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Toda semana um novo programa sobre cinema, com os mais variados temas.

CINEVITOR #365: Entrevista com Bruna Marquezine | Edição Especial | Vou Nadar Até Você

por: Cinevitor

brunamarquezinecinevitorBruna Marquezine em Gramado: estreia como protagonista nas telonas.

Com estreia prevista para o dia 5 de março, Vou Nadar Até Você, primeiro longa-metragem de Klaus Mitteldorf, foi exibido na 47ª edição do Festival de Cinema de Gramado, em agosto do ano passado, na Mostra Competitiva de Longas Brasileiros.

O filme conta a história de Ophelia, interpretada por Bruna Marquezine, uma jovem fotógrafa que decide ir, a nado, em busca do pai que nunca conheceu. Ela acredita ter descoberto quem é seu pai e, determinada, sai de Santos, a nado, rumo a Ubatuba, onde espera encontrá-lo. Antes de partir, envia-lhe uma carta avisando que está a caminho.

Com cenas filmadas na Alemanha e no litoral paulista, ao longo da estrada Rio-Santos, o longa conta também com o ator alemão Peter Ketnath, Ondina Clais, Fernando Alves Pinto, Fabio Audi e Clara Gallo no elenco.

Para falar mais sobre o filme, entrevistamos Bruna Marquezine durante o festival, que falou sobre sua experiência como protagonista nas telonas, preparação da personagem, tapete vermelho em Gramado e também contou histórias divertidas de bastidores.

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Foto: Cleiton Thiele/Agência Pressphoto.

CINEVITOR #364: Entrevistas com Maeve Jinkings + Renata Pinheiro + Sergio Oliveira | Açúcar

por: Cinevitor

maeveacucarcinevitorProtagonista: Maeve Jinkings em cena.

Exibido no Festival de Roterdã, Açúcar, escrito e dirigido por Renata Pinheiro e Sergio Oliveira, mostra uma visão contemporânea das relações coronelistas dos antigos engenhos de cana-de-açúcar. O longa acompanha a volta de Bethânia, interpretada por Maeve Jinkings, uma mulher madura, miscigenada, criada em uma família branca, à fazenda da Zona da Mata onde nasceu.

Bethânia carrega em si a formação crucial do povo brasileiro e se perde em um dilema onde nem o preto nem o branco se encaixam nela. Enquanto tenta se reconectar com o local, enfrenta os antigos empregados, agora donos de parte da terra. A narrativa de Açúcar flerta com elementos de realismo fantástico e adentra na dicotomia senhor de engenho versus escravos (branco versus negro, alta cultura versus cultura popular, realidade versus imaginação) presente em todo o filme, tanto psicologicamente quanto geograficamente, refletindo uma divisão social secular na qual o país ainda está preso.

O filme é ambientado num universo de realismo fantástico, que cruza a história pessoal de Bethânia com a formação da identidade de um país que é, ao mesmo tempo, moderno e arcaico, contemporâneo e ancestral, branco e muito, muito mais negro.

Essa é a segunda vez que Renata Pinheiro e Sergio Oliveira trabalham com a atriz Maeve Jinkings. A primeira foi no longa Amor, Plástico e Barulho, dirigido por Renata e produzido por Sergio. No elenco estão ainda Dandara de Morais, Magali Biff e Zé Maria.

Para falar mais sobre o filme, fizemos dois programas especiais. Na primeira parte você confere um bate-papo com a protagonista Maeve Jinkings, que além de falar sobre Açúcar, relembrou outros trabalhos marcantes de sua carreira, destacou o cinema nordestino e refletiu sobre a atual situação política cultural do país. No segundo programa, uma conversa com os diretores Sergio Oliveira e Renata Pinheiro.

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PARTE 1:
Entrevista com Maeve Jinkings

PARTE 2:
Entrevista com Sergio Oliveira e Renata Pinheiro

Foto: Divulgação/Boulevard Filmes.

CINEVITOR #363: Entrevista com Léa Garcia | Edição Especial | 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes

por: Cinevitor

leagarciatiradentesA atriz esteve em Tiradentes para a exibição de seu novo filme.

Considerada uma das maiores atrizes brasileiras, Léa Garcia começou sua carreira na década de 1950 no Teatro Experimental do Negro, fundado por Abdias do Nascimento, um dos maiores expoentes da cultura negra no Brasil.

Dos palcos, ganhou destaque nas telonas ao interpretar Serafina em Orfeu Negro, do cineasta francês Marcel Camus, uma coprodução entre Brasil, França e Itália. O longa foi premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes e levou o Globo de Ouro e o Oscar de melhor filme estrangeiro.

Sua estreia na TV aconteceu no Grande Teatro, da TV Tupi, na década de 1950. Depois, atuou na novela Acorrentados, exibida na a TV Rio. Estreou na Rede Globo em 1970, na novela Assim na Terra como no Céu, de Dias Gomes. Na emissora carioca, participou de diversas produções, como: Minha Doce Namorada, O Homem que Deve Morrer, Selva de Pedra, Os Ossos do Barão, Fogo Sobre Terra, A Moreninha, Araponga, A Viagem, Anjo Mau, Suave Veneno, O Clone, Sol Nascente, entre outras. A atriz também passou pela TV Manchete, em Xica da Silva e Tocaia Grande, e outras emissoras.

A novela Escrava Isaura, exibida em 1976 na Rede Globo, foi um fenômeno de audiência no Brasil e no exterior e é considerado um dos trabalhos mais marcantes na carreira de Léa Garcia, que interpretava a vilã Rosa.

No cinema, a atriz também ganhou reconhecimento: foi premiada no Festival de Gramado pelo longa As Filhas do Vento e pelo curta Acalanto, que também lhe rendeu prêmios no Brazilian Film Festival of Toronto e no Festival de Cuiabá; com Memórias da Chibata foi consagrada na Jornada Internacional de Cinema da Bahia; no Festival de Natal levou o prêmio de melhor atriz por Dias Amargos. Além disso, atuou em Ganga Zumba, Ladrões de Cinema, A Deusa Negra, Quilombo, Viva Sapato!, Mulheres do Brasil, O Maior Amor do Mundo, Billi Pig, Sudoeste, Boca de Ouro, entre outros.

Recentemente, a atriz passou pela 23ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes para apresentar o longa Um Dia com Jerusa, de Viviane Ferreira, exibido no Cine-Tenda na mostra A imaginação como potência. O filme conta o encontro da sensitiva Silvia, uma jovem pesquisadora de mercado que enfrenta as agruras do subemprego enquanto aguarda o resultado de um concurso público, e da graciosa Jerusa, uma senhora de 77 anos, testemunha ocular do cotidiano vivido no bairro do Bixiga, recheado de memórias ancestrais. No dia do aniversário de Jerusa, enquanto espera sua família para comemorar, o encontro entre suas memórias e a mediunidade de Silvia lhes proporciona transitar por tempos e realidades comuns às suas ancestralidades.

No dia seguinte à emocionante exibição, conversamos com a atriz sobre o longa, cinema brasileiro, mulheres negras no audiovisual e carreira.

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Foto: Leo Lara/Universo Produção.

CINEVITOR #362: Entrevistas com BFF Girls + elenco | O Melhor Verão das Nossas Vidas

por: Cinevitor

bffgirlscinevitorTrio de sucesso na música: novas aventuras nas telonas!

Giulia Nassa, Laura Castro e Bia Torres são integrantes da BFF Girls, girl band de maior sucesso, e também protagonizam O Melhor Verão das Nossas Vidas, longa dirigido por Adolpho Knauth, que chega aos cinemas nesta quinta-feira, 23/01.

Na história, Bia, Giulia e Laura conseguem uma grande chance de participar do Festival do Sol, um evento de música muito famoso no Guarujá. Só que os planos das três amigas vão por água abaixo quando elas descobrem que ficaram de recuperação na escola. Assim, terão uma missão arriscadíssima pela frente: ir ao festival sem que seus pais fiquem sabendo.

As três atrizes e cantoras participaram do The Voice Kids e formaram a banda, que é um fenômeno nacional. A aventura também traz no elenco as estrelas Giovanna Chaves, Bela Fernandes, Enrico Lima e Murilo Bispo. Além de participações especiais de Márvio Lucio, o Carioca; Maurício Meirelles; Giselle De Prattes; Rafael Zulu; entre outros.

Para falar mais sobre o filme, fizemos dois programas especiais com entrevistas com o elenco. Aperte o play e confira:

PARTE 1:
Entrevista com Giulia Nassa, Laura Castro e Bia Torres

PARTE 2:
Entrevista com Bela Fernandes e Murilo Bispo

Foto: Divulgação.

CINEVITOR #361: Entrevistas com Marcélia Cartaxo e Cristiano Burlan | Bastidores do filme A MÃE

por: Cinevitor

marceliasetburlanProtagonista: Marcélia Cartaxo em cena.

Começaram, em São Paulo, as filmagens do novo longa de Cristiano Burlan: A Mãe. Na história, Maria, interpretada por Marcélia Cartaxo, é uma migrante nordestina que vive na periferia de São Paulo e trabalha como camelô no centro da cidade. Após um dia exaustivo, ela volta para casa e não encontra seu filho Valdo. Depois de procurar na vizinhança e na polícia, onde não obtém nenhuma resposta, ela procura o traficante local, que diz que o filho foi assassinado pela polícia. Incrédula, Maria inicia uma busca incessante para descobrir o paradeiro do filho.

O longa dá continuidade ao trabalho desenvolvido por Burlan, através de documentários e ficções, para trazer humanidade para essas populações periféricas: “Meu irmão foi assassinado pela polícia em 2001. Dois anos depois, fiz o documentário Mataram Meu Irmão. Em 2012, minha mãe foi morta pelo namorado e em 2017 fiz Elegia de um Crime. Minha história não é uma exceção. A impunidade, o preconceito, a desigualdade, a mídia e os governos transformam essas vidas em números. Mas por trás das estatísticas existem irmãos, amigos, mães e filhos”, disse o diretor.

A Mãe é um longa metragem de ficção sobre o desespero de uma mãe que fará de tudo para recuperar o filho desaparecido. Estrelado por Marcélia Cartaxo, vencedora do Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim, por A Hora da Estrela, de Suzana Amaral, e recentemente premiada no Festival de Gramado por Pacarrete, de Allan Deberton, o filme é um mergulho intimista na vida e no luto de uma mulher que ao ver a vida de seu filho abreviada, precisa enfrentar a burocracia opressora das grandes metrópoles para poder vê-lo uma última vez.

Produzido pela Bela Filmes, o longa conta também com Helena Ignez, Henrique Zanoni, Ana Carolina Marinho, Kiko Marques, Hélio Cícero, Mawusi Tulani, Che Moais, Tuna Dwek, Dustin Farias, Carlos Meceni, entre outros, no elenco. Além de locações no centro de São Paulo, boa parte do filme será rodado no Jardim Romano. Localizado no extremo leste da cidade de São Paulo, o bairro possui uma efervescente vida cultural, especialmente com o Grupo de Teatro Estopô Balaio.

Para falar mais sobre A Mãe, visitamos o set de filmagem no Viaduto Santa Ifigênia, no centro de São Paulo, e conversamos com a protagonista e com o diretor.

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Foto: Marina de Almeida Prado.

CINEVITOR #360: Entrevistas com Malu Mader, Marcos Palmeira e Fernanda Vasconcellos | Boca de Ouro no Festival do Rio

por: Cinevitor

palmeiramaderfestrioMarcos Palmeira e Malu Mader no tapete vermelho do Festival do Rio.

O longa-metragem Boca de Ouro, adaptação da peça teatral de Nelson Rodrigues, escrita em 1959, e dirigido por Daniel Filho, foi exibido na mostra Première Brasil, fora de competição, no Festival do Rio 2019, no sábado, 14/12, no Cine Odeon.

Com roteiro de Euclydes Marinho, de A Vida como Ela É…, o filme conta a história de um temido e respeitado bicheiro, figura quase mitológica no bairro de Madureira, no Rio de Janeiro, durante os anos 1950. Sua ambição, amores e pecados despertam a curiosidade do jornalista Caveirinha, que procura uma ex-amante do contraventor para colher material para uma reportagem sobre a sua vida.

Recentemente, Boca de Ouro recebeu uma Menção Especial no 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e foi premiado no LABRFF, Los Angeles Brazilian Film Festival, na categoria de melhor trilha sonora. O elenco conta com Marcos Palmeira, Malu Mader, Lorena Comparato, Thiago Rodrigues, Silvio Guindane, Fernanda Vasconcellos, Anselmo Vasconcelos, Guilherme Fontes, entre outros.

Clássico do teatro brasileiro, Boca de Ouro estreou nos palcos em outubro de 1960, no Teatro Federação, mais tarde Teatro Cacilda Becker, com direção e atuação de Ziembinski no papel-título. A primeira filmagem ocorreu em 1963, com direção de Nelson Pereira dos Santos e, no elenco, Jece Valadão, Odete Lara e Daniel Filho.

Para falar mais sobre essa nova versão, entrevistamos as atrizes Malu Mader e Fernanda Vasconcellos e o protagonista Marcos Palmeira.

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*O CINEVITOR esteve no Rio de Janeiro e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Marcos Ramos.

CINEVITOR #359: O CINEMA BRASILEIRO EM CARTAZ | Edição Especial

por: Cinevitor

brasilcartazcinevitorMuitos filmes, muitas histórias: cinema brasileiro.

Na terça-feira, 03/12, fomos surpreendidos com a notícia de que a Ancine, Agência Nacional do Cinema, retirou das paredes de sua sede, no Rio de Janeiro, todos os cartazes de filmes brasileiros que estavam lá desde 2002 e faziam parte da decoração dos prédios. Também foi informado que uma TV que ficava na recepção e exibia trailers de produções nacionais foi desligada e todos os dados, como ficha técnica e pôster dos filmes, foram retirados do site da Ancine.

Não é de hoje que a cultura brasileira é atacada, porém, neste ano, diversos acontecimentos têm prejudicado ainda mais o andamento de projetos, editais, festivais e outras atividades ligadas ao audiovisual.

Entre corredores e paredes vazias e tantos outros absurdos, mais uma lamentável notícia envolvendo o cinema nacional circulou nesta semana: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, escolhido para representar o Brasil na disputa pelo Oscar de melhor filme internacional, seria exibido como parte do processo de capacitação dos servidores da Ancine, atividade que acontece mensalmente na qual funcionários assistem e debatem um longa. Porém, o evento foi cancelado com a desculpa de que o projetor estava quebrado, fato esse que foi negado pelo responsável pela manutenção.

Em um ano tão positivo para o cinema brasileiro, com longas e curtas prestigiados por aqui e ao redor do mundo, é inadmissível compactuar com ideais tão retrógradas, que remetem à censura e a um descaso com diversos profissionais que se dedicam à arte.

Vale lembrar que o setor audiovisual brasileiro injeta mais de 25 bilhões de reais por ano na economia, maior que o turismo, por exemplo. Gera mais de 300 mil empregos e exporta talento, criatividade e trabalho. Além disso, nos últimos anos, nosso cinema tem ganhado muito destaque nos festivais mais importantes ao redor do mundo. Nossas histórias (todos os tipos de histórias, que devem e podem ser contadas) e nossa cultura são retratadas nas telonas em diversos gêneros, em grandes, pequenas e independentes produções.

Nossa identidade ganha vida nas telonas, nos orgulha e movimenta a economia há anos. Isso causa um impacto social, cultural e econômico necessário e importante. O audiovisual brasileiro é uma indústria vibrante e criativa. Emociona, diverte, reflete, encanta e gera valor para o país. Cinema é arte. Cinema é cultura.

Mesmo em tempos tão sombrios, nossa história não será apagada, nossa cultura continuará retratada nas telonas e exportada para todos os cantos. Por isso, para celebrar a arte e a liberdade de expressão, fizemos um programa especial, direto da 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, e perguntamos para alguns convidados: qual pôster de um filme brasileiro marcou sua vida?

Participaram da nossa enquete: a atriz Débora Nascimento; o escritor Fernando Morais; a cineasta Maria Augusta Nunes; os produtores Marcos Tellechea e Paula Linhares; as atrizes Zezita Matos e Suzy Lopes; o cineasta Kennel Rógis; os atores Flavio Bauraqui e Bukassa Kabengele; o documentarista Vladimir Carvalho; e a ativista Indianre Siqueira.

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*O CINEVITOR esteve em João Pessoa e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

CINEVITOR #358: Entrevistas com Ayla Gresta + Gustavo Halfeld + Gustavo Galvão | Ainda Temos a Imensidão da Noite

por: Cinevitor

imensidaodanoitecinevitorAyla Gresta e Gustavo Halfeld em cena.

A resistência de uma cantora e trompetista é testada no novo filme do diretor Gustavo Galvão. Rodado em Brasília e em Berlim, o drama Ainda Temos a Imensidão da Noite narra a saga de Karen, interpretada por Ayla Gresta, que vê o esfacelamento de sua banda de rock e de suas relações numa realidade cada dia mais desoladora. Aos 27 anos, ela deixa Brasília para dar vazão à paixão pela música.

Na trama, o relacionamento dos membros da banda de Karen aos poucos se despedaça por culpa da perspectiva quase nula de sobreviver na cena alternativa brasiliense. Os músicos do grupo cedem a empregos na máquina burocrática da cidade. Porém, após Artur, o guitarrista, ir embora para Berlim, a protagonista tenta seguir os passos dele para buscar uma maneira de subsistir sem precisar se entregar a um trabalho que a mate por dentro.

Gustavo Galvão, de Uma Dose Violenta de Qualquer CoisaNove Crônicas para um Coração aos Berros, promove as locações e o som à condição de personagens. Os protagonistas são músicos de verdade e formam uma banda montada especialmente para o filme, chamada Animal Interior. O quarteto liderado por Ayla Gresta criou a trilha do longa em parceria com outros dois compositores e as músicas tiveram a produção do guitarrista norte-americano Lee Ranaldo, um dos fundadores da icônica banda de indie rock Sonic Youth.

O diretor assina o roteiro ao lado da alemã Barbie Heusinger e da gaúcha Cristiane Oliveira, do premiado longa Mulher do Pai. A equipe técnica conta com o designer de produção alemão Tamo Kunz, que trabalhou com Fatih Akin em filmes renomados como Em PedaçosContra a Parede e, mais recentemente, O Bar Luva Dourada, e a consagrada produtora Sara Silveira, de As Boas Maneiras e Cinema, Aspirinas e Urubus.

Para falar mais sobre o filme, que já está em cartaz nos cinemas, conversamos com o diretor e com os atores Gustavo Halfeld e Ayla Gresta.

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Foto: André Carvalheira.

CINEVITOR #357: Carcereiros – O Filme | Entrevistas com elenco e diretor

por: Cinevitor

carcepgmcinevitorKaysar Dadour e Rodrigo Lombardi em cena.

Inspirado no livro homônimo de Drauzio Varella e na série de sucesso da Globo, vencedora do Grande Júri no MIPTV 2017, em Cannes, Carcereiros – O Filme, protagonizado por Rodrigo Lombardi e dirigido por José Eduardo Belmonte, traz uma nova história de dentro do presídio. Desta vez, Adriano será encarregado de encarcerar um perigoso terrorista internacional, interpretado por Kaysar Dadour.

Responsável por garantir a tranquilidade no presídio, o agente penitenciário Adriano, papel de Lombardi, precisa deixar seus dilemas familiares de lado toda vez que sai para trabalhar. Com a chegada de Abdel, interpretado por Kaysar, um perigoso terrorista internacional, a tensão no presídio, que já vive dias de terror por conta da luta entre duas facções criminosas, torna-se ainda maior. Agora, enquanto tenta controlar todos os passos de Abdel, Adriano terá que fazer o possível para conter uma possível rebelião.

Para falar mais sobre o filme, que chega aos cinemas na quinta-feira, 28/11, fizemos dois programas especiais e conversamos com o protagonista Rodrigo Lombardi e também com Kaysar Dadour, Jackson Antunes, Rainer Cadete e com o diretor José Eduardo Belmonte.

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PARTE 1:
Entrevista com Rodrigo Lombardi

PARTE 2:
Entrevistas com Rainer Cadete, José Eduardo Belmonte, Kaysar Dadour e Jackson Antunes

Foto: Ramón Vasconcellos.

CINEVITOR #356: 6ª Mostra de Cinema de Gostoso | Edição Especial

por: Cinevitor

gostosopgm2019Pé na areia e cinema: convidados especiais.

A 6ª Mostra de Cinema de Gostoso, que aconteceu entre os dias 8 e 12 de novembro, exibiu em sua programação os mais recentes lançamentos cinematográficos brasileiros, entre curtas e longas, em uma tela de cinema ao ar livre, na Praia do Maceió, em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte.

Além disso, o evento contou com atividades paralelas, debates, mostra infantil, Gostoso Lab, Mostra Panorama e exibição dos curtas-metragens realizados por alunos do Coletivo Nós do Audiovisual, formado por jovens de São Miguel do Gostoso interessados em abrir novas possibilidades de atuação e assim realizar filmes.

Para encerrar nossa cobertura, fizemos um programa especial com alguns convidados que marcaram presença por lá, como: a premiada atriz Marcélia Cartaxo, do longa Pacarrete; o diretor Leo Tabosa, do curta Marie; o cineasta Marco Antônio Pereira, monitor do Coletivo Nós do Audiovisual; a produtora do curta Quebramar, Camila Gaglianone; o cineasta mineiro Affonso Uchôa, de Sete Anos em Maio; a consagrada atriz Helena Ignez e a filha Sinai Sganzerla, diretora do documentário A Mulher da Luz Própria; e a diretora do curta A Parteira, Catarina Doolan.

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*O CINEVITOR esteve em São Miguel do Gostoso e você acompanha a cobertura da Mostra de Gostoso 2019 por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

CINEVITOR #355: Entrevista com Fernanda Torres | Edição Especial

por: Cinevitor

fernandatorrescinevitorFernanda Torres na Mostra de São Paulo: lançamento do filme O Juízo.

Escritora, atriz e apresentadora, Fernanda Torres é uma das artistas mais admiradas do país. Filha do casal de atores Fernando Torres e Fernanda Montenegro, começou sua carreira no final da década de 1970, em uma peça de Maria Clara Machado. Um ano depois, estreou na TV e fez parte do elenco da série Aplauso, de Domingos Oliveira, na TV Globo.

Nas telinhas, participou de grandes sucessos, como: Baila Comigo, Brilhante, Eu Prometo, Selva de Pedra, Comédia da Vida Privada, entre outros. Ganhou destaque na série Os Normais, escrita por Fernanda Young e Alexandre Machado, na qual dividia a cena com o amigo Luiz Fernando Guimarães. Anos depois, ao lado de Andrea Beltrão, protagonizou o seriado Tapas & Beijos, outro grande sucesso da TV.

No teatro, atuou em dezenas de peças, entre elas, o monólogo A Casa dos Budas Ditosos, baseado na obra de João Ubaldo Ribeiro. Sucesso de público e crítica, venceu o Prêmio Shell de Teatro e o Prêmio Qualidade Brasil de Teatro.

Sua estreia nas telonas aconteceu em 1983, no filme Inocência, de Walter Lima Jr. Em 1985, protagonizou A Marvada Carne, de André Klotzel, que lhe rendeu o kikito de melhor atriz no Festival de Gramado. Com o drama Eu Sei que Vou Te Amar, de Arnaldo Jabor, foi consagrada no Festival de Cannes com o prêmio de melhor atriz. Em Brasília, recebeu o Troféu Candango por sua atuação em Gêmeas, de Andrucha Waddington. Foi indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro por Traição e ganhou o Troféu APCA por O Primeiro Dia do Resto da Sua Vida, de Rémi Bezançon. Em 1991, atuou com Anthony Hopkins no drama paraguaio A Guerra de um Homem, de Sérgio Toledo.

Em 2005, ao lado de sua mãe, protagonizou o drama Casa de Areia. O longa, dirigido pelo marido Andrucha Waddington, lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara. Entre tantos sucessos, também se destacou em Redentor, longa dirigido pelo irmão, no qual assinou o roteiro; Saneamento Básico, O Filme, de Jorge Furtado; Com Licença, Eu Vou à Luta, de Lui Farias; Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas; O Que É Isso, Companheiro?, de Bruno Barreto; Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho; entre outros. Além disso, escreveu três livros: Fim, que foi indicado ao Prêmio Jabuti; Sete Anos: Crônicas; e A Glória e Seu Cortejo de Horrores, lançado em 2017.

Recentemente, Fernanda Torres passou pela 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo para apresentar o filme O Juízo, suspense sobrenatural dirigido por Andrucha Waddington, no qual assina o roteiro. O longa, estrelado pelo filho Joaquim Torres Waddington, pela mãe Fernanda Montenegro, Felipe Camargo, Carol Castro, Criolo e Lima Duarte, narra um acerto de contas que leva mais de duzentos anos para se concretizar.

Em entrevista exclusiva ao CINEVITOR, Fernanda falou sobre o novo filme, trabalho em família, a importância do cinema brasileiro, diversidade cultural e relembrou diversos sucessos da carreira nas telonas.

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Foto: Natali Hernandes/agenciafoto.com.br.

CINEVITOR #354: LABRFF 2019 – Los Angeles Brazilian Film Festival | Edição Especial

por: Cinevitor

labrff2019pgmcinevitorConvidados especiais: cinema brasileiro em Hollywood.

A 12ª edição do Los Angeles Brazilian Film Festival, LABRFF, reconhecido como um dos mais importantes festivais de cinema brasileiro fora do Brasil, aconteceu entre os dias 13 e 17 de outubro com uma programação diversificada com 48 filmes, entre curtas e longas.

Além das exibições e homenagens, o evento contou também com atividades paralelas e com o 1º Los Angeles Latin Music Video Festival, competição de videoclipes lançada pelo festival.

O CINEVITOR teve a honra de participar do evento e para encerrar com chave de ouro nossa cobertura, fizemos um programa especial com alguns convidados ilustres que passaram pelo tapete vermelho do LABRFF 2019, como: a atriz Marcélia Cartaxo, grande homenageada desta edição e premiada por sua atuação em Pacarrete; os atores Edmilson Filho e Guilherme Berenguer, do curta 2119 Acabou-se Foi Tudo; as atrizes Dani Valente e Mina Nercessian, da comédia Solteira Quase Surtando; o diretor André Morais e a atriz Ingrid Trigueiro, do longa paraibano Rebento; o cineasta Kennel Rógis, do premiado curta O Grande Amor de um Lobo; a atriz Tathi Piancastelli e o diretor Alex Duarte, do documentário Expedição 21; e a fundadora e diretora executiva do LABRFF, Meire Fernandes.

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*O CINEVITOR esteve em Los Angeles e você acompanha a cobertura do LABRFF 2019 por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.