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Academia Brasileira de Cinema anuncia Comissão de Seleção para o Oscar 2021

por: Cinevitor

oscar2021selecaobrasilQuem será o representante brasileiro no Oscar de melhor filme internacional?

A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta quarta-feira, 12/08, os nomes da comissão responsável por escolher o longa brasileiro que disputará uma vaga entre os cinco indicados ao Oscar de melhor filme internacional na 93ª edição da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, marcada para o dia 25 de abril de 2021.

Além disso, neste ano, a Academia Brasileira de Cinema foi reconhecida oficialmente pela AMPAS, Academy of Motion Picture Arts and Sciences, como única entidade responsável pela seleção: “A Academia Brasileira de Cinema vem estreitando ano a ano a relação com a AMPAS. Hoje, como temos cerca de 50 brasileiros membros da academia americana, nossos laços estão mais fortalecidos e reafirmam a independência da Academia Brasileira”, disse Jorge Peregrino, diretor presidente da Academia Brasileira de Cinema.

Um filme internacional é definido como um longa-metragem (com mais de 40 minutos) produzido fora dos Estados Unidos e de seus territórios, com diálogos predominantemente (mais de 50%) em língua não inglesa. Filmes de animação e documentários são permitidos. E também: o filme não precisa ter sido lançado nos Estados Unidos.

Os nove integrantes da Comissão Brasileira de Seleção são: Affonso Beato, diretor de fotografia e membro da AMPAS; Clélia Bessa, produtora; Laís Bodanzky, cineasta, produtora e membro da AMPAS; Leonardo Monteiro de Barros, produtor; Lula Carvalho, diretor de fotografia e membro da AMPAS; Renata Magalhães, produtora; Rodrigo Teixeira, produtor e membro da AMPAS; Roberto Berliner, cineasta e produtor; e Viviane Ferreira, diretora e roteirista. Além dos membros titulares, compõem a comissão de suplentes: André Ristum, cineasta e roteirista; e Toni Venturi, diretor.

Segundo o regulamento, a seleção dos filmes de cada país é feita por uma organização, júri ou comissão aprovada, que deve incluir artistas e/ou profissionais da área de cinema. A lista dos membros da comissão de seleção deve ser enviada à Academia até o dia 31 de agosto de 2020.

laisbodanzkyselecaooscarLaís Bodanzky: cineasta, produtora e presidente da Spcine.

Por conta da pandemia de Covid-19, a cerimônia do Oscar mudou a data de sua realização e a premiação ganhou novas regras para a elegibilidade dos concorrentes. Com o fechamento das salas de cinema em todo o mundo, até novo aviso e apenas para a 93ª edição do Oscar, os filmes selecionados pelo país e que tiveram seu lançamento comercial previamente planejado, mas que foram inicialmente disponibilizados por meio de um serviço de distribuição comercial de renome ou em plataformas sob demanda, podem se qualificar para o prêmio da categoria de longa-metragem internacional no Oscar 2021.

Com isso, o escolhido deve ficar atento à novas regras, como: entregar à Academia uma documentação que consta a data de encerramento das salas de cinema exigida pelo governo do país; o lançamento em sala, a distribuição ou os contratos com plataformas sob demanda previamente planejados; entre outras. Os festivais de cinema também foram afetados pela pandemia, sendo assim, a participação de um filme em uma plataforma on-line de um festival não afetará sua elegibilidade aos prêmios, desde que o festival tenha em seu site um link com pagamento ou entrada protegida por senha.

Filmes candidatos ao prêmio de melhor longa-metragem internacional poderão também se inscrever para a 93ª edição do Oscar em outras categorias, incluindo a de melhor filme. Vale lembrar que filmes indicados na categoria de melhor longa internacional no Oscar 2021 não serão elegíveis em nenhuma outra categoria do ano seguinte.

Depois das escolhas de cada país, as nomeações dos longas-metragens internacionais serão determinadas em duas rodadas de votação: a comissão da primeira fase assistirá aos filmes elegíveis na categoria e votará por escrutínio secreto. Logo, elabora uma lista de dez selecionados, sendo sete escolhas principais e três adicionais; depois, a comissão da segunda fase assistirá aos dez filmes selecionados e votará secretamente para determinar os cinco indicados da categoria; e a última etapa, a votação final para o prêmio de melhor longa-metragem internacional, será restrita aos membros ativos e vitalícios da Academia que assistiram aos cinco filmes indicados.

Na última edição do Oscar, o Brasil estava na disputa com A Vida Invisível, dirigido por Karim Aïnouz, mas não conseguiu uma vaga na premiação. Vale lembrar que a última vez que o Brasil concorreu na categoria de melhor filme internacional (antes chamada de filme estrangeiro) foi em 1999, com Central do Brasil; e em 2008, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hamburger, ficou entre os nove semifinalistas.

Foto: Matt Petit/Getty Images/Diego Vara.

9º Olhar de Cinema: conheça os filmes selecionados para as mostras Mirada Paranaense e Olhares Brasil

por: Cinevitor

inabitavelolhardecinemaErlene Melo, Luciana Souza e Sophia William no curta Inabitável.

A nona edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba acontecerá entre os dias 7 e 15 de outubro de forma on-line, por conta da pandemia de Covid-19. Devido à incerteza do cenário e por medidas de segurança, a organização decidiu que o festival irá acontecer de maneira remota este ano, com exibições nas salas de cinema apenas se a situação da pandemia estiver controlada.

Possibilitando um novo alcance ao público, o festival busca destacar e celebrar o cinema independente realizado em todo o mundo. São propostas estéticas inventivas, envolventes e com comprometimento temático, que abrange desde a abordagem de inquietações contemporâneas acerca do micro universo cotidiano de relacionamentos, até interpretações e posicionamentos sobre política e economia mundial.

A seleção apresenta filmes que se arriscam em novas formas de linguagem cinematográfica, que estão abertos ao experimentalismo e que, ainda assim, possuem um grande potencial de comunicação com o público. Entre as mostras do festival estão: Olhares Brasil, uma seleção especial com filmes nacionais que vêm se destacando ao longo de festivais; e Mirada Paranaense, com um recorte da recente produção do estado.

Os diretores do festival, Antonio Junior e Eugenia Castello, falaram sobre a expectativa para o novo formato e destacaram o lado positivo de alcançar um público que muitas vezes não pode estar presente no festival: “Claro que não estar na sala de cinema gera uma relação completamente diferente, mas é possível participar do festival, e estamos tentando transpor para esse universo online diversas das atividades presenciais que a gente tinha”, explica Antonio. E continua: “O festival mudou pouco, as mostras quase todas continuam intactas e com a sua quantidade de filmes. Vamos fazer alguns ajustes em uma ou outra, cortar algumas que não fazem sentido no online, mas as outras atividades paralelas: oficinas, seminários e Curitiba_Lab estão todas mantidas”.

“Entendemos que é uma edição excepcional e tanto nós como o público estaremos vivenciando um Olhar de Cinema como nunca vimos antes, mas com o mesmo cuidado com a seleção, filmes, público e convidados”, afirma Eugenia Castello. E segue: “Se por um lado a gente pensa num aspecto negativo, de não poder ter algo tão característico do Olhar, que são os encontros presenciais, o público e as salas lotadas; por outro, agora a gente tem a oportunidade de ser conhecido pelo Brasil inteiro”.

Entre os primeiros títulos anunciados estão longas e curtas-metragens que compõem um recorte da nova e mais ousada cinematografia brasileira. A diversidade de olhares e narrativas é o ponto de maior destaque da mostra Olhares Brasil. Já na Mirada Paranaense, o evento traz onze títulos que integram a mostra local: o longa-metragem documental A Alma do Gesto, de Eduardo Baggio e Juslaine Abreu-Nogueira, que explora a criação artística e a construção imagética de outra arte que não o cinema; e nove curtas, com temas como racismo, negritude, preconceito social, entre outros.

Vale lembrar que até o dia 2 de setembro estão abertas as inscrições para o Passaporte Acesso Livre do 9º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que permitirá ao público acesso à programação. Com a pandemia de Covid-19 e o isolamento social, foi preciso pensar em um novo formato para o evento, com sessões virtuais. Se esta mudança é negativa pelo lado da ausência física, do outro encontra a possibilidade de todo o Brasil conhecer os filmes e o próprio Olhar de Cinema.

O Passaporte Acesso Livre surge como um reconhecimento da importância e fidelidade do público do festival. As inscrições devem ser feitas pelo formulário no site. Com vagas limitadas, os cadastros serão submetidos a um processo de seleção que observará a diversidade, tendo como foco a participação de pessoas de diferentes regiões e realidades sociais. Os selecionados terão acesso a dois ingressos gratuitos por dia para os filmes da programação. Quem não tiver o passaporte, ou mesmo queira assistir mais de dois filmes por dia, poderá adquirir os ingressos para as sessões on-line do festival por R$5,00 cada filme.

Conheça os primeiros selecionados para o 9º Olhar de Cinema:

OLHARES BRASIL | LONGA-METRAGEM

Um Animal Amarelo, de Felipe Bragança (Brasil/Portugal/Moçambique)
Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso (CE)
Canto dos Ossos, de Jorge Paulo e Petrus de Bairros (CE)
Cavalo, de Raphael Barbosa e Werner Salles Bagetti (AL)
Fakir, de Helena Ignez (SP)
Sertânia, de Geraldo Sarno (CE)
Yãmĩyhex: As Mulheres-espírito, de Sueli Maxakali e Isael Maxakali (MG)

OLHARES BRASIL | CURTA-METRAGEM

Enraizadas, de Gabriele Roza e Juliana Nascimento (RJ)
Inabitável, de Matheus Farias e Enock Carvalho (PE)
Mãtãnãg, a Encantada, de Shawari Maxacali e Charles Bicalho (MG)
Minha História é Outra, de Mariana Campos (RJ)
A Morte Branca do Feiticeiro Negro, de Rodrigo Ribeiro (SC)
Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda (PE)
O Verbo se fez Carne, de Ziel Karapotó (RJ)

MIRADA PARANAENSE | LONGA-METRAGEM

A Alma do Gesto, de Eduardo Baggio e Juslaine Abreu-Nogueira

MIRADA PARANAENSE | CURTA-METRAGEM

Além de Tudo, Ela, de Pedro Vigeta Lopes, Pâmela Regina Kath, Mickaelle Lima Souza e Lívia Zanuni
Aonde Vão os Pés, de Débora Zanatta
Cancha – Domingo é dia de jogo, de Welyton Crestani
Cor de Pele, de Larissa Barbosa
E no rumo do meu sangue, de Gabriel Borges
Exumação da Arte, de Maurício Ramos Marques
Meia Lua Falciforme, de Dê Kelm e Débora Evellyn Olimpio
A Mulher que Sou, de Nathália Tereza
Napo, de Gustavo Ribeiro
Seremos Ouvidas, de Larissa Nepomuceno

Foto: Divulgação/Gatopardo Filmes.

Festival de Gramado 2020 anuncia curtas brasileiros selecionados e dois homenageados

por: Cinevitor

remoinhogramado2020 Cely Farias e Zezita Matos no curta paraibano Remoinho, de Tiago A. Neves.

A 48ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que acontecerá entre os dias 18 e 26 de setembro, de forma on-line por conta da pandemia de Covid-19, acaba de anunciar os curtas brasileiros selecionados e os homenageados com o Troféu Oscarito e o Troféu Eduardo Abelin.

Este ano,  serão 14 títulos de oito estados e Distrito Federal escolhidos entre 428 inscritos: Rio de Janeiro com quatro filmes, São Paulo com três, e Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Sul, com um título cada. A Comissão de Seleção foi composta pela crítica de cinema, roteirista e jornalista cultural Lorenna Montenegro; pelo consultor, roteirista e diretor Frederico Pinto; pela diretora e roteirista Juliana Antunes; e pela roteirista, diretora e pesquisadora Rosa Miranda.

Sobre o panorama analisado e o trabalho de seleção, Juliana Antunes comenta: “Importante garantir a realização de um festival tão respeitado quanto o de Gramado. A transmissão pela televisão e por streaming alcança quem não iria ao festival e isso é muito importante para realizadores que terão o trabalho divulgado em um ano com tão pouca divulgação. Sobre a seleção, a Comissão pensou em uma cartela de filmes que incluísse mulheres, jovens diretoras e diretores, que fosse diversa, com temáticas e realizadores que fugissem da lógica capitalista e heteronormativa. Olhamos também para trás da tela, para um cinema não tão branco e masculino. Claro, analisando sempre o fazer cinematográfico”, avalia.

Os títulos concorrem em dez categorias e além do disputado kikito, o melhor filme recebe R$ 6.500,00 em dinheiro e os demais R$ 1.000,00 cada. Os curtas brasileiros serão exibidos na grade linear do Canal Brasil e ficarão disponíveis por 24 horas por streaming.

Além dos curtas, a organização do evento divulgou os primeiros homenageados deste ano: dois nomes que fazem história no cinema nacional. O Troféu Eduardo Abelin será entregue para a diretora Laís Bodanzky. Laís dirigiu filmes como o premiado Como Nossos Pais, que recebeu seis kikitos em 2017, e Bicho de Sete Cabeças, de 2000. Atualmente, é diretora-presidente da Spcine. Por mais de dez anos, Laís coordenou projetos sociais de audiovisual como o Tela Brasil, que promove exibição itinerante de filmes nacionais, um programa de educação audiovisual em várias comunidades pelo Brasil e o Tela BR, um curso de educação audiovisual a distância.

Este ano, o Troféu Oscarito, a mais tradicional honraria entregue pelo Festival de Gramado será concedida ao ator, produtor e diretor Marco Nanini. Imortalizado na cultura popular por seus trabalhos na televisão, no cinema e no teatro, Nanini debutou nas telas de cinema no mesmo ano da primeira edição do evento serrano, em 1973, com o longa-metragem As Moças Daquela Hora, de Paulo Porto. Antes, em 1969, já havia atuado em telenovelas e espetáculos teatrais. No currículo, quase uma centena de projetos ao longo dos últimos 50 anos. No ano passado, arrancou elogios da crítica nacional e internacional ao dar vida a personagem Pedro em Greta, do diretor Armando Praça. O filme foi exibido na mostra Panorama do Festival de Berlim e teve sua estreia nacional no Cine Ceará, no qual foi premiado em três categorias, entre elas, melhor ator para Nanini.

Vale lembrar que o 48º Festival de Cinema de Gramado não será presencial. A programação, em formato multiplataforma, será transmitida pela grade linear do Canal Brasil e, também, pelo serviço de streaming. Cada categoria com suas peculiaridades que serão detalhadas quando a programação for divulgada.

Conheça os filmes selecionados para a Mostra Competitiva de curtas-metragens brasileiros do Festival de Gramado 2020:

Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Henrique Amud e Lucas H. Rossi dos Santos (RJ)
Blackout, de Rossandra Leone (RJ)
Dominique, de Tatiana Issa e Guto Barra (RJ)
Extratos, de Sinai Sganzerla (SP)
Inabitável, de Matheus Farias e Enock Carvalho (PE)
Joãosinho da Goméa – O Rei do Candomblé, de Janaina Oliveira ReFem e Rodrigo Dutra (RJ)
O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader (AM)
4 Bilhões de Infinitos, de Marco Antonio Pereira (MG)
Receita de Caranguejo, de Issis Valenzuela (SP)
Remoinho, de Tiago A. Neves (PB)
Subsolo, de Erica Maradona e Otto Guerra (RS)
Trincheira, de Paulo Silver (AL)
Você tem olhos tristes, de Diogo Leite (SP)
Wander Vi, de Augusto Borges e Nathalya Brum (DF)

Foto: Divulgação/Cinema Instantâneo.

7º Festival de Cinema de Caruaru: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

umdiajerusacaruaruLéa Garcia no filme Um Dia com Jerusa, de Viviane Ferreira.

A sétima edição do Festival de Cinema de Caruaru, que acontecerá entre os dias 23 de agosto e 13 de setembro, acaba de anunciar a lista completa com os selecionados deste ano. Ao total, 509 filmes foram inscritos e a curadoria foi assinada por Edvaldo Santos, Luciano Torres, Priscila Urpia, Lucineide Sales e Renata Villa Nova.

O festival é um espaço de difusão da cultura local, de intercâmbio entre realizadores, de incentivo às produções locais e de formação de público para o cinema independente, com exibições, oficinas e debates. Além disso, no site oficial consta uma aba chamada Cinemateca com algumas produções disponíveis, que foram exibidas em edições anteriores.

O evento, que acontece na região do Agreste Pernambucano, no Teatro João Lyra Filho, este ano será realizado de forma on-line por conta da pandemia de Covid-19. A programação, que estará disponível no site do festival, conta com sete mostras competitivas e filmes de diversos estados brasileiros e também latino-americanos. Neste ano, duas atividades paralelas já estão confirmadas: Oficina de Crítica com Sihan Felix e Oficina de Atuação com Luciano Torres.

Conheça os filmes selecionados para o 7º Festival de Cinema de Caruaru:

MOSTRA BRASIL | LONGA-METRAGEM

A Batalha de Shangri-lá, de Severino Neto e Rafael de Carvalho (MT)
A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha, de Pablo Lopes Guelli (SP)
Eldorado – Mengele Vivo ou Morto?, de Marcelo Felipe Sampaio (SP)
Foi no Carnaval que Passou, de Leo Leite (PE)
Mito e Música: A Mensagem de Fernando Pessoa, de Rama de Oliveira e André Luiz Oliveira (DF)
O Céu Perdeu a Cor, de Gustavo Serrate Maia (DF)
Palavras de Rua, de Léo Batista e Paula Monteiro (PE)
Servidão, de Renato Barbieri (DF)
Um Dia com Jerusa, de Viviane Ferreira (SP)
Viva o Zé Pereira, de Murilo Almeida (SP)

MOSTRA BRASIL | CURTA-METRAGEM

Adalgiza, de Karen Furbino (SP)
ALÊ – Resistir pela Existência, de Vincent Gielen (GO)
Amanhecendo Cicatrizes, de Nelson Brauwers, Juarez Braga Zamberlan, Ivânio Dalagno e Valdinei Vargas (RS)
Antônia, de Flávio Carnielli (SP)
Aperto, de Alexandre Estevanato (SP)
Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Lucas H. Rossi dos Santos e Henrique Amud (RJ)
Baile, de Cíntia Domit Bittar (SC)
Casa com Parede, de Dênia Cruz (RN)
Cinema Contemporâneo, de Felipe André Silva (PE)
Claudete e o Bolo, de Fádhia Salomão (SP)
De Costas pro Rio, de Felipe Aufiero (AM)
Em Cima do Muro, de Hilda Lopes Pontes (BA)
Instável, de Maria Cecília Pampolini Monteiro (MT)
Nimbus, de Marcos Buccini (PE)
O Celaticomus, de Marcelo Tannure (MG)
O Colecionador, de Christian Jafas, Felipe Davson, Tiago Bravo Quintes e Vinícius A. Carvalho (RJ)
Playlist, de Pedro Melo (PE)
Rádio Capital Alvorada, de Rafael Stadniki (DF)
Raízes, de Amanda Braga, Ana Luísa Macedo, Bruna Eiras e Igor Mattos (RJ)
Rarefeito, de Thiago Lira (PE)
Seremos Ouvidas, de Larissa Nepomuceno (PR)
Trincheira, de Paulo Silver (AL)

MOSTRA AGRESTE

Açude nº 50, de Wagner Ferreira e Paulo Conceição (Caruaru, PE)
Antônia, de Iris Marcolino (Caruaru, PE)
Bravo, de João Gabriel Lourenço (Caruaru, PE)
Era pra Ser o Nosso Road Movie, de Carolina Timoteo, Lucas Menezes, Clécia Borges e Júlia Costa (Aracaju, SE)
O Abraço Logo Vem, de Paulo Accioly (Macéio, AL)
O Caminho das Águas, de Antonio Fargoni e Karla Ferreira (Taquaritinga do Norte, PE)
O Repto, de Ana Carolina e Lays Kislley (Santa Luzia do Itanhy, SE)
Pare, Olhe, Escute, de Maria Ferrera, Urbano Leafa e Davi Batista (Caruaru, PE)
Pega-se Facção, de Thais Braga (Caruaru, PE)
Reisado, de Dan Victor e Val Barreto (Araci, BA)
Remoinho, de Tiago A. Neves (Ingá, PB)
Rocha, de Bianca Rocha (Campina Grande, PB)
Sebá – Faces das Artes, de Robson Santos (Caruaru, PE)
Zanata, Fotógrafo do Campo, de Filipe Gama e Rogério Luiz Oliveira (Vitória da Conquista, BA)

MOSTRA NORDESTE

A Escolha, de Petryk Lucas (Caruaru, PE)
Doce Veneno (Sweet Poison), de Waleska Santiago (Fortaleza, CE)
Hoje Sou Felicidade, de João Luís e Tiago Aguiar (Recife, PE)
Marco, de Sara Benvenuto (Iguatu, CE)
Marie, de Leo Tabosa (Recife, PE)
Natureza do Homem, de André Santos (Natal, RN)
O Quarto Negro, de Carlos Kamara (Orobó, PE)
Pelano!, de Calebe Lopes e Chris Mariani (Salvador, BA)
Sem Nome Nem Endereço, de Amaral Mateus (Vitória da Conquista, BA)
Somente Após o Descanso, de Sihan Felix (Natal, RN)
(Sub)Imersa, de Maria Dias e Lucas Rocha (Recife, PE)

MOSTRA INFANTIL

A Cidade Imortal, de Marco Rodrigues (GO)
A Galinha Ruiva, de Irson Jr (ES)
Acalanto, de Evandro Lunardo (PE)
Antes que Vire Pó, de Danilo Custódio (PR)
Cadê o Amor Que Estava Aqui?, de Adriano Gomez (SP)
Deodema, de Glaucio Viana e Pablo Siviero (RJ)
Onde Fica a Casa do Meu Pai?, de Pedro Furquim (SP)
Sapo Xulé, de Paulo José (SP)

MOSTRA ADOLESCINE

Minha Querida Ansiedade, de Paulo Ernesto (SP)
Pequenos Pedaços, de Luan Monteiro de Lima (RJ)
Pinguinics – O Ataque Vem do Pólo, de Sergio Martinelli (SP)
Quero Ser Helena, de Sunslly Marques (CE)
Quinze, de Caroline (SP)

MOSTRA LATINO

Conventillo, de Lucia Horvath (Argentina)
Da Janela de Jorge, de Bernardo Silvino (Panamá)
Dulce Espera, de Paula Llerena (Equador)
El Futuro Es Lo Incierto, de Miguel Solano J (Colômbia)
Hasta El Fin de Mis Días, de Guillermo Fernandez (Peru)
Isla, de Saeed Pezeshki (Cuba)
Noz, de Aldo. N Carrizalez Palomo (México)
O Que Você Vê?, de Tania Cattebeke (Paraguai)
Ramón, de Natalia Bernal (Colômbia)
Revés, de Teresa Martino (Argentina)
Sin Título, de José Luis Silva Andrade (México)
Trópico, de Pedro Herrera Murcia (Guatemala)
Última Duna, de Juan Pablo Zurita Godoy (Chile)

Foto: Lílis Soares.

Conheça os vencedores do 3º Fest Cine Pedra Azul

por: Cinevitor

copa181festcinepedraazulSilvero Pereira no filme Copa 181, de Dannon Lacerda.

Foram anunciados neste sábado, 08/08, os vencedores da terceira edição do Fest Cine Pedra Azul – Festival Internacional de Cinema, que aconteceu de forma on-line por conta da pandemia de Covid-19.

Neste ano, entre os longas-metragens, Copa 181, de Dannon Lacerda, foi o grande vencedor com quatro prêmios, entre eles, o de melhor filme de ficção. Já entre os curtas, Marie, de Leo Tabosa, foi consagrado em cinco categorias.

Com direção de Marcoz Gomez e produção executiva de Lucia Caus, o festival recebeu, nesta edição, 788 títulos inscritos e selecionou 66 obras, que foram divididas em mostras competitivas e disputaram o Troféu Rota do Lagarto. A cerimônia de premiação foi transmitida pelo YouTube com a participação de vários convidados, entre eles, Vitor Búrigo, do CINEVITOR, que anunciou a categoria de melhor fotografia em longa nacional. Clique aqui e assista.

O homenageado desta edição foi o ator Marcos Caruso, que fez seu discurso de agradecimento em vídeo e também recebeu mensagens de diversos colegas de trabalho, como Mateus Solano, Alexandra Richter, Nívea Maria e Irene Ravache.

Conheça os vencedores do 3º Fest Cine Pedra Azul:

LONGA-METRAGEM | NACIONAL
Copa 181, de Dannon Lacerda (RJ)

MELHOR DIREÇÃO | LONGA NACIONAL
Dannon Lacerda, por Copa 181

MELHOR ROTEIRO | LONGA NACIONAL
Copa 181, escrito por Dannon Lacerda

MELHOR ATOR | LONGA NACIONAL
Carlos Takeshi, por Copa 181

MELHOR ATRIZ | LONGA NACIONAL
Fernanda Vasconcellos, por Volume Morto

MELHOR FOTOGRAFIA | LONGA NACIONAL
New Life S.A., por Krishna Schmidt
Volume Morto, por Kauê Zilli

MELHOR CURTA-METRAGEM NACIONAL
Marie, de Leo Tabosa (PE)

MELHOR DIREÇÃO | CURTA NACIONAL
Leo Tabosa, por Marie

MELHOR ROTEIRO | CURTA NACIONAL
A Mulher no Fim do Mundo, escrito por Ana do Carmo e Sérgio Loureiro
A Volta para Casa, escrito por Diego Freitas

MELHOR ATOR | CURTA NACIONAL
Lima Duarte, por A Volta para Casa
Rômulo Braga, por Marie
Roney Vilella, por Desassossego

MELHOR ATRIZ | CURTA NACIONAL
Wallie Ruy, por Marie

MELHOR FOTOGRAFIA | CURTA NACIONAL
Marie, por Petrus Cariry

MELHOR ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO
Guilherme Garcia, por Sola
Isadora Leite, por Cuida de Mim

DOCUMENTÁRIO NACIONAL
A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha, de Pablo Lopez Guelli (SP)
Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira (CE)

PRÊMIO ESPECIAL | DOCUMENTÁRIO
O Circo Invisível, de Edson Carvalho (BA)

MELHOR ANIMAÇÃO NACIONAL
Hornzz, de Lena Franzz (RJ)

MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
Spiral, de Sofiene Mamdi (França)

MELHOR CURTA-METRAGEM INTERNACIONAL
Planet Earth Calling Ana, de Fernando Bonelli (Espanha)

MELHOR DOCUMENTÁRIO INTERNACIONAL
Cracks in the Patriarchy, de Cagdas Celtikli e Kai Münch (Alemanha)

MELHOR ANIMAÇÃO INTERNACIONAL
Roses in the Night, de Pencho Kunchev (Bulgária)

MELHOR WEBSÉRIE NACIONAL
Nomade 7, de Flavio Langoni
The Stripper, de Nadia Bambirra

MELHOR FILME | PROJETO ESCOLA
Ela, de CIAC Raymundo Andrade

MELHOR DOCUMENTÁRIO | PROJETO ESCOLA
Segunda Guerra Mundial, de EEEMF Fraternidade e Luz

PRÊMIO ESPECIAL ROTA DO BEM
Liga da Mata, de Sergio Kalili

Foto: Divulgação/Cabaré Filmes.

FAM 2020: conheça os filmes selecionados para a Mostra Longas Ficção Mercosul

por: Cinevitor

loopFAM2020Bruno Gagliasso em Loop, de Bruno Bini.

A 24ª edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul, FAM 2020, que acontecerá entre os dias 24 e 30 de setembro, será on-line por conta da pandemia de Covid-19. Neste ano, 832 produções foram inscritas para seis das oito mostras competitivas do festival.

A lista completa com os selecionados será divulgada nos próximos dias. Porém, aqui no CINEVITOR, anunciamos com exclusividade os filmes que farão parte da Mostra Longas Ficção Mercosul, que recebeu 69 inscrições. Vale lembrar que, ao total, são seis filmes selecionados, porém um deles só poderá ser divulgado após o dia 18 de agosto.

Além disso, pela primeira vez desde a edição inicial, em 1997, o FAM conta com o apoio coletivo para acontecer. Para a realização do FAM 2020 foi criada a campanha #SomosTodosFAMdeCinema no site de crowdfunding (clique aqui). “Nesses 23 anos, duas gerações de catarinenses tiveram acesso ao que se produziu do cinema latino-americano. Esse ano, necessitamos do apoio de todos para que possamos realizar mais a 24ª edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul”, disse Celso dos Santos, idealizador e diretor-geral do FAM.

O FAM é um dos quinze festivais mais antigos do Brasil e sempre foi feito com convicção da importância do cinema na vida de todos. Este ano, o festival foi planejado em formato híbrido: on-line e com algumas exibições presenciais, principalmente em tempo real, em plataforma digital, sessão de cinema, debates com realizadores, ações do mercado de coprodução, formação profissional e, caso os protocolos de saúde permitirem, projeções ao ar livre. Cumprindo o papel educador do festival, após a pandemia, estão programadas exibições com palestras em associações de bairro da Grande Florianópolis, Santa Catarina.

“Estamos fazendo essa campanha para manter o nosso propósito de formação de público, conexão com profissionais da área da América Latina, dando suporte a novos projetos e assim gerando nosso futuro, contribuindo com o bem-estar, a saúde mental de todos com cultura e entretenimento”, explica Tiago Santos, produtor executivo do FAM.

O FAM foi contemplado com o Prêmio Catarinense de Cinema de 2019, na linha Arranjos Regionais, fundo de recursos originados pelo próprio setor. Porém, a ANCINE deu início ao processo de contratação há poucos dias e ainda não existe a certeza do recebimento do recurso. O projeto também está apto para captação na Lei Federal de Incentivo à Cultura, já tendo o apoio da Celesc, porém, na situação atual, muitas empresas paralisaram todos os patrocínios via lei de incentivo.

A organização se preocupa com a dificuldades que todos estão passando com a pandemia e quer continuar fortalecendo a cultura, gerando emprego e construindo o futuro. O setor audiovisual também enfrenta grandes dificuldades, por isso os recursos da campanha contemplam a remuneração de todos os colaboradores, selecionadores, palestrantes e todos os filmes selecionados.

“Estes foram os filmes escolhidos pela curadoria do FAM, mas depende de você se eles serão exibidos. Temos poucos dias de campanha para confirmar o festival. Certamente, é importante para o filme ser selecionado, mas será ainda mais importante que ele seja exibido pela força do público, que também irá participar ativamente na premiação com o voto popular”, lembra Marilha Naccari, diretora de programação do FAM.

Conheça os filmes selecionados para a Mostra Longas Ficção Mercosul do FAM 2020:

A Morte Habita à Noite, de Eduardo Morotó (Brasil, PE/SP) (estreia nacional)
La Pesca Del Atún Blanco, de Maritza Blanco Ruano (Colômbia) (estreia mundial)
Loop, de Bruno Bini (Brasil, MT)
Magalí, de Juan Pablo di Bitonto (Argentina)
Pureza, de Renato Barbieri (Brasil, DF/PA)

Foto: Divulgação.

Morre, aos 88 anos, a atriz Chica Xavier

por: Cinevitor

morrechicaxavierCarreira dedicada ao teatro, TV e cinema.

Morreu na madrugada deste sábado, 08/08, aos 88 anos, a atriz baiana Chica Xavier. Segundo informações divulgadas pelo neto, Ernesto Xavier, ela estava internada em um hospital no Rio de Janeiro e faleceu por consequência de um câncer.

Nascida em Salvador, Francisca Xavier Queiroz de Jesus começou a trabalhar aos 14 anos. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1953 e foi estudar teatro com Pascoal Carlos Magno. Logo depois, ao lado de Haroldo Costa e Léa Garcia, também integrantes do elenco do Teatro Duse, estreou nos palcos na peça Orfeu da Conceição, que marcou o início da parceria de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, com cenários de Oscar Niemeyer.

Seu primeiro papel nas telonas foi no longa O Assalto ao Trem Pagador, de Roberto Farias, em 1962. Depois disso, atuou em diversos filmes, como: Um Virgem na Praça e Uma Mulata Para Todos, ambos de Roberto Machado; Lerfá Mú, de Carlos Frederico Rodrigues; A Deusa Negra, de Ola Balogun; Inocência, de Walter Lima Jr.; Encontros Imperfeitos, de Jorge Marecos Duarte; A Partilha, de Daniel Filho; Só Deus Sabe, de Carlos Bolado; Nosso Lar, de Wagner de Assis; e Mulheres no Poder, de Gustavo Acioli.

Sua estreia na TV aconteceu em 1968, na novela Legião dos Esquecidos, da TV Excelsior. No ano seguinte, já na Rede Globo, participou de A Cabana do Pai Tomás. Em 1973, interpretou Rosa em Os Ossos do Barão. Ao longo da carreira, acumulou mais de 50 personagens na telinha. Só na emissora carioca foram 26 novelas, além de minisséries e especiais, como: Saramandaia, Dancin’ Days, Coração Alado, Tenda dos Milagres, Sinhá Moça, Fera Radical, As Noivas de Copacabana, Renascer, Memorial de Maria Moura, Pátria Minha, O Rei do Gado, Por Amor, Chiquinha Gonzaga, A Padroeira, Um Só Coração, Cheias de Charme, entre outros.

chicaxaviersoniabragaSonia Braga e Chica Xavier na novela Força de um Desejo, em 1999.

Na TV Bandeirantes trabalhou em Os Imigrantes e Chapadão do Bugre. Na TV Manchete participou de Carmem e Fronteiras do Desconhecido. Além de se dedicar ao teatro, TV e cinema, a atriz também escreveu um livro com cantigas e rezas que compôs ao longo de trinta anos para louvar seus santos de fé. Chica Xavier Canta Sua Prosa apresentava ilustrações de sua filha Izabela, da artista plástica Bela d´Oxóssi e prefácio do amigo Miguel Falabella.

Além disso, também trabalhou no Inep, Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, idealizado pelo seu padrinho, o educador Anísio Teixeira; no CBPE, Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, dirigido por Darcy Ribeiro; e no CLAPCS, Centro Latino Americano de Pesquisas em Ciências Sociais, dirigido por Manuel Diegues Jr.

Em 2011, foi inaugurado o Centro Cultural Atriz Chica Xavier, sede do grupo teatral No Palco da Vida, no Rio de Janeiro, coordenado pelo ator Wal Schneider, onde guarda o acervo contando sua carreira. Em 2013, a biografia Chica Xavier: Mãe do Brasil, escrita por Teresa Montero, foi lançada. Em 2007, foi homenageada no Cine Amazônia – Festival de Cinema Ambiental.

Precursora e símbolo de gerações de atrizes e atores negros, recebeu o Troféu Palmares concedido pelo MINc, em 2010, através da Fundação Cultural Palmares, pelo importante trabalho de preservação e incentivo à cultura afro-brasileira. Era casada, há 64 anos, com o ator Clementino Kelé.

Foto: Marcos Serra Lima/ Divulgação TV Globo.

Projeto Curta em Casa: conheça os dez filmes mais votados pelo público

por: Cinevitor

curtaemcasafinalistasArthur Alfaia no curta Quase me Fizeram Acreditar que Eu Não Existia, de Rachel Daniel.

Depois de alguns dias de votação, o Instituto Criar, Projeto Paradiso e Spcine divulgaram os dez filmes escolhidos por votação popular do Projeto Curta em Casa, iniciativa de fomento ao audiovisual que ofereceu bolsas de 3 mil reais para os realizadores de 200 curtas-metragens e formações profissionais à distância.

Entre as mais de 980 inscrições, vindas de toda a cidade, foram produzidas 200 visões do isolamento social que inspiram e retratam os diferentes aspectos da pandemia de Covid-19 nas periferias de São Paulo. Após quase dois meses de projeto, foram produzidos 71 filmes de ficção, 62 documentários, 51 de gênero híbrido, experimental ou videoarte, nove animações e seis videoclipes.

Os dez mais votados pelo público serão exibidos no Programa Especial do Curta em Casa no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, Curta Kinoforum, além de contarem com uma sessão exclusiva no Drive-In Paradiso, em São Paulo, no dia 22 de agosto, às 18h.

Os curtas-metragens ainda serão legendados em inglês, estarão disponíveis na Spcine Play e concorrem a um prêmio especial do Projeto Paradiso: R$ 10 mil a serem investidos em formação profissional ou desenvolvimento do filme.

Conheça os dez mais votados do Projeto Curta em Casa:

A proCura que vai chegar, de Ícaro Pio
AFLORA, de Joyce Carmo
Aos Olhos de uma Criança, de Thamires Uchôa
Dádiva, de Evelyn Kauane dos Santos
Gatilho, de Glória Maria Brito dos Santos
Hiato, de Gustavo Pera Barroso
O Interior, de Márcio Masselli Dias Filho
Placa-Mãe, de Ignacio Barcelos
Quarentena na Laje, de Bruno Rodrigues dos Santos
Quase me fizeram acreditar que eu não existia, de Rachel Daniel

Foto: Divulgação.

In-Edit Brasil 2020 divulga filmes brasileiros selecionados e edição on-line

por: Cinevitor

quandoelascantamineditCena do curta Quando Elas Cantam, de Maria Fanchin.

A 12ª edição do In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical anunciou nesta quinta-feira, 06/09, os filmes selecionados para o Panorama Brasileiro, que inclui a Competição Nacional, Mostra Brasil e as seções Brasil.Doc e Curta um Som, além de Sessões Especiais. O evento, que acontecerá entre os dias 9 e 20 de setembro, será on-line por conta da pandemia de Covid-19 e terá acesso em todo território nacional.

Além dos filmes nacionais, o festival apresenta também a Mostra Portugal, em parceria com o Instituto Camões e a Embaixada de Portugal, com uma seleção dos documentários musicais recentes mais destacados do país: “Com o forte crescimento da economia portuguesa, a oferta de documentários musicais no país tem crescido como nunca. Para a ocasião, foram selecionados cinco documentários”, conta Marcelo Aliche, diretor artístico da Mostra.

A programação conta com mais de 50 filmes nacionais e internacionais inéditos no circuito comercial, que serão exibidos na plataforma do festival e também através de plataformas parceiras. O In-Edit Brasil oferecerá documentários a R$ 3,00 e gratuitamente. Os interessados poderão comprar pacotes de tíquetes com desconto. Todo dinheiro arrecado será doado, em solidariedade, aos trabalhadores do setor audiovisual que ficaram sem recursos financeiros nesta época de pandemia.

Para complementar a programação, o 12º In-Edit Brasil ainda traz master class, lives com os diretores e shows exclusivos com Pitty, Autoramas, Flicts e muitos outros.

Conheça os filmes selecionados para o In-Edit Brasil 2020:

PANORAMA NACIONAL | COMPETIÇÃO

Aleluia, O Canto Infinito do Tincoã, de Tenille Bezerra
Dom Salvador, de Artur Ratton e Lilka Hara (EUA/Brasil)
Dorivando Saravá, de Henrique Dantas
Garoto – Vivo Sonhando, de Rafael Veríssimo
Porfírio do Amaral: A Verdade Sobre o Samba, de Caio Rubens
Orquestra Neojibá – Música que Transforma, de Sérgio Machado e George Walker Torres

MOSTRA BRASIL

Afro-Sampas, de Jasper Chalcraft e Rose Satiko Hijiki
Arto Lindsay 4D, de André Lavaquial
Elton Medeiros, de Pedro Murad
Liberta, de Ivan 13P
Mangueira em 2 Tempos, de Ana Maria Magalhães
MATRIZ.doc, de Otávio Sousa
Memórias Afro-Atlânticas, de Gabriela Barreto
Sambalanço – A Bossa que Dança, de Fabiano Maciel
Tempo Zawose, de Lwiza Gannibal (Brasil/Tanzânia)
Ventos que Sopram – Pará, de Renato Barbieri

BRASIL.DOC

Bernardo na Vida, BMO na Batalha, de Danilo Belchior
Encantadeiras – O Canto e o Encanto das Quebradeiras de Coco Babaçu, de Betse de Paula
Faça Você Mesma, de Letícia Marques
Hip Hop e Mercado: o Rap, de Leo Pappel e Rodrigo Furlani
Mestre Cupijó e seu Ritmo, de Jorane Castro
Na Dança, de Roberto Gervitz

CURTAS

13 Horas, de Marco Chagas
Amaro Freitas – O Piano Como Extensão da Alma, de Suzanna Borba
Cantos de Origem, de Matuta Coletivo
Cidade São Mateus, de Gabriel César
Dub Magnificente, de Mario Cezar Rabello
Eu Vejo Névoas Coloridas, de Pedro Jorge
Free Seat, de Ardalan Aram
Jazsmetak, de Bruno Rico e Diego Arvate
Nada Pode Parar os Autoramas, de Bruno Vouzella e Manoel Magalhães
Nas Quebradas do Boi, de Igor Machado
Naticorda, de Taciano Valério
Quando Elas Cantam, de Maria Fanchin
UN, de Sergio Mekler
Viva Alfredinho!, de Roberto Berliner
A Guerra de Michael, de Gregório Gananian e Daniel Tagliari

MOSTRA PORTUGAL

Vadio, de Stefan Lechner
Batida de Lisboa, de Rita Maia e Vasco Viana
Zé Pedro Rock’n’Roll, de Diogo Varela Silva
Variações, de João Maria
Silêncio – Vozes de Lisboa, de Judit Kamár e Céline Coste Carlisle (Portugal/Hungria)

ESPECIAL

Amor Sertanejo, de Fabrício Bittar e Raphael Erichsen

Foto: Divulgação.

Conheça os filmes selecionados para a Mostra Gaúcha de Curtas do 48º Festival de Gramado

por: Cinevitor

desertoestrangeirogramadoMauro Soares e Isabél Zuaa no curta Deserto Estrangeiro, de Davi Pretto.

O cinema produzido no Rio Grande do Sul tem espaço garantido no Festival de Cinema de Gramado. Nesta edição, 19 títulos de oito cidades concorrem ao Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema – Mostra Gaúcha de Curtas.

Este ano, foram 113 inscrições de 17 municípios. Porto Alegre teve o maior número de inscritos, com 60 títulos, seguida por Pelotas, com 12.  A Comissão de Seleção foi composta pelo diretor, roteirista e produtor Lucas Cassales; pela produtora Tatiana Behar; pelo publicitário Rafael Bertoja; pelo crítico Yuri Correa; e pela produtora Gisele Hiltl.

Já adequado ao formato híbrido adotado para a 48ª edição, os curtas gaúchos serão exibidos entre os dias 19 e 22 de setembro pelo serviço de streaming do Canal Brasil Play que pode ser acessado pelos usuários de TV por assinatura pelo site (clique aqui). As produções serão agrupadas em quatro programas, de acordo com a classificação indicativa.

A avaliação e as premiações seguem o formato já conhecido. Os participantes concorrem ao troféu em onze categorias e os vencedores também recebem prêmios em dinheiro no valor de R$ 8 mil para o melhor filme, e R$ 4 mil para as demais categorias.

Vale lembrar que o 48º Festival de Cinema de Gramado, que acontecerá entre os dias 18 e 26 de setembro, não será presencial por conta da pandemia de Covid-19. A programação será transmitida pela grade linear do Canal Brasil e, também, pelo serviço de streaming.

O Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema – Mostra Gaúcha de Curtas é fruto de parceria entre o Festival de Cinema de Gramado e Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, e conta com o apoio da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS), Instituto Estadual de Cinema (Iecine), Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos (APTC-RS), Fundação de Cinema RS (Fundacine) e Sindicato da Indústria Audiovisual RS (Siav).

Conheça os selecionados para a Mostra Gaúcha de Curtas do Festival de Gramado 2020:

Bochincho, O Filme, de Guilherme Suman (Porto Alegre)
Construção, de Leonardo da Rosa (Pelotas)
Corpo Mudo, de Marcela Schild (Santa Cruz do Sul)
Desencanto, de Richard Tavares (Porto Alegre)
Deserto Estrangeiro, de Davi Pretto (Porto Alegre)
Dois Homens ao Mar, de Gabriel Motta (Porto Alegre)
Fragmentos ao Vento 1945, de Ulisses Da Motta (Porto Alegre)
Lacrimosa, de Matheus Heinz (Porto Alegre)
Letícia Monte Bonito, de Julia Regis (Pelotas)
Magnética, de Marco Arruda (Porto Alegre)
O Céu da Pandemia, de Marina Kerber (Porto Alegre)
O Luto Impossível, de Bruno Carboni (Porto Alegre)
O que Pode um Corpo?, de Victor Di Marco e Márcio Picoli (Bagé)
Pra ficar perto, de Lucas dos Reis (Sapucaia do Sul)
Quando te Avisto, de Denise Copetti e Neli Mombelli (Santa Maria)
Sopa Noir, de Beatrice Petry Fontana (São Leopoldo)
Teste de Elenco, de Marcos Kligman e Mariany Espíndola (Porto Alegre)
Um Pedal, de Alexandre Derlam (Canoas)
Ver a Vista, de Daniel de Bem (Porto Alegre)

Foto: Divulgação.

Morre, aos 73 anos, o ator Gésio Amadeu

por: Cinevitor

gesioamadeumorreO ator no papel de Olivério, da série ainda inédita Sala dos Professores.

Morreu nesta quarta-feira, 05/08, aos 73 anos, o ator Gésio Amadeu. Ele estava internado desde meados de junho em um hospital em São Paulo depois de ter contraído Covid-19. A confirmação foi divulgada por um dos filhos do ator, Mario Amadeu, nas redes sociais: “Meu pai acabou de falecer. Falência múltipla de órgãos. Por ora, somente essa informação”.

Nascido em Santos Dumont, município de Minas Gerais, Gésio, na infância, cantava em um coral de igreja. Depois de cumprir o serviço militar, conheceu o autor de novelas Bráulio Pedroso, em São Paulo, que acabou lhe dando sua primeira oportunidade na TV: um papel na novela Beto Rockfeller, em 1968, exibida na Rede Tupi. Depois disso, atuou em diversas atrações da emissora, como Éramos Seis, O Direito de Nascer e Gaivotas.

Passou pela TV Bandeirantes, TV Cultura e também se dedicou ao teatro, onde participou de diversas peças como A Moreninha, Macbeth, Jesus Cristo Super Star, Eles não usam Black Tie, A Mosca Azul, A Falecida, Boca de Ouro, entre outras.

Sua estreia nas telonas aconteceu em 1970 no romance A Moreninha, de Glauco Mirko Laurelli. Depois, atuou em: Longo Caminho da Morte, de Júlio Calasso; Eles Não Usam Black-Tie, de Leon Hirszman; O Médium, de Paulo Figueiredo; As Vidas de Maria, de Renato Barbieri; Pé de Pato, de Alain Fresnot; entre outros. Participou dos documentários Porto das Monções, de Vicentini Gomez e Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga; do curta PR Kadeia, de Eduardo Caron; e do inédito Doutor Hipóteses – uma alma perdida na Pandemia, de Vicentini Gomez, uma comédia sobre a loucura do isolamento no meio da pandemia, no qual Gésio dubla um dos personagens.

Na TV, ganhou grande destaque, em 1997, ao interpretar o cozinheiro Chico na primeira versão brasileira da novela Chiquititas, exibida no SBT. Na mesma emissora, atuou também em Sangue do Meu Sangue e Os Ossos do Barão. Na TV Manchete fez A História de Ana Raio e Zé Trovão, Floradas na Serra e O Fantasma da Ópera.

Na Rede Globo, Gésio Amadeu atuou em diversas novelas, como: Sinhá Moça (nas duas versões), O Cafona, Sol de Verão, Renascer, A Viagem, Terra Nostra, O Beijo do Vampiro, Cabocla, Paraíso, Araguaia, Flor do Caribe, Velho Chico, entre outras. Em 2007, interpretou o personagem Tio Barnabé no Sítio do Picapau Amarelo. Seu último trabalho na TV foi a série inédita Sala dos Professores, do canal CINeBRASiL TV e produzida pela Realejo Filmes.

Foto: Divulgação/Realejo Filmes.

Casa de Antiguidades, de João Paulo Miranda Maria, é selecionado para o 68º Festival de San Sebastián

por: Cinevitor

casaantiguidadessansebastianCena do filme brasileiro Casa de Antiguidades, de João Paulo Miranda Maria.

Considerado o mais importante festival de cinema da Espanha e um dos mais antigos da Europa, o Festival Internacional de Cinema de San Sebastián é também um dos mais prestigiados do mundo. Seu principal prêmio, a Concha de Ouro, é concedido ao melhor filme em competição da Seleção Oficial.

Os selecionados da 68ª edição, que acontecerá entre os dias 18 e 26 de setembro, foram anunciados nesta semana. O cinema brasileiro está na disputa com Casa de Antiguidades, de João Paulo Miranda Maria, na seção New Directors. No longa, também selecionado para Cannes e Toronto, Antonio Pitanga dá vida a Cristovam, um homem simples do interior que precisa mudar de cidade em busca de melhores condições de vida e trabalho. Porém, ele precisa se adaptar a uma realidade diferente daquela que estava acostumado, sofrendo com a solidão e o preconceito dos moradores locais.

A sinopse diz: Cristovam é um caipira do interior do Brasil que busca em outras terras melhores condições de trabalho. Mas, o contraste cultural e étnico da nova morada em relação à sua terra natal provoca no vaqueiro um processo de solidão e perda de identidade. Boatos e maldades dos habitantes locais o levam ao desespero e a decisões equivocadas, fazendo-o perder a razão e a lucidez. Sem saída, ele passa a reviver o passado para suportar o presente. O elenco conta também com Ana Flavia Cavalcanti, Aline Marta Maia, Gilda Nomacce e Sam Louwyck. A direção de fotografia é de Benjamín Echazarreta, de Uma Mulher Fantástica; a montagem é de Benjamin Mirguet, de Batalla En El Cielo; e a composição sonora musical é de Nicolas Becker, de Gravidade.

Por conta da pandemia de Covid-19, a organização do festival anunciou que a edição deste ano apresentará algumas mudanças necessárias de acordo com os protocolos de segurança. Depois do fim do estado de alerta e na esperança de que os casos do novo coronavírus continuem a diminuir no país, o festival adotou algumas decisões: redução no número de exibições (30% a menos), formato on-line de algumas de suas atividades (fórum de coprodução, mesa redonda, entre outros) e formato presencial e virtual para a WIP Latam, Europa e Ikusmira Berriak. O evento também dispensará alguns de seus locais habituais e exibição de estreias de filmes populares para o público em geral. A retrospectiva sobre cinema coreano das décadas de 1950 e 1960 foi adiada para 2021 e este ano não haverá a seção Klasikoak.

Ainda assim, o festival manterá o restante de sua programação de forma presencial com exibições da Seleção Oficial, New Directors, Horizontes Latinos, Zabaltegi-Tabakalera, Perlak e Nest. O filme de abertura desta edição será a comédia Rifkin’s Festival, de Woody Allen, que traz Gina Gershon, Christoph Waltz, Wallace Shawn, Steve Guttenberg, Louis Garrel e Elena Anaya  no elenco.

Além dos filmes, o festival também presta homenagens a grandes nomes da sétima arte com o Prêmio Donostia, que este ano será entregue para o ator americano Viggo Mortensen, que também exibirá seu primeiro filme como diretor, o drama Falling.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de San Sebastián 2020:

SELEÇÃO OFICIAL

Rifkin’s Festival, de Woody Allen (Espanha/EUA/Itália) (filme de abertura)
Akelarre, de Pablo Agüero (Espanha/França/Argentina)
Asa Ga Kuru (True Mothers), de Naomi Kawase (Japão)
Courtroom 3H, de Antonio Méndez Esparza (Espanha/EUA)
Dasatskisi (Beginning), de Dea Kulumbegashvili (França/Geórgia)
Druk (Another Round), de Thomas Vinterberg (Dinamarca)
Eté 85 (Summer of 85), de François Ozon (França)
In the Dusk, de Sharunas Bartas (Lituânia/França/República Tcheca/Sérvia/Portugal/Letônia)
Nakuko wa ineega (Any Crybabies Around?), de Takuma Sato (Japão)
Antidisturbios (Riot Police), de Rodrigo Sorogoyen (Espanha) (fora de competição)
Patria, de Aitor Gabilondo (Espanha) (fora de competição)

NEW DIRECTORS

16 Printemps (Spring Blossom), de Suzanne Lindon (França)
Ane, de David Pérez Sañudo (Espanha)
Casa de Antiguidades (Memory House), de João Paulo Miranda Maria (Brasil/França)
Chupacabra, de Grigory Kolomytsev (Rússia)
Gal-mae-gi (Gull), de Kim Mi-jo (Coreia do Sul)
Gē shēng yuán hé màn bàn pāi (Slow Singing), de Xingyi Dong (China)
Hil kanpaiak (Death Knell), de Imanol Rayo (Espanha)
Jak Najdalej Stąd (I Never Cry), de Piotr Domalewski (Polônia/Irlanda)
La última primavera (Last Days of Spring), de Isabel Lamberti (Holanda/Espanha)
Limbo, de Ben Sharrock (Reino Unido)
Umibe no Kanojotachi (Along the Sea), de Akio Fujimoto (Japão/Vietnã)

ZABALTEGI TABAKALERA

Autoficción (Autofiction), de Laida Lertxundi (EUA/Espanha/Nova Zelândia)
Correspondencia (Correspondence), de Carla Simón e Dominga Sotomayor (Espanha/Chile)
Un efecto óptico (An optical illusion/Interval), de Juan Cavestany (Espanha)
Ya no duermo, de Marina Palacio Burgueño (Espanha)

PERLAK

El agente topo (The Mole Agent), de Maite Alberdi (Chile/EUA/Alemanha/Holanda/Espanha)

DONOSTIA AWARD SCREENINGS

Falling, de Viggo Mortensen (Canadá/Reino Unido)

*Novos títulos serão anunciados em breve, assim como os selecionados para a mostra Horizontes Latinos.

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.