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CINEVITOR #350: Entrevista com Sonia Braga | Edição Especial

por: Cinevitor

soniabragacinevitor350Sonia Braga: convidada ilustre no CINEVITOR 350!

Em fevereiro deste ano, comemoramos seis anos de CINEVITOR. Tudo começou em 2013 como um programa de cinema na internet. De lá pra cá, muita coisa aconteceu, mas sempre mantivemos nosso compromisso de dialogar com o público sobre a sétima arte de diversas maneiras.

Foram muitas críticas, matérias publicadas no site e nas redes sociais, programas com os mais variados temas, especiais, entrevistas com convidados ilustres, coberturas de festivais, eventos e muito mais. Assim continuaremos e seguiremos sempre com novidades para quem nos acompanha. Nesse tempo, nosso canal no YouTube alcançou mais de 1 milhão de visualizações e segue crescendo. Em nossos programas já passaram mais de 850 entrevistados, desde atores, produtores, diretores, políticos, músicos, artistas internacionais, esportistas: todos conectados pela sétima arte.

Pois, chegou a hora de comemorarmos 350 programas! Um número tão emblemático não poderia passar em branco. Para isso, fizemos um programa especial com uma convidada ilustre: Sonia Braga! Considerada uma das maiores atrizes do Brasil, ganhou reconhecimento aqui e lá fora por seu trabalho em filmes que marcaram nossa cinematografia.

Depois do sucesso estrondoso em Aquarius, longa que lhe rendeu diversos prêmios, Sonia está de volta às telonas em Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. O filme, premiado no Festival de Cannes, foi exibido na noite de abertura do 47º Festival de Cinema de Gramado e segue em cartaz nos cinemas brasileiros.

Aproveitamos a passagem da atriz pelo evento gaúcho e a convidamos para participar do CINEVITOR 350. No bate-papo, falamos sobre Bacurau, cultura brasileira e a atual situação do país, meio ambiente, futuro e esperança.

Aperte o play, assista e comemore conosco:

Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto.

Teaser de Minha Mãe é uma Peça 3, com Paulo Gustavo, é divulgado

por: Cinevitor

minhamaepeca3teaserPaulo Gustavo e Rodrigo Pandolfo em cena.

A primeira cena de Minha Mãe é uma Peça 3 acaba de ser divulgada e revela que a família de Dona Hermínia vai aumentar. No terceiro filme da franquia, protagonizado por Paulo Gustavo e dirigido por Susana Garcia, essa supermãe vai ter que segurar a emoção para lidar com tantas novidades e um novo cenário de vida.

Marcelina, papel de Mariana Xavier, está grávida e Juliano, interpretado por Rodrigo Pandolfo, vai casar. Ela recebe as duas notícias ao mesmo tempo e da forma mais improvável possível: sendo atendida no hospital. Na cena, ela tem um piripaque e tira o soro do braço por conta própria.

Com os filhos formando novas famílias, Dona Hermínia precisa se reinventar e se redescobrir. A comédia retrata justamente como ela vai lidar com essas novidades que vão deixá-la mais ansiosa do que nunca. Para completar as confusões, Carlos Alberto, vivido por Herson Capri, seu ex-marido, que esteve sempre por perto, agora resolve ficar ainda mais próximo.

A franquia Minha Mãe é uma Peça é baseada na peça de mesmo nome, criada e estrelada por Paulo Gustavo que levou milhões de espectadores ao teatro ao longo dos anos em cartaz. Lançados em 2013 e 2016, os dois primeiros filmes levaram juntos mais de 13 milhões de espectadores aos cinemas. No último longa da personagem, Dona Hermínia se tornou uma famosa apresentadora de TV e a sua história bateu, na época, o recorde de maior arrecadação do cinema brasileiro, com R$ 173.798.332,00.

Assista ao teaser de Minha Mãe é uma Peça 3, que estreia no dia 26 de dezembro:

Foto: Reprodução/YouTube.

Marcélia Cartaxo será homenageada no 12º Los Angeles Brazilian Film Festival

por: Cinevitor

marcelialabrffA atriz no Festival de Gramado deste ano: ovacionada.

O Los Angeles Brazilian Film Festival acaba de anunciar que a atriz Marcélia Cartaxo será a grande homenageada da 12ª edição do evento, que acontecerá entre os dias 13 e 17 de outubro. Com isso, passa a compor o time de atores e atrizes renomados que já receberam a homenagem do LABRFF, a exemplo de Tuna Dwek e José de Abreu.

A paraibana, que foi ovacionada no Festival de Cinema de Gramado e levou o kikito de melhor atriz pelo filme Pacarrete, de Allan Deberton, integrante da Seleção Oficial do LABRFF 2019, estará em Los Angeles para receber a homenagem durante a noite de abertura do festival.

Nascida em Cajazeiras, no sertão da Paraíba, Marcélia estreou nas telonas em A Hora da Estrela como Macabéa, personagem da obra-prima de Clarice Lispector, papel que lhe rendeu o primeiro de quatro Candangos no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, incluindo a viúva Querência de A História da Eternidade, do pernambucano Camilo Cavalcante.

Com uma trajetória brilhante, Marcélia acumula ainda outros grandes prêmios, como o Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim por A Hora da Estrela, de Suzana Amaral; melhor atriz no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, por Madame Satã; entre outros. Além disso, também foi homenageada em outros festivais, como: Festival Aruanda de Cinema, Curta na SerraCine AmazôniaCine Belo Jardim.

“Marcélia é uma legítima representante do cinema brasileiro. Uma atriz com uma vida dedica à arte, com um trabalho magnífico que resiste a todas as adversidades que os artistas brasileiros passaram ao longo das últimas décadas. É uma honra poder homenageá-la e ter a presença dela no nosso festival”, afirma Meire Fernandes, fundadora do LABRFF.

O 12º Los Angeles Brazilian Film Festival começa no dia 13 de outubro no Harmony Gold Theater, em Hollywood. O evento segue até o dia 17 de outubro, no Monica Film Center, no coração de Santa Mônica, onde será realizada a noite de premiação. No total, 48 filmes foram selecionados e estão divididos em mostras competitivas e de exibição especial. O LABRFF 2019 ainda estreia uma competição de videoclipes com a fundação do Los Angeles Latin Music Video Festival.

Fundado em 2008, o LABRFF se tornou uma vitrine para as produções brasileiras em Hollywood. O festival já exibiu mais de 680 títulos, premiou mais de 250 profissionais do cinema e contribuiu para a realização de longas metragens no Brasil em parceria com os Estados Unidos, além de ter colaborado para o licenciamento de diversos títulos brasileiros para majors de distribuição americana. O LABRFF se tornou o festival de cinema brasileiro de maior prestígio no exterior.

Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto.

Jojo Rabbit, de Taika Waititi, é o grande vencedor do Festival de Toronto 2019

por: Cinevitor

jojorabbitvencetorontoRoman Griffin Davis, Taika Waititi e Scarlett Johansson em Jojo Rabbit.

Foram anunciados neste domingo, 15/09, os vencedores da 44ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto. Conhecido como um termômetro para o Oscar, o festival, um dos mais importantes do mundo, entrega o prêmio de melhor filme para o longa mais votado pelo público. Neste ano, entre 245 produções, de 82 países, Jojo Rabbit, dirigido por Taika Waititi, se consagrou como o grande campeão.

A comédia dramática conta a história de um garoto membro da Juventude Hitlerista, que passa boa parte do tempo com seu amigo imaginário, uma versão diferenciada de Adolf Hitler. Quando descobre que sua mãe está escondendo uma judia em casa, o menino fica furioso e tenta expulsá-la de diversas maneiras, até criar uma certa amizade com ela. O elenco conta com Sam Rockwell, Scarlett Johansson, Rebel Wilson, Thomasin McKenzie e Roman Griffin Davis.

Nesta edição, a atriz e cineasta francesa Mati Diop, recentemente premiada no Festival de Cannes com Atlantique, foi homenageada com o Mary Pickford Award, que reconhece um talento feminino emergente que tem inovado no audiovisual. O prêmio, criado este ano, segue o compromisso de defender as mulheres e diversas vozes que estão em frente e atrás das câmeras.

Além disso, o TIFF Tribute Actor Awards foi entregue para: o ator Joaquin Phoenix, que marcou presença no festival com Coringa, de Todd Phillips; e Meryl Streep, que exibiu em Toronto o drama The Laundromat, de Steven Soderbergh. O diretor neozelandês Taika Waititi, que apresentou seu novo filme, a comédia dramática Jojo Rabbit, recebeu o TIFF Ebert Director Award, honraria que reconhece e homenageia um ilustre cineasta por sua excelente contribuição ao cinema. A produtora cinematográfica americana Participant Media recebeu o TIFF Impact Award.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Toronto 2019:

MELHOR FILME | Grolsch People’s Choice Award:
Jojo Rabbit, de Taika Waititi (Alemanha/EUA)
2º lugar: História de um Casamento (Marriage Story), de Noah Baumbach (EUA)
3º lugar: Parasita (Gisaengchung/Parasite), de Bong Joon-ho (Coreia do Sul)

MELHOR DOCUMENTÁRIO | People’s Choice Documentary Award:
The Cave, de Feras Fayyad (Síria/Dinamarca/Alemanha/EUA/Qatar)
2º lugar: I Am Not Alone, de Garin Hovannisian (Armênia/EUA)
3º lugar: Dads, de Bryce Dallas Howard (EUA)

PRÊMIO MOSTRA MIDNIGHT MADNESS | Grolsch People’s Choice Award:
The Platform (El hoyo), de Galder Gaztelu-Urrutia (Espanha)
2º lugar: The Vast of Night, de Andrew Patterson (EUA)
3º lugar: Blood Quantum, de Jeff Barnaby (Canadá)

PRÊMIO TORONTO PLATFORM | Melhor Filme:
Martin Eden, de Pietro Marcello (Itália/França/Alemanha)
Menção Honrosa: Anne at 13,000 ft, de Kazik Radwanski (Canadá) e Proxima, de Alice Winocour (França/Alemanha)

PRÊMIO CANADA GOOSE | Melhor Filme Canadense:
Antigone, de Sophie Deraspe
Menção Especial: The Body Remembers When the World Broke Open, de Elle-Máijá Tailfeathers e Kathleen Hepburn

PRÊMIO CITY OF TORONTO | Melhor Filme Canadense de Estreia:
The 20th Century, de Matthew Rankin

MELHOR CURTA-METRAGEM CANADENSE:
Delphine, de Chloé Robichaud
Menção Especial: The Physics of Sorrow, de Theodore Ushev

MELHOR CURTA-METRAGEM INTERNACIONAL:
All Cats Are Grey in the Dark, de Lasse Linder (Suíça)
Menção Especial: The Nap (La Siesta), de Federico Luis Tachella (Argentina)

PRÊMIO FIPRESCI | Discovery Programme:
Murmur, de Heather Young (Canadá)

PRÊMIO FIPRESCI | Special Presentations:
How to Build a Girl, de Coky Giedroyc (Reino Unido)

PRÊMIO NETPAC:
1982, de Oualid Mouaness (Líbano/EUA/Noruega/Qatar)

Foto: Divulgação/Fox Searchlight.

CINEVITOR #349: Entrevista com Lilia Cabral | Edição Especial

por: Cinevitor

liliacabralcearaespecialConsagrada: Lilia foi homenageada no Cine Ceará.

Além de tantas personagens marcantes na TV, Lilia Cabral também se destacou nas telonas. Seu maior sucesso, Divã, de José Alvarenga Jr., levou mais de um milhão de espectadores aos cinemas. A comédia dramática lhe rendeu vários prêmios por sua atuação, entre eles, Miami Brazilian Film Festival e Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Em seu currículo constam também: Dias Melhores Virão (1989), Stelinha (1990), Como Ser Solteiro (1998), A Partilha (2001), Julio Sumiu (2014), entre outros.

Na TV, com sua personagem Marta, da novela Páginas da Vida, de Manoel Carlos, foi aclamada pelo público e pela crítica. Por essa atuação, foi indicada ao Emmy Internacional e premiada pela APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte.

Lilia passou pelo 29º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema para receber o Troféu Eusélio Oliveira. A homenagem foi apresentada pelo amigo e colega de trabalho, o ator José Loreto, com quem atuou recentemente na novela O Sétimo Guardião. Depois da receber a honraria, apresentou, no Cineteatro São Luiz, ao lado da equipe, o filme Maria do Caritó, exibido fora de competição.

No longa, dirigido por João Paulo Jabur, interpreta uma solteirona em busca do amor verdadeiro. O filme é baseado em uma peça homônima, “escrita especialmente para o retorno da atriz Lilia Cabral ao teatro”, como conta o escritor Newton Moreno. A comédia dramática ficou cinco anos em cartaz antes de ganhar as telas dos cinemas e foi um verdadeiro sucesso de público. Indicada a seis categorias no Prêmio Shell, em 2010, a peça Maria do Caritó contou ainda com a vitória de Lilia na categoria de melhor atriz no Prêmio Contigo!, em 2011.

Aproveitamos a passagem da atriz por Fortaleza e fizemos um programa especial relembrando alguns sucessos de sua carreira. Além disso, Lilia também falou da emoção de ser homenageada e de exibir Maria do Caritó pela primeira vez para o público.

Aperte o play e confira:

Foto: Rogerio Resende.

Queer Lisboa 2019 anuncia seleção; filmes brasileiros se destacam na programação

por: Cinevitor

gretaqueerlisboaMarco Nanini em Greta, de Armando Praça: selecionado.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 13/09, os selecionados para a 23ª edição do Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer, que acontecerá entre os dias 20 e 28 de setembro, e que aborda novas propostas cinematográficas de temática gay, lésbica, bissexual, transgênero e transexual.

Criado em 1997, o Queer Lisboa é considerado um dos festivais de gênero mais reconhecidos mundialmente e neste ano conta com 101 filmes, de 36 países, em sua programação. Além disso, é o festival de cinema mais antigo de Lisboa, em Portugal.

O cinema brasileiro marca forte presença no evento: o documentário Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, será o filme de abertura desta edição. Na mostra Hard Nights, Alfredo Não Gosta de Despedidas, de André Medeiros Martins, será exibido fora de competição. Além disso, na Mostra Competitiva de Longas destacam-se: Greta, de Armando Praça, e Sócrates, de Alexandre Moratto; além da coprodução Breve História do Planeta Verde, de Santiago Loza.

Entre os curtas em competição, três produções brasileiras foram selecionadas: Estamos Todos Aqui, de Chico Santos e Rafael Melim; O Mistério da Carne, de Rafaela Camelo; e NEGRUM3, de Diego Paulino. Na mostra Queer Art, o Brasil aparece com Ilha, de Ary Rosa e Glenda Nicácio; e Sol Alegria, de Tavinho Teixeira e Mariah Teixeira.

O júri da Competição de longas-metragens será composto por: Wieland Speck, cineasta e diretor da mostra Panorama do Festival de Berlim até 2017; Teresa Villaverde, cineasta portuguesa; e a atriz Isabél Zuaa. O júri da Competição de documentários conta com Joana de Sousa, So Mayer e Margarida Mercês de Mello. Na mostra de curtas-metragens, o júri será formado por: Catherine Boutaud, cineasta francesa; Alexander David, ator e diretor português; e Mickaël Gaspar, ator francês. Por fim, o júri da Competição Queer Art será formado por David Cabecinha, Sara OrsiFrancisco Queirós.

Skate Kitchen, de Crystal Moselle, que foi exibido no Festival de Sundance, em 2018, será o filme de encerramento deste ano.

Conheça os filmes selecionados para o Queer Lisboa 2019:

COMPETIÇÃO | LONGAS-METRAGENS:

And Then We Danced, de Levan Akin (Suécia/Geórgia/França)
Breve História do Planeta Verde (Breve Historia del Planeta Verde), de Santiago Loza (Argentina/Alemanha/Brasil/Espanha)
Carmen y Lola, de Arantxa Echevarría (Espanha)
Greta, de Armando Praça (Brasil)
As Filhas do Fogo (Las Hijas del Fuego), de Albertina Carri (Argentina)
Memories of My Body (Kucumbu Tubuh Indahku), de Garin Nugroho (Indonésia)
Port Authority, de Danielle Lessovitz (EUA/França)
Sócrates, de Alexandre Moratto (Brasil)

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIOS:

Game Girls, de Alina Skrzeszewska (França/Alemanha)
Irving Park, de Panayotis Evangelidis (Grécia)
Man Made, de T Cooper (EUA)
My War Hero Uncle (Elifelet), de Shaked Goren (Israel)
Ni d’Ève, ni d’Adam. Une Histoire Intersexe (No Box for Me. An Intersex Story), de Floriane Devigne (França/Suíça)
One Taxi Ride (Un Viaje en Taxi), de Mak CK (México/Singapura)
El Silencio Es un Cuerpo que Cae, de Agustina Comedi (Argentina)
Una Banda de Chicas, de Marilina Giménez (Argentina)

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS:

A Gift (Kado), de Aditya Ahmad (Indonésia)
After… After… (Access), de Jordan Lord (EUA)
Ant-Man, de Viet Vu (Vietnã)
The Eddies, de D’Angelo Madsen Minax (EUA)
Estamos Todos Aqui, de Chico Santos e Rafael Melim (Brasil)
Floss, de Popo Fan (China)
The Glamorous Boys of Tang, de Su Hui-yu (Taiwan)
Great Again, de Kirrilee Bailey (Austrália)
Heart of Hunger, de Bernardo Zanotta (Holanda)
Lockdown, de Logan George e Celine Held (EUA)
O Mistério da Carne, de Rafaela Camelo (Brasil)
Mom’s Clothes, de Jordan Wong (EUA)
Mr. Mare (Lidérc úr), de Luca Tóth (Hungria/França)
NEGRUM3, de Diego Paulino (Brasil)
Old Narcissus, de Tsuyoshi Shoji (Japão)
Parsi, de Eduardo Williams e Mariano Blatt (Argentina/Suíça)
Pirate Boys, de Pol Merchan (Alemanha)
The Politics of Choice and the Possibility of Leaving, de Megan-Leigh Heilig (África do Sul/Bélgica)
Printed Sunset, de Andrés Baron (França)
Prisoner of Society, de Rati Tsiteladze (Geórgia)
Tendresse (Tenderness), de Maxime Rappaz (Suíça)
Whole, de Slava Doytcheva (Bulgária)

COMPETIÇÃO | QUEER ART:

Capital Retour, de Léo Bizeul (França)
Doozy, de Richard Squires (Reino Unido)
Ilha, de Ary Rosa e Glenda Nicácio (Brasil)
Letters to Paul Morrissey, de Armand Rovira (Espanha)
Manta Ray, de Phuttiphong Aroonpheng (Tailândia/França/China)
Normal, de Adele Tulli (Itália/Suécia)
Searching Eva, de Pia Hellenthal (Alemanha)
Sol Alegria, de Tavinho Teixeira e Mariah Teixeira (Brasil)

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS | ESCOLA EUROPEIA IN MY SHORTS:

A Room of Oblivion, de Dorothy Cheung (Holanda/Hong Kong)
Après le Silence (After the Silence), de Sonam Larcin (Bélgica)
Cheesy Films (Kitschige Filme), de Eline Gehring (Alemanha)
Constanza, de Melisa Liebenthal (França/Argentina)
Dante vs. Mohammed Ali, de Marc Wagenaar (Holanda/Bélgica)
I, Bloom (Ek, Blom), de Zanré Reed (Bélgica)
I Am a Believer, de Bettina Blanc Penther (França)
Isha, de Christopher Manning (Reino Unido)
Pink Pink, de Youssef Youssef (Suíça)
The Sea Runs thru My Veins, de Zara Zandieh (Alemanha/França/Grécia/Portugal)
Tom Has a Plant, de Thinh Nguyen (Dinamarca)
You Are a Letter, Written Not with Ink, but with the Spirit, de David Leal (Reino Unido)

Foto: Aline Belfort.

O Clube dos Canibais, novo filme de Guto Parente, ganha trailer e data de estreia

por: Cinevitor

clubecanibaistrailerAna Luiza Rios e Tavinho Teixeira em cena.

O novo filme de Guto Parente, O Clube dos Canibais, conta a história de Otávio e Gilda, um casal rico da elite brasileira que tem o hábito de comer seus empregados. Otávio, interpretado por Tavinho Teixeira, possui uma empresa de segurança privada e é um membro notável do Clube dos Canibais, uma organização secreta formada por homens poderosos adeptos do canibalismo. Quando Gilda, papel de Ana Luiza Rios, acidentalmente descobre um segredo de um poderoso deputado e líder do Clube, a vida dela e a de seu marido passam a correr perigo.

Todo filmado no estado do Ceará, em Fortaleza e na praia de Guajiru, a primeira ideia para o longa surgiu a partir de uma história real que aconteceu em Porto Alegre. Guto conheceu a história a partir da leitura de O Maior Crime da Terra, do escritor e historiador Décio Freitas. O livro aborda assassinatos que aconteceram em Porto Alegre entre anos anos de 1864 e 1865, conhecidos como Crimes da Rua do Arvoredo, onde um casal atraia suas vítimas para casa, as matava, as esquarteja e produzia linguiças de carne humana. As linguiças eram vendidas em um açougue da cidade e muito apreciadas pela população. As vítimas eram homens seduzidos por Catarina Palse, que os fazia acreditar que ela iria para a cama com eles, mas que acabavam assassinados por seu marido, José Ramos.

“Esse jogo sexual perverso e fetichista do casal foi o que eu peguei emprestado dessa macabra história real para criar os personagens e práticas do Clube dos Canibais, que aponta para um lugar talvez mais exagerado e absurdo ainda, por envolver questões de classe e poder. A ideia de um casal canibal também ganha camadas muito particulares quando esse casal faz parte da alta elite brasileira, dos que mandam no país”, explicou o diretor

Como um filme de terror e suspense, O Clube dos Canibais tem traços de gore ao mesmo tempo que a origem dos personagens na narrativa complexifica a leitura e acrescenta elementos de crítica social. “Durante a minha adolescência eu vi todos os filmes de terror disponíveis na locadora perto da minha casa, era uma obsessão. Depois essa fase passou, mas continuei sentindo uma atração pelo gênero. E já faz algum tempo que venho querendo realizar filmes de suspense e terror. Em 2013/14 eu e a Ticiana rodamos um terror romântico chamado A Misteriosa Morte de Pérola, filmado na França, enquanto estávamos morando por lá. E foi nessa época que surgiu a ideia do Clube dos Canibais e o primeiro tratamento do roteiro”, completou Guto, que recentemente dirigiu Inferninho ao lado de Pedro Diogenes.

O Clube dos Canibais fez sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Roterdã, em 2018,  e já foi exibido em mais de 30 festivais internacionais ao longo de 2018 como: BAFICI, BFI London FF, Scream Singapore, Fantasy Filmfest, Strasbourg European Fantastic FF, entre outros. O filme já foi vendido para diversos territórios, com distribuição garantida em países como EUA, Alemanha, Japão, Inglaterra, Suécia, Noruega, Dinamarca.

O elenco conta também com Pedro Domingues, Zé Maria Jonas, Bruno Prata, Galba Nogueira, LC Galetto e Fátima Muniz.

Confira o trailer de O Clube dos Canibais, que estreia no dia 3 de outubro:

Foto: Divulgação/Olhar Distribuição.

Legalidade

por: Cinevitor

legalidadeposterDireção: Zeca Brito

Elenco: Leonardo Machado, Cleo, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Letícia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito.

Ano: 2019

Sinopse: Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

*Clique aqui e confira nossa matéria especial sobre o filme em Gramado.

*Filme visto no 47º Festival de Cinema de Gramado.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

A Vida Invisível: Karim Aïnouz, Carol Duarte e Julia Stockler falam sobre Oscar, bastidores e exibição no 29º Cine Ceará

por: Cinevitor

karimatrizesceara2O diretor e as atrizes Julia Stockler e Carol Duarte.

Escolhido recentemente para ser o representante brasileiro na disputa por uma vaga entre os finalistas da categoria de melhor filme internacional no Oscar 2020, A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, comoveu o público do 29º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema na noite de abertura.

Além de ser premiado como melhor filme da mostra Un Certain Regard, paralela ao Festival de Cannes, sendo o primeiro filme brasileiro a receber o prêmio máximo na categoria, também foi contemplado com o CineCoPro Award no Filmfest München, na Alemanha, e consagrado no Festival de Cine de Lima.

Antes da exibição, o cineasta foi homenageado com o Troféu Eusélio Oliveira, entregue por Fernanda Montenegro, que foi ovacionada pelo público do Cineteatro São Luiz, em Fortaleza. Em uma noite que já entrou para a história do festival, Karim apresentou seu filme ao lado de alguns integrantes da equipe.

O longa é uma livre adaptação da obra homônima de Martha Batalha e traz Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Maria Manoella, Bárbara Santos, Flavia Gusmão e Flavio Bauraqui no elenco. Com roteiro assinado por Murilo Hauser, em colaboração com a uruguaia Inés Bortagaray e o próprio diretor, o longa, ambientado majoritariamente na década de 1950, foi rodado no Rio de Janeiro, nos bairros da Tijuca, Santa Teresa, Estácio e São Cristóvão. A direção de fotografia é da francesa Hélène Louvart, de As Praias de Agnès e Lazzaro Felice, que assina seu primeiro longa brasileiro, e a alemã Heike Parplies, de Toni Erdmann, assina a montagem.

No dia seguinte, depois da coletiva de imprensa, o diretor e as protagonistas de A Vida Invisível, Carol Duarte e Julia Stockler, conversaram com o CINEVITOR. Em entrevista exclusiva, falaram sobre a estreia brasileira no Ceará, bastidores, preparação, equipe feminina, entrosamento do elenco, Fernanda Montenegro, distribuição pela Amazon Studios e Oscar.

Aperte o play e confira:

*O CINEVITOR esteve em Fortaleza e você acompanha a cobertura do 29º Cine Ceará por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Rogerio Resende.

Carcereiros – O Filme, com Rodrigo Lombardi e Kaysar Dadour, ganha trailer

por: Cinevitor

carcereirostrailerKaysar Dadour, ex-BBB, estreia nas telonas.

Inspirado no livro homônimo de Drauzio Varella e na série de sucesso da Globo, vencedora do Grande Júri no MIPTV 2017, em Cannes, Carcereiros – O Filme, protagonizado por Rodrigo Lombardi e dirigido por José Eduardo Belmonte, traz uma nova história de dentro do presídio. Desta vez, Adriano será encarregado de encarcerar um perigoso terrorista internacional, interpretado por Kaysar Dadour.

Responsável por garantir a tranquilidade no presídio, o agente penitenciário Adriano, papel de Lombardi, precisa deixar seus dilemas familiares de lado toda vez que sai para trabalhar. Com a chegada de Abdel, interpretado por Kaysar, um perigoso terrorista internacional, a tensão no presídio, que já vive dias de terror por conta da luta entre duas facções criminosas, torna-se ainda maior. Agora, enquanto tenta controlar todos os passos de Abdel, Adriano terá que fazer o possível para conter uma possível rebelião.

“O filme relata uma noite nesse presídio. É um filme de ação, um gênero que o Brasil gosta muito”, conta Rodrigo Lombardi. “As pessoas que assistiram à série já entendem aquele universo e quem não viu a série pode ver o filme sem problema nenhum, porque o carcereiro Adriano é um resumo de todos os carcereiros”. O longa traz a realidade dos homens que, mesmo sem estarem presos, passam seus dias atrás das grades.

O elenco conta ainda com Jackson Antunes, Dan Stulbach, Tony Tornado, Milton Gonçalves, Rafael Portugal, Bianca Müller, Rainer Cadete e Ivan de Almeida. Com roteiro assinado por Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, o longa é uma produção da Globo Filmes, em coprodução com a Gullane e Spray Filmes.

Confira o trailer de Carcereiros – O Filme, que chega aos cinemas no dia 28 de novembro:

Foto: Ramón Vasconcellos.

Pandora Filmes comemora 30 anos com mostra especial; programação terá exibições em película e debates

por: Cinevitor

amoresexpressospandoraBrigitte Lin em Amores Expressos, de Wong Kar-Wai.

Em 2019, a Pandora Filmes completa 30 anos de atuação e para celebrar esta data realizará uma semana de programação especial, no Petra Belas Artes. Serão 13 longas cults lançados no Brasil pela distribuidora exibidos em película, além de 2 filmes inéditos. Algumas sessões serão seguidas de debates, realizados em parceria com a Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

A abertura para convidados será no dia 11 de setembro, com a exibição de Papicha, dirigido por Mounia Meddour, longa inédito no Brasil, que foi um dos destaques do último Festival de Cannes, na mostra Un Certain Regard, e escolhido para representar a Argélia na disputa por uma indicação ao Oscar de melhor filme internacional.

“Nestes 30 anos pude realizar meu sonho de quando comecei: trazer para o Brasil o que de melhor era produzido no cinema mundial e relançar cópias restauradas de alguns dos maiores clássicos do cinema”, disse André Sturm. “Fui formada pelos filmes distribuídos pela Pandora e é muito legal poder contribuir com esta história que segue com a mesma ousadia no presente. Seguimos apostando em filmes que depois são contemplados com a Palma, o Oscar e outros prêmios importantes, o que certifica nosso olhar afiado para o que há de mais relevante na cinematografia mundial”, celebra Paula Cosenza.

Na programação, destacam-se: Trainspotting – Sem Limites, de Danny Boyle, com trilha sonora ao vivo; o indicado ao Oscar As Bicicletas de Belleville, de Sylvain Chomet; Amores Expressos, primeiro filme de Wong Kar-Wai a estrear no país; Morte em Veneza, de Luchino Visconti, que será exibido em cópia restaurada; além do inédito Adoniran – Meu Nome é João Rubinato, de Pedro Serrano.

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos.

Confira a programação da Mostra 30 Anos Pandora:

12/9, quinta-feira:
14h: O Gosto dos Outros, de Agnès Jaoui (2000)
19h, O Passageiro, Profissão Repórter, de Michelangelo Antonioni (1975) (sessão seguida de debate com Inácio Araújo e Luiz Carlos Merten)

13/9, sexta-feira:
14h: Concorrência Desleal, de Ettore Scola (2001)
19h: Paixão Selvagem, de Serge Gainsbourg (1976) (sessão seguida de debate com Fernando Oriente e Nayara Reynaud)

14/9, sábado:
14h: As Bicicletas de Belleville, de Sylvain Chomet (2003)
17h: Trainspotting – Sem Limites, de Danny Boyle (1996) (sessão com música ao vivo)
19h: Morte em Veneza, de Luchino Visconti (1971)

15/9, domingo:
14h: O Balão Vermelho (curta) (1956) e Cavalo Branco (1953), de Albert Lamorisse
19h: Amores Expressos, de Wong Kar-Wai (1994)

16/9, segunda-feira:
14h: Tomboy, de Céline Sciamma (2011)
19h: Tabu, de Nagisa Ôshima (1999) (sessão seguida de debate com César Zamberlan e Neusa Barbosa)

17/9, terça-feira:
14h: Adoniran – Meu Nome é João Rubinato, de Pedro Serrano (2018)
19h: A Lei do Desejo, de Pedro Almodóvar (1987) (sessão seguida de debate com Antônio Carlos Egypto e Luiza Lusvarghi)

18/9, quarta-feira:
14h: Medos Privados em Lugares Públicos, de Alain Resnais (2006)
19h: O Invasor, de Beto Brant (2001) (sessão seguida de debate com Maria do Rosário Caetano e Beto Brant)

Os ingressos da mostra também terão preço especial: R$ 18,00 (inteira) e R$ 9,00 (meia) e poderão ser adquiridos na bilheteria do cinema ou pelo site na semana de abertura da mostra. Alguns ingressos serão sorteados para o público nas redes sociais da Pandora.

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.

Conheça os filmes selecionados para o Los Angeles Brazilian Film Festival 2019

por: Cinevitor

pacarretelosangelesMarcélia Cartaxo em cena de Pacarrete, de Allan Deberton: selecionado.

Foram revelados neste sábado, 07/09, os filmes selecionados para a 12ª edição do Los Angeles Brazilian Film Festival, LABRFF, reconhecido como um dos mais importantes festivais de cinema brasileiro fora do Brasil. O anúncio foi realizado pela fundadora do evento, Meire Fernandes, durante uma live no perfil oficial do festival no Instagram.

Neste ano, 48 filmes serão exibidos ao longo da programação do LABRFF, entre curtas e longas, que acontecerá entre os dias 13 e 17 de outubro. Além disso, foi divulgada a Seleção Oficial do 1º Los Angeles Latin Music Video Festival, competição de videoclipes lançada pelo festival.

A noite de abertura será no Harmony Gold Theater, em Hollywood, com a estreia do documentário Child of Nature, de Marcos Negrão e Miguel Krigsner. Uma produção brasileira filmada em 15 países ao longo de três anos, o documentário traz histórias de coragem, esperança e generosidade com uma mensagem global importante para o momento atual da humanidade.

A noite de encerramento acontecerá no Laemmle Theater, localizado no coração de Santa Mônica, onde acontecem todas as exibições após noite de abertura. O filme selecionado para encerrar o LABRFF 2019 foi Veneza, de Miguel Falabella.

Conheça os filmes selecionados para o LABRFF 2019:

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS:
Veneza, de Miguel Falabella
Pacarrete, de Allan Deberton
Deslembro, de Flavia Castro
Boca de Ouro, de Daniel Filho
Foi no Carnaval que Passou, de Leo Leite

MOSTRA PARALELA DE LONGAS:
Solteira Quase Surtando, de Caco Souza
Minha Vida em Marte, de Susana Garcia

DOCUMENTÁRIOS | COMPETIÇÃO:
Child of Nature, de Marcos Negrão e Miguel Krigsner
Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves
Tá Rindo de Quê?, de Alê Braga, Alvaro Campos e Claudio Manoel
O Incerto Lugar do Desejo, de Paula Trabulsi
Alceu Valença na Embolada do Tempo, de Paola Vieira
Som, Sol & Surf Saquarema, de Helio Pitanga
Expedition 21, de Alex Duarte

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS | BRASIL:
Teoria Sobre um Planeta Estranho, de Marco Antônio Pereira
Aquarela, de Al Danuzio
The Rio Dancer, de Joe Ferreira
Até 10, de Gabriel Coelho
Cadeia Alimentar, de Raphael Medeiros
A Guitarra e o Plebeu, de Breno Soares
Realidade Frenética, de Ronan Horta
O Menino na Terra do Sol, de Michel Marchetti
O Grande Amor de um Lobo, de Kennel Rógis e Adrianderson Barbosa
Signal, de Diogo Morgado
Sure Belle, de Samy Waitzberg
Rosas, de Ivann Willig
Sonhos, de Douglas Ferreira

SPOTLIGHT ON YOUNG FILMMAKERS | COMPETIÇÃO | BRASIL:
Mata, de Marlom Meirelles
O Véu de Amani, de Renata Diniz
Só Sei Que Foi Assim, de Giovanna Muzel
Ana, de Sofia Brayner

SPOTLIGHT ON YOUNG FILMMAKERS | COMPETIÇÃO | EUA:
Road Kill, de Tyrone Trullinger
Siren, de Jared Armijo
Roses Are Blind, de Gui Agostini
Mariposa, de Dimitri Luedemann

SPOTLIGHT ON PARAÍBA | Mostra de Cinema Walfredo Rodriguez:
Rebento, de André Morais
Bodas de Aruanda, de Chico Sales
Crua, de Diego Lima
Deus não acredita em Máquinas, de Ely Marques

SPOTLIGHT ON INTERNATIONAL SHORTS:
Fly Away in LA, de Vitor Cardoso
Double Blind, de Ana Silvani
Tyler, de Joel Junior
God’s Gracie, de Chateubriand Bezerra
2119 Acabou-se Foi Tudo, de Edmilson Filho
No Strings Attached, de Victor Soares
Don’t Look Back, de Humberto Rosa
Deserter, de Rodrigo Tavares

LABRFF CASE:
Essência, de Lael Arruda e Lúcio César Fernandes

1º Los Angeles Latin Music Video Festival | LAMV IN COMPETITION:
Thin Line, de Pedro Burgerbrau
Coração Cigano, de Lia Paris
Eyes on Eyes, de Mess Santos
Sound of Nature, de Rodrigo Seccon, Ivan Tracz, Rafael Zipperer Ribas e Fábio Júlio Nogara
Saci, de Rafael Kent
Pray, de Mess Santos
Banzé, de Leopold Nunan
Body on Fire, de Sâmia Emerenciano
Print, de Gabriel Novis
Flood, de Leco Petersen
Dirty Cup, de Passarinho
My place, de Pedro Burgerbrau
One last time, de Claudio Macedo
Front of Us, de Gabriel Novis
Tem Quem Gosta, de Gabriel Zerra
Remexendo, de Kaique Alves
Vida Longa aos Bons de Coração, de Tico Fernandes

FORA DE COMPETIÇÃO:
Love is all we need, de Claudio Macedo
O Barco Distante, de Julio Cezar Fonseca dos Santos e Vicente Gallo
Fazendo Assim, de Mariana Jorge
The Survivor, de Marcio Lugó

NEW RELEASES:
One World Family, de Marcos Negrão
We Are One, de Marcos Negrão
The First Hour, de Cesar Raphael
Naturalmente Cai, de Gabriel Novis
AA Song, de Gabriel Novis

Foto: Luiz Alves.