o dia 21 de novembro:

Foto: Reprodução/YouTube.

Confira o trailer de Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, de Ari Aster, com Florence Pugh

por: Cinevitor

midsommartrailer1Protagonista: Florence Pugh em cena.

Depois do sucesso de Hereditário, o diretor Ari Aster apresenta seu mais novo trabalho cinematográfico: Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, com estreia nacional agendada para o dia 19 de setembro. Conhecido como o maestro do terror, o diretor, que também assina o roteiro da nova produção, dá pistas de um novo filme enigmático no primeiro trailer legendado.

Produzido pelo estúdio A24 e estrelado por Florence Pugh, Jack Reynor, William Jackson Harper e Will Poulter, o vídeo revela antigas celebrações de colheita e apresenta um grupo de jovens em uma viagem de verão onde as coisas rapidamente dão errado.

Na trama, Dani e Christian formam um jovem casal americano com um relacionamento prestes a desmoronar. Mas depois que uma tragédia familiar os mantém juntos, Dani, que está de luto, convida-se para se juntar a Christian e seus amigos em uma viagem para um festival de verão único em uma remota vila sueca. O que começa como férias despreocupadas de verão, em uma terra de luz eterna, toma um rumo sinistro quando os moradores do vilarejo convidam o grupo a participar de festividades que tornam o paraíso pastoral cada vez mais preocupante e visceralmente perturbador.

Da mente visionária de Ari Aster surge um conto de fadas cinematográfico encharcado de pavor onde um mundo de escuridão se desdobra em plena luz do dia.

Confira o trailer legendado de Midsommar – O Mal Não Espera a Noite:

Foto: Divulgação/Paris Filmes.

A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz, ganha trailer

por: Cinevitor

vidainvisivelkarimtrailer1Julia Stockler e Carol Duarte em cena.

Sétimo longa-metragem de Karim Aïnouz, A Vida Invisível de Eurídice Gusmão terá estreia mundial nesta segunda-feira, 20/05, no Festival de Cannes, na mostra Un Certain Regard, mesma divisão na qual o diretor lançou, em 2002, Madame Satã, primeiro longa de sua carreira.

Definido pelo cineasta como um melodrama tropical, a obra traz nos papéis principais duas jovens estreantes no cinema. Tanto Carol Duarte, reconhecida por seu trabalho na TV, como Julia Stockler, experiente atriz de teatro, foram escolhidas após participarem de um concorrido teste com mais de 300 candidatas. O elenco traz ainda Fernanda Montenegro, como atriz convidada, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui e Maria Manoella.

“Eu trabalhei com um maravilhoso grupo de atrizes e atores. Eles são todos muito diferentes, de diferentes gerações, diferentes registros de atuação; e o desafio foi alcançar o mesmo tom, a mesma vibração”, conta o diretor.

Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, que tem previsão de lançamento no circuito comercial em novembro deste ano, é uma produção da RT Features, de Rodrigo Teixeira, em coprodução com a alemã The Match Factory e com a Sony Pictures Brasil, Canal Brasil e Naymar (infraestrutura audiovisual).

“Eu fiquei profundamente tocado quando eu li o livro. Disparou memórias intensas da minha vida. Eu fui criado no nordeste dos anos 1960, numa sociedade machista e conservadora, dentro de uma família matriarcal. Os homens ou haviam indo embora ou eram ausentes. Numa cultura patriarcal, eu tive a oportunidade de crescer numa família onde as mulheres comandavam o espetáculo, elas eram as protagonistas”, recorda Aïnouz. “O que me levou a adaptar A Vida Invisível de Eurídice Gusmão foi o desejo de dar visibilidade a tantas vidas invisíveis, como as da minha mãe, minha avó, das minhas tias e de tantas outras mulheres dessa época. As histórias dessas personagens não foram contadas o suficiente, seja em romances, livros de história ou no cinema”, completa.

Rodrigo Teixeira foi o responsável por amarrar o projeto com o diretor. Ao receber o manuscrito de Martha Batalha, o produtor acreditou que Aïnouz seria a melhor pessoa a contar a história, não apenas pelo estilo de sua filmografia, mas também pela interseção entre o livro e a história familiar do diretor, onde observou a invisibilidade das mulheres conduzidas por uma geração machista. “Quando eu li o livro pensei muito no Karim, tanto pela narrativa ter relação com a história pessoal de vida dele, especificamente com o momento que ele estava vivendo naquela época, e também porque o universo me remetia muito a dois filmes dele: O Céu de Suely e Seams, o primeiro de sua carreira, ambos projetos que falam de mulheres fortes, que lutam para sobreviver na nossa sociedade”, explica Teixeira.

Na trama, as irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda: irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sozinha, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas para sempre e passam suas vidas tentando se reencontrar, como se somente juntas fossem capazes de seguir em frente.

Com roteiro assinado por Murilo Hauser, em colaboração com a uruguaia Inés Bortagaray e o próprio diretor, o longa, ambientado majoritariamente na década de 1950, foi rodado no Rio de Janeiro, nos bairros da Tijuca, Santa Teresa, Estácio e São Cristóvão. A direção de fotografia é da francesa Hélène Louvart, de As Praias de Agnès e Lazzaro Felice, que assina seu primeiro longa brasileiro, e a alemã Heike Parplies, de Toni Erdmann, assina a montagem.

Confira o trailer de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão:

Foto: Bruno Machado.

Morre, aos 76 anos, o cineasta brasileiro Luiz Rosemberg Filho

por: Cinevitor

luizrosembergmorreO diretor, em 2016, na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Morreu na madrugada deste domingo, 19/05, aos 76 anos, o cineasta brasileiro Luiz Rosemberg Filho. Segundo informações divulgadas, ele sofreu complicações depois de uma cirurgia, na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, e não resistiu.

Rosemberg era considerado um dos nomes mais importantes do cinema marginal e se destacava com produções experimentais. Apesar de ser alvo constante da censura, durante a ditadura militar, conseguiu realizar diversas obras marcantes, entre elas, Crônica de um Industrial, de 1978, que foi proibida pelos censores de ser exibida no Festival de Cannes.

Começou sua carreira nas telonas em 1968 com Balada de Página Três, filme protagonizado por Sindoval Aguiar, Chacrinha e Adriana Prieto. Depois disso, lançou diversos filmes, como: Jardim das Espumas (1971), Imagens do Silêncio (1973), Assuntina das Amérikas (1976), O Santo e a Vedette (1982), Dois Casamentos (2014), Guerra do Paraguay (2017), entre outros.

No ano passado, exibiu Os Príncipes na 22ª edição do Cine PE – Festival Audiovisual. O longa foi premiado nas categorias de melhor ator para Igor Cotrim, melhor atriz para Patrícia Niedermeier, melhor ator coadjuvante para Tonico Pereira, melhor fotografia, trilha sonora e edição de som.

A carreira de Luiz Rosemberg Filho, que corria por fora do circuito comercial, também foi marcada por curtas-metragens, como: Imagens e Imagens (2000), Ficção Científica (2000), Barbárie (2000), As Sereias (2000), As Máscaras (2000), Linguagem (2014), Carta a uma Jovem Cineasta (2014), entre outros.

Antes de ser internado, Rosemberg, que também atuava como escritor e artista plástico, deixou finalizado um longa-metragem inédito: O Bobo da Corte.

Foto: Reprodução/YouTube.

Associação Brasileira de Cinematografia anuncia vencedores do Prêmio ABC 2019

por: Cinevitor

circomisticoabcvencedorVincent Cassel e Juliano Cazarré em O Grande Circo Místico.

Foram anunciados neste sábado, 18/05, na Cinemateca Brasileira, em cerimônia apresentada pela atriz Mel Lisboa, os vencedores do Prêmio ABC 2019. A Associação Brasileira de Cinematografia (ABC), fundada em 2 de janeiro de 2000, reúne profissionais do audiovisual brasileiro, especialmente diretores de fotografia, com o objetivo de incentivar a troca de ideias e informações para democratizar e multiplicar o aperfeiçoamento técnico e artístico da categoria.

O filme O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, levou os prêmios de melhor direção de fotografia para longa-metragem, entregue para Gustavo Hadba, e melhor direção de arte em longa-metragem para Artur Pinheiro. Heloisa Passos recebeu o prêmio de melhor direção de fotografia para documentário por Construindo Pontes.

Os prêmios foram entregues pelas atrizes Shirley Cruz e Virginia Cavendish; pelo diretor Bruno Barreto; por Leticia Santinon, gerente do Circuito Spcine; pelo diretor de fotografia Marcelo Trotta, presidente da ABC; pela diretora de fotografia Adriana Bernal; entre outros.

Este ano, o Prêmio ABC prestou uma homenagem a Luiz Carlos Barreto, que foi apresentada pelo diretor de fotografia Lauro Escorel. Além disso, também foram anunciados os sócios que receberam o direito de usar a sigla ABC: os diretores de fotografia Kika Cunha e Mustapha Barat; a editora de som Maria Muricy; e o colorista Marcio Pasqualino.

Conheça os vencedores do Prêmio ABC 2019:

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | FICÇÃO:
O Grande Circo Místico, por Gustavo Hadba

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Construindo Pontes, por Heloisa Passos

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE | LONGA-METRAGEM:
O Grande Circo Místico, por Artur Pinheiro

MELHOR MONTAGEM | LONGA-METRAGEM:
Legalize Já – A Amizade Nunca Morre, por Marcelo Junqueira
Tungstênio, por Gustavo Giani

MELHOR SOM | LONGA-METRAGEM:
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Armando Torres Jr., Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima, Jorge Saldanha e Renan Deodato

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | CURTA-METRAGEM:
Concreto Cinza Abstrato, por Bruno Fenart

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | SÉRIE DE TV:
Ilha de Ferro (1ª temporada, episódio 1), por Carlos Zalasik

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | FILME ESTUDANTIL:
Tempo de Ir, Tempo de Voltar, de Lucas Silva Campos (Escola de Comunicações e Artes – USP)

Foto: Divulgação.

5ª Ciranda de Filmes – Música, linguagem da vida: programação gratuita com mais de 70 filmes e oficinas

por: Cinevitor

amazoniagroovecirandaCena do documentário Amazônia Groove: destaque da programação.

A Ciranda de Filmes, que acontecerá entre os dias 23 e 26 de maio, tem como proposta refletir a conexão do ser humano com diversos segmentos da cultura e com a educação. O evento oferece programação gratuita, com exibições de filmes, oficinas e bate-papo no Espaço Itaú de Cinema, na Augusta, em São Paulo. Além disso, pela primeira vez a Ciranda de Filmes terá itinerância nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Salvador e Porto Alegre em agosto deste ano.

A Tuba to Cuba, de T.G. Herrington e Danny Clinch; Esteban, de Jonal Cosculluela; Kinders, de Arash T. Riahi e Arman T. Riani; Listen to the silence, de Marian Chachia; Mantra: Sounds into Silence, de Georgia Wyss e Wari OM; In Pursuit of Silence, de Patrick Shen; e School Life, de David Rane e Neasa Ní Chianáin são alguns dos longas, inéditos nos cinemas brasileiros, que compõem a seleção de mais de 70 títulos da 5ª Ciranda de Filmes.

Being Hear, Rocknrollers e Peter & the Wolf são destaques entre os curtas, que em sua maioria serão exibidos antecedendo os títulos de longa ou média-metragem. Além de filmes, estão programados no evento bate-papos, vivências, oficinas e sessões especiais seguidas de conversas com cineastas, músicos, educadores e artistas.

A abertura para convidados será na quarta-feira, 22/05, com a pré-estreia de Amazônia Groove, de Bruno Murtinho, que estará presente na sessão. O filme, vencedor do Prêmio de Fotografia no Festival SXSW, South by Southwest, documenta várias manifestações artísticas através de ritmos da região do Amazonas. Além da pré-estreia, Amazônia Groove terá mais uma exibição na Ciranda, no dia 23, seguida de debate com o diretor e entrará em cartaz com exclusividade no circuito Itaú Cinemas.

A música, portanto, está presente em todos os curtas, médias e longas selecionados pelas curadoras Fernanda Heinz e Patrícia Durães para esta edição do evento. Além dos títulos inéditos nos cinemas do país, o público poderá ver ou rever muitos filmes que integram a programação que propõe refletir como a música pode influenciar na saúde, no bem-estar e no desenvolvimento do ser humano, a partir da gestação.

velhaafiarcurtaA Velha a Fiar, de Humberto Mauro: curta realizado em 1964.

Entre as obras a serem reapresentadas na 5ª Ciranda de Filmes, destacam-se: As Canções, de Eduardo Coutinho; Alive Inside, de Michael Rossato-Bennett; Nelson Freire, de João Moreira Salles; A Pessoa é Para o Que Nasce, de Roberto Berliner; Everybody’s Cage, de Sandra Trostel; Tropicália, de Marcelo Machado; Violeta foi para o céu, de Andrés Wood; As Hiper Mulheres, de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro; Palavra (En) Cantada, de Helena Solberg e outros longas, além de vários curtas como A Velha a Fiar, de Humberto Mauro; Hermeto, Campeão, de Thomas Farkas; Uma Pequena Mensagem do Brasil ou (A Saga de Castanha e Caju contra o encouraçado Titanic), de Walter Salles e Daniela Thomas.

As vivências e conversas musicais, que serão realizadas ao longo do evento, contarão com a participação de profissionais das áreas de saúde, música, educação e cultura para debater e refletir com o público temas como a importância da música na inclusão social, no ensino, no desenvolvimento da criança e do jovem e o seu papel no cinema. Já a proposta das três oficinas é oferecer ao público interessado: saúde e bem-estar através do ritmo, critérios e procedimentos da crítica cinematográfica e um amplo panorama do universo das trilhas originais compostas para cinema, nas oficinas de Gustavo Gitti, Sergio Rizzo e Tony Berchmans.

Além da programação paralela e da exibição de filmes, o público da Ciranda poderá desfrutar da ambientação especial que será instalada saguão do Espaço Itaú de Cinema Augusta para os dias do evento: um coreto com vários fones de ouvido e diversas playlists estarão disponíveis para quem desejar meditar e ouvir boa música, sons da natureza e cirandar com as canções da cultura da infância.

Confira a vinheta da Ciranda de Filmes 2019 – Música, linguagem da vida:

Foto: Divulgação.

Com Antonio Banderas, Dor e Glória, de Pedro Almodóvar, ganha novo trailer

por: Cinevitor

almodovardoregloriatrailernovoAntonio Banderas e Leonardo Sbaraglia em cena.

Selecionado para a Competição Oficial do Festival de Cannes, Dor e Glória, no original Dolor y gloria, dirigido por Pedro Almodóvar, acaba de ganhar um novo trailer. O filme, que chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de junho, será exibido em Cannes nesta sexta-feira, 17/05, e disputa a Palma de Ouro, prêmio máximo do evento.

Vale lembrar que o cineasta espanhol já passou pelo festival francês diversas vezes e foi premiado com: Tudo Sobre Minha Mãe (melhor direção e Júri Ecumênico); Volver (melhor roteiro); e A Pele que Habito (Award of the Youth). Abraços Partidos e Julieta também disputaram a Palma de Ouro.

A trama de Dor e Glória retrata uma série de reencontros, alguns físicos e outros em memória, vividos por Salvador Mallo, um cineasta que está em pleno declínio. O longa fala sobre criação, a dificuldade de liderar a própria vida e sobre como as paixões trazem significado e esperança. Ao recuperar o seu passado, Salvador encontra uma necessidade urgente de contar a história, e com isso, também encontra sua salvação. Além disso, vai abordar também a impossibilidade de separar a obra do protagonista da vida real, seu vazio incomensurável diante da impossibilidade de continuar filmando, os primeiros amores, a lembrança materna, a morte, os anos 1970, 1980 e o presente.

O elenco conta com Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Julieta Serrano, Cecilia Roth, Leonardo Sbaraglia, Raúl Arévalo, Eva Martín, Susi Sánchez, Nora Navas, Julián López e Penélope Cruz. No início das filmagens, em julho do ano passado, Almodóvar declarou: “Ao contrário de Julieta, Dolor y Gloria será um filme com protagonistas masculinos, mas trago também atrizes que eu adoro como coadjuvantes”.

Antonio Banderas começou sua carreira em 1982 no filme Labirinto de Paixões, de Pedro Almodóvar. Depois disso, trabalhou diversas vezes com o diretor em outros filmes, como: Matador (1986), A Lei do Desejo (1987), Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988), Ata-me (1989), A Pele que Habito (2011) e Os Amantes Passageiros (2013).

Penélope Cruz já é considerada uma das musas de Pedro Almodóvar, com quem trabalhou em Carne TrêmulaTudo Sobre Minha MãeVolverAbraços PartidosOs Amantes Passageiros. Cecilia Roth acompanha a trajetória do cineasta desde sua estreia atrás das câmeras com Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão, passando por Maus Hábitos, Labirinto de Paixões e Tudo Sobre Minha Mãe, que levou o Oscar de melhor filme estrangeiro, em 2000.

O ator e cantor espanhol Asier Etxeandia foi dirigido por Almodóvar pela primeira vez, já a veterana Julieta Serrano trabalhou com o cineasta em Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão (1980), Maus Hábitos (1983), Matador (1986), Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988) e Ata-me (1989).

Confira o novo trailer de Dor e Glória, o 21º filme de Pedro Almodóvar:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Cine PE – Festival do Audiovisual 2019: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

corponossocinepeselecaoRoberta Rodrigues e Renato Góes no filme O Corpo é Nosso!, de Theresa Jessouroun.

Prevista inicialmente para o mês de maio, a 23ª edição do Cine PE – Festival Audiovisual será adiada. O motivo foi o retardamento no anúncio das mudanças promovidas pelo Governo Federal na Lei de Incentivo à Cultura. Com as novas regras apresentadas, o Cine PE anuncia nova data: de 29 de julho a 4 de agosto e novamente o Cinema São Luiz será palco para as exibições de produções de todo o país com programação plural e diversidade de linguagens e narrativas.

Dos 892 filmes inscritos para as mostras competitivas, número 77,33% maior em relação a 2018, que foi de 503 filmes, seis longas, sendo três na categoria ficção e três na categoria documentário, estarão juntos na Mostra Competitiva de Longas-Metragens, sete títulos na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos e dezenove na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais.

A curadoria das mostras competitivas do Cine PE 2019, novamente, ficou nas mãos de três profissionais ligados ao audiovisual: a consultora e representante comercial da empresa CiaRio/Naymar, Edina Fujii (in memoriam), o crítico e programador do circuito Cine Materna, Edu Fernandes, e o crítico e palestrante de cinema Danilo Calazans. Sobre a linha curatorial, Edu Fernandes explica: “Vivemos tempos articulados, com temas urgentes na pauta de discussões. Nossa missão como curadores foi contemplar esses assuntos na programação ao mesmo tempo em que tomamos cuidado para não montar uma grade com filmes muitos parecidos entre si. Por isso, procuramos por vozes diversas e tópicos variados. É também preciso lembrar o valor da contribuição de Edina Fujii, que passou por cima de dificuldades impostas por sua condição física para dar conta de nos ajudar nessa difícil missão de equilibrar os olhares contemplados”.

Na condição Hors Concours, o festival traz a estreia nacional do documentário Frei Damião – O Santo do Nordeste, da diretora pernambucana Deby Brennand, que conta a história do capuchinho italiano que chegou ao nordeste brasileiro na década de 1930 e que por 66 anos se tornou um andarilho em busca da salvação das almas; e também, o curta de ficção, baseado em fatos reais, Parto Sim!, de Kátia Mesel, que aborda a questão das mulheres que vivem em Fernando de Noronha e têm que deixar a ilha aos sete meses de gestação para realizar o parto no Recife.

O Júri Oficial de cada categoria das mostras competitivas será constituído por cineastas, críticos, pesquisadores e artistas com comprovada experiência, que serão responsáveis por indicar os vencedores do Troféu Calunga, criação da artista plástica Juliana Notari. Além disso, o público irá selecionar os premiados pelo Júri Popular, por meio do aplicativo oficial do festival e os críticos também escolherão os filmes de suas preferências. O Canal Brasil oferece o Prêmio Canal Brasil de Curtas com um júri composto por jornalistas e críticos de cinema que escolhe o melhor filme de curta-metragem em competição, que, além de ser exibido na grade de programação, recebe o Troféu Canal Brasil e R$ 15 mil.

Sobre a mudança de data, a diretora e idealizadora do Cine PE, Sandra Bertini, explica que foi uma decisão difícil, porém necessária para a realização do festival. Segundo ela, todos os diretores compreenderam bem e entenderam a mudança de data, inclusive, muitos dos realizadores fazem uso da Lei de Incentivo para produção dos filmes: “Sempre é muito difícil tomar esse tipo de decisão, não é nada confortável, mas precisávamos aguardar a liberação do SALICWEB para aprovarmos o projeto e, portanto, termos o benefício fiscal federal. Essa liberação do sistema só aconteceu agora no início de maio”.

Pela primeira vez nos 23 anos de história do Cine PE, o festival não terá a saudosa jornalista Graça Araújo como mestre de cerimônia. Com a perda prematura de Graça, quem assume a apresentação do festival é a atriz pernambucana Nínive Caldas. Com 10 anos de carreira, Nínive é integrante do Coletivo Angu de Teatro e já participou de filmes nacionais e internacionais. Na TV, apresenta o programa Na Direção Delas, pela TV Brasil.

O Cine PE 2019 terá ainda espaço para a formação de novos cineastas com o workshop Formas Alternativas de Monetização de Curtas, ministrado pelo consultor de roteiro e escritor Bill Labonia. Formado em cinema e especializado em roteiro pela Vancouver Film School, Labonia tem mais de 15 prêmios nacionais e internacionais como roteirista.

Nessa edição também foi criado o Concurso de Argumento para roteiristas, direcionados para filmes no formato de curta metragem. Todas as orientações para inscrição, que podem ser feitas até 05/07 estão no site. O vencedor do concurso será conhecido na noite de premiação do festival e receberá apoios da Escola de Roteirista Empreendedor (RWR) e do CTAV-SAV.

Conheça os filmes selecionados para o Cine PE – Festival do Audiovisual 2019:

MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS:

Vidas Descartáveis, de Alexandre Valenti e Alberto Graça (RJ)
O Corpo é Nosso!, de Theresa Jessouroun (RJ)
Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (SP)
Teoria do Ímpeto, de Marcelo R. Faria e Rafael Moura (DF)
Abraço, de DF Fiuza (BA)
Um e Oitenta e Seis Avos, de Felipe Leibold (RJ)

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:

É Difícil Te Encontrar, de Sabrina Menedotti (PE)
3x Melhor, de Andriolli Araújo (MA)
Procuram-se Mulheres, de Rozzi Brasil (RJ)
Pogrom, de Guilherme Folly e Fernanda Cavalcanti (RJ)
Cor de Pele, de Lívia Perini (PE)
Carrero, o Áspero Amável, de Luci Alcântara (PE)
Vinillis Frutíferis, de Victorhugo Passabon Amorim (ES)
Obeso Mórbido, de Diego Bauer e Ricardo Manjaro (AM)
Tommy Brilho, de Sávio Fernandes (CE)
O Mistério da Carne, de Rafaela Camelo (DF)
Lembra, de Leonardo Martinelli (RJ)
Guará, de Fabricio Cordeiro e Luciano Evangelista (GO)
A Margem do Universo, de Tiago Esmeraldo (DF)
A Pedra, de Iuli Gerbase (RS)
Casa Cheia, de Carlos Nigro (PE)
Vivi Lobo e O Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo (PR)
Só Sei que Foi Assim, de Giovanna Muzel (SC)
Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes (PR)
Trip & Treasure, de Estúdio Escola de Animação (RJ)

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS:

S/N (Sem Número), de Renata Malta
Coleção, de André Pinto e Henrique Spencer
Pisciano, de Alexandre Pitanga
Mulheres de Fogo, de Vinícius Meireles
Epígramas, de Wayner Tristao
Sobre Viver, de Sérgio Ferreira, Vinícius de Miranda e Marlom Meirelles
Quando a Chuva Vem?, de Jefferson Batista

MOSTRA DE FILMES HORS CONCOURS:

Frei Damião – O Santo do Nordeste, de Deby Brennand (PE)
Parto Sim, de Katia Mesel (PE)

MOSTRA INFANTIL DE CINEMA:

Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano, de Vivianne Jundi
Meus 15 Anos, de Caroline Fioratti

Vale lembrar que os ingressos para as sessões do 23º Cine PE serão gratuitos e poderão ser retirados, diariamente, a partir das 17h30, na bilheteria do cinema.

Foto: Divulgação/Kinofilmes.