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Vera Fischer será homenageada no 26º Festival de Cinema de Vitória

por: Cinevitor

verafischerhomenagemvitoriaHomenageada: sucesso na TV, no cinema e no teatro.

Uma das atrizes mais marcantes da teledramaturgia e do cinema brasileiro, Vera Fischer será a homenageada nacional da 26ª edição do Festival de Cinema de Vitória, que acontecerá entre os dias 24 e 29 de setembro, no Centro Cultural Sesc Glória, no Centro de Vitória.

Com um extenso currículo, que inclui 22 filmes, 23 novelas e mais de 10 séries e programas especiais de TV, além de 12 peças para o teatro, a atriz receberá o troféu Vitória no dia 26 de setembro. No mesmo dia, às 15h, acontecerá o lançamento do caderno da homenageada, no Hotel Senac Ilha do Boi. A publicação exclusiva será assinada pelo jornalista e escritor Jace Teodoro.

Dona de uma presença marcante nas produções das quais participou, Vera Fischer nasceu em Blumenau, Santa Catarina, e iniciou sua carreira artística como modelo, sendo eleita Miss Brasil em 1969, o que lhe conferiu projeção nacional. Sua primeira incursão no universo audiovisual foi no cinema nacional, em 1973, no longa A Super Fêmea, de Anibal Massaini Neto. Porém, sua estreia nas telenovelas como Diana Queiroz, em Espelho Mágico, de 1977, na Rede Globo, elevou seu status para atriz de grandes produções televisivas, que permanecem na mente de muitos brasileiros, como Sinal de Alerta (1978), Os Gigantes (1979), Coração Alado (1980) e Brilhante (1981).

verafischermissbrasilVera Fischer foi coroada Miss Brasil, em 1969, representando Santa Catarina.

Um dos papéis mais memoráveis da atriz é o de Jocasta Silveira, de Mandala (1987), que elevou ainda mais o seu status de diva televisiva, valendo a indicação para o Troféu Imprensa de melhor atriz no mesmo ano. Antes disso, ela já havia sido contemplada como melhor atriz pela Associação Paulista de Críticos de Arte, APCA, pelo papel de Tânia Velasco, no filme Intimidade, de Perry Salles e Michael Sarne, lançado em 1975; e pelo Festival de Brasília, ganhando o Troféu Candango de melhor atriz por interpretar Anna, em Amor Estranho Amor, produção de 1982, dirigida por Walter Hugo Khouri. Em 2000, venceu como melhor atriz no prêmio Melhores do Ano, pelo papel de Helena Lacerda Soriano, na novela Laços de Família, escrita por Manoel Carlos.

Nas telonas, também atuou em: Anjo Loiro (1973), de Alfredo Sternheim; Macho e Fêmea (1974), de Ody Fraga; Perdoa-me Por Me Traíres (1980) e Bonitinha, mas Ordinária (1981), ambos de Braz Chediak; Eu Te Amo (1981), de Arnaldo Jabor; Dôra Doralina (1982), de Perry Salles; Quilombo (1984), de Cacá Diegues; Doida Demais (1989), de Sergio Rezende; Navalha na Carne (1997), de Neville d’Almeida; Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas (2002), de Paulo Sérgio de Almeida e Rogério Gomes; entre outros.

amorestranhoamorfilme1Com Tarcísio Meira e Xuxa Meneghel em Amor Estranho Amor.

Além do cinema e televisão, a atriz também participou de grandes produções no teatro, como Negócios de Estado, de Louis Verneuil; Macbeth, de Shakespeare; Desejo, de Eugene O’Neill, reprisando um de seus mais memoráveis papéis, como Ana Emília Ribeiro da Cunha Assis, na série televisiva de mesmo nome, que foi ao ar em 1990. Outras grandes produções nos palcos das quais participou foram Gata em Teto de Zinco Quente, de Tennessee Williams; A Primeira Noite de um Homem, de Charles Webb; e Porcelana Fina, de Georges Feydeau. Em 2007, além de estrelar a peça Confidências, de Perry Salles, também foi sua diretora. Entre as produções mais recentes estão Ela é o Cara, de Márcio Araújo e Andrea Batitucci, e Doce Pássaro da Juventude, de Tennessee Williams, ambas as peças de 2017.

Sua presença em novelas é sempre motivo de boa audiência, por conta dos fãs e admiradores de seu trabalho. Vera Fischer ainda reina nas produções televisivas, como na elogiada série Assédio, de 2018, transmitida na TV Globo e também disponível na Globoplay. Além disso, a atriz interpretou Ana Tanquerey, personagem da novela Malhação: Vidas Brasileiras, e encarou o desafio de viver três personagens em Espelho da Vida, separadas pelo tempo: Carmo, uma diva do cinema; Gertrude, personagem do passado; e Hildegard, personagem do filme retratado na trama. No teatro, a atriz está escalada para estrelar, ainda em 2019, a peça Quando eu for mãe quero amar desse jeito, de Eduardo Bakr e Tadeu Aguiar.

*Clique aqui e conheça os filmes selecionados para o Festival de Cinema de Vitória 2019.

Fotos: Carol Caminha/Gshow/Divulgação.

Homem-Aranha: Longe de Casa

por: Cinevitor

aranhalongedecasaposterSpider-Man: Far from Home

Direção: Jon Watts

Elenco: Tom Holland, Jake Gyllenhaal, Samuel L. Jackson, Marisa Tomei, Jon Favreau, Zendaya, Jacob Batalon, Tony Revolori, Angourie Rice, Remy Hii, Martin Starr, J.B. Smoove, Jorge Lendeborg Jr., Cobie Smulders, Numan Acar, Zach Barack, Zoha Rahman, Yasmin Mwanza, Joshua Sinclair-Evans, Tyler Luke Cunningham, Sebastian Viveros, Toni Garrn, Peter Billingsley, Clare Dunne, Nicholas Gleaves, Claire Rushbrook, J.K. Simmons, Dawn Michelle King, Jeroen van Koningsbrugge, Michael de Roos, Brian Law, Giada Benedetti, Lukás Bech, Alessandro Giuggioli, Petr Opava, Giuseppe Andriolo, Pat Kiernan, Shari Abdul, Maria Alexandrova, Kristen Alminta, Vincent Angel, Peter Arpesella, Sitara Attaie, Peter Bankole, Blair Barnette, Bruno Bilotta, Sharon Blynn, Sokol Cahani, Vincent Frattini, Gavin Lee Lewis, Ben Mendelsohn, Rocco Wu.

Ano: 2019

Sinopse: O super-herói amigo da vizinhança embarca com seus melhores amigos Ned, MJ e o resto da turma para curtir férias na Europa. No entanto, os planos de Peter Parker de deixar os feitos heroicos para trás por algumas semanas são rapidamente frustrados quando ele relutantemente aceita ajudar Nick Fury a descobrir o mistério por trás de diversos ataques de seres elementais que espalharam o caos pelo velho continente. Seguindo os eventos de Vingadores: Ultimato, o Homem-Aranha precisará encarar novas ameaças em um mundo que mudou para sempre.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Cézanne e Eu

por: Cinevitor

cezanneeuposterCézanne et moi

Direção: Danièle Thompson

Elenco: Guillaume Gallienne, Guillaume Canet, Alice Pol, Déborah François, Pierre Yvon, Sabine Azéma, Gérard Meylan, Laurent Stocker, Isabelle Candelier, Freya Mavor, Félicien Juttner, Flore Babled, Romain Cottard, Alexandre Kouchner, Romain Lancry, Nicolas Gob, Pablo Cisneros, Christian Hecq, Sophie de Fürst, Emilie Alfieri, Agathe Goussard, Nicolas Messica, Corinne Puget, Didier Constant, Virginie Colemyn, Luc Palun, Alexia Giordano, Philippine Pierre-Brossolette, Julie Villers, Damien Zanoli, Carole Labouze, Patrice Tepasso, Frank Cicurel, Hugo Fernandes, Lucien Belvès, Jérémy Nebot, Tamara Vittoz, Maud-Anaïs Poudra.

Ano: 2016

Sinopse: A história de amizade e rivalidade entre o pintor Paul Cézanne e o escritor Émile Zola. Paul é rico. Émile é pobre. Mas dessa união irá surgir uma amizade que resiste ao tempo e às diferenças sociais. Os amigos, que se conheceram no colégio Saint Joseph, aprenderam desde crianças a compartilharem tudo um com o outro. Mas, na busca por realizar seus sonhos, os dois vão aprender a enfrentar os desafios da vida e, principalmente, sobre o valor da verdadeira amizade.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

A Árvore dos Frutos Selvagens

por: Cinevitor

arvorefrutosselvagensposter2Ahlat Agaci

Direção: Nuri Bilge Ceylan

Elenco: Dogu Demirkol, Murat Cemcir, Bennu Yildirimlar, Hazar Ergüçlü, Serkan Keskin, Tamer Levent, Öner Erkan, Ahmet Rifat Sungar, Akin Aksu, Kubilay Tunçer, Ercüment Balakoglu, Kadir Çermik, Özay Fecht, Sencar Sagdic, Asena Keskinci.

Ano: 2018

Sinopse: Sinan é apaixonado por literatura e sempre quis ser escritor. De volta à aldeia onde nasceu, ele se empenha em juntar o dinheiro que precisa para ter seu trabalho publicado, mas as dívidas de seu pai acabam o encontrando.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Boas Intenções

por: Cinevitor

boasintencoesposterLes bonnes intentions

Direção: Gilles Legrand

Elenco: Agnès Jaoui, Alban Ivanov, Claire Sermonne, Tim Seyfi, Michèle Moretti, Philippe Torreton, Eric Viellard, Marie-Julie Baup, Didier Bénureau, Martine Schambacher, Chantal Yam, Romeo Hustiac, GiedRé, Saliha Bala, Nuno Roque, Bass Dhem, Lucy Ryan, Théo Gross, Daria Panchenko, Tatiana Rojo, Prisca Maceléney, Anne-Gaëlle Jourdain, Léonore Confino, Géraldine Martineau, Jenny Bellay, Urbain Cancelier, Marianne de Dainville, Gabriel Washer, Leticia Gutiérrez, Hervé Masquelier, Chica Bigarnet, Yannick Courbe, Alice Pehlivanyan, Jasmin Lujtic, Olivier Faliez, Ariane Naziri, Wahid Mahboobi, Sarah du Villard, Marc-Aurel Bandja-Tchoubian, Ismaël Diakho, Capucine Legrand, Déborah Hassoun, Julie Duval, Charlote Duran, Oudesh Rughooputh.

Ano: 2018

Sinopse: Sempre envolvida em uma série de trabalhos humanitários e causas sociais, Isabelle atua como professora de francês para imigrantes. Ao descobrir que seus alunos na realidade precisam de uma licença de habilitação, ela decide ajudá-los a passar na prova. Ao mesmo tempo, precisa lidar com a própria família que reivindica mais atenção.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Neville D’Almeida: Cronista da Beleza e do Caos

por: Cinevitor

nevillealmeidaposterDireção: Mario Abbade

Elenco: Neville D’Almeida, Regina Casé, Lima Duarte, Carlos Diegues, César Oiticica Filho, Maria Gladys, Pedro Aguinaga, Marco Altberg, Claudio Assis, Flávio Bauraqui, Joel Barcellos, Luiz Carlos Barreto, Sura Berditchevsky, Fernando Ceylão, Denise Dumont, Hélio Ferraz, Bruna Linzmeyer, Johnny Massaro, Julio Uchôa, Mário Bortolotto, Mariana de Moraes, Nelson Hoineff, Carlos Loffer, Marcello, Ludwig Maia, Marco Aurélio Marcondes, Jorge Mautner.

Ano: 2018

Sinopse: Por meio de imagens raras de arquivos, entrevistas e um vasto material iconográfico e de audiovisual, o documentário busca resgatar o papel do cineasta Neville D’Almeida da era do Cinema Marginal até o presente, passando por seus grandes sucessos de bilheteria (A Dama do Lotação e As Sete Gatinhas) e seus problemas com a censura durante o regime militar. Apesar dos inúmeros sucessos e filmes premiados em festivais, Neville não tem projetos selecionados por editais por 20 anos, devido ao que ele chama de “ditadura dos editais”. Neville também é artista plástico e foi responsável, ao lado de Hélio Oiticica, pela criação da videoinstalação Cosmococas.

*Filme assistido no 23º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Sessão Vitrine 2019: conheça os filmes confirmados e as novas parcerias do projeto

por: Cinevitor

jovensbaumannvitrineCena de Os Jovens Baumann, de Bruna Carvalho Almeida.

Uma das iniciativas mais importantes na formação de público do cinema nacional, a Sessão Vitrine resiste e se mantém forte, apesar de perder seu principal patrocinador. Num momento turbulento das políticas públicas do segmento cultural do país, o projeto reforça o seu compromisso com o setor audiovisual, democratizando o acesso ao grande público através da oferta de múltiplas telas.

Lançado em 2011, com a proposta de levar filmes nacionais aos cinemas de todo o Brasil, com ingressos a preços acessíveis, a Sessão Vitrine, que já soma um total de 200 mil espectadores em suas quatro edições, volta em 2019 com uma série de novidades no formato e na programação. “Este é um  momento muito interessante no cinema nacional. Primeiro, pela quantidade de filmes produzidos no Brasil, e segundo, pela qualidade dos filmes que estão sendo reconhecidos mundialmente. Por outro lado, vivemos momentos de incerteza e de questionamento da produção cultural como um todo. São momentos como este que proporcionam oportunidades de refletirmos, repensarmos e nos reinventarmos”, diz Silvia Cruz, diretora geral da Vitrine Filmes.

Nesta nova fase, as estreias ocorrerão simultaneamente nas salas de cinema e nas plataformas digitais, a partir da parceria com a Sofá Digital, maior agregadora de VOD da América Latina. Os filmes estarão disponíveis para compra e locação no Apple TV, Google Play/YouTube Premium, Now e Vivo Play. Além disso, o serviço de recomendação Filmmelier divulgará os lançamentos, com o uso de ferramentas de inteligência artificial e big data.

“A Sessão Vitrine tem um caráter inovador desde sua concepção e analisa os dados de mercado para encontrar as melhores estratégias de lançamento. Deste modo, as estreias desta edição serão simultâneas nos cinemas e nas plataformas digitais, trabalhando o conceito de múltiplas telas, de olho nas novas formas de consumo. O objetivo é atingir o maior número de espectadores nacionalmente”, afirma Talita Arruda, coordenadora da Sessão Vitrine.

A edição de 2019 começa no dia 11 de julho, com o lançamento do longa-metragem Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes, o primeiro de 10 produções, além de uma sessão de curtas-metragens. Todos os lançamentos incluirão sessões seguidas de debates e serão exibidos nas salas de 20 cidades, sendo uma estreia a cada mês. Os ingressos agora custam R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada).

Para promover a difusão dos filmes que fizeram parte das edições anteriores do projeto, foram firmadas duas novas parcerias: com a Mubi, plataforma de streaming focada em filmes de arte, e com o Videocamp, ferramenta que viabiliza sessões sob demanda em locais não atendidos pela distribuição comercial.

carnavalchegarcuritibaDocumentário de Marcelo Gomes: exibido em Berlim e premiado no É Tudo Verdade.

Pela primeira vez, a Sessão Vitrine anuncia, em parceria com o BrLab e coprodução com o Canal Brasil, o Programa Novos Clássicos do Cinema Brasileiro, no qual estará à frente da produção de um longa-metragem original, de baixo orçamento e assinado por um(a) realizador(a) estreante em longas, desde o desenvolvimento do roteiro até a sua distribuição nas telas.

Depois de aprovado, a partir de uma decisão curatorial e mercadológica, a Sessão Vitrine, em conjunto com o Canal Brasil, aportará o valor necessário para a sua produção através do PRODAV 06 do Fundo Setorial do Audiovisual. O projeto contemplado nesta edição foi a ficção As Criadas, de Carolina Rodrigues, da produtora Gato do Parque. A escolha dos filmes se caracteriza pelo investimento em um audiovisual descentralizado, de gêneros narrativos distintos, com temáticas plurais e afirmativas, para a construção de um cinema mais sustentável e diversificado. “O Programa Novos Clássicos se alinha com o conceito de distribuição da Sessão Vitrine, com uma linha curatorial que expõe um audiovisual descentralizado e com diversos protagonismos”, explica Talita Arruda.

Esta edição conta ainda com a parceria do Projeto Paradiso, iniciativa do Instituto Olga Rabinovich, que oferece bolsas e outros apoios para talentos do audiovisual, contribuindo na formação e capacitação destes profissionais. Será desenvolvida uma rede de monitores locais que atuarão na divulgação institucional da Sessão Vitrine, bem como dos filmes ao longo do ano.

Conheça os filmes confirmados na Sessão Vitrine 2019:

ESTOU ME GUARDANDO PARA QUANDO O CARNAVAL CHEGAR, de Marcelo Gomes
Estreia: 11 de julho
Sinopse: Uma pequena cidade pernambucana, considerada a capital nacional do jeans, é um microcosmo que mostra o capitalismo moderno e suas contradições. Antes do Carnaval, a população vende seus pertences e foge para as praias em busca de uma felicidade efêmera.

VERMELHO SOL, de Benjamín Naishtat
Estreia: 8 de agosto
Sinopse: Década de 1970, uma onda de violência política começa a se desenrolar na Argentina. Claudio, advogado bem conhecido de uma pequena cidade rural, leva uma vida tranquila com sua família, até o dia em que entra em uma discussão acalorada que sai do controle.
Elenco: Darío Grandinetti, Andrea Frigerio, Alfredo Castro.

QUERÊNCIA, de Helvécio Marins Jr.
Estreia: data a confirmar
Sinopse: O vaqueiro Marcelo vive no sertão de Minas Gerais e quer se tornar narrador profissional de rodeios. Um dia a fazenda em que vive sofre um assalto, que impacta Marcelo profundamente.
Elenco: Marcelo Di Souza, Kaic Lima, Carlos Dalmir.

OS JOVENS BAUMANN, de Bruna Carvalho Almeida
Estreia: data a confirmar
Sinopse: Em 2017, são encontradas fitas VHS das férias dos jovens Baumann, desaparecidos misteriosamente durante o verão de 1992, um caso não solucionado até hoje.
Elenco: Julia Burnier, Isabela Mariotto, Marília Fabbro.

NONA – SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, de Camila José Donoso
Estreia: data a confirmar
Sinopse: Após uma vingança contra seu ex-amante, Nona, de 66 anos, foge para sua casa de verão, em uma cidade costeira no Chile. Lá ela vive uma vida tranquila, até que uma série de casas e florestas a sua volta começam a pegar fogo.
Elenco: Josefina Ramirez, Gigi Reyes, Paula Dinamarca, Eduardo Moscovis, Nancy Gómez.

eduardomoscovisfilmenonaO ator brasileiro Eduardo Moscovis no filme de Camila José Donoso.

A NOITE AMARELA, de Ramon Porto Mota
Estreia: data a confirmar
Sinopse: Um grupo de amigos viaja até uma casa de praia de uma ilha do nordeste brasileiro para celebrar o fim do ensino médio. Suas brincadeiras e festas são gradativamente interrompidas pela sensação de que aquele lugar abriga um horror insondável; uma profunda estranheza os espreita através dos limites da percepção humana.
Elenco: Ana Rita Gurgel, Caio Richard, Clara de Oliveira, Felipe Espíndola, Marina Alencar, Matheus Martins, Rana Sui.

A ROSA AZUL DE NOVALIS, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro
Estreia: data a confirmar
Sinopse: Marcelo tem uma memória inigualável, ele revive lembranças familiares e tem recordações de suas vidas passadas. Em uma delas, foi Novalis, poeta alemão que perseguia uma rosa azul. E nessa vida atual, o que Marcelo persegue?
Elenco: Marcelo Diorio.

CHÃO, de Camila Freitas
Estreia: data a confirmar
Sinopse: Junto às mais de 600 famílias sem terra que ocupam uma fazenda de cana-de-açúcar endividada, Vó, P.C. e seus companheiros acampados redesenham a árida paisagem do agronegócio no sul de Goiás, onde constroem um refúgio de agroecologia, reflexão política e resiliência diária.

DIZ A ELA QUE ME VIU CHORAR, de Maíra Bühler
Estreia: data a confirmar
Sinopse: O cotidiano de moradores de um hotel social no centro de São Paulo, numa região marcada pelo uso de crack. Entre escadas, quartos, elevadores e ao som das músicas do rádio, os personagens são atravessados por amores tumultuados e pelo espectro da solidão.

ONTEM HAVIA COISAS ESTRANHAS NO CÉU, de Bruno Risas
Estreia: data a confirmar
Sinopse: Meu pai ficou desempregado. A família toda precisou voltar à velha casa na Bresser, um pequeno bairro de São Paulo. Minha mãe procura saídas mas não sabe o que fazer. Minha irmã conseguiu um emprego, mas paga pouco. Minha avó está ficando demente. As cachorras latem. Eles ficam o dia todo em casa, brigam muito. Enquanto isso eu os filmo. Um estranho objeto no céu abduz minha mãe. Nossa vida continua como se nada tivesse acontecido. Certo dia, ela volta e nos diz: não há nada interessante lá fora.
Elenco: Viviane Rodrigues S. Marcondes Machado, Julius Cezar Marcondes Machado.

Confira a vinheta da Sessão Vitrine 2019:

Fotos: Divulgação.

Legalidade, com Leonardo Machado, terá exibição especial no Festival de Gramado 2019

por: Cinevitor

legalidadegramadoLeo Machado interpreta Leonel Brizola no longa.

Legalidade, filme de Zeca Brito, será exibido em sessão especial durante o Festival de Cinema de Gramado. Recentemente, o longa foi premiado na 42ª edição do Festival Guarnicê de Cinema, em São Luís, no Maranhão, vencendo nas categorias de melhor direção, direção de arte (Adriana Borba), fotografia (Bruno Polidoro) e melhor ator, para Leonardo Machado, in memoriam.

No longa, Leonardo Machado interpreta uma das mais emblemáticas figuras políticas que o Brasil já teve, Leonel Brizola, que liderou a Campanha da Legalidade, em 1961. O movimento, sem precedentes na história do país, foi uma mobilização civil e de alguns setores militares para garantir a posse do vice-presidente João Goulart após a renúncia do presidente Jânio Quadros, a fim de assegurar que a Constituição Federal fosse respeitada e impedir o golpe militar.

O Palácio Piratini e a Praça da Matriz em Porto Alegre são algumas das locações do filme que, também, são os cenários da história real. Nos porões do Palácio do Governo gaúcho foi montada por Brizola a Rede da Legalidade, que transmitia em ondas curtas, usando os equipamentos da Rádio Guaíba, as informações da resistência para as cidades do interior do RS e para outros Estados, ação que articulou as mobilizações. No filme, em meio ao golpe iminente, uma misteriosa jornalista vivida por Cleo Pires pode mudar os rumos do país. O elenco ainda conta com Letícia Sabatella, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Fábio Rangel e Sapiran Brito.

A exibição também é uma forma de homenagem ao ator Leo Machado, que morreu precocemente em setembro de 2018, aos 42 anos e foi o apresentador oficial do Festival de Gramado por oito edições, desde 2010. Também recebeu o kikito de melhor ator pela interpretação do personagem Boni no filme Em Teu Nome, de Paulo Nascimento, em 2009.

A sessão acontece fora de competição, no Palácio dos Festivais, dia 18 de agosto. O filme estreia em circuito comercial no dia 12 de setembro. A 47ª edição do Festival de Cinema de Gramado acontecerá entre os dias 16 e 24 de agosto.

Confira o trailer de Legalidade:

Foto: Joba Migliorin.

Drica Moraes será homenageada no 23º Cine PE – Festival do Audiovisual

por: Cinevitor

dricacinepehomenagemDrica em cena de Getúlio, filme de João Jardim lançado em 2014.

A 23ª edição do Cine PE – Festival do Audiovisual, que acontecerá entre os dias 29 de julho e 4 de agosto, acaba de anunciar sua primeira homenageada, a atriz carioca Drica Moraes. A homenagem, com a entrega do Troféu Calunga de Ouro, acontecerá no sábado, 03/08, no Cinema São Luiz, no Recife.

Filha de um arquiteto e uma dona de restaurante, única atriz numa família de sete irmãos, Adriana Moraes Rego Reis apareceu pela primeira vez na televisão em 1986, no episódio O Sequestro de Lauro Costa, da série Teletema, da Rede Globo. Porém, antes disso iniciou sua história como atriz ainda muito jovem, nas aulas de teatro do Colégio Andrews e nos cursos do Tablado, com Maria Clara Machado, ambos no Rio de Janeiro. Nos palcos, despontou com Os Doze Trabalhos de Hércules, em 1983.

Nos anos 1990, Drica ganhou os prêmios Mambembe e Coca-Cola de melhor atriz pelos espetáculos Pianíssimo, de Karen Accioly e Tim Rescala, e O Segredo do Coachim. Foi dirigida por grandes nomes do teatro brasileiro, como Aderbal Freire Filho, no monólogo A Ordem do Mundo. Nos últimos anos, a carioca esteve em peças como À Primeira Vista, sob direção de Enrique Diaz, e na montagem Lifting, uma comédia cirúrgica, com direção de Cesar Augusto.

Nos cinemas, deu vida a papéis como a cafetina Larissa no filme Bruna Surfistinha, de 2011, e Alzira Vargas, filha do presidente Getúlio Vargas e chefe do Gabinete Civil da Presidência da República durante o governo do seu pai, no longa Getúlio, de 2014. Também atuou em Bossa Nova, de Bruno Barreto; Amores Possíveis, de Sandra Werneck; O Bem Amado, de Guel Arraes; O Banquete, de Daniela Thomas; e Rasga Coração, de Jorge Furtado.

Na TV, marcou a memória do telespectador ao encarnar vilãs como Violante Cabral, na novela Xica da Silva, da TV Manchete, que lhe rendeu os prêmios Sharp e APCA de melhor atriz, em 1997, e a terrível Marcela de Almeida Leal em O Cravo e a Rosa; além da inesquecível Cora, da telenovela global Império, na qual venceu o prêmio Melhores do Ano do Domingão do Faustão, o prêmio de Atriz do Ano do F5 na categoria novela e o Prêmio Quem de melhor atriz coadjuvante. Também ganhou destaque nas séries Verdades Secretas, Justiça e Doce de Mãe. Atualmente, Drica interpreta a infectologista Vera, do seriado Sob Pressão, da Rede Globo.

De acordo com Sandra Bertini, diretora do Cine PE, Drica foi escolhida como homenageada por sua importante história dentro do audiovisual. “Drica é uma atriz visceral. Ela vai da comédia ao suspense com maestria, e o festival entende que essa força criativa que ela carrega ao longo desses 36 anos de carreira deve ser exaltada”, comentou.

Foto: Divulgação/Globo Filmes.

Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal, com Zac Efron, ganha trailer e data de estreia no Brasil

por: Cinevitor

tedbundytrailer1Zac Efron, Macie Carmosino e Lily Collins em cena.

Depois de ser exibido no Festival de Sundance deste ano, Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal, no original Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, dirigido por Joe Berlinger, de A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras e O Paraíso Perdido: Assassinatos de Crianças em Robin Hood Hill, chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de julho com distribuição nacional da Paris Filmes.

Protagonizada por Zac Efron, a produção baseada em acontecimentos reais traz uma das mais aclamadas críticas ao ator, premiado no Mammoth Film Festival e no Newport Beach Film Festival, que interpreta o notório serial killer Ted Bundy, responsável pelo assassinato de mais de 30 mulheres na década de 1970. Em trailer recém revelado é possível observar o perfil persuasivo de Bundy e como ele impactou as pessoas mais próximas a ele.

O longa apresenta uma crônica dos crimes de Ted Bundy sob a perspectiva de Liz, interpretada por Lily Collins, sua namorada de longa data, que não tinha conhecimento de seus atos. Também traz um retrato de como o sistema de justiça criminal, a mídia e as pessoas muito próximas a Ted, incluindo a mulher pela qual foi apaixonado, foram seduzidos e manipulados por ele. O elenco ainda reúne Kaya Scodelario, Haley Joel Osment, Jim Parsons e John Malkovich.

Ted Bundy foi um dos serial killers mais perigosos dos anos 1970 e, além de ser um assassino, era sequestrador, estuprador, ladrão e necrófilo. Sua namorada, Elizabeth Kloepfer, tornou-se uma de suas defensoras mais leais, recusando-se a acreditar na verdade sobre Ted. A história de seus numerosos e terríveis crimes é contada pelos olhos de Elizabeth.

Confira o trailer de Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal, que foi premiado no Atlanta Film Festival:

Foto: Sundance Institute.

CINEVITOR #343: Entrevistas com Maria Luisa Mendonça + Paulo Sacramento + Roberto Birindelli | O Olho e a Faca

por: Cinevitor

olhoeafacapgmcinevitorRoberto Birindelli e Rodrigo Lombardi em cena.

O Olho e a Faca, terceiro longa-metragem de Paulo Sacramento, conta a história de Roberto, interpretado por Rodrigo Lombardi, um petroleiro que se encontra num momento de grande transformação em sua vida pessoal e profissional. Roberto é pai de dois filhos, mantém um romance fora do casamento e está constantemente entre o mar e a terra. Uma promoção no trabalho o leva à reflexão de sua existência.

Além de filmar em São Paulo e Rio de Janeiro, Sacramento rodou mais da metade do longa em alto mar, em uma plataforma de petróleo. O filme foi exibido na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e no Festival do Rio, ambos em 2018.

O elenco conta também com Maria Luisa Mendonça, Roberto Birindelli, Caco Ciocler, Luis Melo, Débora Nascimento, Roberto Audio, Esther Góes, Genézio de Barros e Simone Iliescu, além das crianças Antonio Haddad e João Sabino.

Para falar mais sobre O Olho e a Faca, que já está em cartaz nos cinemas, conversamos com o diretor e com os atores Roberto Birindelli e Maria Luisa Mendonça.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Califórnia Filmes.

Conheça os filmes selecionados para o 26º Festival de Cinema de Vitória

por: Cinevitor

pacarretevitoriafilmeMarcélia Cartaxo em cena de Pacarrete, de Allan Deberton.

O maior evento de cinema e audiovisual do Espírito Santo chega à sua 26ª edição em setembro, contemplando uma seleção de mais de 100 filmes dos mais diversos gêneros cinematográficos e de todas as regiões do Brasil. O Festival de Cinema de Vitória deste ano acontecerá entre os dias 24 e 29 de setembro, no Centro Cultural Sesc Glória, Cine Metrópolis e Hotel Senac Ilha do Boi, com estimativa de público de 30 mil pessoas ao longo dos seis dias de evento.

Após recorde de inscrições, com 1162 filmes recebidos, o festival selecionou 105 produções para 12 mostras competitivas: 23ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas (17 filmes), 9ª Mostra Competitiva Nacional de Longas (6 filmes), 20º Festivalzinho de Cinema de Vitória (5 filmes), 9ª Mostra Quatro Estações (6 filmes), 8ª Mostra Foco Capixaba (6 filmes), 8ª Mostra Corsária (13 filmes), 6ª Mostra Outros Olhares (19 filmes), 4ª Mostra Cinema e Negritude (5 filmes), 4ª Mostra Mulheres no Cinema (4 filmes), 3ª Mostra Nacional de Videoclipes (12 filmes), 2ª Mostra Nacional de Cinema Ambiental (6 filmes), 1ª Mostra Do Outro Lado – Cinema Fantástico e de Horror (6 filmes).

Os selecionados concorrem ao Troféu Vitória em 22 categorias, além de diversos prêmios extras para os realizadores. Segundo Lucia Caus, diretora do FCV, a seleção recebe um olhar apurado para a representatividade. “Prezamos por fazer uma curadoria que abrange os diversos gêneros da produção cinematográfica brasileira. É um desafio e um prazer receber mais de mil filmes e ver de perto todo esse potencial”, pontua.

A escolha dos vencedores é feita pelas comissões de júri do Festival, compostas por especialistas e profissionais do cinema. Uma das novidades deste ano é a 1ª Mostra Do Outro Lado, com uma seleção especial representando o Cinema Fantástico e de Horror. A programação do 26° Festival de Cinema de Vitória contempla ainda sessões especiais hors concours, shows, debates e oficinas do mercado audiovisual.

Conheça os filmes selecionados e os detalhes de cada mostra e dos prêmios para realizadores:

23ªMOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE CURTAS:
Uma seleção com o melhor da mais recente produção brasileira de curtas. Neste ano, a mostra conta com cinco filmes capixabas e nove produções dirigidas por mulheres.

Arquitetura dos que Habitam, de Daiana Rocha (ES)
Os Mais Amados, de Rodrigo de Oliveira (ES)
Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (SP)
Dôniara, de Kaco Olímpio (GO)
Perpétuo, de Lorran Dias (RJ)
Refúgio, de Shay Peled e Gabriela Alves (ES)
A Praga do Cinema Brasileiro, de William Alves e Zefel Coff (DF)
NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)
O Órfão, de Carolina Markowicz (SP)
Guaxuma, de Nara Normande (PE)
Riscadas, de Karol Mendes (ES)
Fartura, de Yasmin Thayná (RJ)
Tempestade, de Fellipe Fernandes (PE)
Quando Elas Cantam, de Maria Franchin (SP)
Sobrado, de Renato Sircilli (SP)
O Pássaro Sem Plumas, de Tati Rabelo e Rodrigo Linhales (ES)
Cor de Pele, de Lívia Perini (PE)

9ª MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE LONGAS:
Com seis filmes de longa-metragem nacionais recentemente lançados, a seleção da mostra busca representar os quatro cantos do Brasil. A curadoria foi feita pela produtora cultural e jornalista Leila Bourdoukan e pelo professor e pesquisador de cinema e audiovisual Gilberto Alexandre Sobrinho.

Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
Selvagem, de Diego da Costa (SP)
Mirante, de Rodrigo John (RS)
Pacarrete, de Allan Deberton (CE)
Casa, de Letícia Simões (BA)
O Seu Amor de Volta, de Bertrand Lira (PB)

*O filme Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai, sai da competitiva de longas devido à incompatibilidade de agenda de lançamento e estratégias de exibição. O longa ainda será exibido no 26º Festival de Cinema de Vitória, em sessão especial de lançamento, no dia 27 de setembro, às 14h. O filme Casa, de Letícia Simões, passa a integrar a competitiva de longas. [ATUALIZADO: 03/07 – 14h29]

20º FESTIVALZINHO DE CINEMA DE VITÓRIA:
Desde 2000, o Festivalzinho de Cinema de Vitória ajuda a formar plateias e a desenvolver a sensibilidade para as artes, muitas vezes promovendo o primeiro contato com o cinema. O Festivalzinho é uma oportunidade para os estudantes terem contato com filmes de diversas partes do Brasil, o que contribui para ampliar o repertório desse público.

Lily’s Hair, de Raphael Gustavo da Silva (GO)
Arani Tempo Furioso, de Roobertchay Domingues Rocha (ES)
Na Casa da Bisa, de Realização coletiva (RJ)
O Malabarista, de Iuri Moreno (GO)
Guri, de Adriano Monteiro (ES)

9ª MOSTRA QUATRO ESTAÇÕES:
Mostra que tem a diversidade sexual como temática e visa potencializar discursos afirmativos em torno das questões da população LGBTQI+. São selecionadas produções que expressam as múltiplas identidades sexuais existentes, que competem pelo prêmio de melhor filme com avaliação de júri técnico, premiando o vencedor com o Troféu Vitória.

Selma Depois da Chuva, de Loli Menezes (SC)
Vigia, de João Victor Borges (RJ)
Tea for Two, de Julia Katharine (SP)
Superpoderosa Mathilda, de João Giry (ES)
Reforma, de Fábio Leal (PE)
Peixe, de Yasmin Guimarães (MG)

8ª MOSTRA FOCO CAPIXABA:
Na opinião de críticos e especialistas da área do audiovisual, o cinema do Espírito Santo se destaca mais a cada ano e se apresenta atualmente como um dos mais diversos e interessantes do país. A Mostra Foco Capixaba visa incentivar e valorizar a produção audiovisual do Espírito Santo, sendo janela exclusiva para produções desenvolvidas por realizadores locais tendo como pano de fundo a paisagem capixaba.

Minhas Mães, de Gustavo Guilherme da Conceição
Pescadores Urbanos, de Yolanda Faustini
Guri, de Adriano Monteiro
Práticas do Absurdo, de Alexander S. Buck
Casa de Vó, de André Ehrlich Lucas
Jardim Secreto, de Shay Peled

8ª MOSTRA CORSÁRIA:
Reconhecida janela de exibição dedicada à experimentação de linguagens e estéticas, atraindo estudiosos do audiovisual, a Mostra Corsária exibe uma seleção de filmes que apostam na expansão artística do cinema de curta-metragem. Inspirada no filme Alma Corsária, de Carlos Reichenbach, a Mostra exibe filmes que buscam evidenciar as influências do diretor na nova geração de cineastas brasileiros. A Mostra Corsária é de caráter competitivo com avaliação de júri técnico que premia dois filmes, sem ordem de classificação, com o Troféu Vitória.

Teoria Sobre um Planeta Estranho, de Marco Antônio Pereira (MG)
Escafandro, de Carolena Moraes (CE)
Unreal, de Luiz Will Gama (ES)
Obeso Mórbido, de Diego Bauer e Ricardo Manjaro (AM)
Cartuchos de Super Nintendo em Anéis de Saturno, de Leon Reis (CE)
Umas & Outras, de Samuel Lobo (RJ)
Seiva, de Ramon Batista (PB)
A Rotina Terá Seu Enquanto, de Carlos Adriano (SP)
Espavento, de Ana Francelino (CE)
Estranho Animal, de Arthur B. Senra (DF/MG)
Plano-Controle, de Juliana Antunes (MG)
A Profundidade da Areia, de Hugo Reis (ES)
Chiclete, de Philippe Noguchi (RJ)

6ª MOSTRA OUTROS OLHARES:
A Mostra propõe a observação da construção de novos mundos a partir de experiências particulares. Todos os anos esta mostra ganha uma temática diferente e em 2019 a curadoria definiu três: Narrativas, Afetos LGBTQI+ e Musicalidades.

Eu, Minha Mãe e Wallace, de Irmãos Carvalho (RJ)
Rocha, de Luiz Matoso (RN)
Os que Esperam, de PH Martins (ES)
Crua, de Diego Lima (PB)
Mesmo Com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond (SP)
O Quadro, de Melina Leal Galante (ES)
Aulas que Matei, de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia (DF)
Tomar o Tempo – Poesia Inútil, de Amanda Brommonschenkel, Carol Covre, Juane Vaillant, Marcéu Rosário Nogueira e Thaís Rodrigues (ES)
Kris Bronze, de Larry Machado (GO)
Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cris Araújo e Pedro Maia de Brito (MG/PE)
Deusa Olímpica, de Emília Schramm, Jéssika Barbosa, Pedro Luis Viana e Rafael Brasileiro (CE)
Em Reforma, de Diana Coelho (RN)
Riscados pela Memória, de Alex Vidigal (DF)
Do Outro Lado, de Bob Yang e Frederico Evaristo (SP)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
Quando as Pedras Dilatam, de Diego Amorim (RJ)
Poesia Azeviche, de Ailton Pinheiro Junior (BA)
Diz que é Verdade, de Claryssa Almeida e Pedro Estrada (MG)
Tetê, de Clara Lazarim (SP)

4ª MOSTRA CINEMA E NEGRITUDE:
Com foco na importância de disseminar a memória e a cultura afro-brasileiras, o 26º Festival de Cinema de Vitória consolida uma janela exclusiva para filmes que abordam questões do povo negro: a Mostra Cinema e Negritude. São filmes com temática de negritude que proporcionam debates étnico-raciais. A mostra se firma como espaço destinado à representatividade e ao discurso de combate ao racismo.

Santos Imigrantes, de Thiago Amepreta (SP)
Kairo, de Fabio Rodrigo (SP)
Do Dia em que Mudamos a Rota, de Diego Nunes (ES)
Sem Asas, de Renata Martins (SP)
Motriz, de Tais Amordivino (BA)

4ª MOSTRA MULHERES NO CINEMA:
Consolidando-se na programação, a Mostra Mulheres no Cinema chega à sua quarta edição no 26º aniversário do Festival de Cinema de Vitória. A mostra, que abre espaço exclusivo para mulheres realizadoras, intenciona dar destaque ao trabalho de mulheres no mercado cinematográfico brasileiro, propiciando o debate sobre questões de gênero e evidenciando discursos de empoderamento e questionamentos sobre a igualdade de direitos no contexto social contemporâneo, através de suas produções.

Deus te dê Boa Sorte, de Jaqueline Farias (PE)
Fosfeno, de Clara Vilas Boas e Emanuele Sales (MG)
Poder, de Sabrina Rosa (RJ)
Afeto, de Gabriela Gaia Meirelles e Tainá Medina (RJ)

3ª MOSTRA NACIONAL DE VIDEOCLIPES:
Desde as vanguardas dos anos 20 do século passado, cineastas articulam a imagem ao som para criar uma narrativa livre do cânone do teatro e da literatura. Filmes de curta-metragem realizados com narrativa não-linear, montagem fragmentada e acelerada, com planos curtos e misturados, acabaram por dar origem ao videoclipe como conhecemos hoje. Esse gênero audiovisual desenvolveu-se amplamente nas décadas de 80 e 90, retroalimentando o campo de influências artísticas, tornando-se inspiração para cineastas tanto em seus filmes de curta quanto de longa-metragem. A Mostra Nacional de Videoclipes funciona também para promover a fusão entre áreas culturais, atraindo o público da música para o cinema.

Alguém na Janela, de Gustavo Rosseb (Aksa Lima, SP)
Toasted, de Danos (Cintia Nakashima, SP)
Fausto de Gueto, de Pelos (Arthur B. Senra e Robert Frank, MG)
19, de LaBaq (codireção LaBaq e Laís Catalano Aranha, SP)
Ninguém Perguntou Por Você, de Letrux (Pedro Henrique França, RJ)
Ok Ok Ok, de Gilberto Gil (Victor Hugo Fiuza, RJ)
Brisa, de Silva (MAGUMarina Abranches e Gustavo Martins, BA)
Meu Carnaval, de Gabriela Brown (Gabriela Brown e Tati Rabelo, ES)
Tempos Loucos, de The Outs (Fabrício Koltermann, RS)
Pedrinho, de Tulipa Ruiz (Pedro Henrique França, Fabio Lamounier e Rodrigo Ladeira, SP)
Space Woods, de My Magical Glowing Lens (Gustavo Senna Martins de Almeida, ES)
Vazio, de Pxrtela (Maurício Coutinho, DF)

2ª MOSTRA NACIONAL DE CINEMA AMBIENTAL:
Com 26 anos de história, o Festival de Cinema de Vitória está em constante renovação. A criação de novas mostras que abordam temáticas relevantes no contexto social contemporâneo, como a Mostra Mulheres no Cinema e Mostra Cinema e Negritude, é parte dessa contínua atualização. Considerando a importância de abrir espaço para o debate sobre sustentabilidade e questões ambientais, sobre a coexistência entre pessoas e meio ambiente, em 2018 o Festival trouxe a primeira Mostra Nacional de Cinema Ambiental. Neste ano, em sua segunda edição, serão exibidos filmes de curta-metragem nos gêneros animação, documentário e ficção com temática ambiental que concorrerão ao Troféu Vitória de Melhor Filme pelo júri técnico.

Poética do Barro, de Giuliana Danza (MG)
Menino Pássaro, de Diogo Leite (SP)
S/N, de Renata Malta (PE)
Glória, de Yaminaah Abayomi e Nádia Oliveira (RJ)
Quarto de Cura, de Castiel Vitorino Brasileiro (ES)
KA’A ZAR WKYZE WA – Os Donos da Floresta em Perigo, de Flay Guajajara, Edvan dos Santos Guajajara e Erivan Bone Guajajara (SP)

1ª MOSTRA DO OUTRO LADO – CINEMA FANTÁSTICO E DE HORROR:
Uma das novidades deste ano, a mostra é uma seleção especial que representa o Cinema Fantástico e de Horror, sendo um recorte das diversas vertentes do cinema nacional desse gênero, que está sempre se renovando e tendo boas safras.

Para Minha Gata Mieze, de Wesley Gondim (DF)
Papa-Figo, de Alex Reis (SP)
Broto, de Antonio Teicher (RJ)
Guará, de Fabrício Cordeiro e Luciano Evangelista (GO)
Carne Infinita, de Isadora Cavalcanti (RJ)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)

Prêmios extras para realizadores:

Prêmio Mistika: serviço de Encode de DCP de até 15 minutos, com validade de 1 ano, para o melhor filme da 23ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas escolhido pelo Júri Técnico do Festival; e serviço de Encode de DCP de até 15 minutos, com validade de 1 ano, para o melhor filme da 4ª Mostra Cinema e Negritude, escolhido pelo Júri Técnico do Festival.

Prêmio Edina Fujii – CiaRio: R$8 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria através da empresa Naymar, com validade de 1 ano, para o melhor filme da 23ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas escolhido pelo Júri Popular; R$8 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria através da empresa Naymar, com validade de 1 ano, para o melhor filme da 23ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas escolhido pelo Júri Técnico; R$6 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria através da empresa Naymar, com validade de 1 ano, para o melhor filme da 4ª Mostra Cinema e Negritude, escolhido pelo Júri Técnico do Festival.

Prêmio CTAv: empréstimo de equipamentos (SI-2K e acessórios) por duas semanas e serviço de mixagem de 20 horas para o melhor filme da 23ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas, escolhido pelo Júri Técnico do Festival; empréstimo de equipamentos (SI-2K e acessórios) por duas semanas e serviço de mixagem de 20 horas para o melhor filme da 4ª Mostra Mulheres no Cinema, escolhido pelo Júri Técnico do Festival.

Prêmio Link Digital: 4 horas de correção de cor e encode para DCP de curta de até 15 minutos para o melhor filme da 4ª Mostra Mulheres no Cinema, escolhido pelo Júri Técnico do Festival.

Foto: Divulgação.