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41ª Mostra de São Paulo divulga destaques da programação e pôster assinado por Ai Weiwei

por: Cinevitor

mostra41squareTerry Notary em The Square: Palma de Ouro em Cannes.

A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo acaba de divulgar o cartaz de sua 41ª edição, que acontecerá entre os dias 19/10 e 01/11, com a arte assinada pelo artista chinês Ai Weiwei, que tem uma trajetória marcada pela questão dos direitos humanos em seu país e, nos últimos anos, pela crise global dos refugiados.

O artista, que trabalha também com cinema e arquitetura, ganhou reconhecimento mundial pela sua abordagem do tema, como pode ser visto na obra Hands Without Bodies, que estampa o pôster, e também no seu filme Human Flow, selecionado para o Festival de Veneza deste ano, que será exibido na abertura do evento, no dia 18/10, no Auditório Ibirapuera, e também estará na programação.

A arte do cartaz destaca a peça de mármore branco, pertencente a um conselho do Israel Museum, em Jerusalém, que traz duas mãos se unindo para simbolizar a ideia do artista de que o futuro da humanidade se encontra na força da conexão entre as pessoas. A falta disso é explorada em seu filme, centrado no fluxo humano migratório em meio a uma grave crise mundial neste sentido.

A temática também permeia parte da seleção desta edição da Mostra, além de Human Flow e do pôster, em longas de diversos países. Segundo informações divulgadas pela Folha de São Paulo, a 41ª edição da Mostra terá cerca de 300 filmes, entre eles, o vencedor do Festival de Toronto deste ano, Três Anúncios para um Crime (Three Billboards Outside Ebbing, Missouri), de Martin McDonagh, também premiado em Veneza como melhor roteiro; Happy End, dirigido por Michael Haneke; o sueco The Square, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro no último Festival de Cannes; o drama Scary Mother, premiado em Locarno; entre outros.

happyendmostraCena de Happy End, dirigido por Michael Haneke e protagonizado por Isabelle Huppert.

Além disso, nas últimas edições a Mostra vem desenvolvendo a tradição de levar para o público um panorama da produção cinematográfica de um país diferente. Neste ano, destaca-se o Foco Suíça, com filmes contemporâneos e clássicos, encontros, debates e uma retrospectiva do cineasta Alain Tanner.

Neste ano, o cineasta francês Paul Vecchiali, diretor de Corps à coeur (1979), En haut des marches (1983), Once More (1988), À vot’ bon coeur (2004), Noites Brancas no Píer (2014) e O Ignorante (2016), será homenageado com o Prêmio Leon Cakoff, segundo informação divulgada pelo portal do Estado de S. Paulo.

Conheça alguns filmes já confirmados para a 41ª Mostra de São Paulo:

24 Frames, de Abbas Kiarostami (Irã/França)
Nelyubov (Loveless), de Andrey Zvyagintsev (Rússia/França)
O Amante de um Dia (L’amant d’un jour), de Philippe Garrel (França)
La Cordillera, de Santiago Mitre (Argentina/França/Espanha)
La telenovela errante, de Raúl Ruiz e Valeria Sarmiento (Chile)
L’atelier, de Laurent Cantet (França)
No Date, No Signature (Bedoune tarikh, bedoune emza), de Vahid Jalilvand (Irã)
Los Versos del Olvido (Oblivion Verses), de Alireza Khatami (França/Alemanha/Holanda/Chile)
Human Flow, de Ai Weiwei (Alemanha)
Free and Easy, de Jun Geng (China)
Três Anúncios para um Crime (Three Billboards Outside Ebbing, Missouri), de Martin McDonagh (Reino Unido/EUA)
O Outro Lado da Esperança (Toivon tuolla puolen), de Aki Kaurismäki (Finlândia/Alemanha)
Visages, villages, de Agnès Varda e JR (França)
Loving Vincent, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman (Reino Unido/Polônia)
The Square, de Ruben Östlund (Suécia/Alemanha/França/Dinamarca)
O Homem Mosca, de Fred C. Newmeyer e Sam Taylor (EUA) (exibição ao ar livre no Parque Ibirapuera)
Mulheres Divinas (Die göttliche Ordnung), de Petra Volpe (Suíça)
Happy End, de Michael Haneke (França/Áustria/Alemanha)
Hikari (Radiance), de Naomi Kawase (Japão/França)
Félicité, de Alain Gomis (França/Bélgica/Senegal/Alemanha/Líbano)
Jusqu’à la garde (Custody), de Xavier Legrand (França)
Scary Mother, de Ana Urushadze (Geórgia/Estônia)

Confira o pôster da 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo:

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Fotos: Divulgação.

A Forma da Água, de Guillermo del Toro, será o filme de abertura do Festival do Rio 2017

por: Cinevitor

aguadeltororioConto de fadas mundano ambientado na América.

Vencedor do prêmio de melhor filme no Festival de Veneza deste ano, A Forma da Água, no original The Shape of Water, do mexicano Guillermo del Toro, de Hellboy e O Labirinto do Fauno, foi escolhido para abrir o Festival do Rio 2017, no dia 05/10.

A sessão de gala para convidados acontece no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro e dá início à maior maratona cinematográfica da América Latina. O filme é distribuído pela Fox Film do Brasil e estreia nos cinemas brasileiros em janeiro de 2018.

Ambientado no auge da Guerra Fria, na década de 1960, a produção conta a história de Eliza, interpretada por Sally Hawkins, uma mulher que trabalha para o governo em um laboratório secreto de experimentações científicas e se apaixona por uma das criaturas fantásticas mantidas em cativeiro no local.

No laboratório oculto de alta segurança do governo onde trabalha, a solitária Eliza está presa em uma vida de isolamento. Sua vida muda para sempre quando ela e sua colega de trabalho Zelda, papel de Octavia Spencer, descobrem uma experiência secreta confidencial. Michael Shannon, Richard Jenkins, Doug Jones e Michael Stuhlbarg completam o elenco.

Clique aqui e confira a lista completa com as atrações da 19ª edição do Festival do Rio.

Foto: Divulgação.

Logan Lucky: Roubo em Família, novo filme de Steven Soderbergh, ganha trailer legendado

por: Cinevitor

loganluckytrailerDaniel Craig e Adam Driver em ação!

Dirigido por Steven Soderbergh, de Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento, Onze Homens e um Segredo e Magic Mike, Logan Lucky: Roubo em Família, chega aos cinemas brasileiros no dia 12 de outubro com Daniel Craig, Channing Tatum e Adam Driver no elenco.

Assinado por Rebecca Blunt, o roteiro narra a história de dois irmãos que planejam um assalto durante uma corrida da NASCAR e, para isso, se aliam a um ladrão, que está preso. Sebastian Stan, Katie Holmes, Hilary Swank, Seth MacFarlane, Riley Keough e Katherine Waterston completam o elenco.

Confira o trailer legendado de Logan Lucky: Roubo em Família, que será exibido no Festival do Rio 2017 antes de chegar aos cinemas:

Foto: Claudette Barius.

Netflix compra os direitos de exibição de Nada a Perder, filme sobre o bispo Edir Macedo

por: Cinevitor

nadaperdernetflixPetrônio Gontijo em seu primeiro protagonista nas telonas.

Dirigido por Alexandre Avancini, de Os Dez Mandamentos – O Filme, o longa Nada a Perder contará a história do bispo Edir Macedo desde a infância até os dias de hoje. Protagonizado por Petrônio Gontijo, o elenco também conta com Dalton Vigh, Day Mesquita, André Gonçalves, Eduardo Galvão, Marcello Airoldi, Nina de Pádua e Beth Goulart.

O filme é baseado nos livros da trilogia homônima, considerados best-sellers com mais de 7 milhões de exemplares vendidos, traduzidos para cinco idiomas e lançados em mais de 60 cidades no mundo, na África, Ásia, Europa, América Latina e América do Norte.

A novidade é que a Netflix acaba de adquirir os direitos de exibição do filme para o mundo todo. Os números são confidenciais, mas é o maior valor já pago pela Netlfix por um filme de língua não inglesa. A exibição será em um formato inédito: três meses depois do lançamento nos cinemas brasileiros e no exterior, o filme irá direto para a plataforma, sem passar pelo serviço on demand pago. A licença é de cinco anos e o longa será distribuído em todos os 190 países onde a Netflix está presente, disponível para mais de cem milhões de pessoas.

Nada a Perder será lançado nos cinemas brasileiros em duas partes: no início de 2018 e no início de 2019. Rodado no Brasil, África do Sul e Israel, com filmagens envolvendo milhares de figurantes, a superprodução terá distribuição da Paris Filmes e será a obra nacional com a maior distribuição nos cinemas do exterior, com lançamento garantido em mais de 50 países.

Foto: Stella Carvalho.

Música da cantora Sia para My Little Pony: O Filme ganha videoclipe

por: Cinevitor

siaponySongbird Serenade: personagem inspirada na cantora Sia.

A cantora australiana Sia juntou-se a jovem dançarina Maddie Ziegler para a divulgação do clipe da música Rainbow, composição de Sia feita especialmente para a trilha sonora de My Little Pony: O Filme, que chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de outubro.

Além de marcar presença na trilha sonora, Sia é representada na animação pela personagem Songbird Serenade, descrita como uma criatura pégaso e estrela do pop no Reino de Equestria. O design da personagem, dublada pela cantora, foi especialmente pensado para ela e contempla suas características físicas.

Com direção do canadense Jayson Thiessen, a narrativa ambientada no encantando Reino de Equestria revela a magia da amizade em uma viagem inesquecível, que ultrapassa os limites do Reino, e faz com que as pôneis descubram novos amigos e o poder da união. No filme, uma força oculta ameaça a Ponyville e seus habitantes: Twilight Sparkle, Applejack, Rainbow Dash, Pinkie Pie, Fluttershy e Rarity. Em uma viagem inesquecível, que ultrapassa o Reino de Equestria, o grupo conhece novos amigos e enfrenta desafios em uma missão que utiliza a magia da amizade para salvar a todos.

O elenco de dubladores conta com Emily Blunt, Kristin Chenoweth, Liev Schreiber, Michael Peña, Taye Diggs, Uzo Aduba, Zoe Saldana, Tara Strong e Andrea Libman.

Assista ao clipe de Rainbow:

Foto: Divulgaçõ/Paris Filmes.

Tomb Raider: A Origem, protagonizado por Alicia Vikander, ganha primeiro trailer

por: Cinevitor

laratrailer1Alicia Vikander: muita ação nas telonas!

Filmado em locações na África do Sul e Reino Unido, Tomb Raider: A Origem, dirigido por Roar Uthaug, de A Onda, e protagonizado por Alicia Vikander, de A Garota Dinamarquesa, é a história que vai colocar uma jovem e resoluta Lara Croft em um caminho para se tornar uma heroína global.

Lara Croft é a independente filha de um excêntrico aventureiro que desapareceu quando ela mal tinha chegado à adolescência. Agora, uma jovem de 21 anos sem nenhum foco ou propósito na vida, Lara faz entregas de bicicleta nas caóticas ruas de Londres, ganhando apenas o suficiente para pagar o aluguel, e cursa a faculdade, raramente conseguindo ir às aulas. Determinada a forjar seu próprio caminho, ela se recusa a tomar as rédeas do império global de seu pai com a mesma convicção com que rejeita a ideia de que ele realmente se foi. Aconselhada a enfrentar os fatos e seguir em frente depois de sete anos sem seu pai, Lara busca resolver o misterioso quebra-cabeças de sua morte, mesmo que nem ela consiga entender a sua motivação.

Contrariando os pedidos finais de seu progenitor, ela deixa tudo para trás em busca do último destino em que ele foi visto: um lendário túmulo em uma mítica ilha possivelmente localizada ao longo da costa do Japão. Mas sua missão não será fácil, já que a jornada para a ilha será traiçoeira. De repente, os riscos não podem ficar mais altos para Lara, que, contra todas as probabilidades e armada apenas com sua mente afiada, fé cega e espírito naturalmente obstinado, deve aprender a ultrapassar seus limites enquanto viaja para o desconhecido. Se sobreviver aos perigos dessa aventura, ela pode enfim encontrar um propósito para sua vida e tornar-se digna do nome Tomb Raider.

Vale lembrar que a aventureira apareceu pela primeira vez nas telonas em 2001, no filme Lara Croft: Tomb Raider, com Angelina Jolie no papel principal.

Confira o primeiro trailer de Tomb Raider: A Origem, que tem estreia prevista para o dia 15 de março de 2018, e conta também com Dominic West, Walton Goggins e Daniel Wu no elenco:

Foto: Graham Bartholomew.

Festival do Rio 2017 divulga atrações internacionais: 250 filmes, diretores consagrados e premiados

por: Cinevitor

120batimentosrio120 Batimentos por Minuto: vencedor do Grande Prêmio do Júri em Cannes.

De 5 a 15 de outubro, a 19ª edição do Festival do Rio vai exibir 250 filmes de mais de 60 países, espalhados por 15 mostras em cerca de 20 locais de exibição da cidade, além de receber profissionais do audiovisual para seminários e workshops, realizar debates, reunir música, cinema e realidade virtual.

Serão apresentados os novos trabalhos de diretores consagrados e premiados, como, Roman Polanski, Stephen Frears, Luca Guadagnino, Oliver Stone, Fatih Akin, Alexander Payne, Hong Sang-soo, Frederick Wiseman, Sally Potter, Jane Campion, Steven Soderbergh, Abel Ferrara, Joachim Trier, William Friedkin, Alexandra Dean, Kathryn Bigelow, Ildikó Enyedi, Lucrecia Martel, entre outros.

Além das mostras tradicionais, o Prêmio Felix vai eleger, pelo quarto ano, o melhor filme de temática LGBTQ de uma seleção de 32 longas e 4 curtas, escolhido por um júri oficial e vai exibir o programa Felix Apresenta: Clássicos do Queer Britânico, no ano em que comemora-se os 50 anos da descriminalização da homossexualidade no Reino Unido; no Foco Itália, o festival presta homenagem ao país, com exibição de 9 das mais recentes produções italianas.

Filmes inéditos, exibição de clássicos, mostras especiais, retrospectivas, seminários, debates e encontros com diretores e atores  internacionais fazem do evento um dos mais importantes encontros de cinema da América Latina.

Confira a lista com as atrações do Festival do Rio 2017:

PANORAMA DO CINEMA MUNDIAL:

12 Dias (12 jours), de Raymond Depardon (França)
120 Batimentos por Minuto (120 battements par minute), de Robin Campillo (França)
Anos Dourados (Nos années folles), de André Téchiné (França)
Barbara, de Mathieu Amalric (França)
D’après une histoire vraie (Based on a True Story), de Roman Polanski (França/Bélgica/Polônia)
Berenice Procura, de Allan Fiterman (Brasil)
Bom Comportamento (Good Time), de Josh Safdie e Ben Safdie (EUA)
Borg vs McEnroe, de Janus Metz (Suécia/Dinamarca/Finlândia)
A Câmera de Claire (Keul-le-eo-ui ka-me-la), de Hong Sang-soo (França/Coreia do Sul)
Uma Casa à Beira Mar (La Villa), de Robert Guédiguian (França)
Centauro (Centaur), de Aktan Arym Kubat (Quirguistão/França/Alemanha/Holanda)
A Comédia Divina, de Toni Venturi (Brasil)
Corpo e Alma (Testről és lélekről), de Ildikó Enyedi (Hungria)
Uma Criatura Gentil (Krotkaya), de Sergei Loznitsa (França)
Dalida, de Lisa Azuelos (França)
Depois Daquela Montanha (The Mountain Between Us), de Hany Abu-Assad (EUA)
Detroit em Rebelião (Detroit), de Kathryn Bigelow (EUA)
O Diabo e o Padre Amorth (The Devil and Father Amorth), de William Friedkin (EUA)
Direções (Posoki), de Stephan Komandarev (Bulgária/Alemanha)
Discreet, de Travis Matthews (EUA/Brasil)
Doentes de Amor (The Big Sick), de Michael Showalter (EUA)
Em Pedaços (Aus dem Nichts), de Fatih Akin (Alemanha)
As Entrevistas de Putin (The Putin Interviews), de Oliver Stone (EUA)
O Estado das Coisas (Brad’s Status), de Mike White (EUA)
Pequena Grande Vida (Downsizing), de Alexander Payne (EUA)
Me Chame Pelo Seu Nome (Call Me by Your Name), de Luca Guadagnino (Itália/França)
Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha (Victoria and Abdul), de Stephen Frears (Reino Unido/EUA)
The Disaster Artist, de James Franco (EUA)
Top of the Lake: China Girl, de Jane Campion e Ariel Kleiman (Austrália/Nova Zelândia)
O Formidável (Le Redoutable), de Michel Hazanavicius (França/Myanmar)
Roubo em Família (Logan Lucky), de Steven Soderbergh (EUA)
The Florida Project, de Sean Baker (EUA)
Thelma, de Joachim Trier (Noruega/França/Dinamarca/Suécia)
Jeannette: A Infância de Joana D’Arc (Jeannette l’enfance de Jeanne d’Arc), de Bruno Dumont (França)
A Guerra dos Sexos (Battle of the Sexes), de Jonathan Dayton e Valerie Faris (Reino Unido/EUA)
Golden Exits, de Alex Ross Perry (EUA)
How to Talk to Girls at Parties, de John Cameron Mitchell (Reino Unido/EUA)
Marjorie Prime, de Michael Almereyda (EUA)
Ex Libris: Biblioteca Pública de Nova York (Ex Libris : New York Public Library), de Frederick Wiseman (EUA)
Titicut Follies, de Frederick Wiseman (EUA)
Senhora Fang (Fang Xiu Ying), de Wang Bing (China/França/Alemanha)
The Brawler (Mukkabaaz), de Anurag Kashyap (Índia)
Frost, de Sharunas Bartas (Lituânia/França/Ucrânia/Polônia)
O Venerável W. (Le vénérable W.), de Barbet Schroeder (França/Suíça)
Manifesto, de Julian Rosefeldt (Alemaha/Austrália)
A Festa (The Party), de Sally Potter (Reino Unido)
Rastros (Pokot), de Agnieszka Holland e Kasia Adamik (Polônia/Alemanha/República Checa/Suécia/Eslováquia)
Política, Manual de Instruções (Política, manual de instrucciones), de Fernando León de Aranoa (Espanha)
Tschick, de Fatih Akin (Alemanha)
Thirst Street, de Nathan Silver (França/EUA)
Tom of Finland, de Dome Karukoski (Finlândia/Suécia/Dinamarca/Islândia/EUA)
Lola Pater, de Nadir Moknèche (França/Bélgica)
Sua Pele Tão Macia (Ta peau si lisse), de Denis Côté (Canadá)
Maudie, de Aisling Walsh (Irlanda/Canadá)
O Que te Faz Mais Forte (Stronger), de David Gordon Green (EUA)
Pássaros Estão Cantando em Kigali (Ptaki spiewaja w Kigali), de Joanna Kos-Krauze e Krzysztof Krauze (Polônia)
Seguindo o Vento (Prendre le large), de Gaël Morel (França)
A Última Chance, de Paulo Thiago (Brasil)
Karingana – Licença para Contar, de Monica Monteiro (Moçambique/Brasil)
Yoga Arquitetura da paz (On Yoga the Architecture of Peace), de Heitor Dhalia (Brasil/Índia/China/EUA)

EXPECTATIVA:

Patti Cake$, de Geremy Jasper (EUA)
A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho (Portugal)
Eu Não Sou uma Feiticeira (I Am Not a Witch), de Rungano Nyoni (Reino Unido/França)
God’s Own Country, de Francis Lee (Reino Unido)
Menashe, de Joshua Z. Weinstein (EUA)
Terra Selvagem (Wind River), de Taylor Sheridan (Reino Unido/Canadá/EUA)
They, de Anahita Ghazvinizadeh (EUA/Qatar)
Verão Danado, de Pedro Cabeleira (Portugal)
Anjos Vestem Branco (Angels Wear White), de Vivian Qu (China)
Brigsby Bear, de Dave McCary (EUA)
Chateau (La Vie de Château), de Modi Barry e Cédric Ido (França)
Milla, de Valérie Massadian (França)
Muitos Filhos, Um Macaco e Um Castelo (Muchos hijos, un mono y un castillo), de Gustavo Salmerón (Espanha)
Novitiate, de Maggie Betts (EUA)
Dina, de Antonio Santini e Dan Sickles (EUA)
Ensiriados (Insyriated), de Philippe Van Leeuw (Bélgica/França/Líbano)
Hema Hema: Cante Para Mim Enquanto Eu Espero (Hema Hema: padainuok man, kol laukiu), de Khyentse Norbu (Butão/Hong Kong)
Lobisomem (Werewolf), de Ashley McKenzie (Canadá)
O Céu de Tóquio à noite é Sempre do Mais Denso Tom de Azul (Yozora ha itsu demo saikou mitsudo no aoiro da), de Yuya Ishii (Japão)
A Natureza do Tempo (En attendant les hirondelles), de Karim Moussaoui (França/Algéria)
Ar Sagrado (Hawa Moqaddas), de Shady Srour (Israel)
Autocrítica de Um Cão Burguês (Selbstkritik eines bürgerlichen Hundes), de Julian Radlmaier (Alemanha/Itália)
Barrage, de Laura Schroeder (Luxemburgo/Bélgica/França)
A Aliança (Zin’naariya!), de Rahmatou Keïta (Burkina Faso/Nigéria/França)
Bombástica: A História de Hedy Lamarr (Bombshell: The Hedy Lamarr Story), de Alexandra Dean (EUA)
Cinquenta Primaveras (Aurore), de Blandine Lenoir (França)
Conversa Fiada (Ri Chang Dui Hua), de Hui-chen Huang (Taiwan)
Crown Heights, de Matt Ruskin (EUA)
Luz no Fim do Túnel (Light Thereafter), de Konstantin Bojanov (Búlgaria/Bélgica)
Ocidental (Occidental), de Neïl Beloufa (França)
Pop Aye, de Kirsten Tan (Tailândia/Singapura)
Sexy Durga, de Sanal Kumar Sasidharan (Índia)
Um Segredo em Paris (Drôles d’oiseaux), de Élise Girard (França)
Verão 1993 (Estiu 1993), de Carla Simón (Espanha)
Todas as Razões para Esquecer, de Pedro Coutinho (Brasil)

PREMIÈRE LATINA:

A Liberdade do Diabo (La libertad del diablo), de Everardo González (México)
A Vendedora de Fósforos (La vendedora de fósforos), de Alejo Moguillansky (Argentina)
Adeus Entusiasmo (Adiós entusiasmo), de Vladimir Durán (Colômbia/Argentina)
Alanis, de Anahí Berneri (Argentina)
As Ondas (Las olas), de Adrián Biniez (Uruguai/Argentina)
Atrás Há Relâmpagos (Atrás hay relámpagos), de Julio Hernández Cordón (Costa Rica/México)
Batalhas Íntimas (Batallas Íntimas), de Lucía Gaja (México)
Casa Roshell, de Camila José Donoso (México/Chile)
Exercícios de Memória (Ejercicios de memoria), de Paz Encina (Paraguai)
Invisível (Invisible), de Pablo Giorgelli (Argentina/França)
Los territorios, de Iván Granovsky (Argentina/Brasil/Palestina)
Mamãe Saiu de Férias (Mamá se fue de viaje), de Ariel Winograd (Argentina)
Más Influências (Mala junta), de Claudia Huaiquimilla (Chile)
Matar Jesus (Matar a Jesús), de Laura Mora Ortega (Colômbia)
Medéia (Medea), de Alexandra Latishev Salazar (Argentina/Costa Rica/Chile)
Ninguém Está Olhando (Nadie Nos Mira), de Julia Solomonoff (Argentina/Espanha/Colômbia/Brasil/EUA)
No Deserto (Al Desierto), de Ulises Rosell (Argentina)
O Futuro Adiante (El futuro que viene), de Constanza Novick (Argentina)
Santa e Andrés (Santa y Andrés), de Carlos Lechuga (Cuba/Colômbia/França)
Vida em Família (Vida de Familia), de Alicia Scherson e Cristian Jimenez (Chile)
O Gato de Havana, de Dacio Malta (Brasil)
Severina, de Felipe Hirsch (Brasil/Uruguai)
Vergel, de Kris Niklison (Argentina/Brasil)

MIDNIGHT MOVIES:

Brawl in Cell Block 99, de S. Craig Zahler (EUA)
Cadáveres Bronzeados (Laissez bronzer les cadavres), de Hélène Cattet e Bruno Forzani (França/Bélgica)
The Villainess (Ak-nyeo), de Jung Byoung-Gil (Coreia do Sul)
Doce Virginia (Sweet Virginia), de Jamie M. Dagg (EUA/Canadá)
Fuga! (Jailbreak), de Jimmy Henderson (Camboja)
Lake Bodom, de Taneli Mustonen (Finlândia/Estônia)
Prevenge, de Alice Lowe (Reino Unido)
As Misândricas (The Misandrists), de Bruce LaBruce (Alemanha)
Meu Colégio Inteiro Afundando no Mar (My Entire High School Sinking Into the Sea), de Dash Shaw (EUA)
Sal, de Diego Freitas (Brasil)

MIDNIGHT MÚSICA:
Grace Jones: Bloodlight and bami, de Sophie Fiennes (Irlanda/Reino Unido)
Long Strange Trip: A viagem do Grateful Dead (Long Strange Trip), de Amir Bar-Lev (EUA)
Tangerine Dream: A Revolução do Som (Revolution of Sound. Tangerine Dream), de Margarete Kreuzer (Alemanha)
Ao Vivo na França (Alive in France), de Abel Ferrara (França)
Serguei O Último Psicodélico, de Ching Lee e Zahy Tata Pur’gte (Brasil)

MIDNIGHT MOVIES APRESENTA: PORNOCHANCHADA À JAPONESA:

Crepúsculo dos Felinos (Mesunekotachi), de Kazuya Shiraishi
Mulher Molhada ao Vento (Kaze ni nureta onna), de Akihiko Shiota
Antipornô (Anchiporuno), de Sion Sono
Amantes são Molhados (Koibito-tachi wa nureta), de Tatsumi Kumashiro
Noite dos Felinos (Mesunekotachi no yoru), de Noboru Tanaka
O Voyeur do Telhado (Edogawa Ranpo ryôki-kan: Yaneura no sanposha), de Noboru Tanaka
Uma Mulher Chamada Sada Abe (Jitsuroku Abe Sada), de Noboru Tanaka
Tripas de Anjo: Sala Vermelha (Tenshi no harawata: Akai kyôshitsu), de Chûsei Sone

FOCO ITÁLIA:

A Ciambra, de Jonas Carpignano
Hannah, de Andrea Pallaoro
Piazza Vittorio, de Abel Ferrara
Uma Família (Una Famiglia), de Sebastiano Riso
Depois da Guerra (Dopo la Guerra), de Annarita Zambrano
La vita in comune, de Edoardo Winspeare
Livrai-me (Liberami), de Federica Di Giacomo
Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo (Amori che non sanno stare al mondo), de Francesca Comencini
Tudo o que Você quer (Tutto quello che vuoi), de Francesco Bruni

MEIO AMBIENTE:

Earth: One Amazing Day, de Peter Webber, Richard Dale e Lixin Fan (Reino Unido)
Jane, de Brett Morgen (EUA)
Bosque de Névoa (Bosque de niebla), de Mónica Álvarez Franco (México)
Furusato, de Thorsten Trimpop (Alemanha/Japão/EUA)
Obrigado pela Chuva (Thank You for the Rain), de Julia Dahr (Noruega/Reino Unido)
Sociedade do Almoço Grátis (Free Lunch Society), de Christian Tod (Áustria/Alemanha)

ITINERÁRIOS ÚNICOS:

Kim Dotcom: Agarrado na Web (Kim Dotcom: Caught in the Web), de Annie Goldson (Nova Zelândia/Alemanha/Hong Kong/EUA)
Beuys, de Andres Veiel (Alemanha)
Roberto Bolaño: A Batalha Futura Chile (Roberto Bolaño: La batalla futura Chile), de Ricardo House (Chile/México/Espanha)
Paula Rego, Histórias e Segredos (Paula Rego, Secrets and Stories), de Nick Willing (Reino Unido)
Cicciolina – Madrinha do Escândalo (La Cicciolina. Göttliche Skandalnudel), de Alessandro Melazzini (Alemanha/França)
Queercore: How to Punk a Revolution, de Yony Leyser (Alemanha)
Marcelo Gomes – Anatomia de um Dançarino (Anatomy of a Male Ballet Dancer), de David Barba e James Pellerito (EUA/Brasil/Grécia/Japão/Rúsisa/Ucrânia)
João de Deus – O Silêncio é uma Prece, de Candé Salles (Brasil)
Tudo é Projeto, de Joana Mendes da Rocha e Patricia Rubano (Brasil)
Maria – Não Esqueça que Eu Venho dos Trópicos, de Francisco C. Martins (Brasil)
Geografia da Arte, de Guto Barra e Tatiana Issa (Brasil)

FRONTEIRAS:

Avisem que Estamos Chegando: A História dos Colégios e Universidades Negras (Tell Them We Are Rising: The Story of Black Colleges and Universities), de Stanley Nelson (EUA)
Contos da Birmânia (Burma Storybook), de Petr Lom (Holanda/Noruega)
Crânios do Meu Povo (Skulls of My People), de Vincent Moloi (África do Sul)
Desculpe, me afoguei (Sorry I Drowned), de Hussein Nakhal e David Habchy (Líbano)
Encriptado (Black Code), de Nick de Pencier (Canadá)
Estado de Exceção (State of Exception), de Jason O’Hara (Brasil/Canadá)
Investigando o Paraíso (Tahqiq fel djenna), de Merzak Allouache (França)
Mamãe Coronel (Maman Colonelle), de Dieudo Hamadi (Congo/França)
Terra-mãe (Motherland), de Ramona S. Diaz (EUA/Filipinas)
Últimos Homens em Aleppo (Last Men in Aleppo), de Firas Fayyad (Dinamarca/Síria)
Limpam com Fogo, de César Vieira, Conrado Ferrato e Rafael Crespo (Brasil)
Livres, de Patrick Granja (Brasil)

FELIX APRESENTA: CLÁSSICOS DO QUEER BRITÂNICO:

Orlando – A Mulher Imortal (Orlando), de Sally Potter (Reino Unido/Rússia/Itália/França/Holanda)
Eduardo II, de Derek Jarman (Reino Unido/Japão)
Minha Adorável Lavanderia (My Beautiful Laundrette), de Stephen Frears (Reino Unido)

VR – REALIDADE VIRTUAL:

Altération, de Jérôme Blanquet
Sergeant James, de Alexandre Perez
I, Philip, de Pierre Zandrowicz
Notes on Blindness: Into Darkness, de Arnaud Colinart, Amaury La Burthe, Peter Middleton e James Spinney
I Am Rohingya, de Zahra Rasool
Oil In Our Creeks, de Zahra Rasool
Angest, de Black River Studios

MOSTRA GERAÇÃO:

Altas Expectativas, de Pedro Antonio Paes e Alvaro Campos (Brasil)
Encolhi a Professora (Hilfe, ich hab meine Lehrerin geschrumpft), de Sven Unterwaldt Jr. (Alemanha/Áustria)
Historietas Assombradas – O Filme, de Victor-Hugo Borges (Brasil)
Que Língua Você Fala?, de Elisa Bracher (Brasil)
Sobre Rodas, de Mauro D’Addio (Brasil)
Yonlu, de Hique Montanari (Brasil)
Cabelo Bom, de Swahili Vidal e Claudia Alves
Caminho dos Gigantes, de Alois Di Leo
Em Busca da Terra Sem Males, de Anna Azevedo (Brasil)

CLÁSSICOS & CULTS:

Memórias do Subdesenvolvimento (Memorias del subdesarrollo), de Tomás Gutiérrez Alea (Cuba)

Clique aqui e confira os filmes brasileiros selecionados para a Première Brasil, anunciados anteriormente.

Foto: Céline Nieszawer.

Confira o trailer legendado de Todo o Dinheiro do Mundo, novo filme de Ridley Scott

por: Cinevitor

dinheiromundotrailerBaseado em fatos reais.

Dirigido por Ridley Scott, Todo o Dinheiro do Mundo, no original All the Money in the World, acaba de ganhar seu primeiro trailer legendado embalado pela canção Time of the Season da banda britânica The Zombies e destaca a atuação de Kevin SpaceyMichelle Williams, Mark Wahlberg e Charlie Plummer.

Assinado por David Scarpa, o roteiro é inspirado na história do sequestro do adolescente John Paul Getty III, neto do magnata americano do petróleo John Paul Getty, que aconteceu na Itália em 1973. A trama narra as tentativas desesperadas de sua devota mãe em convencer o patriarca da família a pagar a grande quantia exigida para o resgate. Quando ele recusa, Gail tenta influenciá-lo, enquanto os sequestradores de seu filho se tornam cada vez mais voláteis e brutais.

O roteiro é inspirado em eventos históricos, porém, para atender o desenvolvimento da trama, algumas cenas, diálogos e personagens são fictícios. O elenco conta também com Timothy Hutton, Teresa Mahoney, Andrew Buchan, Olivia Grant e Charlotte Beckett.

Confira o trailer de Todo o Dinheiro do Mundo, que ainda não tem data prevista para chegar aos cinemas brasileiros:

Foto: Divulgação/Diamond Films.

Remake de Dona Flor e Seus Dois Maridos, com Juliana Paes, ganha trailer

por: Cinevitor

donaflortrailerProtagonistas em cena: dois maridos, dois amores.

Adaptação do clássico de Jorge Amado, Dona Flor e Seus Dois Maridos, com direção e roteiro de Pedro Vasconcelos, chega aos cinemas do Nordeste no dia 2 de novembro e no Rio e em São Paulo em data a ser confirmada, dentro do mesmo mês.

O trailer, que acaba de ser divulgado, traz os icônicos personagens Dona Flor, interpretada por Juliana Paes, Vadinho, vivido por Marcelo Faria, e Dr. Teodoro, papel de Leandro Hassum, e adianta, em cenas de paixão, sensualidade e comédia, o dilema de Dona Flor, dividida entre o amor de sua vida e o amor seguro.

Obra de 1966, que já ganhou versões para o teatro e televisão, o longa estreou nos cinemas há 41 anos com direção de Bruno Barreto e com Sonia Braga, Mauro Mendonça e José Wilker nos papéis principais. A história mostra o amor tórrido entre Dona Flor e Vadinho, jovem de vida desregrada e amante de noitadas e jogatinas. De tanto cometer excessos, ele acaba morrendo de maneira precoce. Viúva, Flor se entrega a Teodoro, o farmacêutico da cidade e uma figura bem diferente de Vadinho: pacato, frio e metódico. Embora leve uma vida tranquila e confortável ao lado do novo companheiro, a professora de culinária sente falta dos momentos intensos ao lado do ex. Sofrendo a ausência de Vadinho, Flor começa a evocar sua presença, até que ele passa a lhe visitar em espírito, tornando a vida a três um tanto quanto confusa e tentadora.

Ambientado na Bahia da década de 1940, o remake teve cenas rodadas no Pelourinho, em Salvador, e foi realizado com o apoio da família de Jorge Amado e do Governo da Bahia. O elenco conta ainda com Nívea Maria, Ana Paula Bouzas, Cassiano CarneiroFabio Lago e Duda Ribeiro.

Confira o primeiro trailer de Dona Flor e Seus Dois Maridos:

Foto: Divulgação.

Filmes brasileiros são selecionados para o 53º Festival Internacional de Cinema de Chicago

por: Cinevitor

danielchicagoDaniel de Oliveira em Aos Teus Olhos, novo filme de Carolina Jabor.

O Festival Internacional de Cinema de Chicago é um dos mais prestigiados do mundo e é considerado o mais antigo destinado a mostras competitivas dos Estados Unidos. Neste ano, em sua 53ª edição, que acontece entre os dias 12 e 26 de outubro, a programação conta com 150 filmes, de 50 países.

O drama biográfico Marshall, de Reginald Hudlin e protagonizado por Chadwick Boseman, será o filme de abertura. A Forma da Água, do cineasta mexicano Guillermo del Toro, foi escolhido para encerrar o evento. Além disso, os atores Patrick Stewart e Vanessa Redgrave serão os grandes homenageados desta edição.

O Brasil marca presença com três filmes: Praça Paris, de Lúcia Murat, que será exibido na Competição Internacional e concorre ao Hugo de Ouro, prêmio máximo do evento; Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor, selecionado para a mostra World Cinema, que destaca o cinema global contemporâneo; e No Intenso Agora, de João Moreira Salles, na Competição Internacional de Documentários.

Além disso, o Brasil aparece com outras duas coproduções realizadas pela RT Features, de Rodrigo Teixeira: Me Chame Pelo Seu Nome, de Luca Guadagnino, na mostra Special Presentations; e A Ciambra, de Jonas Carpignano, na mostra World Cinema.

Conheça os filmes selecionados para o 53º Festival Internacional de Cinema de Chicago:

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL:

A Man of Integrity (Lerd), de Mohammad Rasoulof (Irã)
Arrhythmia (Aritmiya), de Boris Khlebnikov (Finlândia/Alemanha/Rússia)
Birds are Singing in Kigali (Ptaki spiewaja w Kigali), de Joanna Kos-Krauze e Krzysztof Krauze (Polônia)
The Confession, de Zaza Urushadze (Estônia/Geórgia/EUA)
Félicité, de Alain Gomis (Bélgica/França/Senegal)
Gemini, de Aaron Katz (EUA)
Hannah, de Andrea Pallaoro (Bélgica/França/Itália)
The Line (Čiara), de Peter Bebjak (República Checa/Eslováquia/Ucrânia)
A Sort of Family (Una especie de familia), de Diego Lerman (Argentina)
The Other Side of Hope (Toivon tuolla puolen), de Aki Kaurismäki (Finlândia)
Praça Paris (Paris Square), de Lúcia Murat (Brasil/Portugal/Argentina)
Samui Song, de Pen-Ek Ratanaruang (Tailândia)
O Fantasma da Sicília (Sicilian Ghost Story), de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza (Itália/França/Suíça)
Thelma, de Joachim Trier (França/Noruega/Suécia)
Wind Traces (Restos de viento), de Jimena Montemayor (México)
The Workshop (L’Atelier), de Laurent Cantet (França)

WORLD CINEMA:

1945, de Ferenc Török (Hungria)
Ali’s Wedding, de Jeffrey Walker (Austrália)
The Art of Loving (Sztuka Kochania), de Maria Sadowska (Polônia)
Aurora Borealis (Aurora Borealis – Északi fény), de Márta Mészáros (Hungria)
Back to Burgundy (Ce qui nous lie), de Cédric Klapisch (França)
Barrage, de Laura Schroeder (Bélgica/França/Luxemburgo)
The Basics of Killing (Druzinica), de Jan Cvitkovic (Sérvia/Eslovênia)
Beauty and the Dogs (Aala Kaf Ifrit), de Kaouther Ben Hania (França/Suécia/Tunísia)
Before We Vanish (Sanpo suru shinryakusha), de Kiyoshi Kurosawa (Japão)
Black Cop, de Cory Bowles (Canadá)
The Blue Years (Los años azules), de Sofía Gómez-Córdova (México)
120 Batimentos por Minuto (120 battements par minute), de Robin Campillo (França)
Budapest Noir, de Éva Gárdos (Hungria)
Chateau (La vie de château), de Modi Barry e Cédric Ido (França)
Closeness (Tesnota), de Kantemir Balagov (Rússia)
Control (Het Tweede Gelaat), de Jan Verheyen (Bélgica)
Custody (Jusqu’à la garde), de Xavier Legrand (França)
Disappearance (Verdwijnen), de Boudewijn Koole (Holanda/Noruega)
The Divine Order (Die göttliche Ordnung), de Petra Volpe (Suíça)
Fortunata, de Sergio Castellito (Itália)
God’s Own Country, de Francis Lee (Reino Unido)
Golden Years (Nos années folles), de André Téchiné (França)
Harpoon (Arpón), de Tom Espinoza (Argentina/Espanha/Venezuela)
Have a Nice Day (Hao ji le), de Jian Liu (China)
A Ciambra, de Jonas Carpignano (Itália/Brasil/Alemanha/França/EUA/Suécia)
In the Fade (Aus dem Nichts), de Fatih Akin (Alemanha)
The Insult (L’insulte), de Ziad Doueiri (Líbano/França/EUA/Bélgica/República do Chipre)
Las Olas, de Adrián Biniez (Uruguai/Argentina)
Let The Sunshine In (Un beau soleil interieur), de Claire Denis (França)
Aos Teus Olhos (Liquid Truth), de Carolina Jabor (Brasil)
Lola Pater, de Nadir Moknèche (Bélgica/França)
Lover for a Day (L’amant d’un jour), de Philippe Garrel (França)
Maktub, de Oded Raz (Israel)
Men Don’t Cry (Muskarci ne placu), de Alen Drljevic (Bósnia e Herzegovina/Croácia/Alemanha/Eslovênia)
The Merciless (Bulhandang), de Byun Sung-hyun (Coreia do Sul)
Miami, de Zaida Bergroth (Finlândia)
November, de Rainer Sarnet (Estônia/Holanda/Polônia)
Oh, Lucy!, de Atsuko Hirayanagi (EUA/Japão)
Na Praia à Noite Sozinha (Bamui haebyun-eoseo honja), de Hong Sang-Soo (Coreia do Sul)
The Quartette (Kvarteto), de Miroslav Krobot (República Checa)
Racer and the Jailbird (Le Fidèle), de Michaël R. Roskam (Bélgica)
Scaffolding (Pigumim), de Matan Yair (Israel)
The Scythian Lamb (Hitsuji no ki), de Daihachi Yoshida (Japão)
Spoor (Pokot), de Agnieszka Holland (Polônia/República Checa/Alemanha/Suécia/Eslováquia)
Summer 1993 (Estiu 1993), de Carla Simón (Espanha)
Tiger Girl, de Jakob Lass (Alemanha)
Tulipani: Love, Honour and a Bicycle (Tulipani: Liefde, Eer en een Fiets), de Mike van Diem (Holanda)
Under the Tree (Undir trénu), de Hafsteinn Gunnar Sigurðsson (Islândia)
Western, de Valeska Grisebach (Alemanha/Bulgária/Áustria)
The Whiskey Bandit, de Nimród Antal (Hungria)
Winter Brothers (Vinterbrødre), de Hlynur Pálmason (Dinamarca)
Younger Days (Kleine IJstijd), de Paula van der Oest (Holanda)
Zoo, de Colin McIvor (Irlanda/Reino Unido)

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:

12 Days (12 Jours), de Raymond Depardon (França)
Adriana’s Pact (El pacto de Adriana), de Lissette Orozco (Chile)
Before Summer Ends (Avant la fin de l’été), de Maryam Goormaghtigh (França/Suíça)
The Experimental City, de Chad Freidrichs (EUA)
No Intenso Agora (In the Intense Now), de João Moreira Salles (Brasil)
Mr. Gay Syria, de Ayse Toprak (Turquia/Alemanha/Malta/França)
A Moon of Nickel and Ice (Sur la lune de nickel), de François Jacob (Canadá)
The Other Side of the Wall (Al otro lado del muro), de Pau Ortiz (Espanha)
The Rape of Recy Taylor, de Nancy Buirski (EUA)

SPECIAL PRESENTATION:

Blow-Up – Depois Daquele Beijo, de Michelangelo Antonioni (Itália)
Borg/McEnroe, de Janus Metz (Suécia/Dinamarca/Finlândia)
Breathe, de Andy Serkis (Reino Unido)
Me Chame Pelo Seu Nome (Call Me by Your Name), de Luca Guadagnino (Itália/Brasil/França/EUA)
Goodbye Christopher Robin, de Simon Curtis (Reino Unido)
Lady Bird, de Greta Gerwig (EUA)
Last Flag Flying, de Richard Linklater (EUA)
Marshall, de Reginald Hudlin (EUA)
Mudbound, de Dee Rees (EUA)
A Forma da Água (The Shape of Water), de Guillermo Del Toro (EUA)
The Square, de Ruben Östlund (Suécia/França/Alemanha)
Three Billboards Outside Ebbing, Missouri, de Martin McDonagh (EUA/Reino Unido)
A Marca da Maldade (Touch of Evil), de Orson Welles (EUA)
Wormwood, de Errol Morris (EUA)

NOVOS DIRETORES | COMPETIÇÃO:

Bitter Flowers, de Olivier Meys (Bélgica/França/Suíça)
The Cakemaker, de Ofir Raul Graizer (Alemanha/Israel)
Charleston, de Andreï Cretulescu (Romênia/França)
The Charmer (Charmøren), de Milad Alami (Dinamarca)
Hunting Season (Temporada de Caza), de Natalia Garagiola (Argentina/França/Alemanha/Qatar/EUA)
In the Shadows, de Dipesh Jain (Reino Unido/Índia)
Killing Jesus (Matar a Jesús), de Laura Mora (Colômbia/Argentina)
A Família (La Familia), de Gustavo Rondón Córdova (Venezuela/Chile/Noruega)
Life Guidance, de Ruth Mader (Áustria)
Los Perros, de Marcela Said (Chile/França)
Never Steady, Never Still, de Kathleen Hepburn (Canadá)
No Date, No Signature (Bedoune tarikh, bedoune emza), de Vahid Jalilvand (Irã)
Oblivion Verses (Los Versos del Olvido), de Alireza Khatami (França/Alemanha/Chile/Holanda)
The Reconciliation, de Maciej Sobieszczański (Polônia)
Scary Mother (Sashishi deda), de Ana Urushadze (Geórgia/Estônia)
They, de Anahita Ghazvinizadeh (EUA)

Clique aqui e confira a lista completa com os filmes selecionados para o Chicago International Film Festival 2017.

Foto: Daniel Chiacos.

Viva – A Vida é uma Festa, dublado por Gael García Bernal, ganha trailer nacional

por: Cinevitor

vidafestatrailerMuita festa e animação!

Com estreia prevista para o dia 4 de janeiro de 2018, Viva – A Vida é uma Festa, da Disney•Pixar, conta a história do aspirante a músico Miguel, voz do novato Anthony Gonzalez, que faz uma parceria com o trapaceiro malandro Hector, dublado por Gael García Bernal, em uma jornada extraordinária através da Terra dos Mortos.

O diretor Lee Unkrich e a produtora Darla K. Anderson trabalharam juntos em Toy Story 3, que tem a segunda maior bilheteria entre os filmes de animação do mundo todo, e foi premiado no Oscar e no Globo de Ouro.

Em Viva – A Vida é uma Festa, apesar de a música ter sido banida há gerações em sua família, Miguel sonha em se tornar um grande músico como seu ídolo, Ernesto de la Cruz, voz de Benjamin Bratt. Desesperado para provar o seu talento, Miguel se vê na deslumbrante e colorida Terra dos Mortos seguindo uma misteriosa sequência de eventos. Ao longo do caminho ele conhece o malandro encantador Hector e juntos partem em uma jornada de aventura para descobrir a verdade por trás da história da família de Miguel.

Confira o trailer de Viva – A Vida é uma Festa:

Foto: Divulgação.

Conheça alguns destaques do Feed Dog Brasil – Festival Internacional de Documentários de Moda

por: Cinevitor

feed5Cena do documentário sobre o estilista Alexander McQueen.

A primeira edição do Feed Dog Brasil – Festival Internacional de Documentários de Moda, acontecerá entre os dias 21 e 27 de setembro, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, com entrada gratuita. Com curadoria da documentarista e jornalista Flavia Guerra, o evento tem objetivo de fomentar documentários que retratam o fascinante mundo da moda, a riqueza e complexidade do universo fashion como arte, comportamento e expressão cultural.

Esta primeira edição contará com um total de 13 títulos nacionais e internacionais dos mais diversos temas que envolvem o mundo da moda, do luxo ao comportamento, da sustentabilidade às relações de trabalho, sem esquecer peças que são ícones de estilo.

Inédito no Brasil, The First Monday in May será a atração de abertura do Feed Dog, na quarta-feira, 20/09. Dirigido por Andrew Rossi, o longa desvenda um dos maiores eventos fashion do circuito internacional, o celebrado Baile de Gala do MET, realizado anualmente pelo The Metropolitan Museum of Art, em Nova York.

feed1Anna Wintour, Wendi Murdoch e Andrew Bolton no documentário The First Monday in May.

Além do filme de abertura, o festival exibirá: o clássico Model, obra do grande documentarista Frederick Wiseman, que mostra o cotidiano de uma agência de modelos de Manhattan; Borsalino City, uma declaração de amor ao chapéu mais icônico e querido da moda, o Borsalino; Bangaologia – The science of style, uma investigação sobre a cultura de um estilo que voou de Angola para o mundo; Out of Fashion, sobre o consumismo, desperdício e exploração nos porões da indústria global da moda; e Le testament d’Alexander McQueen, sobre o legado de um dos mais influentes e emblemáticos criadores contemporâneos da moda.

Ainda na programação, destacam-se os documentários: Mapplethorpe: Look at the Pictures, um retrato intimista do célebre e polêmico fotógrafo Robert Mapplethorpe; Vivienne Westwood: Do It Yourself!, as muitas faces da estilista que inventou o punk como moda; Helmut Newton: Frames from the Edge, trajetória do fotógrafo que quebrou tabus e paradigmas; e o curta The Perfect Fit.

feed2Cena do documentário Out of Fashion, de Jaak Kilmi.

Completam a programação os nacionais: Deixa na Régua, de Emílio Domingos, que mostra o dia a dia das barbearias dos morros cariocas e seus fieis frequentadores; Idades da Moda,  de Marcelo Machado e Gilmar Moretti, sobre o vestir na infância, o vestir através dos tempos; e Fora do Figurino – As Medidas do Jeitinho Brasileiro, de Paulo Pélico, que fala sobre as medidas das roupas do brasileiro.

feed4Cena do documentário brasileiro Deixa na Régua, de Emílio Domingos.

A programação contará também com oficinas, exposição de fotos, festas e debates com a presença de importantes nomes da moda e cinema como Paulo Borges, idealizador e coordenador da SPFW; Fause Haten, estilista, diretor e figurinista; João Braga, historiador de moda e professor; Alberto Hiar, da Cavalera; entre outros.

Fotos: Lennart Laberenz/Magnolia Pictures/Divulgação.