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Conheça os vencedores do Festival de Cannes 2018

por: Cinevitor

spikeleecannes2018O cineasta americano Spike Lee recebeu o Grand Prix.

Foram anunciados neste sábado, 19/05, os vencedores da 71ª edição do Festival de Cannes, que este ano contou com a atriz Cate Blanchett na presidência do júri. Ava DuVernay, Chang Chen, Robert Guédiguian, Khadja Nin, Léa Seydoux, Denis Villeneuve, Kristen Stewart e Andrey Zvyagintsev completavam o time responsável por avaliar e premiar os filmes da Competição Oficial.

Neste ano, o drama Manbiki kazoku (Shoplifters), dirigido pelo cineasta japonês Hirokazu Kore-eda, recebeu a Palma de Ouro, prêmio máximo do festival. Pela primeira vez na história do evento, uma Palma de Ouro Especial foi concedida pelo júri, que foi entregue ao francês Jean-Luc Godard pelo filme Le livre d’image.

O filme Girl, dirigido por Lukas Dhont e exibido na mostra Un Certain Regard, recebeu o prêmio Câmera de Ouro, dedicado a diretores estreantes, que contou com a cineasta Ursula Meier na presidência do júri.

Além disso, antes da premiação também foram divulgados os vencedores dos três prêmios concedidos pela FIPRESCI, Federação Internacional de Críticos de Cinema, que elege as melhores produções da Competição Oficial, da mostra Un Certain Regard e da Semana da Crítica ou Quinzena dos Realizadores. A crítica brasileira Neusa Barbosa fez parte do júri.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Cannes 2018:

COMPETIÇÃO OFICIAL:

Palma de Ouro: Manbiki kazoku (Shoplifters), de Hirokazu Koreeda (Japão)
Palma de Ouro Especial: Le livre d’image, de Jean-Luc Godard (França)
Grand Prix: BlacKkKlansman, de Spike Lee (EUA)
Melhor Direção: Pawel Pawlikowski, por Zimna wojna (Cold War) (Polônia/França/Reino Unido)
Prêmio do Júri: Capharnaüm, de Nadine Labaki (Líbano)
Melhor Ator: Marcello Fonte, por Dogman
Melhor Atriz: Samal Yeslyamova, por Ayka
Melhor Roteiro (empate): Lazzaro felice, escrito por Alice Rohrwacher (Itália/Suíça/França/Alemanha) e Three Faces, escrito por Jafar Panahi e Nader Saeivar (Irã)
Palma de Ouro | Curta-metragem: All These Creatures, dirigido por Charles Williams (Austrália)
Menção Especial do Júri | Curta-metragem: Yan Bian Shao Nian (On the Border), de Shujun Wei (China)

CÂMERA DE OURO | Caméra d’Or: Girl, de Lukas Dhont (Bélgica)

MOSTRA UN CERTAIN REGARD | UM CERTO OLHAR:

Prêmio Un Certain Regard: Gräns (Border), de Ali Abbasi (Suécia)
Melhor Interpretação: Victor Polster, por Girl, de Lukas Dhont (Bélgica)
Prêmio Especial do Júri: Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos (The Dead and the Others), de João Salaviza e Renée Nader Messora (Portugal/Brasil)
Melhor Direção: Sergey Loznitsa, por Donbass (Alemanha/Ucrânia/Holanda/Romênia)
Melhor Roteiro: Sofia, escrito por Meryem Benm’Barek (Marrocos)

QUINZENA DOS REALIZADORES:

Prêmio Art Cinema: Climax, de Gaspar Noé (França)
Prêmio SACD (Society of Dramatic Authors and Composers): En Liberté!, escrito por Pierre Salvadori, Benjamin Charbit e Benoît Graffin (França)
Label Cinema Europa: Troppa Grazia, de Gianni Zanasi (Itália)
Prêmio illy | Melhor curta-metragem: Skip Day, de Patrick Bresnan e Ivete Lucas (EUA)

SEMANA DA CRÍTICA:

Grande Prêmio Nespresso: Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt (Portugal/França/Brasil)
Prêmio SACD (Society of Dramatic Authors and Composers): Kona fer í stríð (Woman at War), escrito por Benedikt Erlingsson e Ólafur Egilsson
Prêmio Gan Foundation de Distribuição: Sir (Monsieur), de Rohena Gera (Índia/França)
Prêmio Canal+ | Curta-metragem: Un jour de mariage (A wedding day), de Elias Belkeddar (Argélia/França)
Prêmio Louis Roederer Foundation | Revelação: Félix Maritaud, por Sauvage
Prêmio Leica Cine Discovery | Curta-metragem: Ektoras Malo: I Teleftea Mera Tis Chronias (Hector Malot: The Last Day of the Year), de Jacqueline Lentzou (Grécia)

PRÊMIOS FIPRESCI | Federação Internacional de Críticos de Cinema:

Competição Oficial: Buh-Ning (Burning), de Chang-dong Lee (Coreia do Sul)
Un Certain Regard: Girl, de Lukas Dhont (Bélgica)
Semana da Crítica/Quinzena dos Realizadores: Egy Nap (One Day Un jour), de Zsófia Szilágyi (Hungria)

JÚRI ECUMÊNICO:
Melhor Filme: Capharnaüm (Capernaum), de Nadine Labaki (Líbano)
Menção Especial: BlacKkKlansman, de Spike Lee (EUA)

L’Œil d’or (Olho de Ouro) | MELHOR DOCUMENTÁRIO:
La strada dei Samouni (Samouni Road), de Stefano Savona (Itália/França)
Menção Especial: The Eyes of Orson Welles, de Mark Cousins (Reino Unido) e Libre (To the Four Winds), de Michel Toesca (França/Itália)

CINÉFONDATION:

Primeiro Prêmio: El verano del león eléctrico (The Summer of the Electric Lion), de Diego Céspedes (Chile)
Segundo Prêmio (empate): Kalendar (Calendar), de Igor Poplauhin (Rússia) e Dong wu xiong meng (The Storms in Our Blood), de Di Shen (China)
Terceiro Prêmio: Inanimate, de Lucia Bulgheroni (Reino Unido)

QUEER PALM:

Melhor longa-metragem: Girl, de Lukas Dhont (Bélgica)
Melhor curta-metragem: O Órfão (The Orphan), de Carolina Markowicz (Brasil)

Foto: Pascal Le Segretain.

Festival de Cannes 2018: coprodução brasileira é premiada na mostra Un Certain Regard

por: Cinevitor

chuvacantoriacannesCena do filme Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos: prêmio especial do júri.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 18/05, os vencedores da mostra Un Certain Regard, também conhecida como Um Certo Olhar, que coloca em evidência filmes dirigidos por novos cineastas, porém mais atípicos aos da Competição Oficial do Festival de Cannes.

Neste ano, o ator Benicio Del Toro presidiu o júri, que contou também com a cineasta palestina Annemarie Jacir, com o diretor russo Kantemir Balagov, com a atriz francesa Virginie Ledoyen e com a produtora americana Julie Huntsinger.

Entre os premiados, vale destacar o português Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, uma coprodução brasileira dirigida por João Salaviza e pela brasileira Renée Nader Messora. Rodado ao longo de nove meses na aldeia Pedra Branca (Terra Indígena Krahô, no Tocantins), sem equipe técnica e em negativo 16mm, o filme acompanha Ihjãc, um jovem Krahô que, após um encontro com o espírito do seu falecido pai se vê obrigado a realizar sua festa de fim de luto.

O filme é produzido por Ricardo Alves Jr. e Thiago Macêdo Correia, da Entre Filmes (responsável pela produção do longa Elon Não Acredita na Morte), em coprodução com a portuguesa Karõ Filmes e a Material Bruto, de São Paulo.

Conheça os vencedores da mostra Un Certain Regard 2018:

PRÊMIO UN CERTAIN REGARD:
Gräns (Border), de Ali Abbasi (Suécia)

MELHOR ROTEIRO:
Sofia, escrito por Meryem Benm’Barek (Marrocos)

MELHOR INTERPRETAÇÃO:
Victor Polster, por Girl, de Lukas Dhont (Bélgica)

MELHOR DIREÇÃO:
Sergey Loznitsa, por Donbass (Alemanha/Ucrânia/Holanda/Romênia)

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos (The Dead and the Others), de João Salaviza e Renée Nader Messora (Portugal/Brasil)

Foto: Divulgação.

Cannes 2018: conheça os vencedores da Quinzena dos Realizadores; cineasta brasileira é premiada

por: Cinevitor

skipdayquinzenacannesCena do curta Skip Day, dirigido pela brasileira Ivete Lucas e pelo americano Patrick Bresnan.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 17/05, os vencedores da Quinzena dos Realizadores 2018, (La Quinzaine des Réalisateurs), mostra paralela ao Festival de Cannes, organizada pela La Société des réalisateurs de films (la SRF) desde 1969 e que destaca a produção anual de filmes de ficção, curtas e documentários no cenário independente e também popular, com diretores talentosos e originais.

Neste ano, em sua 50ª edição, o cinema brasileiro marcou presença com duas produções: o curta-metragem O Órfão, de Carolina Markowicz e protagonizado por Kauan Alvarenga, Clarisse Abujamra, Georgina Castro, Ivo Müller e Julia Costa; e o longa Los Silencios, de Beatriz Seigner, filmado na fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia.

Além disso, a cineasta brasileira Ivete Lucas, que hoje mora nos Estados Unidos, foi premiada pelo curta-metragem documental Skip Day, no qual divide a direção com o americano Patrick Bresnan.

O cineasta americano Martin Scorsese foi homenageado com o Carrosse d’Or por sua aclamada carreira e, como parte da celebração, exibiu o longa Caminhos Perigosos, que fez parte da programação da Quinzena em 1974.

Conheça os vencedores da Quinzena dos Realizadores 2018:

PRÊMIO ART CINEMA:
Climax, de Gaspar Noé (França)

PRÊMIO SACD (Society of Dramatic Authors and Composers):
En Liberté!, escrito por Pierre Salvadori, Benjamin Charbit e Benoît Graffin (França)

LABEL CINEMA EUROPA:
Troppa Grazia, de Gianni Zanasi (Itália)

PRÊMIO ILLY | MELHOR CURTA-METRAGEM:
Skip Day, de Patrick Bresnan e Ivete Lucas (EUA)

Foto: Patrick Bresnan.

O Processo

por: Cinevitor

oprocessoposterDireção: Maria Augusta Ramos

Elenco: Dilma Rousseff, Janaína Paschoal, José Eduardo Cardozo, Gleisi Hoffmann, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ano: 2018

Sinopse: O documentário oferece um olhar pelos bastidores do julgamento que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 31 de agosto de 2016. O filme testemunha a profunda crise política e o colapso das instituições democráticas no país.

Crítica do CINEVITOR: Exibido no Festival de Berlim e premiado na Suíça, o documentário O Processo, de Maria Augusta Ramos, revela os bastidores do julgamento que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Depois de passar meses em Brasília, acompanhando cada passo do processo e testemunhando a profunda crise política e o colapso das instituições democráticas no país, a diretora captou 450 horas de material. Com a intenção de compreender e refletir sobre o atual momento político brasileiro, o longa apresenta Dilma como tema principal, mas não protagonista. Aqui, outros personagens bem conhecidos do público ganham mais destaque. Com imagens de momentos marcantes, como a votação que durou nove horas para decidir sobre o impeachment, Maria Augusta cria um clima tenso e frenético em sua narrativa, que em certos momentos lembra um filme de ação e suspense. O circo armado nos corredores do Congresso é registrado do ponto de vista político da diretora, que não se preocupa em se posicionar. Afinal, em O Processo, ninguém fica em cima do muro. Se o cinema pode ser considerado um ato político, então Maria Augusta acerta em cheio e apresenta também momentos inéditos dos bastidores de um período tenso e sombrio da nossa história com debates, reuniões e até situações cômicas. Tratando-se de um filme, sabemos que os créditos finais precisam subir, mas na vida real ainda estamos longe de colocar um ponto final nesse conturbado cenário. (Vitor Búrigo)

*Crítica publicada na edição 104 (maio/2018) da Revista Preview.

*Filme assistido no 23º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Querida Mamãe

por: Cinevitor

queridamamaeposterDireção: Jeremias Moreira Filho

Elenco: Letícia Sabatella, Selma Egrei, Marat Descartes, Cláudia Missura, Genésio de Barros, Graça Andrade, Bruna Carvalho, Calú Araripe, Lucas Branco, Manuela Freire, Anderson Mr. Guache, Amanda Magalhães, Carla Masumoto, Leandro Mazzini, Adolfo Moura, Marcos Reis, Lena Roque, Mateus Sousa, Fernanda Viacava.

Ano: 2018

Sinopse: Helô tem uma relação conturbada com sua mãe Ruth, além de estar presa em um casamento infeliz. Tudo muda quando ela conhece Leda, por quem se apaixona e começa um empolgante romance. A nova relação não é bem aceita nem por sua família e muito menos por Ruth, o que potencializa o atrito entre as duas. Adaptação da peça homônima escrita por Maria Adelaide Amaral.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Cannes 2018: conheça os vencedores da Semana da Crítica; coprodução brasileira é premiada

por: Cinevitor

vencedoressemanadacritica2018Os vencedores de 2018 com o júri.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 16/05, os vencedores da Semana da Crítica (Semaine de la Critique), mostra paralela ao Festival de Cannes, que concentra-se na descoberta de novos talentos. Desde que foi criada pelo Syndicat Français de la Critique de Cinéma, em 1962, busca explorar e revelar novos cineastas inovadores do mundo todo.

Neste ano, em sua 57ª edição, a Semana da Crítica teve o cineasta Joachim Trier como presidente do júri. A atriz americana Chloë Sevigny, o ator argentino Nahuel Pérez Biscayart, a cineasta italiana Eva Sangiorgi e o jornalista francês Augustin Trapenard completaram o time.

O longa português Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, uma coprodução entre França e Brasil, venceu o prêmio principal da competição. Rodado em Portugal, o filme trata de maneira bem-humorada assuntos da atualidade, como o culto à celebridade, o crescimento da extrema direita e a crise dos refugiados.

Com produção de Maria & Mayer, da Les Films du Belier e da brasileira Syndrome Films, de Daniel van Hoogstraten, e distribuição da Vitrine Filmes, o longa traz o jogador de futebol Diamantino, interpretado por Carloto Cotta, no centro da história. Depois de ser responsabilizado por um dos maiores fracassos da história recente do futebol português, o jogador resolve deixar os campos. Em crise, ele decide fazer uma série de coisas em busca de um novo propósito na vida, entre elas, a adoção de um refugiado. Enquanto embarca nessa odisseia, as irmãs gêmeas do jogador tramam para continuarem lucrando às custas do seu talento nas quatro linhas.

Conheça os vencedores da Semana da Crítica 2018:

GRANDE PRÊMIO NESPRESSO:
Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt (Portugal/França/Brasil)

PRÊMIO LEICA CINE DISCOVERY | CURTA-METRAGEM:
Ektoras Malo: I Teleftea Mera Tis Chronias (Hector Malot: The Last Day of the Year), de Jacqueline Lentzou (Grécia)

PRÊMIO LOUIS ROEDERER FOUNDATION | REVELAÇÃO:
Félix Maritaud, por Sauvage

PRÊMIO GAN FOUNDATION DE DISTRIBUIÇÃO:
Sir (Monsieur), de Rohena Gera (Índia/França)

PRÊMIO SACD (Society of Dramatic Authors and Composer):
Kona fer í stríð (Woman at War), escrito por Benedikt Erlingsson e Ólafur Egilsson

PRÊMIO CANAL+ | CURTA-METRAGEM:
Un jour de mariage (A wedding day), de Elias Belkeddar (Argélia/França)

Foto: Pierre Caudevelle.

Trailer de Mulheres Alteradas, com Deborah Secco, Alessandra Negrini, Maria Casadevall e Monica Iozzi, é divulgado

por: Cinevitor

deborahseccomulheresalteradasDeborah Secco é uma das protagonistas do filme.

Com Deborah Secco, Alessandra Negrini, Maria Casadevall e Monica Iozzi no elenco, a comédia Mulheres Alteradas, que será o filme de abertura do Cine PE 2018, acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial. Seguindo o lema “mulher alterada não é louca, é uma pessoa que está mudando”, o longa retrata situações cotidianas capazes de tirar qualquer mulher do sério.

Mulheres Alteradas é a primeira adaptação para o cinema dos quadrinhos da argentina Maitena Burundarena, grande sucesso nos anos 1990. O trailer revela que as quatro atrizes principais ganharam versões animadas, assinadas por Chico Zullo, diretor de arte da O2 Filmes, e inspiradas nos traços das tirinhas de Maitena.

Primeiro longa-metragem de Luis Pinheiro, das séries Samantha! e Lili, a Ex, e com roteiro assinado por Caco Galhardo, o filme conta ainda com Sergio Guizé, Daniel Boaventura, Mário Gomes, Patricya TravassosSuely Franco, João Vicente de Castro e Stepan Nercessian no elenco.

A comédia é sobre os dilemas tragicômicos enfrentados por quatro mulheres em diferentes fases da vida: Leandra (Maria Casadevall) está na crise dos 30. Solteira, não aguenta mais a intensa vida noturna; sua irmã, Sônia (Monica Iozzi), é o oposto. Casada e com dois filhos, sonha com uma noite de curtição; já Marinati (Alessandra Negrini) é uma advogada workaholic que se apaixona justo quando sua carreira está deslanchando. E Keka (Deborah Secco) está ansiosa com a viagem que programou para salvar seu casamento.

Confira o trailer de Mulheres Alteradas, que estreia no dia 21 de junho:

Foto: Ariela Bueno.

Confira o primeiro trailer de Bohemian Rhapsody, cinebiografia do cantor Freddie Mercury

por: Cinevitor

bohemianrhapsodytrailer1We Are the Champions: Rami Malek interpreta o cantor Freddie Mercury.

Dirigido por Dexter Fletcher e Bryan Singer, Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais aclamados do planeta.

O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury, interpretado por Rami Malek, sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Escrito por Anthony McCarten, roteirista de O Destino de uma Nação e A Teoria de Tudo, o longa conta também com Joseph Mazzello, Aidan Gillen, Ben Hardy, Lucy Boynton, Tom Hollander, Allen Leech, Gwilym Lee, Aaron McCusker, Michelle Duncan e Mike Myers no elenco.

Confira o primeiro trailer de Bohemian Rhapsody, que tem estreia prevista para outubro:

Foto: Nick Delaney/Fox Film.

Conheça os filmes selecionados para o 22º Florianópolis Audiovisual Mercosul

por: Cinevitor

curtacasacheiafamCena do curta pernambucano Casa Cheia, de Carlos Nigro: selecionado.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 14/05, os filmes selecionados para o 22º Florianópolis Audiovisual Mercosul, que acontecerá entre os dias 19 e 24 de junho, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, na capital catarinense. Neste ano, 48 produções, de 10 países, serão exibidas na programação do FAM 2018, que, pelo segundo ano consecutivo registrou recorde de inscritos nas cinco mostras competitivas.

Território, cidades, identidade cultural, deslocamento e memória integram as narrativas e discussões propostas pelos cinco filmes selecionados para a mostra DOC-FAM; com 15 filmes, a mostra Curtas Mercosul traz representantes de seis países e sete estados brasileiros.

Nesta edição, a Mostra Curtas Catarinense será apresentada durante todas as noites do FAM com a Mostra Curtas Mercosul. As duas mostras contam com o mesmo grupo de jurados e concorrem a um grupo conjunto de premiações técnicas e também aos prêmios de melhor filme pelo Júri Popular e melhor filme segundo o Júri Oficial.

As cinco noites de mostra competitiva terão acompanhamento musical da Mostra Videoclipe com dez obras, de sete países; para a Mostra Competitiva Infantojuvenil, produções da Argentina, do Brasil e da Venezuela contam fábulas, grandes ações de coragem, criatividade e esperança.

Conheça os filmes selecionados para o FAM 2018:

DOC-FAM:
Cidades Fantasmas, de Tyrell Spencer (Brasil)
Desarquivando Alice Gonzaga, de Betse de Paula (Brasil)
Marambiré, de André dos Santos (Brasil)
Mekong – Paraná: Los últimos laosianos, de Ignacio Javier Luccisano (Argentina)
Orione, de Toia Bonino (Argentina)

MOSTRA CURTAS MERCOSUL:
A gente nasce só de mãe, de Caru Roelis (Brasil)
Antolina, de Miguel Aguerro (Paraguai)
Boca de Fogo, de Luciano Pérez Fernández (Brasil)
Casa Cheia, de Carlos Nigro (Brasil)
Coral da Ponta, de Alan Stone Langdon (Brasil)
Eko, de Claudio Servin Rios (Paraguai/Argentina/Chile/Colômbia)
Fu, de Maria Rojas e Andrés Jurado (Colômbia)
Guiana Francesa, de Olavo Junior e Edmilson Filho (Brasil)
Intervenção, de Isaac Brum Souza (Brasil)
La fiebre que espera despertar, de Juan Bobbio (Argentina)
Las dos, de Emiliano Umpierrez (Uruguai)
O Malabarista, de Iuri Moreno (Brasil)
Ouroboros, de Beatriz Pessoa e Guilherme Andrade (Brasil)
Real Conquista, de Fabiana Assis (Brasil)
Torre, de Nádia Mangolini (Brasil)

MOSTRA CURTAS CATARINENSE:
Atos (título provisório), de Beatriz Kestering Tramontin (Palhoça)
Berro, de Paula Barbabela e Marina Simões (Florianópolis)
Domingos Bugreiro, de Sander Hahn (Criciúma)
Flecha Dourada, de Cíntia Domit Bittar (Florianópolis)
Garoto VHS, de Carlos Daniel Reichel (Florianópolis)
moT, de Andrew Kastenmeier (Florianópolis)
O Outro Lado: A Sinfonia de Eric Pahn, de Rodrigo Araujo e Thiago L. Soares (Florianópolis)
Par Perfeito, de Débora Herling (Palhoça)
Severo Severino, de Kátia Klock e Marco Martins (Florianópolis)
Volcano, de Nataly Callai (Florianópolis)

MOSTRA VIDEOCLIPE:
Agua en el desierto – Conector, de Juan Jiménez (Colômbia)
Break me – Mono, de Paola Teran (Peru)
Camaleão Musical – Wannabe, de JalvaGabriel Motta (Brasil)
Cumbia a lo Mestizo – Matungo, de Pablo Bustamante (Bolívia/Brasil/Uruguai)
Essa cidade cheia de heróis – Alpargatos, de Bruno dos Anjos (Brasil)
Mar Alado – Tagore, de Fabrício Koltermann (Brasil)
Moving Ground – Hibria, de Deivis Horbach (Brasil)
Noche – Internet Strangers, de Gabriel Gagliardi (Brasil/EUA)
Por Amor – Lucrécia Aguirre, de Antonella Schiavoni e Daniela Miokovitch (Argentina)
Sólido – Sami2r, de Camilo Duarte (Bolívia)

MOSTRA INFANTOJUVENIL:
Mica, de Sandra Ruth Cagnolo (Argentina)
Vento, de Betânia Vargas Furtado (Brasil)
Arraigo, de Maria Laura Reina (Venezuela)
Médico de Monstro, de Gustavo Teixeira (Brasil)
A Festa dos Encantados, de Masanori Ohashy (Brasil)
Luiz, de Alexandre Estevanato (Brasil)
O menino leão e a menina coruja, de Renan Montenegro (Brasil)
Pirilampo, de Carlos Avalone (Brasil)

Foto: Divulgação.

Morre, aos 86 anos, o cineasta brasileiro Roberto Farias

por: Cinevitor

morrerobertofariasO diretor realizou mais de 25 trabalhos, entre cinema e TV.

Morreu na manhã desta segunda-feira, 14/05, aos 86 anos, o cineasta brasileiro Roberto Farias. Segundo informações divulgadas pela imprensa, ele estava internado em um hospital de Copacabana, no Rio de Janeiro, para tratar de um câncer.

Roberto, que nasceu em Nova Friburgo, começou sua carreira como assistente de direção na Atlântida Cinematográfica, conhecida companhia fundada na década de 1940. Lá, trabalhou em diversas áreas do cinema, atuando como roteirista, produtor, montador, entre outros.

Sua estreia como diretor aconteceu em 1957, com a comédia Rico Ri à Toa. Depois disso, realizou diversos trabalhos que marcaram a história do cinema brasileira. Em 1960, participou da Competição Oficial do Festival de Cannes com Cidade Ameaçada, mas não levou a Palma de Ouro.

O longa Pra Frente, Brasil, um de seus trabalhos mais marcantes, foi lançado em 1982 e se destacou por retratar a repressão da ditadura militar brasileira. Protagonizado por seu irmão, o ator Reginaldo Faria, o filme foi premiado no Festival de Berlim e também em Gramado.

reginaldofariarobertoCom o irmão, Reginaldo Faria, nos bastidores de um filme.

Ao longo dos anos, dirigiu mais de 25 trabalhos, entre cinema e TV. Nas telonas, destacou-se com: No Mundo da Lua (1958), O Assalto ao Trem Pagador (1962), Selva Trágica (1964), Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera (1966), O Fabuloso Fittipaldi (1973), Os Trapalhões no Auto da Compadecida (1987), entre outros. Dirigiu também três filmes protagonizados pelo cantor Roberto Carlos: Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa (1968), Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968) e Roberto Carlos a 300 Quilômetros Por Hora (1971).

Na TV também dirigiu produções marcantes, como: As Noivas de Copacabana, Memorial de Maria Moura e Sob Nova Direção, todos exibidos na Rede Globo.

Farias foi diretor presidente da Academia Brasileira de Cinema, sócio-fundador do Canal Brasil, presidente do Sindicato Nacional da Indústria Cinematográfica e o primeiro cineasta a dirigir a Embrafilme, produtora e distribuidora de filmes, fundada em 1969, que foi extinta no começo da década de 1990 durante o governo de Fernando Collor de Mello. O último trabalho de Roberto como diretor foi a série Faça Sua História, da TV Globo, em 2008.

Fotos: Divulgação.

Terminam as filmagens de Bacurau, novo filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles

por: Cinevitor

bacuraufilmagem1Sonia Braga nos bastidores do filme com a equipe.

Depois de dois meses de filmagem no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, o filme Bacurau, coescrito e codirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, chega à última semana de fotografia. Uma coprodução entre Brasil e França, a equipe técnica contou com profissionais de quatro países e um elenco de 44 atores incluindo Sonia Braga, o alemão Udo Kier e Karine Teles, de Que Horas Ela Volta?.

Os diretores e roteiristas descrevem Bacurau como um filme de aventura ambientado no Brasil “daqui a alguns anos”. Para Kleber Mendonça Filho, “é uma honra trabalhar com elenco tão fantástico, de poder voltar a ter Sonia Braga no elenco e de ter podido filmar com Udo Kier, um rosto incrível de cinema que faz parte da nossa história com tantos filmes essenciais, um grande ator e colaborador”.

A produtora de Bacurau, Emilie Lesclaux, define a equipe técnica como “fenomenal composta por profissionais de todo o Brasil, da França, Estados Unidos e Bélgica que trabalharam em locações remotas no sertão. Emocionante ver essa equipe incrível em ação”.

Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho colaboraram em curtas metragens premiados no Brasil e exterior, como: Eletrodoméstica e Recife Frio; e nos longas também aclamados internacionalmente: O Som ao Redor e Aquarius, filmes dirigidos por Kleber Mendonça Filho e com direção de arte de Juliano Dornelles. Como realizador, Juliano fez o curta Mens Sana in Corpore Sano, premiado no Festival de Locarno, em 2011, e o longa O Ateliê da Rua do Brum, que está em pós-produção.

bacuraufilmagem2Os diretores nos bastidores das filmagens.

A sinopse diz: daqui a alguns anos… Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida por quase todos, falecida aos 114 anos. Dias depois, começam os sinais de que a tranquilidade de Bacurau estará sob ameaça. Uma sequência de incidentes mergulham o vilarejo numa tensão crescente. No entanto, muitos não contavam com um detalhe: que no passado desse lugar extraordinário estava adormecido um talento especial para a aventura.

No filme, o vilarejo de Bacurau está localizado no sertão do Nordeste brasileiro, e as filmagens foram realizadas na localidade da Barra, município de Parelhas, Rio Grande do Norte. A equipe de mais de 150 pessoas, entre técnicos e elenco, teve como base a cidade de Parelhas, onde trabalhou desde janeiro na pré-produção e filmagem de Bacurau.

“Tivemos muita sorte ao escolher a região  do Seridó onde filmamos pois aqui encontramos gente incrível que nos acolheu e nos ajudou, na frente e por trás da câmera, compreendendo o filme e tomando o projeto como seu”, disse Juliano Dornelles.

O elenco conta também com Barbara Colen, Silvero Pereira, Jonny Mars, Antônio Saboia, Thomás Aquino, Wilson Rabello, Danny Barbosa, James Turpin, Buda Lira, Fabiola Liper, Clebia Sousa, Thardelly Lima, Brian Townes, Valmir do Côco, Rubens Santos, Luciana Souza, Jr. Black, Carlos Francisco, Uirá dos Reis, Allison Willow, Eduarda Samara e Rodger Rogério. A grande Lia de Itamaracá também integra o elenco.

A fotografia é de Pedro Sotero, também colaborador em O Som ao Redor, Aquarius e Gabriel e a Montanha; o som é de Nicolas Hallet e a direção de arte de Thales Junqueira. Bacurau, produzido por Emilie Lesclaux, Said Ben Said e Michel Merkt, entra em processo de montagem logo após a filmagem com lançamento previsto para 2019.

Fotos: Victor Jucá.

Conheça os filmes selecionados para o 7º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

por: Cinevitor

solalegriacuritiba2Tavinho Teixeira e Ney Matogrosso em Sol Alegria: selecionado.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 09/05, os filmes selecionados para o 7º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que acontecerá entre os dias 6 e 14 de junho na capital paranaense. Neste ano, a programação conta com 156 produções, de 46 países, cujas propostas se conectam com nosso momento atual como sociedade.

Em sua sétima edição, o evento traz uma combinação do cinema contemporâneo com filmes clássicos e retrospectivas, colocando lado a lado cineastas estreantes e já consolidados para apresentar ao público uma programação plural. Diversos filmes que tiveram passagem recente por festivais como Berlim, Locarno e Roterdã terão estreia brasileira no Olhar de Cinema 2018.

Paralelamente às exibições dos filmes, serão realizadas três oficinas e diversos seminários. As oficinas serão voltadas às temáticas de som, animação e roteiro. Os seminários envolverão discussões sobre a distribuição de cinema de autor/autora, crítica, curadoria, além de conversas sobre os processos de finalização de filmes.

Além disso, o Curitiba Lab, laboratório de desenvolvimento de projetos do Olhar de Cinema, pretende criar um amplo espaço de trocas e consultorias para as histórias que desejamos contar, com a participação de renomados profissionais do audiovisual.

Confira a lista completa com os filmes selecionados para o 7º Olhar de Cinema:

FILME DE ABERTURA:
Djon África (Djon Africa), de Filipa Reis e João Pedro Miller (Portugal/Brasil/Cabo Verde)

FILME DE ENCERRAMENTO:
Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves (Brasil)

COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS:
A Casa Lobo (La Casa Lobo), de Cristóbal León e Joaquín Cociña (Chile)
A Feiticeira Viúva (Xiao gua fu cheng xian ji), de Cai Chengjie (China)
A Floricultura (La Fleurière), de Ruben Desiere (Bélgica/Eslováquia)
Ansiosa Tradução (Nervous Translation), de Shireen Seno (Filipinas)
Boa Sorte (Good Luck), de Ben Russel (França/Alemanha)
A Árvore (Drvo), de André Gil Mata (Portugal)
Fabiana, de Brunna Laboissière (Brasil)
Homens que Jogam (Playing Men), de Matjaz Ivanisin (Eslovênia/Croácia)
O Visto e o Não Visto (Sekala Niskala), de Kamila Andini (Indonésia)
Sol Alegria, de Tavinho Teixeira e Mariah Teixeira (Brasil)

COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:
A Estranha História do Prince Dethmer (L’étrange Histoire de Prince Dethmer), de Corto Vaclav e Hadrien La Vapeur (França)
Caminhada Solar (Solar Walk), de Réka Bucs (Dinamarca)
Carne, de Mariana Jaspe (Brasil)
Eles Vêm Aí! (¡Allá Vienen!), de Ezequiel Reyes (México)
Espreita (Negah), de Farnoosh Samadi (Irã/Itália)
Evidência da Evidência (Evidence of the Evidence), de Alexander Johnston (EUA)
Homem Negro Sem Identificação (Hombre Negro sin Identificar), de Javier Extremera Rodríguez (Espanha)
Imfura, de Samuel Ishmwe (Suíça/Ruanda)
Maré, de Amaranta Cesar (Brasil)
Nosso Canto de Guerra (Our Song to War), de Juanita Onzaga (Bélgica/Colômbia)

NOVOS OLHARES:
Expo Lío 92’, de María Cañas (Espanha)
La Película Infinita, de Leandro Listorti (Argentina)
Mãe Preta (Black Mother), de Khalik Allah (EUA)
Nossa Loucura (Our Madness), de João Viana (Portugal/Moçambique/França/Guiné-Bissau/Catar)
Por Detrás das Cortinas (Derrière les Volets), de Messaline Raverdy (Bélgica)
Smetak, de Simone Dourado, Nicolas Hallet e Mateus Dantas (Brasil)

OUTROS OLHARES | LONGAS-METRAGENS:
A Nação Morta (Die Tote Nation), de Radu Jude (Romênia)
Algumas Perguntas (Unas Preguntas), de Kristina Konrad (Alemanha/Uruguai)
Diante dos Meus Olhos, de André Felix (Brasil)
Minatomachi, de Kazuhiro Soda (Japão)
Nossa Casa (Watashitachi no ie), de Yui Kiyohara (Japão)
O Chalé é Uma Ilha Batida de Vento e Chuva, de Letícia Simões (Brasil)
O Saco Sem Fundo (Meshok bez dna), de Rustam Khamdamov (Rússia)
Os Mitos de Pushkar (Pushkar Puran), de Kamal Swaroop (Índia)
Para Além de Nós (Al di lá dell’uno), de Anna Marziano (França/Itália/Alemanha)
Um Abraço, na Sororidade (Yours in Sisterhood), de Irene Lusztig (EUA)
Você Já Se Perguntou Quem Atirou? (Did You Wonder Who Fired the Gun?), de Travis
Wilkerson (EUA)

OUTROS OLHARES | CURTAS-METRAGENS:
A Valeta (Areka), de Begoña Vicario (Espanha)
António e Catarina, de Cristina Hanes (Portugal)
Estamos Todos Aqui, de Chico Santos e Rafael Mellim (Brasil)
Fervendo, de Camila Gregório (Brasil)
Hair Wolf, de Mariama Dialo (EUA)
Hoissuru, de Armand Rovira (Espanha)
Lembri Uudu, de Eeva Mägi (Estônia)
O Cemitério se Alumbra (El Cementerio se Alumbra), de Luis Alejandro Yero (Cuba)
O Homem com a Bicicleta (Der Mann Mit Dem Fahrrad), de Levan Tsintsadze (Alemanha)
Sílica (Silica), de Pia Borg (Austrália/Reino Unido)
Sweet Heart, de Amina Jorge (Brasil)
Tempo de Ir, Tempo de Voltar, de Pedro Nishi (Brasil)
Uma Lua de Ferro (Una Luna de Hierro), de Francisco Rodriguez (França/Chile)

OLHARES CLÁSSICOS:
A Noite dos Mortos-Vivos (Night of the Living Dead), de George Romero (EUA, 1968)
Aopção Ou As Rosas da Estrada, de Ozualdo Ribeiro Candeias (Brasil, 1981)
O Baile dos Bombeiros (The Firemen’s Ball), de Milos Forman (Tchecoslováquia, 1967)
O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla (Brasil, 1968)
O Terror das Mulheres (The Ladies Man), de Jerry Lewis (EUA, 1961)
Os Encontros de Anna (Les Rendez vous d’Anna), de Chantal Akerman (França/Bélgica/Alemanha Ocidental, 1978)
Santo Contra Cérebro do Mal, de Joselito Rodríguez (México/Cuba, 1961)
Scarface: A Vergonha de uma Nação, de Howard Hawks  (EUA, 1932)
Programa de Curtas Alice Guy-Blaché:
Algie, o Minerador (Algie the Miner)
Chegada dos Raios de Sol (Coming of Sunbeam)
Filhotes Trocados (Mixed Pets)
Harmonia Enlatada (Canned Harmony)
Limite de Velocidade Matrimonial (Matrimony’s Speed Limit)
O Cair das Folhas (Falling Leaves)
O Grande Amor Não Tem Homem (Greater Love Hath no Man)
Um Tolo e Seu Dinheiro (A Fool and His Money)

EXIBIÇÕES ESPECIAIS:
Accidence, de Guy Maddin, Evan Johnson e Galen Johnson (Canadá)
Baixo Centro, de Ewerton Belico e Samuel Marotta (Brasil)
Camocim, de Quentin Delaroche (Brasil/França)
Diários de Classe, de Maria Carolina e Igor Souza (Brasil)
O Nó do Diabo, de Ian Abé, Gabriel Martins, Jhésus Tribuzi e Ramon Porto Mota (Brasil)
Otimismo (Optimism), de Deborah Stratman (Canadá/EUA)
Peggy e Fred no Inferno: Desenlace (Peggy and Fred in Hell: Folding), de Leslie Thornton (EUA)
Pessoas do Lago (Gens du Lac), de Jean-Marie Straub (Suíça)
Sem Título # 4 : Apesar dos Pesares, na Chuva há de Cantares, de Carlos Adriano (Brasil)

MIRADA PARANAENSE | LONGAS-METRAGENS:
Euller Miller Entre Dois Mundos, de Fernando Severo
O Bem-Aventurado, de Tulio Viaro

MIRADA PARANAENSE | CURTAS-METRAGENS:
[Des]prendidas, de Ana Esperança e Fábio Allon
Acima da Lei, de Diego Florentino
Lui, de Denise Kelm
Mergulho do Olho, de Haroldo Castro Alves
Primavera de Fernanda, de Débora Zanatta e Estevan de la Fuente
Superfície, de Bernardo Teodorico Costa Souza
Terreiros, de Felipe Lovo e Mauricio Santos
Vazante, de Fábio Allon

PEQUENOS OLHARES:
Longa:
O Túmulo dos Vagalumes (Hotaru no Haka), de Isao Takahata (Japão)
Curtas:
A Retirada Para Um Coração Bruto, de Marco Antônio Pereira (Brasil)
Apaixonado por Cinema (Kinoman), de Askar Nurakun uulu (Quirguistão)
Faísca (Spark), de Aharonit Elior (EUA)
Menina Seta, de Camila Tarifa (Brasil)
No Caminho da Escola, de Alunos do Projeto Animação (Brasil)
O Rosto de Carlotta (Carlotta’s Face), de Valentin Riedl e Fréderic Schuld (Alemanha)
Os Segredos do Rio Grande, de Alunos do Projeto Animação (Brasil)
Plantae, de Guilherme Gehr (Brasil)
Primavera Secundarista, de Maíra Kaline Januário Cabral (Brasil)
Sobre a Gente, de Alunos do Projeto Animação (Brasil)
Travessia, de Safira Moreira dos Santos (Brasil)

*Para conferir os filmes selecionados da mostra Olhar Retrospectivo Djibril Diop Mambéty e Jean Rouch, clique aqui; para saber mais sobre a mostra Foco Janie Geiser, clique aqui.

Foto: Divulgação/Boulevard Filmes.